clicRBS


 

Vai começar tudo outra vez…

Todo o processo que cerca a gravação de um novo disco é uma “lombada” na carreira de qualquer artista.

Já li inúmeras biografias, vi documentários e especiais na tv e a história é sempre igual: STRESS!

Existem, obviamente, artistas e bandas que sofrem menos no processo, mas isso depende do período e fase de cada um. Em algum momento da carreira artística, o parto fica doloroso. Seja no início, quando se vai escolher o repertório, seja na hora de interpretar este repertório, seja na hora de lançar… Em algum ponto do processo as coisas se tornam complicadas.

Algumas bandas até já acabaram durante gravações de disco. Outras passaram por traumas irrecuperáveis. Existem casos de discos que empacaram no meio e não foram mais adiante. Inimigos eternos se formaram. Amizades de toda uma vida sofreram rompimentos sem volta. As histórias não são poucas e estão espalhadas pelo mindo da música para confirmar tudo o que eu digo.

Por tudo isso, quando começo a entrar no clima de gravação com o Nenhum de Nós, tem início a preparação espiritual também.

São 13 discos. Eu já deveria estar acostumado, não é? Pois é…mas NUNCA é igual. Nossas vidas - de cada um de nós - passa por fases distintas a cada novo trabalho. Nossa cabeça vai mudando. Já começa nos ensaios… Pensando bem, comça antes. Quando as novas músicas começam a aparecer!

As vezes, inexplicavelmente, esta parte  está se conduzindo de forma tão peculiar que preciosiades quase se perdem. Apenas para não deixar dúvidas de como isso pode afetar o resultado final, músicas como “Você vai lembrar de mim” e “Amanhã ou depois” quase não fizeram parte de seus respectivos discos. Por qual motivo? Uma longa história sem uma explicação razoável. Coisas do “clima” de uma gravação.

Mostrar uma música nova a alguém não é uma coisa fácil. O próprio John Lennon - sem querer estabelecer nenhuma comparação - considerava este momento traumático e absolutamente constrangedor. Tudo isso porque a reação nunca é a esperada. Você toca a música saída do forno há pouco. Faz uma interpretação emocionada que termina com olhos fechados e uma longa inspiração e… silêncio.

Se era assim com os Beatles, imagine com os seres humanos comuns. Dureza.

No caso do Nenhum de Nós, o fato de nos conhecermos há tanto tempo ajuda muito a interpretar os sinais de aprovação - ou não - de cada um. Nestas horas um bom mate ajuda muito. Uma roncada pode significar não. Duas, sim. Três ou mais, podem significar que o mate tá meio entupido ou que temos uma obra-prima nas mãos. Se for pura-folha a erva, é melhor não facilitar.

Os ensaios também são um caso de terapia em grupo. Horas e horas trancados dentro de uma sala. Música alta. Neurônios em ebulição. Emoção à flor da pele! Uma palavra mal colocada e todo o castelo pode ruir…

“Mas eu achei que tu tava gostando do que eu tava fazendo?”

“Não foi exatamente isso que eu quis dizer!”

“Dá pra ti mudar um pouquinho aquela coisa que tu tá fazendo?”

“Mas tu não disse que o teu compromisso era mais tarde?”

Ensaios são uma prova de amor e devoção dos membros de uma banda. Quando uma banda como a nossa - de quase 24 anos de idade - chegou até onde chegou, deve-se imaginar que ela já enfrentou MILHARES de horas de ensaios! Em alguns dias eles são quase uma tortura. Em outros a gente não quer que acabe…

Arte é assim mesmo. Nunca um dia é igual ao outro.

Por hoje vou ficar por aqui com o assunto gravação, mas prometo voltar em breve… O tema rende…

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CAIO F, Para sempre…

Caio Fernando Abreu é um dos meus escritores preferidos. Escrevia como vivia: de forma intensa. Uma personalidade marcante e um artista de inegável talento.

