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Veja o passo a passo da receita da Lasanha de Três Queijos

Na manhã deste sábado (9), Anonymus preparou uma saborosa Lasanha....

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Iberê Camargo na Primavera Artística do Anonymus

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Tainha Recheada e a Farofa de Casca de Banana e Talo de Couve

25 de outubro de 2014 0

Inspirado nas receitas da personagem da série ‘Doce de Mãe’ interpretada pela atriz Fernanda Montenegro e no tema da reciclagem do curta ‘Ilha das Flores’, de Jorge Furtado, Anonymus Gourmet prepara a Tainha Recheada e a Farofa de Casca de Banana e Talo de Couve.
Receitas saborosas e um programa imperdível em homenagem à sétima arte, confira aqui.

tainha - batatas

Receita de sábado (25) é inspirada na obra de Jorge Furtado

22 de outubro de 2014 0

No último programa da primavera artística você conhece um pouco mais da trajetória do cineasta Jorge Furtado. Um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre, Furtado começou produzindo material que misturava ficção e documentário ainda na faculdade. Destacou-se inicialmente como autor de curtas-metragens.

Desde então Furtado envolveu-se com projetos para a televisão e para o cinema, atuando como roteirista e diretor. Inspirado nas receitas da personagem da série ‘Doce de Mãe’ interpretada na atriz Fernanda Montenegro e no tema da reciclagem do seu curta ‘Ilha das Flores’, Anonymus Gourmet prepara a Tainha Recheada e a Farofa de Casca de Banana e Talo de Couve. Receitas saborosas em um programa imperdível.

Jorge Furtado2

Receitas: Merengue Recheado, Palha Italiana e Bolinho de Primavera

18 de outubro de 2014 0

No terceiro programa da primavera artística vamos conhecer um pouco da obra do artista Iberê Camargo.  Artista de rigor e sensibilidade únicos, Iberê Camargo é um dos grandes nomes da arte brasileira do século 20. Autor de uma obra extensa, que inclui pinturas, desenhos, guaches e gravuras. Inspirado na trajetória do artista Anonymus Gourmet prepara três doces que são verdadeiras obras de arte, da preparação a montagem do prato. Você pode conferir as receitas Merengue Recheado, a Palha Italiana e o Bolinho Primavera por aqui.

Iberê Camargo 1

Alarico

Iberê Camargo na Primavera Artística do Anonymus

17 de outubro de 2014 0

No ano do seu centenário, um programa em homenagem ao grande artista gaúcho, referência internacional da arte brasileira

A mesa é um espaço para a degustação – não só dos encantos de bons pratos e bons copos – mas também dos sabores e dos encantos da vida. Este, exatamente, é o sentido da Temporada Artística do Anonymus Gourmet que, esta semana, presta homenagem a Iberê Camargo, um dos grandes nomes da arte brasileira do século 20. Autor de uma extensa obra, que inclui pinturas, desenhos, guaches e gravuras, Iberê deixou uma produção exuberante e original, e exerceu forte liderança no meio artístico e intelectual.

Além de todas as homenagens que merece pela qualidade e pelo rigor de seu trabalho, onde não há lugar para passatempos inconsequentes, modismos e pequenos descuidos, este ano é a celebração do centenário de seu nascimento, ocorrido na cidade gaúcha de Restinga Seca, em 1914; também é ocasião de lembrar os 20 anos de morte, ocorrida em 1994.

Eu o recordo como o amigo gentil, interessado por política e por literatura, que adorava a Feira do Livro de Porto Alegre, onde nos encontrávamos quase todos os anos, para um café em torno das novidades literárias e das polêmicas políticas do momento.

Iberê Camargo iniciou seus estudos ainda no Rio Grande do Sul, na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria, com Parlagreco e Frederico Lobe. Já em Porto Alegre estudou pintura com João Fahrion. Em 1942 ele chegou ao Rio de Janeiro, onde cursou a Escola Nacional de Belas Artes. Mas, insatisfeito com a metodologia ali adotada, juntou-se a outros artistas, também descontentes, e com seu professor de gravura, Alberto da Veiga Guignard, fundaram o “Grupo Guignard”. Em 1953 tornou-se professor de gravura no Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro, lecionando mais tarde essa técnica em seu próprio ateliê ou em permanências mais ou menos longas em Porto Alegre e em outras cidades, inclusive do exterior. Em Porto Alegre, teve importante atuação como um dos grandes incentivadores do Atelier Livre.

