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Veja duas receitas de Pão Recheado preparados pelo Anonymus e Alarico

Na companhia de Alarico, Anonymus comemorou o Dia do Amigo....

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Entre alcovas e travessas de macarrão

Numa tarde ensolarada deste verão italiano, quando estiver no vaporetto...

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Assista ao Anonymus na Fenadoce e aprenda a preparar o Quindim

Em sua visita à Fenadoce deste ano, Anonymus Gourmet aproveitou...

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Panqueca de Banana para as férias

Você deve estar com seus filhos em casa nesse período...

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Eu fiz assim: Bolo de Arroz e Espinafre

Você que é fã de invenções na cozinha e adora...

Coma comida

01 de agosto de 2014 0

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Uma das grandes estrelas da FLIP, a Feira Literária de Parati, é Michael Pollan, autor de diversos livros já lançados no Brasil, entre eles, “O dilema do onívoro”, “Regras da comida” e o mais recente “Cozinhar, uma história natural da transformação”. Pollan se tornou um ícone da alimentação “verdadeira”: combate os aditivos químicos e conservantes artificiais, as comidas e petiscos industrializados e o fast food em geral. No seu texto leve e por vezes cortante, ele ironiza uma atitude generalizada: as pessoas adoram assistir programas de culinária na TV, mas não cozinham a própria comida. Defende os velhos hábitos de sentar à mesa e partilhar com amigos e familiares uma boa refeição preparada em casa. Michel Pollan recupera antigos conceitos, difíceis de serem contestados, que tornam qualquer refeição mais agradável e mais saudável. Algumas de suas dezenas de pequenas e instigantes regras merecem ser lembradas:

Não coma nada que sua bisavó não achasse que era comida. Evite produtos alimentares com ingredientes que uma criança do terceiro ano não consiga pronunciar. Evite produtos alimentares que se gabem de seus benefícios à saúde. Coma apenas alimentos que podem apodrecer (a comida a sério está viva e, portanto, acaba por morrer). Não ingira alimentos preparados em locais onde toda a gente é obrigada a usar uma touca cirúrgica. Se veio de uma planta, coma; se veio de uma fábrica, não coma. Coma as porcarias todas que quiser, desde que seja você a cozinhá-las. Coma sempre sentado à mesa. Não se abasteça no mesmo lugar em que abastece seu carro. Coma devagar para poder saborear a comida: vai precisar de menos para ficar satisfeito. Coma quando tem fome, não quando está aborrecido. Pense neste provérbio chinês: “Comer o que se agüenta numa perna (cogumelos e vegetais) é melhor que comer o que se aguenta em duas (aves), que é melhor que comer o que se agüenta em quatro (vacas, porcos e outros mamíferos).” A ciência já reconhece um mito antigo antigo: um prato saudável tem que incluir diversas cores. Trate a carne como um ingrediente para dar gosto, ou como um alimento para dias de festa: Thomas Jefferson provavelmente tinha razão quando recomendava uma dieta essencialmente à base de vegetais, em que a carne servia sobretudo para “dar sabor”. Se lhe entregaram pela janela do carro, não é comida. Coma comida.

 

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Anonymus lança Temporada de Inverno com programa de Sopas

29 de julho de 2014 0

O apresentador sobe a Serra e descobre as melhores receitas para desfrutar durantes os meses de frio do inverno gaúcho. Com receitas deliciosas, matérias especiais, atrações e convidados exclusivos. A família Anonymus Gourmet dá dicas de como vencer o frio com receitas de dar água na boca.

No primeiro programa do especial, Anonymus vai preparar três receitas deliciosas de sopas e cremes.

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PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Sopas Cremosas
QUANDO: 2 de agosto, às 8h30
ONDE: na RBS TV

Entre alcovas e travessas de macarrão

25 de julho de 2014 0

coluna

Numa tarde ensolarada deste verão italiano, quando estiver no vaporetto singrando lentamente as águas do Gran Canale de Veneza, observe na parede quase milenar do Palazzo Mocenigo a placa de mármore: “Aqui viveu Byron”. E como viveu! Nunca deixo de passar por ali, como devoto que reverencia um templo. Naquele prédio de pedras gastas que submerge lentamente junto com Veneza, o poeta escreveu, numa espécie de homenagem a si mesmo, o primeiro canto de “Don Juan”, um texto de sagacidade crítica e comovida compreensão humana. Foi na Itália, entre alcovas e travessas de macarrão, que se escreveram as páginas mais saborosas da obra prima de Lord Byron: sua própria vida. De Byron, há quem diga, com a sórdida inveja de que falava Thomaz Antônio Gonzaga, que sua vida é bem mais interessante do que sua obra.