“Descobri” o Caio Fernando Abreu tardiamente. O Caio F - como costumava assinar suas cartas aos amigos mais chegados - já havia partido quando tomei contato com sua escrita. Comecei pelo fim, com o livro de crônicas “Pequenas Epifanias”. Era mais do que uma coletânea. As crônicas publicadas por ele no jornal O Estado de São Paulo fizeram história. Foi através de uma delas que Caio tornou pública sua condição de portador do vírus da AIDS. Foi uma ato de extrema coragem. Seu doloroso caminho até o triste desfecho foi exposto de uma forma intensa e emocionante. Em determinado ponto de seu estado de saúde ele voltou para seu estado de origem - O Rio Grande do Sul - e foi morar com os pais no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Aqui, cercado de carinho e cuidados dos pais e amigos, ele reencontrou o gosto pela vida e por suas pequenas epifanias… Cuidava do jardim, escrevia, recebia as pessoas que lhe fazia bem receber - amigos e admiradores - e se preparava, à maneira dele, para o que estava por vir. Foi um gigante que saiu da vida e entrou para a história, não apenas por assumir sua condição mas, principalmente, pelo enorme talento.

Conheci pessoas que conheciam Caio. Depois que mergulhei na história dele, lendo sua obra e suas cartas, senti uma enorme frustração… Aquele cara que eu tanto admirava e que passou a ser uma de minhas maiores influências, passou “raspando” por mim em alguma rua ou algum bar da cidade. O mesmo cara que me despertou esta imensa admiração e que era amigo de amigos meus, como o Zé Adão e a Déia Martins,  poderia, quem sabe, ter tomado um chopp comigo em alguma mesa onde estavam estes amigos em comum. Ou seja, tivesse eu começado ANTES minha viagem rumo ao planeta Caio, talvez eu o teria conhecido… Mas não o conheci. Então, no ano passado, foi lançado o livro “Pra sempre teu, Caio F”, de Paula Dip.

Paula Dip fez um belíssimo ensaio biográfico onde nos presenteou com a história de sua amizade com Caio.Além do seu próprio depoimento, ela garimpou textos e testemunhos daquelas pessoas que, de alguma forma, foram importantes ou tiveram contato com ele. Cada um, a sua maneira, mostrou sua interpretação de um enigma chamado Caio. O quebra-cabeças foi montado de uma forma magnífica por Paula. Não sei descrever com precisão os sentimentos e sensações que a leitura do livro me proporcionou, mas posso afirmar que, de um jeito incrível, Paula me fez experimentar a “sensação da amizade” de Caio. Nós, “fãs” declarados, seremos eternamente gratos! Esta sensação que ela mesma experimentou por tanto tempo foi compartilhada com carinho e imensa generosidade com os leitores. Por tudo isso, foi um livro que eu li lenatemente, para poder aproveitar por mais tempo esta minha amizade emprestada.

Entre TANTAS coisa impressionantes que descobri sobre o Caio, selecionei e publico aqui - devidamente autorizado por Paula - um texto que ele escreveu na Revista Around. Ele era o “crítico literário” desta revista que pertencia à casa noturna GALLERY - um hype da época - e escreveu este texto indignado sobre a resenha que a revista VEJA publicou sobre seu livro. Esta é uma pequena amostra de como se manifestava Caio Fernando Abreu. E quanto o alvo de suas críticas? Bem, certas coisas não mudam….

De um adolescente rebelde

Este mês vocês vão ter que me desculpar, mas vou falar de meu próprio livro, Triângulo das águas, que acabou de sair pela editora Nova Fronteira. E contar umas coisinhas um tanto extra-literárias. Porque estou em estado de choque. Prá começo de conversa, Triângulo das águas é composto por três novelas independentes, como observa o Geraldo Galvão – não é de forma alguma um “romance fragmentado” como quer o moço da Veja.Mas até aí tudo bem. Afinal, cada um deve ter o direito de emitir sua opinião – mesmo que seja, no mínimo, um tanto esquisito não perceber o gênero da obra literária que está sendo discutida. Acontece que existem historinhas por trás e são elas que eu vou contar, pelo simples fato de que são verdadeiras.

