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Sesc emite nota sobre apresentação que gerou polêmica e repercutiu nas redes

20 de novembro de 2015 8

coletivo-macaquinhos

Durante a semana, nas redes sociais e grupos de Whatsapp circulou imagens e vídeo de pessoas correndo em círculos enquanto colocavam o dedo no ânus  da pessoa da frente. As cenas foram retiradas de uma intervenção artística que foi exibida no Teatro Patativa do Assaré, em Juazeiro do Norte, no Cariri. A apresentação do espetáculo paulista “Macaquinhos” aconteceu na 17ª edição da Mostra Sesc Cariri de Culturas.

Após a repercussão, o Sesc Ceará emitiu uma nota esclarecendo que se resguardou em divulgar o espetáculo somente ao público interessado, com censura de 18 anos e exigência de carteira de identidade aos presentes. A entidade repudiou a divulgação prévia das imagens em redes sociais.

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O jornal  Tribuna do Ceará fez contato com a assessoria do festival que se manifestou dizendo que a divulgação aconteceu de forma tímida apenas na página da Mostra, em paralelo ao espetáculo “Oblação”, também com censura 18 anos. A gerente de comunicações do Sesc Ceará, Giselle Norões, justificou que o motivo para a reduzida divulgação foi a quantidade de atrações, e não o teor da apresentação do Macaquinhos.

O projeto Macaquinhos, de São Paulo, nasceu em 2011 com uma intervenção no Museu do Piauí. Nas apresentações, baseadas no livro “O Povo Brasileiro”, de Darcy Ribeiro.

Comentários (8)

  • Felix diz: 20 de novembro de 2015

    é sério que consideram isso um “espetáculo”?

  • Raimundo M Sampaio diz: 20 de novembro de 2015

    Não dá pra saber quem é mais fdp, sequem faz uma merda dessa ou quem autoriza sua apresentação.

  • Rafael diz: 20 de novembro de 2015

    Se fosse umas gostosas até valeria a pena

  • Criatiano diz: 21 de novembro de 2015

    Isso é o retrato da “cultura” brasileira que também chama fun de música. Estamos presos a uma sociedade primitiva onde qualquer coisa que se faça pra chamar atenção denominam arte.

  • Cristiano Oliveira diz: 21 de novembro de 2015

    Isso é o retrato da “cultura” brasileira que também chama funk de música. Estamos presos a uma sociedade primitiva onde qualquer coisa diferente que se faça pra chamar atenção denominam de “arte”.

  • Gibran Malheiros diz: 21 de novembro de 2015

    O simples fato de fazer as pessoas questionarem qual é o limite já faz da peça um sucesso. Mas deveriam também refletir mais antes de julgar a apresentação como algo imoral, tantas outras coisas acontecem no dia-a-dia que fazemos vista grossa…

  • Rubens diz: 21 de novembro de 2015

    Na verdade arte não tem limites. Querer simplesmente condenar e desqualificar a peça seria censura, Podemos não gostar da estética a princípio porque mexe com muitos de nossos preconceitos. No entanto, ultrapassando a barreira do preconceito, asco e revolta que a cena desperta, e lançando um olhar para mais além das aparências, vemos que esse grupo, talvez, através de sua arte grotesca, está nos enviando uma mensagem contundente que deve levar à uma profunda reflexão: Os “macaquinhos” representam o povo brasileiro, que fica o tempo todo apontando o rabo do outro mas não olha para o próprio rabo, todos botam no cu do outro e ninguém cuida do próprio cu, de modo que todos acabam tomando no cu também. Em resumo, coletivamente falando, somos um povo fodido de um país fodido e ficamos andando em círculos sem conseguir sair disso. A peça pode ter diferentes leituras. Pode-se considerar que esse grupo, de certa forma, conscientemente ou não, está denunciando a estética comunista, que transforma todos em macacos idiotas que rezam pela mesma cartilha, uma cartilha que em vez de vir da cabeça vem dos intestinos e acaba fazendo com que todos os idiotas a sigam cegamente sem questionar, pois não usam mais a razão, não pensam com a cabeça, mas com a outra extremidade, o ânus. A questão que se põe a partir daí é: o que precisamos fazer para mudar isso?

  • Pense Bem diz: 21 de novembro de 2015

    Enfiar o dedo no cú dos outros é cultura? Pior é uma instituição como o SESC apoiar esse lixo.

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