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De boteco: Tulipa da Asa de Frango, Falafel e Trouxinhas Recheadas

27 de setembro de 2014 1

Em homenagem ao trabalho de Lupicínio Rodrigues, que inspirava suas composições na boemia das noites porto-alegrenses, separamos três receitas de petiscos clássicos de bares. A Tulipa da Asa de Frango, o Falafel e a Trouxinha Recheada feita com massa de pastel. Veja o modo de preparo por aqui.

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Neste sábado (27) estreia a temporada da Primavera Artística

26 de setembro de 2014 0

Anonymus Gourmet preparou uma temporada muito animada para os meses de setembro e outubro. Homenageando diferentes ícones da cultura do Rio Grande do Sul, o apresentador inspirou-se na música, nas artes plásticas, no cinema e na literatura para escolher as receitas da temporada.

Nesta primeiro programa, as inspirações vieram do escritor Erico Verissimo, do artista plástico Iberê Camargo, do cineasta Jorge Furtado e do músico Lupicínio Rodrigues. Receitas deliciosas, matérias especiais, atrações e convidados exclusivos. A família Anonymus Gourmet repleta de receitas de dar água na boca. Imperdível!

No primeiro programa da primavera artística você vai conhecer um pouco mais sobre o compositor brasileiro Lupicínio Rodrigues. Lupi, como era chamado desde pequeno, compôs marchinhas de carnaval e sambas-canção. Suas músicas foram interpretadas por grandes nomes da música brasileira como Elza Soares e Elis Regina. Neste ano o compositor completaria 100 anos.

Em homenagem ao trabalho do artista, que inspirava suas composições na boemia das noites porto-alegrenses, separamos três receitas de petiscos clássicos de bares. A Tulipa da Asa de Frango, o Falafel e a Trouxinha Recheada feita com massa de pastel.

Lupicínio Rodrigues1

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PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Especial Lupicínio Rodrigues, com comidinhas de boteco
QUANDO:  27 de setembro, às 8h30
ONDE: na RBS TV

Lupicínio na Primavera Artística do Anonymus

26 de setembro de 2014 0

LUPICINIO-RODRIGUES

O frequentador habitual entra no bar. Está abatido, é alguém que há pouco foi abandonado pelo seu grande amor. Sozinho, — ele e a sua dor, — puxa a cadeira e senta: os cotovelos firmemente apoiados na mesa e as mãos segurando o queixo, como se o queixo fosse cair de surpresa pela “bola nas costas” que levou da paixão da sua vida…

Você sabe o que é ter um amor, meu senhor?
Ter loucura por uma mulher
E depois encontrar esse amor, meu senhor,
Ao lado de um tipo qualquer?

Parece que o coração dói… Mas o que dói mesmo são os cotovelos cravados na mesa ou no balcão do bar. Daí nasceu — fundada por Lupicínio Rodrigues — a expressão “dor de cotovelo”, magnífica e inigualável contribuição da língua portuguesa à História Universal das Decepções Amorosas.

Lupicínio Rodrigues, o menestrel imbatível dos amantes abandonados e ressentidos, tem uma expressiva coleção de sucessos que já cruzaram décadas e por certo serão eternos, pois os amores roubados, frustrados, enganados, desenganados e desesperados só acabarão com o fim dos tempos.

Assim, na Primavera Artística do Anonymus Gourmet (não perca! no próximo sábado!) não poderia faltar a homenagem a esse artista de primeira classe. Nasceu pobre e pobre viveu, filho da Ilhota, um bairro de pessoas humildes, na maioria negros, que foi sepultado pela gula da especulação imobiliária.

Na Faculdade de Arquitetura, — onde passei três anos fazendo política nos áureos tempos do movimento estudantil contra a ditadura, — tínhamos um bedel camarada, o Orlando, grande amigo do Lupi, ex-bedel da Faculdade de Direito. Às vezes saíamos em comitiva testando as cachaças dos botecos da Cidade Baixa e, em cada escala, era o tempo do Lupi, batucando uma caixa de fósforos, entoar com a voz fanhosa, mas cheia de charme, seus clássicos da dor de cotovelo.