Colaborei com a seção de literatura da Veja durante cerca de quatro anos. E pedi demissão quando morreu Elis Regina. Imagino que todo mundo lembre da capa de Veja na época: “Elis Regina, a tragédia da cocaína” – onde tratavam Elis como uma viciada irrecuperável. Coisa de gente não só careta como também, mau caráter. Liguei para o editor de literatura e disse: “Por favor, vá dizer ao seu patrão que não quero nunca mais ver meu nome numa revista desse nível”. Bem, algum tempo depois saiu um livro meu, Morangos mofados, e Veja não publicou uma linha sobre, embora tenha sido encomendada uma crítica (ótima) ao Antonio Bivar. Eu soube que o patrão alegou que Bivar e eu éramos amigos, coisa que infelizmente não é verdade. Mal nos vimos uma ou duas vezes. Por tudo isso, me soa estranha essa malhação de agora. Como me soou estranha (ou nojenta) a matéria sobre Elis. Ou uma outra matéria sobre o jornalista Antonio Chrysóstomo, preso injustamente, acusado de estupro. Na mesma semana IstoÉ defendia Antonio e Veja o acusava como se fosse um tarado. Por estas e muitas outras, talvez, é que a Veja é chamada aqui no Rio de Manchetinha…Tá soando lavar a roupa suja em público? Não creio. Acho que todo mundo precisa saber com quem lida. Também porque um escritor é uma criatura indefesa: você publica o livro e fica à mercê da imprensa. Ninguém quer saber se você levou três ou quatro anos trabalhando um texto, se você quase morreu, se você passou até por dificuldades materiais em função de conseguir tempo para escrever. Quando o livro sai escrevem barbaridades, e o escritor – um enjeitado do sistema – tem que ficar quieto.Eu não fico quieto e estou me permitindo usar este espaço para fazer essa denúncia.

Não significa que eu não admita críticas, negativas. Admito, claro. Publicar um livro é ficar exposto, como a stripper jogando no ar a peça íntima. Mas admito sim críticas dignas, sem vingancinhas miúdas por trás. Também porque só quero um mínimo de paz para escrever minhas histórias.Quanto ao livro, quem vai achar alguma coisa ou não são os leitores. Ele me custou muito. Acredito profundamente nele. Os originais tiveram cinco revisões e revisei três provas. Assumo cada frase, cada vírgula, cada verbo, cada artigo dele.

E se alguém disser que parece diário de adolescente rebelde, como quer o moço da Veja, não fico chateado: acho adolescente rebelde um grande barato. Adolescente rebelde é aquele que acha tudo um nojo e quer mudar o mundo. Depois é que eles crescem, esquecem as rebeldias, compram mesinhas de centro ou arrumam um bico numa publicação de extrema direita. O que não é o meu caso, e acho ótimo não ter barriga nem física nem mental. Falar nisso, um toque: neste mês não leiam nada, fiquem em casa ouvindo várias vezes o LP do Asdrúbal Trouxe o Trombone, A farra da Terra. É um grupo de rock composto por adolescentes rebeldes. Sem mau caratismo.

(fonte: “Para Sempre Teu, Caio F.”, cartas, conversas, memórias de Caio Fernando Abreu, de Paula Dip, editora Record, Rio de Janeiro, 2009.)

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INSPIRADO NA REDENÇÃO

O texto abaixo foi uma encomenda da Secretaria do Meio-Ambiente de Porto Alegre.
Eles lançaram uma agenda com textos inspirados no tradicional PARQUE DA REDENÇÃO, aqui da cidade.

Depois que escrevi o texto - que gostei bastante - ele acabou virando uma espécie de “declamação” na música “Porto Alegre”. Esta música está no DVD feito sobre a cidade e que se encontra em lojas on-line. Na Livraria Cultura eu sei que tem…

Tocamos esta música no show “CLICK”, ano passado e o texto entrou gravado pela nossa amiga, a jornalista  Sara Bodowsky.

Para quem não tinha… aí vai!


Viagem em um dia frio

 

 

         Caminho em busca dos caminhos e trilhas que atravessam a Redenção. As folhas fazem creck e crunch sob meus pés. Uma alegoria sonora para o ritmo arrastado dos meus passos.

 

         Alimento o incomum hábito de procurar conforto e prazer no vento frio e cortante que rasga Porto Alegre no inverno. Não sei se é um vento ou uma alma penada em movimento apenas sei que ele me acaricia…

 

         Sento em um banco de pedra e observo a gélida lâmina d’água do pequeno lago. Percebo o silêncio dos animais no zzzzzzzzzzoo. Ao contrário de mim eles tentam abrigar-se da intempérie.

 

         Eu busco a Redenção em dias assim.

 

         Dias que exigem sobretudo e mãos abrigadas. Dias gelados.

