Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Especiais"

Panqueca de Banana para as férias

24 de julho de 2013 0

Você deve estar com seus filhos em casa nesse período de recesso escolar procurando uma sobremesa saborosa, barata e rápida de fazer, não é mesmo?

Pensando nisso, separamos a dica especial para a garotada: Panqueca de Banana. Uma verdadeira delícia! Essa é daquelas receitas que você guarda e pode usar sempre que tiver uma visita inesperada. Além de uma opção elegante, é simples e muito barata de preparar.

A massa básica da panqueca é feita com:
4 ovos inteiros;
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite gelado.

Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador. Depois leve uma frigideira ao fogo, use preferencialmente uma frigideira com antiaderente, coloque meia colher de sopa de manteiga espalhando açúcar com canela no fundo da frigideira. Em seguida acomode na frigideira uma banana em tiras finas, derramando por cima um pouco da massa de panqueca, feita no liquidificador. Deixe assar bem de um lado até “caramelar” a banana e depois vire a panqueca. Sirva num prato sem enrolar a panqueca, deixe-a em forma de disco e sobre a panqueca coloque uma bola de sorvete, qual o sabor? O que você preferir, depois é só saborear essa delícia!

Foto: Cradle of Humankind/creative commons


Entre rocambole, bolo tronco, bûche de Noél

19 de julho de 2013 1

Variados os palpites sobre a origem do rocambole, o doce tem fortes laços de nascimento em Lyon, na França, com o recheio puramente de chocolate, ou então em Paris, percorrendo as pâtisseries nos recheios de avelã, café, chocolate e creme de manteiga.

O bolo tronco, como também é conhecido pela semelhança com a base da árvore natalina (o nome em inglês “yule log” e em francês “bûche de Noél” vêm desta referência) ainda leva seu nome em alho, como o alho-rocambole (conhecido também como alho-de-espanha), além do personagem francês do século XIX “Rocambole”, criado pelo escritor francês Pierre Alexis Ponson du Terrail, que vivia aventuras incríveis e complicadas fazendo jus ao nome do enrolado.

Foi devido a esse personagem trapalhão que nasceu a palavra francesa “rocambolesque”, que significa aventura fantástica. De “rocambolesque”, depois, vieram adaptações, surgindo a palavra portuguesa rocambolesco (acidentado, confuso, enredado; cheio de aventuras, peripécias e imprevistos).

O programa desta sexta-feira, às 18h30, na TVCOM é inspirado nas histórias do rocambole. Vamos preparar essa delícia de doce de uma maneira rápida, com massa e recheio feitos na mesma forma. Ficou interessado?

Dia Internacional da Pizza!

10 de julho de 2013 0

Para provar aquele pedaço suculento de pizza saído do forno não é necessário cruzar fronteiras nem se sentar à mesa num restaurante em Nápoles na Itália. Sabores variados com aquela camada de queijo especial nós encontramos cada vez mais próximo da nossa fome, até mesmo num pub de esquina.

Nesta quarta-feira, 10 de julho, é comemorado o Dia Internacional da Pizza! Que tal sair com os amigos e curtir uma Margherita com um vinho mais jovem, talvez? Ou ainda melhor, preparar com poucos ingredientes nossa versão especial de pizza à brasileira? Veja as opções:

Pizza de liquidificador

Bifão Italiano

Pizza de Batatas

Pizza Caseira

Dicas de etiqueta na hora de servir e tomar sopa

28 de junho de 2013 0

Como servir? Como manejar a colher? Separamos dicas de como fazer bonito na hora de tomar aquela sopa no friozinho.

Primeiramente, sentado à mesa, o guardanapo de tecido não deve estar dentro do prato, mas sim fora do lado esquerdo.

Se você estiver recebendo alguém na sua casa não coloque o prato de sopa diretamente na mesa sobre a toalha. Acompanhe com um sousplat ou um prato maior. Coloque o prato de sopa por cima.

Na hora de tomar, as regras de etiqueta condenam beber o caldo da sopa diretamente do prato.