Foi um artista extraordinário que conquistou reconhecimento internacional com um trabalho intenso e inovador que deixou uma obra extensa, valiosa e original, com trabalhos marcantes. Qualquer leigo que tenha um mínimo de curiosidade por artes plásticas reconhece de longe uma tela ou uma gravura com o estilo e a marca inconfundível de Iberê Camargo. Entre as diferentes manifestações de um inesgotável talento, Iberê produziu as famosas séries Carretéis, Ciclistas e As idiotas, que marcaram sua trajetória. Grande parte da intensa produção do artista, estimada em mais de sete mil obras, compõe hoje o acervo da Fundação Iberê Camargo.

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Embora tenha estudado com figuras importantes, representativas de variadas correntes estéticas e culturais, não se filiou a nenhuma. Suas obras estiveram presentes, e sempre reapresentadas, em grandes exposições pelo mundo inteiro, como na Bienal de São Paulo e na Bienal de Veneza. Iberê Camargo continua a ser, duas décadas depois de sua morte, uma grande referência para a arte brasileira, com o detalhe fundamental: apesar de ter se tornado uma celebridade internacional, nunca se afastou de suas raízes gaúchas e portoalegrenses; de suas longas temporadas no Rio de Janeiro e no exterior sempre voltou saudoso a Porto Alegre, que transformou em sua cidade.

Talvez por isso tenha merecido a homenagem suprema: tornar-se uma espécie de símbolo da capital gaúcha, através do prédio da Fundação Iberê Camargo, o cartão postal fascinante e indiscutível da cidade, desde sua inauguração.

A partir de um desejo do próprio artista e sua esposa, Maria Coussirat Camargo, e com o apoio de amigos e a liderança do empresário Jorge Gerdau Johannpeter, foi criada, em 1995, a Fundação Iberê Camargo, uma instituição privada sem fins lucrativos, com a missão de preservar o acervo, promover o estudo, a divulgação da obra de Iberê Camargo e estimular a interação de seu público com arte, cultura e educação, por meio de programas interdisciplinares. A arte moderna e contemporânea é o fio condutor do programa de exposições, que se divide em três modalidades: mostras de Iberê Camargo, mostras temporárias e mostras itinerantes.

Essa notável iniciativa teve início em 1995, no ano seguinte à sua morte, quando foi criada a Fundação, com sede na antiga residência do artista, no bairro Nonoai, para conservar, catalogar e promover obra de Iberê. Mais tarde, a sede mudou-se para o bairro Cristal, em um prédio projetado especialmente para esse fim pelo português Álvaro Siza, considerado um dos cinco arquitetos mais prestigiados do mundo.

A Fundação Iberê Camargo iniciou em 2001 a obra do magnífico museu concebido para abrigar as obras do pintor gaúcho. Hoje é o cartão postal de Porto Alegre, com sua vista do Lago Guaíba, especialmente ao entardecer, com o maravilhoso pôr-do-sol da capital gaúcha. Localizado em uma escarpa do bairro Cristal de onde se contempla as margens do lago. Consiste em uma plataforma retangular, que contém o estacionamento, sobre o qual Siza verticalizou um volume irregular de concreto branco, cor obtida pela mescla de concreto com pedras brancas do lago vizinho. Parte das circulações são rampas como braços que se separam do corpo principal, marcando a fachada do edifício. As salas de exposições, ateliês, biblioteca e auditório circundam o átrio central.

As mostras dedicadas a Iberê Camargo exibem distintas visões da produção do artista. As exposições temporárias apresentam obras de nomes consagrados no cenário artístico atual do Brasil e do exterior. Além disso, o programa de exposições também viabiliza mostras itinerantes das obras do Acervo da Fundação em instituições parceiras.