 

         Levanto-me para prosseguir a caminhada.

 

         Lágrimas nos olhos atrapalham minha visão. Prefiro atribuí-las ao vento e ele me contou uma de suas histórias tristes. Baixinho, ao pé do ouvido. Histórias que esta vida de correr por aí o fez presenciar. Era uma história triste e linda, por isso das lágrimas.

 

         Meu corpo me carregou sozinho até meu destino: o recanto Alpino. Minha mente chegou um pouco depois. A simples visão da cabana de pedra me conduz a uma outra viagem.

 

         Fantasias que a imaginação rica de uma criança tatuaram em minha memória. Percorre imagens, viagens, pessoas, saudade até despertar, novamente com lágrimas. O vento. Testemunha. Minhas viagens vieram em palavras. Viraram histórias que vento escutou e em seguida saiu correndo por aí. Ele não sabe guardar segredos.

 

         Foi logo contar para alguém.

Postado por Thedy Corrêa, POA

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Começa agora?

Adoro tomar um bom café e jogar conversa fora.../TC
Adoro tomar um bom café e jogar conversa fora.../TC
Passa o tempo e eu não me acostumo com janeiro e fevereiro. Parece loucura, mas tenho uma impressão de que estes dois meses equivalem a um estado de animação suspensa.

Sou um cara que não relaxa muito. Mesmo quando estou em “férias” minha cabeça está sempre atenta à música e à poesia (principalmente suas fontes de inspiração). Estes são meus maiores interesses. Claro que tenho meus hobbys (quadrinhos e futebol) e minhas prioridades familiares. Mas o fato é que estou sempre a cata de algum tema, alguma inspiração ou uma nova referência na minha vida profissional.
Gostaria de dizer minha “vida de artista”, mas sempre tenho uma sensação de que uma certa arrogância está imbutida nesta frase. De minha parte, pessoalmente, não existe arrogância: sou um operário da arte - a música, no caso. Tenho imenso orgulho disso. Um dia vamos falar sobre esta coisa de ser ARTISTA…

Mas voltando às férias, já falei aqui mesmo que tenho esta estranheza com este período. Na minha adolescência - sempre ela - eu não costumava ter longos períodos em praias ou afastado de casa. Não rolava, $implesmente i$$o…  Daí que eu acabava ficando meio isolado do mundo, pois meus amigos iam pra Torres ou Tramandaí ou Capão da Canoa ou Cidreira… E eu ia com algum deles para uma temporada curta e curtia como podia. Vai daí que eu até hoje, inconscientemente ou não, fico querendo que as coisas voltem “ao normal” logo… Eu aproveito minha vida de trabalho e agenda cheia pois adoro o que faço. É meu jeito de curtir a vida hoje em dia. É bem verdade que já aprendi a aproveitar os dias sem nada para fazer, mas como eu disse, minha cabeça é que não para.

Postado por Thedy Correa, Sananduva, RS

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2009: Meu DISCO de cabeceira


Já que tive um livro de cabeceira, achei por bem fazer justiça ao meu DISCO de cabeceira.
A resposta que tenho na ponta da língua para a pergunta “quem são seus ídolos” sempre esbarra na necessidade de explicação… Quando digo “GUSTAVO CERATI” sempre vem aquela cara de HEIN depois da resposta.
É que  Cerati é ARGENTINO, e a mídia, em geral, desconhece a música que se produz no país vizinho. Mesmo que Gustavo tenha pertencido à banda que é considerada a MAIOR BANDA QUE A AMÉRICA LATINA JÁ TEVE: SODA STEREO. Até para este FATO nossa imprensa torce o nariz. Mas É um fato. Nos shows de uma comemoração de “volta” da banda, eles lotaram ESTÁDIOS em todo o continente, américa central e até nos Estados Unidos. Brasil, não, é claro…

Mas o lance é que Cerati deixou o Soda em 1999 e partiu para uma carreira solo que, na minha opinião, é impecável.

Então, já vou fazendo minha declaração de final-de-ano: Gustavo Cerati é meu MAIOR ÍDOLO! Dito isto, não é de se surpreender que o disco que ele lançou em 2009 - Fuerza Natural - seja o meu disco de cabeceira deste ano. A obra toda do cara é minha referência MASTER! Um novo lançamento dele é algo que sempre espero ansiosamente.