A Itália foi, para ele, bem mais do que a pátria inglesa. Não por acaso, muitas italianas apaixonadas choraram na manhã ensolarada de 19 de abril de 1824 em que George Gordon Byron morreu, aos 36 anos, como herói da liberta­ção da Grécia. Anos antes dessa manhã trágica, o poeta aportara em Veneza de forma espetacular, numa noite de nevoeiro. Naquele barco que entrou lentamente pelo Gran Canale, todos viram na proa, como se fosse uma aparição, a silhueta negra e majestosa de um homem muito alto. Ninguém teve dúvidas sobre quem era. Precedido da crônica picante de sua biografia aventurosa, Lord Byron desembarcou com solenidade, elegantemente vestido, uma capa preta nos ombros que tremulava como uma bandei­ra na neblina. Mancava ligeiramente devido a um pequeno defeito no pé que se comprazia em exagerar. Entre as lindas venezianas que o espe­ravam no porto, estava a mais esplêndida de todas, Margarida Cogni, que se rendeu diante da visão assom­brosa, e não hesitou em trocar a serenidade do seu casamento com um bom e pacato padeiro da vizinha localidade de Mestre por aquela bandeira. Como informa a crônica da época, “ela aceitou ser governanta e amante do poeta”. Um desembarque digno da legenda de Lord Byron, que se comportou à altura: diante das circunstâncias, considerou que um quarto de hotel era pouco, e arrendou um palácio intei­ro, o belo Palazzo Mocenigo, para viver sua primeira paixão veneziana. Vinhos, macarrão e um grande amor… Byron chamava Margarida de “gentil tigresa” e as referências a ela ocupam a maior parte de suas “Cartas da Itália”. Além de Margarida, Lord Byron teve outras pai­xões devastadoras em Veneza.

Certa vez, visitando um conhecido que vendia tecidos, apaixonou-se por sua esposa, Marianna Segati. Para esquecê-la, reagiu como um homem de bem: recolheu-se ao mosteiro de São Lázaro e começou a estudar armênio. De lá, só saía para algumas reuniões literárias e artísticas em casa da bela Condessa Albrizzi, “a madame de Stael de Veneza” - com quem, aliás, nas longas viagens do Conde, também veio a manter uma discretíssima ligação.

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Saiba como preparar as duas receitas de assado do Anonymus

25 de julho de 2014 0

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Neste sábado (23), Anonymus preparou as receitas de Assado no Cobertor e Costela no Envelope, feitas de modos bem diferenciados. O resultado dos assados foram sensacionais! Veja o programa na página oficial e confira os ingredientes e o passo a passo das receitas.

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Assado no Cobertor e Costela no Envelope são as receitas deste sábado

23 de julho de 2014 0

Anonymus prepara duas carnes saborosas para você neste final de semana. Um incrível Assado no Cobertor e a surpreendente Costela no Envelope. Duas receitas fáceis de preparar e com um resultado único. Receitas para você surpreender os amigos nestes dias frios de inverno. Dois assados para quem não abre mão de uma boa carne. Não perca!

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PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Assado e Costela
QUANDO: 26 de julho, às 8h30
ONDE: na RBS TV

Veja duas receitas de Pão Recheado preparados pelo Anonymus e Alarico

19 de julho de 2014 0

Na companhia de Alarico, Anonymus comemorou o Dia do Amigo. A dupla preparou a receita de Pão Recheado com presunto e queijo e outra versão com goiabada. Confira o programa completo na página oficial.

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No Dia do Amigo, Anonymus e Alarico se reúnem e preparam Pão Recheado

17 de julho de 2014 0

 Neste sábado (19), Anonymus Gourmet convida Alarico para celebrar o Dia do Amigo e preparar duas receitas de Pão Recheado. A primeira leva queijo e presunto, enquanto a segunda é recheada com goiabada.

