O An Verde deste sábado fala sobre o ontem o hoje e o amanhã do Rio Cachoeira.
VÍDEO: veja como foi o passeio pelo Rio Cachoeira
GALERIA DE FOTOS: imagens mostram quem são os habitantes do Rio
O An Verde deste sábado fala sobre o ontem o hoje e o amanhã do Rio Cachoeira.
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Os destalhes do novo Código Florestal serão desvendados na edição do AN Verde, na edição de A Notícia neste dia 21 de setembro, Dia da Árvore. Serão abordadas questões relacionadas à mudança no código e os impactos que elas podem gerar tanto para agricultores, quanto para a natureza. O suplemento é o terceiro da série de quatro cadernos sobre meio ambiente que o jornal publica a cada ano.
Trazendo o assunto para a realidade joinvilense, o AN Verde mostra que boa parte do Centro da cidade foi construída sobre um rio e que as arrozeiras ocupam, pelo menos, 50% de Área de Preservação Ambiental (APP). O leitor vai conferir as respostas para os problemas que as mudanças poderão trazer para pessoas e meio ambiente. Com a palavra, especialistas, ambientalistas, agricultores, empresários e órgãos fiscalizadores.
O AN Verde é publicado no A Notícia desde 2000 e apresenta a preocupação do jornal com o meio ambiente e questões relacionadas. Clique na imagem acima e veja a versão digital do caderno!
A Agência Nacional de Águas (ANA) apresentou hoje, em seu site, o diagnóstico atualizado da situação da água e de sua gestão no Brasil.
Segundo o o estudo - Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2011 - , o investimento em saneamento tem avançado, mas ainda lentamente e com estratégias muito diferentes em cada região do País.
O relatório completo será apresentado nesta terça, em Brasília, pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu. Os dados são atualizados até dezembro de 2010.
O trabalho registra melhorias na qualidade da água na última década em algumas bacias brasileiras, que receberam investimentos em tratamento de esgotos. Além disso, o estudo mostra que em 2010, 19% dos municípios brasileiros decretaram situação de emergência ou estado de calamidade pública devido à ocorrência de cheias ou problemas de estiagem ou seca, sendo que o número geral desses registros caiu de 1967, em 2009, para 1184 no ano passado.
No aspecto da gestão de recursos hídricos, o Informe 2011 indica um aumento do número de comitês de bacias e da área de cobertura do território nacional por planos de recursos hídricos (51% do território nacional) – planos diretores que visam a fundamentar e orientar a implementação do gerenciamento e da Política Nacional de Recursos Hídricos.
A partir da próxima segunda-feira, dia 18, uma equipe de agentes ambientais vão fazer visitas para explicar e orientar a população de Joinville sobre a redução e separação do lixo doméstico.
A iniciativa é fruto de um convênio entre a Fundação do Meio Ambiente de Joinville (Fundema) e a Fundação Municipal Albano Schmidt (Fundamas).
A ideia é passar em pelo menos 50 mil domicílios da cidade. Também serão repassadas informações sobre adoção e posse de animais, ligações de esgoto sanitário e ações sobre o combate ao caramujo africano.
Os agentes estarão devidamente identificados com crachás e uniformes, e os primeiros moradores contemplados serão dos bairros Costa e Silva, Morro do Meio e Paranaguamirim. A Fundema investiu R$ 380 mil na iniciativa.
Na visita, de porta em porta, os moradores responderão um questionário sobre o destino do lixo domiciliar, abastecimento de água, ligação à rede de esgoto e cuidados com animais domésticos.
Os agentes foram capacitados também para fornecer orientações com relação a esses e outros cuidados, melhorando a qualidade de vida e a preservação do meio ambiente. A previsão é de que nessa primeira etapa sejam atingidas mais de 20 mil residências.
Um dos maiores espetáculos do País, a virada do ano com fogos no Rio de Janeiro, terá um componente ligado ao meio ambiente em 2012. O tema da festa será a Conferência Rio+20 e a sustentabilidade.
Na semana que vem, a Riotur vai lançar a licitação para a escolha da empresa que organizará o Réveillon. Entre as exigências, está a apresentação de projetos de sustentabilidade.
As empresas poderão apresentar sugestões que podem ser ideias simples, como convites com papel reciclado, ou mais complexas, como tratar resíduos e neutralizar emissões de carbono.
A conferência Rio+20 acontece entre 28 de maio e 6 de junho de 2012 – duas décadas após outro encontro que marcou época, a Rio 92.