Quando fui ouvir o disco pela primeira vez já sabia que ia ADORAR. Aliás, é sempre igual: estranho muito no começo e não consigo parar de ouvir depois de uma semana. Esta é uma qualidade do trabalho de Cerati. Ele cresce a cada nova audição.

Para mim, ele é O CARA!

Postado por tHeDy, ainda em 2009… XÔ 2!!!

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2009: Meu livro de cabeceira

Olga Costa ou Jesuino de Oliveira
Olga Costa ou Jesuino de Oliveira
Em 2009 eu tive um livro de cabeceira. Nunca tive isso antes. Minhas leituras diversas e aleatórias não comportavam um livro “parceiro”. Daquele tipo que se “sorve” lentamente. Delicosamente. Sem a pressa de chegar “no final”.

O mérito é todo de Ricardo Cury e de seu livro, PARA COLORIR.
Ricardo é figura conhecida do rock baiano. Baterista que teve participação em inúmeras bandas. O livro é absolutamente pessoal. Resultado de um blog que Ricardo alimentou desprentesiosamente e que, por estímulo dos amigos, acabou parando no papel. Começa com uma crônica do dia em que ganhou sua primeira bateria, aos 14 anos, e termina com um depoimento sobre sua saída, aos 28, de sua última banda, ZecaCuryDamm, que depois veio a se chamar Formidável Família Musical. Depois dessa última banda foi que ele resolveu escrever Para Colorir.

O livro é de 2008, mas chegou às minhas mãos por obra de Fábio Cascadura, amigo de Ricardo. Só tenho que agradecer a ele…

O texto me pegou de uma forma inesperada. Ricardo é baiano. Eu sou gaúcho. O linguajar distanciaria? De jeito nenhum! Os temas são demasiadamente pessoais? Isso não fez muita diferença… Ricardo escreveu de uma maneira tão informal e sedutora que eu fui lendo devagar porque não queria que o livro acabasse mesmo.
O prazer foi todo meu, por isso não me responsabilizo por um clima “dica” para este post… Foi meu livro COMPANHEIRO em 2009, e isso para mim não é pouco !

Estou esperando o próximo, Ricardo!!

Postado por tHeDy, ainda em 2009… XÔ!

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PRESENTE DE NATAL!!

Fernando Gil
Fernando Gil

Eu sempre digo que um bom presente para mim tem que ter uma capa preta e orelhas pontudas. Na verdade é uma brincadeira com minha predileção pelo personagem de HQs: o BATMAN!!

Nem sei explicar direito porque tenho esta paixão “infantil” até hoje…mas o fato é que ela não me atrapalha em nada. Eu acho…

Pois o artista/desenhista Fernando Gil e a sua namorada Sara (ela uma apreciadora do Nenhum de Nós de longa data) me deram um baita presente de natal!!!

GRACIAS!!!!!

Aproveito esta demonstração de generosidade para desejar à todos um

FELIZ NATAL!!!!

Postado por ThEDY

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Sempre nos perguntam…

DVG/Quanta Music
DVG/Quanta Music

…coisas sobre nosso processo criativo e as ferramentas que usamos para realizá-lo de forma tão inspirada (hehehe). Pois o Nenhum de Nós, a QUANTA MUSIC e a loja CLASSIC MUSIC de Novo Hamburgo vão realizar alguns WORHSHOPS para falar e mostrar um pouco de tudo isso.

Além dos detalhes técnicos, vamos falar dos meios que nos levam a “consolidar” nossas ideias, o que não é fácil. No primeiro workshop estaremos eu e o Veco. Os próximos devem trazer o Rei das Teclas, João Vicenti e em breve os demais “Nenhuns”.
Abaixo o cartaz e a sugestão para quem estiver interessado. Como eu disse, é mais voltado aos músicos e pessoas que trabalham neste mercado, mas não se assutem com a cara séria dos caras na foto… podem aparecer que vai ser bem legal!

Postado por TC, POA, RS

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CANJA!

Chris Rocholl
Chris Rocholl

Quem quiser ir ao show tem que se ligar que o espaço é bem limitado!!

Postado por TC, POA, RS

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SÍ!!!


Imperdível!

Postado por TC, POA, RS

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