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PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Pão Recheado
QUANDO: 19 de julho, às 8h15
ONDE: na RBS TV

 

O melhor sabor da França, Itália e Alemanha; veja as receitas

12 de julho de 2014 0

São três receitas que irão homenagear os times que competiram com o Brasil nas últimas copas do mundo. Uma deliciosa receita italiana e os momentos emocionantes do final da copa de 1994, um saboroso ensopado francês com imagens da amarga derrota para a França, e um tradicional prato alemão celebrando a vitória de 2002.
Confira as receitas por aqui.

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Introdução à salada de alface

11 de julho de 2014 0

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“Como eu deveria começar? Tem alguma sugestão?”

“Seria extremamente complicado… Humm… Começaria com uma salada de alface!”

Não me contive: “Salada de alface, complicado?!

“Extremamente. Talvez seja um dos pratos mais difíceis de preparar, meu caro.”

Ironizei: “Deve ser complicado mesmo… Afinal, você gastou quase mil páginas na sua ‘Introdução à salada de alface’. Acho incrível alguém gastar tanto papel para tema tão…”

“Você ia dizer ‘tema tão pobre’, não é?”

“Nãããoo… Eu diria.., tão simples!

“Se você tivesse lido meus modestos apontamentos sobre a salada de alface, saberia que as folhas, depois de cuidadosamente separadas, devem ser lavadas em água corrente (o ideal seria água mineral, mas…), durante dez minutos…”

Ele colocou uma garrafa de armagnac sobre a mesa, com dois copos adequados. Serviu duas doses e continuou: “Depois de lavadas, as folhas devem ser secas uma por uma, com guardanapos de linho. Esses guardanapos devem ter sido previamente lavados com sabão de coco, ou sabão neutro (detergentes contaminarão as folhas!), secos e passados a ferro, sem goma para que fiquem macios e depois não machuquem as folhas. Seque folha por folha. Lavadas e secas, as folhas de alface devem ser colocadas num prato de cerâmica ou barro. Nunca de prata nem de alumínio, por favor! Jamais leve as folhas de volta à geladeira. Quinze minutos antes de servir, tempere-as. Nunca antes. Jamais leve as folhas de alface sem temperar para a mesa. Dar ‘liberdade’ aos convidados de temperar a salada é dividir o Poder, admitir coautoria no jantar.”

“Mas… é simples temperar! Azeite, vinagre, limão, sal e pimenta…”

Ele se exasperou: “Há uma ordem rígida para os temperos: primeiro o sal, depois a pimenta (se inverter a ordem, a pimenta, mais fininha e, digamos assim, mais persuasiva, toma conta e não deixa o sal exercer seu discreto domínio). Deixe-os ficar um pouco. Prossiga depois com gotas de limão OU vinagre. Insisto: um OU outro. Como se dizia antigamente: nunca convide os dois para a mesma festa. Por fim, azeite de oliva, preferencialmente originário de uma dessa nações que estão no ramo há mil anos: França, Itália, Espanha, Portugal, Grécia… Apenas um fio de azeite espalhado por tudo, que deverá ter mais o efeito de uma chancela, de um discreto acabamento… Um brilho dourado ‘a ter por sobre’ — aconselharia o Padre Vieira.”

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Torta Dourada de Maçã, Cassoulet Francês e Carbonara do Lazio

10 de julho de 2014 0

Anonymus Gourmet – Finais de Copa. Neste sábado (12) você confere uma final emocionante na Copa do Mundo do Anonymus Gourmet. São três receitas que irão homenagear os times que competiram com o Brasil nas últimas copas do mundo. Uma deliciosa receita italiana e os momentos emocionantes do final da copa de 1994, um saboroso ensopado francês com imagens da amarga derrota para a França, e um tradicional prato alemão celebrando a vitória de 2002. Vamos relembrar os momentos mais emocionantes do Brasil em Finais de Copa do Mundo, acompanhados de três receitas deliciosas. Não perca! Voltaremos!

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ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Torta Dourada de Maçã, Cassoulet Francês e Carbonara do Lazio
QUANDO: Sábado, 12 de Julho, às 8h30
ONDE: na RBS TV
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