A ideia é definir um modelo para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, com foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, economia verde e desenvolvimento sustentável.
Se tem um setor no País que pode colocar o atraso na conta da presidente Dilma Rousseff, esse setor é o de energia eólica. Desde que foi secretária estadual e ministra de Minas e Energia, ainda no primeiro governo do presidente Lula, Dilma conhece como poucos o potencial dos ventos no País. E como há um atraso gigantesco nesta área.
Pois o Brasil acaba de alcançar a produção de 1 gigawatt de energia eólica em cerca de 50 parques espalhados pelo País. A potência é suficiente para suprir apenas uma cidade de 1,5 milhão de habitantes. Os parques estão distribuídos por nove Estados, principalmente nas regiões Nordeste e Sul.
Esse número ainda é baixo se comparado a outros países emergentes, como a China e a Índia, que desde 2010 estão entre as cinco nações que mais detêm este tipo de tecnologia, segundo o Conselho Internacional de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês).
O potencial nacional poderia ser bem maior se os custos para instalação das torres e do sistema de distribuição fossem menores e houvesse ainda mais incentivos públicos.
A expectativa da ABEEólica é de que, até 2013, a matriz energética brasileira receba 5,3 GW gerados por turbinas movidas por ventos. Os investimentos devem ultrapassar os R$ 25 bilhões e serão feitos pela iniciativa privada, por mei de incentivos dados pelo governo federal no Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica). Hoje estão em construção 36 usinas eólicas, com capacidade de gerar mais 1 GW. Elas devem entrar em operação ainda este ano.
O projeto que deu origem ao Programa Óleo e Água não se Misturam, da Companhia Águas de Joinville, foi escolhido como melhor campanha promovida por órgão ou entidade pública voltada à conscientização da população e conquistou o "Prêmio 5 de Julho", em Curitiba. O "Prêmio 5 de Junho" é concedido pelo Instituto Negócios Públicos.
O projeto da gerência de projetos de engenharia da empresa joinvilense foi desenvolvido pela equipe liderada pela engenheira ambiental Daniela Finder Vilela de Farias e concorreu com outras 13 entidades de vários estados do Brasil.
O programa surgiu para combater o descarte inadequado nas tubulações de esgoto do óleo de cozinha utilizado em frituras, problema que causa cerca de 40% das reclamações relativas à rede de esgoto.
A Embraco lançou nesta quinta-feira, no Centreventos Cau Hansen, a 19ª edição do Prêmio Embraco de Ecologia, um programa de educação ambiental que atrai escolas da rede de ensino com atuação em Joinville.
As inscrições estão abertas até 30 de setembro, quando os projetos serão analisados por uma comissão julgadora formada por especialistas em educação ambiental.
O tema para 2011, Ideias brotam movidas por energia. Acredite nelas e construa um projeto eficiente, está alinhado ao negócio da empresa, que tem como foco a eficiência energética, e convida os participantes a pensarem nas diferentes formas de energia.
O resultado será conhecido em novembro. A premiação às escolas vencedoras varia de R$ 4 mil a R$ 10 mil, conforme a faixa escolar, para execução dos projetos no ano letivo seguinte.
Aproveita e assiste aí o vídeo da nova marca da Embraco, que foi lançada no mesmo evento.
Vídeo de Lançamento da Marca from Embraco Experience on Vimeo.
O engenheiro Gordon Murray, ex-projetista de carros da F-1, está por trás de um novo projeto do Batmóvel, um carro com tecnologia verde que já chama a atenção no mundo automobilístico. O carro projetado por ele é movido a célula de hidrogênio. Neste caso, não há emissão de poluentes. A carroceria foi produzida com fibras de carbono, dez vezes mais leve e cem vezes mais resistente do que o aço.
O Batmóvel tem laser e as rodas são discos luminosos de LED, mas funcionam apenas como enfeite, já que o carro “flutua” sobre um um campo magnético que o mantém a 40 milímetros do chão. Segundo o engenheiro, foram quatro meses entre a concepção e a realização do projeto.
Claro que o carro não será colocado no mercado, mas serve como um modelo para a indústria e, claro, mostra que é possível melhorar muito as tecnologias atuais sem agredir o meio ambiente. O Batmóvel será apresentado em 19 de julho, em Manchester, na Inglaterra, como parte do show “Batman Live World Arena Tour”, que rodará na Europa e Estados Unidos, com direção do coreógrafo Anthony Van Laast.