No nosso programa da RBS TV deste sábado, 8h30, na nossa Primavera Artística, prestaremos uma comovida homenagem a esse grande brasileiro, que neste 2014 estaria completando 100 anos. Na nossa festa do centenário do Lupi você vai conhecer um pouco mais sobre um artista magistral que compôs desde marchinhas de carnaval até sambas-canção. Suas músicas foram interpretadas por grandes nomes da música brasileira como Elza Soares e Elis Regina, entre dezenas de outros astros. Em homenagem ao trabalho do artista, que inspirava suas composições na boemia das noites porto-alegrenses, vamos preparar três receitas de petiscos clássicos de bares e botecos: Tulipa da Asa de Frango, o Falafel e a Trouxinha Recheada feita com massa de pastel.

Durante o preparo das receitas, o Maestro Lopes se encarregará de nos lembrar sucessos inesquecíveis. Na verdade, mais do que inesquecíveis são sucessos incontornáveis, porque falam de sentimentos e ressentimentos humanos raramente confessados:

Nunca

Nem que o mundo caia sobre mim,
Nem se Deus mandar,
Nem mesmo assim,
As pazes contigo eu farei.
Nunca!
Quando a gente perde a ilusão
Deve sepultar o coração
Como eu sepultei

Nas músicas de Lupi, aparece uma característica encantadora: franqueza para falar de suas fraquezas. As lembranças dos seus amores extraviados e das mulheres que o passaram para trás, são contadas com graça e poesia. O inesquecível “Nervos de Aço” é emblemático:

Você sabe o que é ter um amor, meu senhor?
Ter loucura por uma mulher
E depois encontrar esse amor, meu senhor,
Ao lado de um tipo qualquer?

Você sabe o que é ter um amor, meu senhor
E por ele quase morrer
E depois encontrá-lo em um braço,
Que nem um pedaço do seu pode ser?

Há pessoas de nervos de aço,
Sem sangue nas veias e sem coração,
Mas não sei se passando o que eu passo
Talvez não lhes venha qualquer reação.

Eu não sei se o que trago no peito
É ciúme, é despeito, amizade ou horror.
Eu só sei é que quando a vejo
Me dá um desejo de morte ou de dor

O ressentimento e o desejo de vingança — manifestações em geral desabonadoras do caráter das pessoas — ganharam comovida doçura nos versos de Lupi:

Eu gostei tanto,
Tanto quando me contaram
Que lhe encontraram
Bebendo e chorando
Na mesa de um bar,
E que quando os amigos do peito
Por mim perguntaram
Um soluço cortou sua voz,
Não ihe deixou falar.
Eu gostei tanto,
Tanto, quando me contaram
Que tive mesmo de fazer esforço
Prá ninguém notar.
O remorso talvez seja a causa
Do seu desespero
Ela deve estar bem consciente
Do que praticou,
Me fazer passar tanta vergonha
Com um companheiro
E a vergonha
É a herança maior que meu pai me deixou;
Mas, enquanto houver força em meu peito
Eu nao quero mais nada
Só vingança, vingança, vingança
Aos santos clamar
Ela há de rolar como as pedras
Que rolam na estrada
Sem ter nunca um cantinho de seu
Pra poder descansar

Em Nunca o ódio intransigente acaba por se derreter numa apaixonada declaração de amor:

Nunca!
Nem que o mundo caia sobre mim,
Nem se Deus mandar,
Nem mesmo assim,
As pazes contigo eu farei.
Nunca!
Quando a gente perde a ilusão
Deve sepultar o coração
Como eu sepultei.
Saudade,
Diga a esse moço, por favor,
Como foi sincero o meu amor,
Quanto eu te adorei
Tempos atrás.
Saudade,
Não se esqueça também de dizer
Que é você quem me faz adormecer
Pra que eu viva em paz.