Se a sopa ou o caldo estiver muito quente, a dica é começar pelas beiradas e em porções mais rasas na colher, sem ficar assoprando, viu?

Limpar o fundo da colher nas beiradas do prato também está fora de moda, então cuide para fazer bonito na hora de receber os amigos.

Outra coisa não indicada é mexer constantemente a sopa durante uma conversa. Nada disso. A colher, que estará à direita do prato, deve ser repousada dentro do recipiente toda vez que o papo for longo.

Bom, a sopa terminou e sobrou um restinho delicioso que a colher não consegue pegar. Nesta hora, o indicado é não ficar virando o prato para pegar o restante, nem limpá-lo com pedaços de pão. É difícil, mas a etiqueta condena…

Com etiqueta ou sem, as sopas ficam ainda melhores na estação mais gastronômica de todas, o inverno. Não perca o programa especial Sabores de Inverno, logo mais às 18h30 na TVCOM!

Monte o seu arraial em grande estilo; veja dicas

22 de junho de 2013 2

A melhor festa junina é aquela em que estamos rodeados de bons amigos e, claro, aquelas gostosuras na mesa para acompanhar o bate-papo até o fim. Saiba com preparar o Bolo de Banana com Doce de Leite, Espetinhos de Frango com Gergelim, Quentão sem Álcool e uma deliciosa Paçoca de Colher.
Veja o programa na íntegra por aqui e os detalhes das receitas.

Funghi: o melhor dos cogumelos

31 de maio de 2013 0

 


Foto: Luiz Paulo - Divulgação Creative Commons


Frequentemente, ao apreciar receitas elaboradas, nos deparamos com funghi. O ingrediente agrega sabor aos pratos e é amplamente utilizado em molhos para massas, risotos e carnes. Mas, afinal, o que é funghi? Você sabe? O Anonymus esclarece essas e outras dúvidas sobre o alimento, que é sinônimo de requinte e, consequentemente, tem custo elevado.

Funghi é um tipo de cogumelo, isto é, um fungo comestível, das espécies Porcini ou Boletus edulis. Estas são duas variedades, italiana e chilena, respectivamente. A diferença entre ambas é relacionada à cor e ao sabor. Os italianos são mais claros e suaves, já os chilenos têm aparência escura e gosto acentuado.

- A grande vantagem é que tem alto teor de fibras e fornece minerais, vitaminas do complexo B, zinco, magnésio, potássio, manganês. Algumas pessoas confundem, acham que o funghi tem alto teor protéico, mas não tem. Eles dão a sensação de saciedade por ter grande teor de fibras. Estão na linha dos vegetais, por isso não podem ser substitutos de carne e proteína – explica a nutricionista Maribel Melos.

O que também muita gente não sabe é que todo o cogumelo desidratado ou seco é considerado um funghi secchi. Essa denominação é atribuída, no Brasil, às variedades Porcini e Boletus edulis. Já, na Itália, o termo funghi não é nada mais do que o plural dos cogumelos.

- O lado negativo do funghi é que não é indicado para pessoas que tem problemas intestinais, como gases, mulheres que possuam infecções vaginais, como candidíase, e até fungos nas unhas. Quem apresenta essas características deve evitar consumi-lo, porque pode favorecer o desenvolvimento fúngico. E também existem pessoas que são alérgicas à cogumelos – diz a profissional.

O funghi é comercializado em formato desidratado, o que garante a durabilidade. Antes do consumo é preciso haver boa higienização. Recomenda-se, após lavar o Boletus edulis, deixá-lo de molho na água por cerca de 30 minutos. Já o Porcini não exige tanto tempo de preparo. Pode ficar em um recipiente com o líquido aproximadamente 10 minutos. A quantidade de cogumelo utilizada varia de acordo com a receita. Pode-se optar por uma porção reduzida, se a intenção for não deixar o sabor muito forte, por exemplo.

- Em geral são leves, tem baixo valor calórico, índices nutricionais bem equilibrados. Pelo processo da secagem, o desidratado acaba perdendo um pouco das vitaminas devido ao calor.  Mas, é possível utilizar funghi fresco na forma de salada, que, assim, não terá redução de vitaminas hidrossolúveis – argumenta Maribel.

