Nos últimos anos, o custo de produção de grandes jogos têm custado progressivamente mais, ao ponto de terem criado uma categoria especial para aqueles que precisam de grandes equipes: os jogos AAA. Esta etiqueta, no entanto, parece ser pouco diante da notícia do Los Angeles Times de que o recém-lançado MMO “Star Wars: The Old Republic”, com seus 6 anos de desenvolvimento, já alcançou a marca dos 200 milhões de dólares, e ainda promete gastar rios de dinheiro com a manutenção dos servidores e desenvolvimento de expansões.

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Alguns detalhes são particularmente chocantes nas dimensões: “A narrativa é tão grande que os escritores criaram uma ‘bíblia’ de 1.000 páginas para manter os detalhes acertados. (...) No quartel do desenvolvedor de jogos BioWare em Austin, mais de 400 designers, programadores, escritores e artistas se imergiram no universo imaginado de Star Wars, rodeados de mapas do planeta de gelo Hoth, designs de armaduras para caçadores de recompensas e até mesmo uma previsão do tempo de cinco dias para o planeta-natal da princesa Leia, Alderaan.
Criado num armazém de 5.600 metros quadrados, o jogo teve participação de empresas em países variados, passando por terras como Russia, Estonia e até a China. Com mais de 4.000 personagens dublados, as gravações exigiram estúdios na Inglaterra, Alemanha e França, e cada versão das 1.600 horas de campanha exigiu mais de 300 atores para interpretá-las.
Com todos esses números, não fica difícil entender por que muitos analistas especulam sobre o preço final de “Star Wars: The Old Republic”, imaginando se ele ultrapassará os 300 milhões de dólares de “Titanic”. Com o custo adicional de “dezenas de milhões de dólares” em manutenção e expansões, ele pode até ultrapassado “Avatar”, um dia, e a marca dos 500 milhões de dólares. Seria a última vitória sobre a decadente indústria de Holywood.