O reconhecimento da qualidade e da dimensão artística de Lupicínio Rodrigues está por toda a parte, nos bares, botecos  e boates, no rádio e na televisão, em disco, em CD e em DVD, eternizado pelos maiores nomes da música popular brasileira:  Jamelão , gravou dois álbuns exclusivamente dedicado às suas composições; Vingança foi gravada por Linda Baptista , Elza SoaresArnaldo Antunes , Arrigo Barnabé, entre outros; Felicidade  reviveu na voz de Caetano Veloso e também de Zezé de Camargo & Luciano; Cadeira Vazia, entre dezenas de outros, foi cantada por Elis ReginaNelson Gonçalves e Francisco Alves. Da mesma forma Nervos de Aço , com Adriana Calcanhotto , Francisco Alves, Fábio Jr.Paulinho da Viola , Gal Costa Marisa Monte; e também Ela disse-me assim , com Adriana Calcanhotto, Gonzaguinha, Nelson Gonçalves, Simone; e o clássico Esses Moços, às vezes creditado como Pobres Moços, que foi cantado por Adriana Calcanhotto, Fábio Jr., Francisco Alves, Gilberto Gil, Nelson Gonçalves, entre outros.

A composição de Lupicínio Rodrigues mais cantada no Rio Grande do Sul em todos os tempos, sucesso permanente para a metade da população, é detestada pela outra metade dos gaúchos:  o hino do Grêmio.

Experimente duas receitas de doce para o café da tarde

25 de setembro de 2014 0

No último programa dessa temporada você confere duas receitas de doces para deixar qualquer um com água na boca. Descubra a receita do Brownie Coroado recheado com cobertura de chocolate e a Torta de Amora.
Duas receitas fáceis, mas feitas para serem provadas quentes. Doces para animar o paladar. Não perca!

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PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Brownie Coroado e Torta de Amora
QUANDO:  de setembro, às 18h30
ONDE: na TVCOM

Para animar o paladar: Brownie e Torta de Amora

20 de setembro de 2014 2

Doce é a nossa perdição. Neste sábado (20), Anonymus preparou duas receitas fáceis, para serem provadas quentes. São duas opções para animar o paladar e fechar com chave de ouro a Temporada de Inverno.
Veja as receitas por aqui.

Torta de Amora

Neste sábado (20), duas receitas para adoçar o final de semana

19 de setembro de 2014 0

No último programa dessa temporada você confere duas receitas de doces para deixar qualquer um com água na boca. Descubra a receita do Brownie Coroado, recheado com Cobertura de Chocolate e da Torta de Amora. Duas receitas fáceis, mas feitas para serem provadas quentes. Doces para animar o paladar e fechar com chave de ouro a Temporada de Inverno. Não perca! Voltaremos!

 DSC_0876Torta de Amora

PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Brownie Coroado e Torta de Amora
QUANDO: 20 de setembro, às 8h30
ONDE: na RBS TV

Na cozinha, a arte da lentidão

19 de setembro de 2014 0

Josep Pla, antes de morrer aos 84 anos de idade, escreveu em catalão os 46 volumes de sua Obra Completa, que abrange viagens, aventuras, crônicas e, sobretudo, gastronomia, em textos redigidos numa prosa irresistível. El que hem menjat é o título em catalão de seu livro mais conhecido, que numa tradução bem livre seria algo como “O que temos comido”, disponível pela internet no site de Ediciones Destino (www.edestino.es), em tradução espanhola (Lo que hemos comido).

Manuel Vázques Montalbán, o mais brilhante escritor espanhol (e catalão) do século passado, escreveu que Josep Pla, como apaixonado da boa mesa, tinha a virtude de “se pronunciar a favor dos sabores que fossem os mais próximos da nudez natural das matérias primas”.

Josep Pla, nesses “pronunciamentos”, sempre afirmou posições polêmicas, quase sempre ditas com certa graça:

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A cozinha nacional francesa jamais existiu. A cozinha francesa é a que servem nos vagões-restaurantes dos trens expressos. O que existe na França são as cozinhas regionais, que o povo elaborou em lugares concretos com produtos autóctones. (…) É inquestionável que a cozinha caiu de qualidade em toda parte. Em definitivo, tudo está se industrializando. O gosto das coisas é outro. A cozinha, como arte da lentidão, da moderação, da paciência e da calma, está em extinção. Eu gostaria de saber se é possível fazer algo de bom neste mundo, que não seja com base na observação e na calma. (…) Meu ideal culinário é a simplicidade, compatível em todo momento com um certo grau de “sustância” e consistência. Peço uma cozinha simples e leve, sem nenhum elemento de digestão pesada, uma cozinha sem taquicardias. O comer é um mal necessário e, portanto, vamos torná-lo agradável. Não me agradam as coisas cruas, nem doces, nem pratos muito salgados. O luxo, na mesa, e em tudo o mais, me deprime. Sempre acreditei que a mesa é um elemento decisivo de sociabilidade e de tolerância. Mas nunca fui partidário das cozinhas exóticas, nem dos pratos de povos distantes, remotos. Certas vezes, encontrando-me em uma cidade ou outra, meus amigos tentaram me levar a algum restaurante chinês, ou judeu, ou polinésio. Jamais botei os pés nesses estranhos recintos. Nunca senti a menor curiosidade nem pela cozinha árabe, nem do Extremo Oriente. Prefiro comer com garfo, faca e colher, em vez de usar os dedos ou pauzinhos. Gosto das nossas coisas, sobretudo se são comuns e simples, limpas e impecáveis. Nunca cheguei a compreender exatamente por que motivo o exótico, simplesmente pelo mero fato de ser exótico, tenha que ser necessariamente adorável. A nossa velha cozinha familiar é, em definitivo, a única que vale a pena…

Receita: Cozido Farroupilha

18 de setembro de 2014 0

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Ingredientes:

Sal a gosto
500 g de ossobuco
500 g de músculo
300 g de bacon
500 g de rabo de boi
300 g de frango
4 linguiças
1 morcilia branca
1 morcilia escura
3 cenouras
3 espigas de milho verde
3 batatas-doces
¼ de abóbora
3 batatas
100 g de aipo
200 g de grão de bico
200 g de feijão branco
1 alho poró
1 nabo
350 g de macarrão cabelo de anjo

Modo de Preparo:

1. Encher com dois terços de água uma grande panela, adicionar sal, levar ao fogo até que a água ferva. Adicionar as carnes e cozinhar por 40 minutos.
2. Em outra panela refogar o bacon, a linguiça e a morcilia, por apenas alguns minutos. Reservar.
3. Limpar e cozinhar as verduras e legumes: cenouras, batatas doces, milho verde, abóbora e batatas, nabo e o alho poró, até que fiquem no ponto (aproximadamente quinze minutos).
4. Não deixar que os vegetais fiquem moles a ponto de se desfazerem. Uma vez cozidas as verduras, voltar a adicionar à panela: as carnes, o bacon, a linguiça e a morcilia. Acrescentar também o aipo, o grão de bico e o feijão branco. Misture bem todos os ingredientes e sirva.
5. Separe um pouco do caldo do cozido e prepare o macarrão com este caldo para acompanhar a receita.

Guri de Uruguaiana invade a gravação e prova um Puchero Farroupilha

17 de setembro de 2014 0

Quem nasce no Rio Grande do Sul pode até ir para longe, mas sempre guarda no coração a tradição. Anonymus Gourmet marca presença em mais uma edição do Acampamento Farroupilha em Porto Alegre, onde prepara um excelente puchero, uma receita simples de preparar e com um aroma delicioso! Quem foi fisgado por essa delícia é o Guri de Uruguaiana, que surge de surpresa para a hora do sacrifício. Vai perder?

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PROGRAMA ANONYMUS GOURMET
CARDÁPIO: Puchero Farroupilha
QUANDO: 18 de setembro, às 18h30
ONDE: na TVCOM

Para curtir o fogão à lenha, prepare o Carreteiro Farroupilha

13 de setembro de 2014 0

Um prato que reúne as cores do Rio Grande do Sul e é repleto de sabor com ingredientes da terra. Pimentões dão cor, manjerona e louro um perfume. Preparamos este belíssimo carreteiro em plena Semana Farroupilha, em Porto Alegre. Saiba aqui todos os detalhes desta receita perfeita para curtir a família perto de um fogão à lenha.

Carreteiro Farroupilha