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Posts do dia 21 junho 2012

Lana Del Rey interpretará a ex primeira dama

21 de junho de 2012 0

Lana Del Rey, com toda sua classe, revelou que interpretará Jacqueline Kennedy Onnasis, ex primeira dama dos EUA, no videoclipe de seu próximo single, “National Anthem”.  O vídeo contará com a participação do rapper A$AP Rocky, no papel do ex-presidente da gringa John F. Kennedy. “Tenho que dizer que este vídeo é a coisa mais bonita que já fiz. É um vídeo de 10 minutos e eu amei o resultado”, disse a cantora. Com temática nacionalista, a música será lançada oficialmente no dia 8 de julho. Este será o quarto single do álbum de estreia da cantora, Born To Die, lançado no início deste ano. Embora a parceria seja recente para o público, esta não é a primeira vez que Lana Del Rey se junta a A$AP Rocky. A dupla também gravou a música “Ridin”, que provavelmente estará no álbum de estreia do rapper, ainda sem data de lançamento definida.

Pouca Vogal! Promo Atlântida

21 de junho de 2012 0

30 anos em 30 dias

21 de junho de 2012 0

Em 1986, na sua quarta edição, o festival de dança teve um enorme crescimento, e pela primeira vez foram realizadas apresentações em palcos ao ar livre, encantando toda a cidade. A noite especial do festival ficou por conta do balé Teatro Guaíra de Curitiba. Faltam vinte e sete dias para o festival de dança de Joinville. Patrocínio: shopping Müeller fácil como sempre e Let´s Go escola de idiomas.

Katy Perry quer voar mais alto

21 de junho de 2012 0

Katy Perry está querendo voar mais alto.

“Estou me preparando para isso agora”, contou a cantora em entrevista à revista “The Hollywood Reporter”, na qual é a capa deste mês.

Divulgação

O projeto por enquanto está apenas no papel mas se depender da vontade de Katy, logo se tornará realidade.

“Quero evitar as coisas que tiram as chances de um artista ter sucesso financeiro”,disse ela.

No início do mês que vem, Katy Perry vai lançar seu primeiro filme autobiográfico nos cinemas. “Katy Perry: Part Of Me” foi filmado pela Paramount em 3D.

“Katy Perry: Part Of Me” chega ao Brasil em agosto e vai contar a trajetória de Katy cantora de 25 anos.

Divórcio Milionário

21 de junho de 2012 0

A cantora francesa Vanessa Paradis deve receber cerca de R$ 320 milhões após o fim da relação com Johnny Depp, mesmo que os dois nunca tenham se casado oficialmente.

Divulgação

O casal viveu junto por 14 anos e tem dois filhos: Lily-Rose, de 13 anos, e Jack, de 10.

O ator deve dar o dinheiro à ex-mulher para evitar batalhas judiciais. 
“Se eles tivessem sido casados, Vanessa poderia pedir 50% da fortuna dele e uma pensão para ela e para as crianças”, disse o advogado Robert Naschin ao jornal The Sun. De acordo com amigos do casal, Depp e Vanessa “tentaram salvar o relacionamento por meses, mas já sabiam há algum tempo que não conseguiriam fazê-lo”.

Games: "Ghost Recon: Future Soldier"

21 de junho de 2012 0

“Ghost Recon” sempre esteve entre as franquias de Tom Clancy que menos conseguiu meu interesse, por mais que tentasse jogar. Chegou a E3 do ano passado, apresentaram ele e seu primo “Ghost Recon Online” e em momento algum aquela sensação de “preciso desse jogo na minha vida” apitou em mim.

Divulgação

Imagine-se como um texano, mascando fumo, assistindo o pasto crescer, odiando estrangeiros e jamais se separando de sua arma. Pronto, agora já está preparado para aproveitar tudo o que este jogo tem a oferecer.”

Porque era o que parecia, ainda mais com todo esse conceito de que “numa guerra, os Estados Unidos não lutam limpo”. Nos trailers tudo o que se via eram tiros e mais tiros, apresentando um shooter em terceira pessoa que fingia ser tático genérico demais. E, se é pra jogar shooters genéricos, eu continuo me divertindo muito mais com “Gears of War”.