Essa espécie de cogumelo se desenvolve com maior amplitude no continente europeu e na América do Norte. Em períodos de chuva, é encontrado mais facilmente.  Utiliza-se em demasia os que estão menos maduros.

Hoje, às 18h30, o Anonymus prepara uma receita deliciosa com funghi: é o risoto fácil de gorgonzola. Uma combinação perfeita entre o cogumelo e o melhor do queijo brasileiro. Não perca!


Foto: Michele Ursino - divulgação Creative Commons


Domingo é Dia das Mães!

10 de maio de 2013 0
Confira opções de receitas para você preparar e presentear sua mãe com um almoço especial!




Foto: Alpha / Creative Commons





Receita de: Risoto de Funghi

2 xícaras de arroz
60g de funghi secchi (cogumelo seco)
100g de champignon (cogumelo em conserva)
300g de carne bovina
1 cebola
2 dentes de alho
2 xícaras de vinho tinto
2 xícaras de caldo de carne
1 xícara (de cafezinho) de café preto
1 xícara (de cafezinho) de molho de soja
1/2 copo de requeijão

Modo de Preparo:

1-Comece hidratando os cogumelos secos (funghi secchi) deixando-os de molho no vinho tinto por 30 minutos. Use as 2 xícaras de vinho. Depois passe por uma peneira ou por um filtro de café. Reserve os cogumelos e o vinho.
2-Numa panela coloque 3 colheres de azeite de oliva. Refogue a carne cortada em iscas pequenas até que fiquem douradas. Acrescente também a cebola e o alho picados. Misture e deixe refogar por uns 5 minutos.
3-Entre com o café preto e com o molho de soja. Em seguida adicione também os cogumelos secos, já hidratados.
4-Misture e deixe abrir a fervura. Ai entram na panela o vinho tinto (onde os cogumelos foram hidratados) e o caldo de carne (você pode dissolver 1 tablete de caldo de carne para cada xícara de água).
5-Mexa tudo e acrescente o arroz. Deixe abrir a fervura. Baixe o fogo e tampe a panela. Ai são 15 minutos.
6-Desligue o fogo. Acrescente o requeijão e também os cogumelos em conserva cortados em pedaços. Misture com cuidado e tampe a panela por mais 10 minutos. Sirva em seguida acompanhado de queijo ralado na hora e azeite de oliva!

Receita de: Estrogonofe de Chocolate

2 latas de leite condensado
1 lata de leite de vaca
6 gemas
1 colher de margarina
6 colheres de chocolate em pó (pode ser o cacau em pó ou achocolatado)
6 claras 
1 lata de creme de leite
15 bombons picados (pode ser os da sua preferência mas com o recheio firme)

Modo de Preparo:

Misture, em uma panela fora do fogo, o leite condensado com o leite de vaca. Em seguida entre com as gemas, com a margarina e com o chocolate em pó. Misture tudo muito bem até obter um creme homogêneo. Leve para o fogo baixo até engrossar, mexendo sempre. Retire do fogo e deixe amornar. Enquanto isso bata as claras em neve. Depois de bem firmes misture-as ao creme de chocolate ainda morno, aos poucos, uma colher de cada vez, até misturar bem. Acrescente o creme de leite sem o soro e os bombons picados. Mexa com cuidado. Passe para um refratário, enfeite com chocolate granulado e mais uns bombons picados e leve para a geladeira por, no mínimo 2 horas.

Conheça a beleza e o sabor marcante dos doces russos

19 de abril de 2013 2

Não entendemos uma palavra se quer em russo, mas a certeza que os doces de lá são um dos melhores, isso podemos afirmar. Mestres em montar tortas e bolos com nozes, doce de leite e mel – o último, alimento base dos confeiteiros da terra do Dostoiévski –, os russos dão dicas para uma boa sobremesa de deixar qualquer um torcendo por uma viagem ao país.