O acervo é formado por um núcleo documental, composto de documentos e imagens relacionadas à vida e à obra do artista, e um núcleo com a coleção Maria Coussirat Camargo, que inclui pinturas, gravuras, guaches, desenhos e estudos de Iberê Camargo, obras que o casal acumulou durante a vida. A partir de 2007, Fábio Coutinho,  jornalista e produtor cultural ligado às artes visuais, ocupa o cargo de superintendente cultural da Fundação Iberê Camargo. Antes, esteve envolvido com a Bienal do Mercosul  em quatro edições do evento, e foi diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Nos anos 70, foi professor de história da arte e criou o Brique da Redenção, feira tradicional de arte e antiguidades de Porto Alegre, que coordenou até 1982.

A nova sede da instituição foi projetada pelo português Álvaro Siza, um dos arquitetos contemporâneos mais importantes do mundo. O projeto recebeu o Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza (2002) e é mérito especial da Trienal de Design de Milão.

Referência arquitetônica na capital gaúcha, tornou-se de imediato o cartão postal e o símbolo da cidade. O prédio tem salas de exposição, átrio, reserva técnica, centro de documentação e pesquisa, ateliê de gravura, ateliê do educativo, auditório, loja, cafeteria, estacionamento e parque ambiental projetado pela Fundação Gaia.

Desde 31 de março de 2008, Porto Alegre acolhe essa magnífica criação do grande Álvaro Siza. A obra vai muito além dos seus limites. A preocupação com o fator ambiental foi um dos desafios que enfrentou Siza na elaboração do projeto. Verticalizado sobre um terreno estreito, entre águas e pedras, o arquiteto soube aproveitar o espaço, preservando a natureza imediata, e adota sistemas estruturais inovadores para garantir a preservação do meio ambiente. Negar a importância que terá o museu no marco internacional é como contrariar o caso do Museu Guggenhein em Bilbao. Como disse Siza, durante a inauguração da obra: “um museu pode revelar uma cidade para mundo”. Porto Alegre se exibe para o mundo, marcando, quem sabe, uma nova fase para a cultura local.

O prédio se tornou, desde a inauguração, uma referência internacional em Arquitetura Contemporânea. O edifício de concreto branco conta com três plantas baixas e um átrio que recebe obras de arte temporárias, aproveitando também o subsolo para instalação de um auditório e estacionamento. Tanto no seu exterior, como internamente, a obra se destaca por seu contraste entre curvas e retas, com corredores e rampas, simetria e assimetria, criando um diálogo entre a arte a natureza. Uma construção pouco comum entre as existentes na cidade. É a primeira vez que Porto Alegre recebe um edifício dessa importância arquitetônica, o que tem despertado grande curiosidade do público.

De algum lugar do universo, Iberê deve estar aprovando essa extraordinária e justa homenagem, por certo sorridente e orgulhoso, ao lado de seu fiel companheiro, o gato Martim.

Cores e sabores no prato para homenagear o artista Iberê Camargo

15 de outubro de 2014 0

Especial Primavera Artística. Anonymus Gourmet preparou uma temporada muito animada para os meses de setembro e outubro. Homenageando diferentes ícones da cultura do Rio Grande do Sul, o apresentador inspirou-se na música, nas artes plásticas, no cinema e na literatura para escolher as receitas da temporada.

No próximo programa da primavera artística vamos conhecer um pouco da obra do artista Iberê Camargo.  Artista de rigor e sensibilidade únicos, Iberê Camargo é um dos grandes nomes da arte brasileira do século 20. Autor de uma obra extensa, que inclui pinturas, desenhos, guaches e gravuras.

Inspirado na trajetória do artista Anonymus Gourmet prepara três doces que são verdadeiras obras de arte, da preparação a montagem do prato. Você pode conferir o Merengue Recheado, a Palha Italiana e o Bolinho Primavera.

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PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Especial Iberê Camargo: Merengue Recheado, Palha Italiana e Bolinho Primavera
QUANDO:  18 de outubro, às 8h30
ONDE: na RBS TV

Café da tarde: Bolo de Coco e Cookie de Leite Condensado

10 de outubro de 2014 0

Bolo Coco

Bolo de Coco

Ingredientes da massa:
2 colheres (sopa) de manteiga
1 e 1/4 de xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de leite
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
100 g de coco ralado
3 ovos
2 colheres (sopa) de fermento em pó.