As duas primeiras missões do jogo ditam essa regra. Elas se focam basicamente em eliminar alvos e avançar: estes momentos de ação pura são prejudicados pela mira dura que incomoda muito no primeiro contato, além de outros detalhes visuais. Há falhas de continuidade das cutscenes como quando um inimigo leva um tiro na cabeça a queima-roupa e nenhum buraco de bala aparece como resultado – algo que considero uma falha grave nos jogos de hoje, ainda mais em um título com um sistema de colisão tão bem feito quanto o de “Future Soldier”.

E foi com essa certeza de que carregava uma bomba que fiquei com o jogo pela última semana para testar. Quando joguei novamente a missão que serve de tutorial e o mesmo trecho da primeira missão que tinha jogado na redação, minha opinião sobre o jogo não tinha mudado, mas prossegui, precisava ver até onde ele iria. Próximo ao fim da primeira missão, pude ver um pouco melhor como funcionava a mecânica de furtividade do game, o que me fez imaginar o potencial que ela teria se fosse melhor explorada. Mas então veio a segunda tarefa e quase nada tinha mudado, ainda continuava com os mesmo equipamentos, não sentia o poder de fogo e as vantagens que o jogo prometia, ainda tinha trabalho com a mira e ainda me sentia num tiroteio como tantos outros que experimentei em jogos.

E, apesar de tudo isso, “Future Soldier” ainda me ofereceu momentos interessantes, principalmente na variedade de armas e possibilidade gigantesca de customização que deixariam qualquer maníaco por elas tremendo de tanta emoção. Aí vi o quanto o jogo poderia fazer melhor apesar de não parecer se esforçar para isso, todas as mecânicas novas que ele apresenta são muito satisfatórias e o som dos tiros, das balas acertando seus alvos assim como todos os ruídos ambientes são impecáveis. Eu não só poderia ficar horas modificando e testando as armas como de fato gastei boa parte do meu tempo nos primeiros dias fazendo isso.

E a vontade de poder “brincar” de modificar armas novas foi basicamente o motivo pelo qual me vi continuando a completar as missões do jogo, apesar de meu desagrado com ele. Foi graças a isso que vi minha opinião mudar.

Só os mortos jogam limpo

Por volta da missão cinco, a dinâmica do jogo muda. Apesar de já ter acesso à camuflagem especial a algum tempo, ela não é uma das coisas mais legais que você pode fazer, mesmo os sensores têm uma utilidade tática maior durante a partida. É quando temos acesso ao Wardog que o modo história de “Ghost Recon: Future Soldier” diz ao que veio, todo o poder de fogo e tecnológico prometido se mostra nesse momento, onde tudo o que você deve fazer é se abrigar em uma cobertura e sair distribuindo tiros infinitos de misseis e morteiros a torto e a direito sem qualquer sinal de reação dos inimigos. Essa é a tal guerra injusta que o jogo tinha prometido e não posso dizer que não gostei.

Depois disso, o foco na matança torna-se menor, você se acostuma com os comandos táticos simples que pode dar para seu time (alvos e reviver) e com a forma como seus companheiros – que, devo dizer, têm uma inteligência artificial quase perfeita já que sempre estão no lugar certo, dificilmente erram seus tiros e nunca te atrapalham – se comportam durante as variadas situações. O shooter então conduz para um caminho interessante: torna completar as missões sem precisar matar ninguém ou se envolver num tiroteio mais divertido que sair em desabalada carreira atirando em tudo o que se mexe. Foi na primeira missão que tentei completar sem nenhuma baixa inimiga que pensei “ok, você tá me ganhando nessa”.

“Ghost Recon: Future Soldier” então foi de um shooter genério para um jogo de tiro onde a grande graça está em não atirar, apesar do arsenal gigantesco que você tem a sua disposição e todos os aparatos tecnológicos da sociedade futura em que a história se passa e te incentivam a isso. Arsenal este que pode ser muito bem aproveitado durante os desafios táticos, uma série de objetivos a se completar em cada uma das missões que aumentam o fator replay do jogo.