E quem passou uma longa temportada na gigante Rússia foi a jornalista Carmel Mostardeiro, que compartilhou conosco aqui no blog suas observações e experiências gastronômicas por lá:

“O que eu comia todos os dias eram os mais variados tipos de biscoitos amanteigados com chá. Minha avó hospedeira também fazia uma torta (aquelas baixinhas, com base de massa podre) com frutinhas que ela colhia no quintal (aquelas tipo ‘berry’ que só tem por lá, vermelhinhas, bem pequenas e azedinhas).

Outra delícia comum por lá é um doce industrializado chamado ‘serok’, que quer dizer, mais ou menos, queijinho. É um doce comprido que leva um tipo de cream cheese e cobertura de chocolate, com opções variadas de recheios: doce de leite, morango…

Tem também um pão-de-mel tradicional de uma cidade chamada Tula. Eu fui visitar a região e encontrei até mesmo um museu sobre como se faz o tal pão-de-mel.

Na casa em que morei na Rússia, a minha avó hospedeira deixava o leite qualhar para fazer ela mesma a ‘smetana’, algo entre requeijão, nata e cream cheese. Eles usam esse preparo para fazer doces também. Os russos adoram tortas!”

Veja os principais doces que não se pode deixar de provar:

Blinchiki: semelhante a um crepe doce, recheado com diversos tipos de frutas ou cremes, que se utiliza como sobremesa nas refeições. A massa é parecida com as nossas conhecidas panquecas.

Bolo de Leite de Pássaro: uma dos mais conhecidos doces de Moscou, depois de provado, você é capaz de voltar à Rússia só para experimentar de novo o sabor da maravilha. O doce alterna camadas de suflê e bolo, com glacê de chocolate por cima, para completar.

Chak-Chak: um doce trazido pelos povos turcos. Leva farinha de trigo e ovos crus, em diferentes formatos, normalmente em palitos curtos ou em bolinhas. Logo depois de pronto, um xarope quente à base de mel é misturado junto ao chak-chak.

Kiev: tem duas camadas de merengue com avelãs, chocolate e um creme de manteiga. Precisa de paciência ao lidar com os discos de suspiro, mas o resultado compensa.

Medovik: já perceberam como o mel é requisitado na culinária russa? Isso é em virtude de ser um dos meios de adocicar os alimentos antigamente, numa época em que o açúcar refinado era de difícil acesso, sem contar do sabor e a ajuda medicinal. Mais uma sobremesa de prestígio que leva o alimento é o Medovik: um bolo à base de mel com diversas camadas de biscoito, coberto com nozes e com recheio delicioso de caramelo. É um doce garantido na mesa em festividades na Rússia.

Rijik: neste bolo estão reunidos os clássicos dos doces russos: pão-de-ló de mel, creme de doce de leite e nozes. Não precisa dizer mais nada, né?

E já ouvir falar no doce Montanha-Russa? É uma adaptação de longa data que veio parar no Sul do Brasil e desde então não saiu mais do caderninho de receitas da avó. Veja como montar este pelo prato no programa de logo mais, às 18h30, na TVCOM!

Sem mistérios com o óleo de cozinha

12 de abril de 2013 0

Qual o melhor óleo para frituras imersas? O óleo quente perde valor nutricional? É válido guardar aquele restante de óleo que sobrou do último preparo? A nutricionista ortofuncional Liliana Gross ajudou a responder as principais dúvidas e a entender os diferentes tipos de óleo. Saiba aproveitar os benefícios de cada um, deixando seus pratos mais ricos!


Foto: Cottonseed Oil / creative commons


*Qual o melhor óleo para frituras imersas?
O mais indicado mesmo é o óleo de arroz. A bela pele das japonesas comprova que eles são eficazes, pois os orientais usam em diversos pratos, seguidamente. Além do mais, não é nada difícil de encontrá-lo. Grandes supermercados já comercializam e os valores não são salgados.

*Não encontro o óleo de arroz e quero uma segunda opção, qual usar?
Opte pelo óleo de girassol, que é o mais indicado depois do óleo de arroz, pelas propriedades mais saudáveis da planta e a origem do vegetal que combina melhor com o aquecimento. Dica: a medida que se aquece o óleo, o mesmo perde os nutrientes como o ômega 3. Tente manter o fogo mais brando.