Calda:
2 xícaras (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de leite de coco

Modo de preparo:
No liquidificador bata a margarina, o açúcar, o leite, o coco ralado e os ovos. Em seguida, em um refratário, misture o fermento em pó, despeje em uma forma de 20 cm com furo central, untada e enfarinhada e leve ao forno durante 45 minutos aproximadamente.

Calda: Misture o açúcar com o leite e regue o bolo ainda quente. Salpique coco ralado.

Café Cookies

Cookie de Leite Condensado

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
180g de manteiga
2 e 1/2 xícaras (chá) de aveia em flocos finos
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (café) de bicarbonato de sódio
1 colher (café) de sal
1 xícara (chá) de gotas de chocolate

Modo de preparo:
Na batedeira, bata o leite condensado e a margarina até formar um creme esbranquiçado. Misture a aveia, a farinha de trigo, o bicarbonato, o sal e as gotas de chocolate. Cubra com filme plástico e leve a geladeira por 30 minutos. Sobre uma assadeira forrada com papel manteiga, modele os cookies com o auxílio de uma colher. Asse no forno preaquecido a 220º durante 15 minutos ou até dourar.

Dica: Para variar o sabor, substitua as gotas de chocolate por nozes picadas ou passas.

A joia mais cobiçada

10 de outubro de 2014 0

Tudo aconteceu num entardecer ensolarado, quando Winston Churchill chegou à Embaixada britânica de Paris, na condição de Primeiro Ministro, para a Festa do Armistício: momento de glória depois da vitória na Segunda Guerra Mundial. Foi então apresentado a uma mulher inesperada: a deslumbrante Odette, esposa de Jacques Pol Roger, desportista notável e diretor da empresa familiar produtora daquelas garrafas esplêndidas servidas na festa. O Primeiro Ministro, que tinha uma admiração romântica pela França, foi cativado pela elegância e a beleza de Madame Pol Roger e a ela ergueu um brinde com o excepcional champanhe Pol Roger 1928, um vintage encorpado à altura da ocasião.

Além da beleza, aquela mulher elegante tinha uma aura de charme heróico que fascinou o grande líder dos Aliados na Segunda Guerra: ela foi mensageira da Resistência Francesa sob a ocupação nazista. Durante a Segunda Guerra Mundial, a família Pol Roger financiou o movimento de Resistência local, e Odette seguidamente agiu como mensageira, de bicicleta, pedalando por 12 horas, de Epernay a Paris. Chegou a ser presa certa vez, pela Gestapo, por causa do atrevimento de usar o emblema da RAF em seu vestido. Só foi liberada depois de um interrogatório de cinco horas.

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Desde aquele brinde na embaixada, Madame Pol Roger tornou-se a maior paixão da vida de Winston Churchill. Cabelo dourado, corpo esguio e olhos de um estranho azul acinzentado, Odette foi reconhecida como uma das mais lindas mulheres de Paris, e mereceu ser fotografada pelo gênio Cecil Beaton. Casou muito jovem, adotou o sobrenome Pol Roger, e passou a viver com o marido Jacques perto das videiras de  Epernay. Depois da Festa do Armistício, todos os anos, no aniversário de Churchill, Odette enviava de presente uma caixa do soberbo champanhe daquele primeiro brinde, o Pol Roger 1928, até 1953, quando acabaram os estoques.

Winston Churchill acreditava que o champanhe deveria ser valorizado acima de todas as bebidas. E a marca Pol Roger, tradicional fornecedora da família real inglesa, acima de todos as outras. A “maison” produtora desse champanhe da Realeza foi instalada em Epernay, 15 quilômetros ao sul de Reims, por Pol Roger, em 1849. Depois de sua morte em 1889, os filhos mantiveram intactos os propósitos de excelência do fundador. Em pouco tempo, na virada do século XX, a empresa já se incluira entre as duas dezenas de marcas que elaboram champanhe com altíssimo padrão de qualidade, padrão que, no século XXI, ainda prevalece na casa. Tanto que, no mais recente casamento real, do Príncipe William, foi uma vez mais o champagne escolhido, confirmando a tradição secular.

“Champagne transmite uma sensação de alegria”, dizia Winston Churchill. “Os nervos ficam em alerta, a imaginação  é agitada e o juízo se torna mais ágil.” Ele gostava de repetir as palavras de Napoleão: “Não posso viver sem champanhe. Na vitória, eu mereço. Na derrota, eu preciso.”