Mas se sua vontade ainda é atirar, pode apelar para o multiplayer do jogo. Sendo, de fato, o ponto alto do título, o cooperativo online ajuda a melhorar a experiência do modo história, apesar de infelizmente não ajudar muito a inteligência artificial dos inimigos, que continuam parecendo tão estúpidos quanto são quando você joga sozinho, o que por sua vez também estraga a experiência do jogo já que de nada adianta toda essa tática quando ela não sofre desafios. O mesmo pode-se dizer do modo Guerrilla, que segue a tendência criada pelo modo Horde de Gears of War. No entanto, a inteligência artificial deficiente e a falta de suavidade na mira prejudicam um pouco a experiência nesse modo de jogo.

O modo competitivo é extremamente competente no que se propõe; oferecer uma jogabilidade semelhante à do história, mas com o sistema de pontos e experiência comumente vistos nos multiplayers dessa geração e algumas características a mais.

Há quatro tipos de partidas: Conflito, Isca, Sabotagem e Cerco. Cada uma tem uma proposta completamente diferente das outras, assim como a série de objetivos que oferece. O time precisa cumprir esses objetivos para conseguir pontos e ganhar a sessão de jogo, só que durante isso, uma série de objetivos secundários são apresentados com o objetivo puro e simples de incentivar o trabalho em equipe.

Coisas como cobrir um companheiro durante o tiroteio, ou protegê-lo, ou mesmo escoltar o companheiro quando ele está com um item importante. Tudo isso é muito bem pensado e executado em prol da diversão.

Mas sabe o ditado de que “a primeira impressão é a que fica”? Pois é, em muitos pontos, ele foi confirmado. Se chegassem me dizendo que “Ghost Recon: Future Soldier” foi lançado em 2006, eu responderia quase que instantaneamente que o jogo envelheceu muito mal visualmente, que dirá para um título lançado em 2011. As texturas são bem trabalhadas sim, os cenários são muito bonitos, as animações ganham o posto de ponto alto e o design dos personagens é interessante, mas quando chegamos em momentos de cutscenes, as expressões faciais e texturas da pele chegam a dar desconforto, o rosto dos personagens não parece ter nenhum músculo e a animação labial é esquisita.

Isso para não dizer o já mencionado fato de que as pessoas levam tiros, mas não têm nenhum buraco de bala pelo corpo como resultado. O controle de mira duro que custa a acostumar é outro ponto negativo, assim como o tempo de espera exagerado para conseguir encontrar partidas randomicas online para jogar tanto o cooperativo quanto o Guerrilla, mas é compreensível se levar em consideração o fato do objetivo destes dois modos ser te fazer jogar com os amigos ao invés de desconhecidos. E não posso esquecer dos erros de tradução e digitação nas legendas localizadas para o Brasil, porque chamar um lança-granadas de “rojão” ainda é difícil de aceitar.

“Ghost Recon: Future Soldier” mudou completamente minha impressão inicial com algumas horas a mais de jogatina. Me levou até a pensar quantos outros jogos subestimei nas primeiras horas e acabei descartando, perdendo a oportunidade de ter jogado um título muito bom porque ele teve um início ruim. Na entrevista que o produtor Tommy Jacob deu à ultima edição da revista EGM, ele disse que o objetivo com este jogo era a de preencher um vazio no gênero dos shooters de guerra oferecendo uma experiência diferente onde, se um Ghost disparasse um tiro, parte de seu objetivo estaria comprometido. Bom, devo dizer que ele chegou bem perto de conseguir.

Plataformas: XBOX 360 / PS3 / PC
Produção: Ubisoft
Desenvolvimento: Ubisoft Redstorm

Gráficos: 6,5
Sons: 9,5
Replay: 9
Jogabilidade: 7
Diversão: 9

NOTA FINAL: 8,5

 

Pop/Games

Rihanna e Jim Parson,de Big Bang Theory juntos em animação

21 de junho de 2012 0

Depois de estrelar os filmes “Battleship – A Batalha dos Mares” e “The End of the World”, Rihanna assinou contrato com a DreamWorks para produzir um curta de animação.

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O filme é uma adaptação de “The True Meaning of Smekday”, um livro infantil do ilustrador americano Adam Rex, e vai contar também com a participação do ator Jim Parsons, ganhador de um Emmy por seu personagem na série The Big Bang Theory.

O curta tem data prevista para estrear no final de 2014 com o título “Happy Smekday!”. O livro conta a história de um alienígena que invade a Terra para usar o planeta como esconderijo e aprende tudo sobre os seres humanos com um adolescente.