*É válido guardar aquele restante de óleo que sobrou do último preparo?
Não. Depois de saturado, o óleo perde o valor nutricional. Então, o melhor é colocar a medida exata para o preparo e depois do uso, descartá-lo dentro de uma garrafinha plástica ou vidro. Deve-se deixá-lo em local especial para descarte. O Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre disponibiliza 138 postos, veja aqui.

Os óleos de cozinha mais indicados:


Foto: Zé Carlos Barretta / creative commons


*Azeite de oliva: além do gosto saboroso, existem evidências que este óleo protege contra o câncer e previne, também, doenças do coração. É importante consumir sempre o azeite de oliva extra-virgem.

*Coco: não altera o sabor dos alimentos, o que permite usá-lo com mais frequência. Tem efeito termogênico e ajuda na metabolização. Melhora a circulação e ajuda na prevenção de doenças reumáticas. Sua principal característica é melhorar o nível de HDL (colesterol bom). Dica: o ideal é não usar este óleo em frituras por imersão para manter os nutrientes. Use-o para cozimento de arroz, no preparo de massas e em finalização de pratos.

*Gergelim: a qualidade nutricional deste óleo é umas das maiores entre os diferentes tipos. Pode ser consumido assim como o azeite de oliva, para temperos e degustações em receitas. Se superaquecido, perde os efeitos nutritivos.

*Girassol: fonte importante de ômega 6 e de vitamina E. Possui sabor leve e agradável, tendo ótima aplicação culinária, combinando com diversas receitas.

*Macadâmia: o óleo queridinho dos chefes de cozinha devido ao seu delicioso sabor. Fonte de ômegas 7 e 9. Usado em diversas preparações, saladas e refogados.

Atenção: sempre que possível, evite os óleos de soja e canola, cujo processamento e a oxidação a que seus ácidos gordurosos são submetidos quebram os efeitos nutritivos.

Dica de receita: misture em uma bisnaga 50% de azeite de oliva extra-virgem, 30% de óleo de linhaça, 15% de óleo de macadâmia e 15% de óleo de gergelim. Mexa e adicione um galhinho de alecrim ou manjerona. Essa combinação é perfeita para usar como tempero para massas, brusquetas e risotos!


Brusquetas são uma boa pedida para experimentar a nova mistura de azeites.


Saladas como entrada variam o cardápio do dia a dia

05 de abril de 2013 0

Sim, a salada merece prestígio. Separamos dicas de como combinar as cores e os sabores para um bom acompanhamento.

Em matéria de criatividade na cozinha, nada mais aconselhado do que treinar os mais variados sabores e cores na salada. Combinações é o que não faltam. Podem-se misturar temperos, frutas, sal, azeite… É preciso deixar os sabores fluírem e as cores aguçarem o paladar.

A ideia é usar as saladas como prato de entrada e diversificar as refeições. Para ter um bom resultado, explore bem os alimentos da estação, desta forma você consegue pagar pouco no supermercado por verduras e saladas frescas.

E por falar em alimentos frescos, as saladas não funcionam somente com alimentos crus. Que tal adicionar cebolas caramelizadas em uma salada de batata? Ou mesmo refogar cogumelos e outras verduras para uma combinação mais requintada?

Outra indicação é abusar dos sabores das frutas, dos molhos, e misturar doce com salgado, cítrico e picante com folhas verdes e, experimentar, experimentar, experimentar. Atenção para não sobrecarregar com muitos elementos a salada e servi-la como acompanhamento de um prato robusto. Neste caso, opte por uma salada de rúcula, acelga ou agrião e adicione um molho mais básico de vinagrete.

Além de todo o sabor, tenha certeza que a salada bem preparada vai dar aquele toque de beleza na mesa. Abaixo, algumas dicas para incrementar suas entradas:

Salpicão de Salmão

Salada Caprese

Abacaxi Recheado

Salada Mediterrânea

Chèvre Chaud

Espetinhos de Copa

Salada de Verão