Churchill tinha sido um cliente fiel da marca desde 1908, mas a amizade com a família Pol Roger somente começou depois daquele encontro na embaixada.

A empresa engarrafava o champagne especialmente para ele em unidades de 500ml porque, segundo dizia o Primeiro Ministro, “uma garrafa inteira (750ml) é muito para que eu beba sozinho e meia garrafa (375ml) é pouco para valer a pena ouvir a bronca que minha mulher vai me dar porque estou bebendo. Assim, 500ml é a quantidade perfeita!”.
“Convide-me para Épernay”, escreveu Churchill a Madame Pol Roger, “e eu vou pressionar as uvas com os pés.” Era uma imagem vívida, mas ele nunca foi visitá-la na região de Champagne.

Lady Clementine Churchill acreditava que a afeição do marido por Odette era um flerte inofensivo. Entretanto, o embaixador britânico na França, Duff Cooper, Visconde de Norwich, tinha instruções precisas: sempre que o Primeiro Ministro cruzava o canal da Mancha, rumo a Paris, Odette Pol Roger deveria ser convidada para um jantar de gala na embaixada.

Quando Churchill morreu, em 1965, Odette Pol Roger foi incluída na pequena lista de amigos pessoais convidados para assistir ao seu funeral de estado na Catedral de Saint Paul. Depois, durante anos, em sinal de luto e num tributo adequado ao amigo ilustre, as garrafas de champanhe Pol Roger exportadas tiveram seus rótulos com fundo preto. A partir de 1984, a empresa passou a lançar como top de linha o Champagne Cuvée Sir Winston Churchill, no estilo robusto e maduro de champanhe que ele apreciava, com a mesma classe das esplêndidas garrafas durante tantos anos presenteadas por Odette Pol Roger ao velho amigo.

Essa mulher admirável, que encantou a idade madura do maior estadista britânico de todos os tempos, nasceu Odette Wallace, filha do general Georges Wallace, que lutou com distinção no exército francês durante a Primeira Grande Guerra. Era bisneta do colecionador de arte e filantropo Sir Richard Wallace, que dedicou a vida à “Wallace Collection”, seu tesouro inigualável de obras de arte. Ao conhecer Odette e suas duas irmãs, também belíssimas, Winston Churchill não resistiu à uma ironia amável:

“Elas são a verdadeira Wallace Collection”.
Seu olho arguto não vacilou e fixou-se na jóia mais cobiçada da coleção: Odette.

Duas receitas de doces para um café da tarde cheio de sabor

09 de outubro de 2014 0

A tarde é aquele momento gostoso do dia que pede um café para acompanhar os afazeres. Seja no trabalho com amigos ou em casa com a família, um café da tarde combina com delícias como Bolo de Coco e Cookie de Leite Condensado, receitas perfeitas com aroma de quero mais. Anonymus Gourmet mostra como prepará-las no programa desta sexta-feira.
Não perca os detalhes!

Bolo Coco

PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Café da tarde: Bolo de Coco e Cookies de Leite Condensado
QUANDO:  10 de outubro, às 18h30
ONDE: na TVCOM

Batatas Assadas com Salame dão toque criativo à mesa

08 de outubro de 2014 0

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No segundo programa da primavera artística você fica por dentro da história do escritor Erico Verissimo.

Em homenagem ao trabalho do escritor, numa de suas obras que mais remetem ao estado do Rio Grande do Sul, e em trechos da série ‘O Tempo e o Vento’, Anonymus Gourmet prepara um Frango com Batatas digno de um Capitão Rodrigo.

PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Especial Erico Verissimo: Frango do Capitão e Batatas Assadas
QUANDO:  09 de outubro, às 8h30
ONDE: na TVCOM

Receita de sábado: Frango do Capitão e Batatas Assadas

04 de outubro de 2014 0

Em homenagem ao trabalho do escritor Erico Verissimo, em uma de suas obras que mais remetem ao estado do Rio Grande do Sul, ‘O Tempo e o Vento’, Anonymus Gourmet prepara um frango com batatas digno de um Capitão Rodrigo. Para conferir o passo a passo completo das receitas, basta acessar a página oficial do programa.

Erico Verissimo - Frango com Batatas