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Diário do Lollapalooza

11 de abril de 2014 0

Nosso Estagiário, Lucas Ehrhardt, realizou o sonho de participar de um dos maiores festivais de música do mundo e compartilha um pouco dos seus registros. Enjoy it!

LucasLolla/Divulgação

Sábado acordar cedo pra pegar quatro metrôs e conseguir chegar no Autódromo de Interlagos. Esse era o plano que eu e mais três amigos conseguimos pôr em prática. Depois de meia hora numa fila enorme, passamos pelas três inspeções de entrada e estávamos oficialmente no Lollapalooza 2014. Pessoas de todas as raças, de todas as tribos, de todos os estilos. Essa era a mistura que se via. No total eram quatro palcos, e o autódromo lotou! Os shows mais esperados do sábado eram Muse, Imagine Dragons e Lorde. Os palcos, enormes e bem organizados, foram cada minuto a mais sendo preenchidos pelas multidões. Depois de um tour e aproveitar shows menores, era hora de se dirigir pro Palco Interlagos, onde a garota de dezessete anos se apresentaria. No cair do sol, Lorde entra no palco e leva o público à loucura. A gente ficou bem lá na frente, e adivinha? Fomos transformados em sardinhas enlatadas, porque era muita gente. Simples, simpática e linda, Lorde fez sua performance e encantou os fãs. Depois desse show, a língua já estava de fora. Fomos pro espaço eletrônico e curtimos uma baladinha pra encerrar bem o sábado. Com uma sensação de missão cumprida e muito bem aproveitada, nos despedimos do primeiro dia de Lolla.

LordeLolla/Divulgação

No domingo, o mesmo plano foi desenvolvido. Logo depois da uma da tarde, lá estávamos de novo, no universo jovem. Mas entramos e fomos sem rodeios pro Palco Skol, onde a atração mais esperada do dia entraria em menos de uma hora e meia. Aos poucos, a galera foi se juntando e lotando o espaço. Todos embaixo do sol quente, pegando um bronze. Mais uma vez, conseguimos ficar na frente do palco. Às 14h30 um pano enorme começou a subir no palco, e uma logomarca estava estampada nele. Gritos, gritos, gritos. Depois de uns minutos, dois tambores foram postos no centro do palco, ao lado de um microfone. Gritos, gritos, gritos. Vinte minutos depois, a loira de botinas entra correndo, com um short preto e uma camiseta da seleção brasileira. Ellie Goulding estava ali, na nossa frente. Mais gritos se juntando a pulos e a frase “We love you” era entoada em coro. Sem muito papo, Ellie encantou os fãs e soltou o gogó. Humilde, querida e linda, ela pulou junto e fez valer a pena cada segundo de show. Ela foi a dona do domingo no Lollapalooza.  

EllieLolla/Divulgação

Além dela, os principais shows foram de Pixies, Arcade Fire, New Order e Vampire Weekend.

O mais legal de tudo, além de todas as bandas e artistas, era o respeito que as pessoas tinham umas pelas outras. Vários estilos se misturaram, vários estados se misturaram. Gays e héteros pulavam juntos, negros e brancos cantavam juntos, indie e rock andavam juntos, baianos e gaúchos comiam juntos. Brigas? Não vi nenhuma. Organização? Sem reclamações. Essa foi a vibe do Lolla. Fiz novas amizades, aproveitei ao máximo. Foi uma experiência incrível, foram sensações que quero sentir de novo, e de novo, e de novo. Artistas que eu estava acostumado a citar nas matérias, estavam lá na minha frente. Coração aos pulos! E agora, o coração fica apertado. Quem sai de lá, sai se arrastando de cansado, mas querendo mais.

Isso tudo foi uma parte do Lollapalooza que compartilho com vocês. E não posso deixar de incluir aquela velha hashtag: #FicaADica!

Que venha 2015!

Lolla/Divulgação

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