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Equipe de reportagem aprende a andar na linha

30 de setembro de 2012 0

Que o filho ande na linha é o sonho de todo o pai e mãe dedicados. Então, para a minha família e do fotógrafo Piero Ragazzi, vai um recado: podem ficar tranquilos. Começamos a andar na linha. Se fosse uma disputa de quem conseguiu alcançar o maior desafio o Piero ficou com o título. A bricadeira ocorreu no Parque Malwee durante a produção da matéria para o jornal A Notícia.
Vendo o Fernando soltar, pular, deitar, voar sobre a fita, deixa as coisas parecerem muito fáceis. Mas na hora de tirar o tênis e subir, tudo treme o pé, o corpo, a cabeça e, o mais importante: a fita. O meu medo de subir (ou melhor de cair) era tanto que deixei de lado a vantagem da regra “primeiro as damas”. E o Piero (que é mais corajoso) começou o desafio. Ele passou pela primeira etapa com maestria (acho que estava escondendo o jogo). Para os iniciantes a fita é mais esticada e estreita e fica a 30 centímetros do chão (o que evita acidente). Ele cumpriu o trecho menor e logo depois foi para a fita profissional (que é usada em competições internacionais). A trepidação que ocorre mais para a metade do percurso o fez cair.
Não tinha saída, o desafio estava na minha frente. Escutei as dicas do professor e comecei um passo de cada vez, o dedão em cima da fita, a concentração, a postura reta, os braços esticados para equilibrar. Mas não adiantou cheguei até a metade da fita pequena (dos iniciantes) e perdi o equilíbrio. Com a pressão de subir no equipamento profissional, já que o Piero assim o fez, era grande. Mas o meu medo foi maior e não encarei os 60 centímetros do chão. Resultado, o Piero venceu o desafio por ter ido mais longe. Mas no fim, os dois vivenciaram uma nova experiência e puderam experimentar o que é andar na linha de verdade.

Confira o clipe com as performance dos praticantes, minha e do Piero:

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