1º Uruguaiana é longe pra caramba, mas a beleza da estrada tando no pôr quanto no nascer do sol, vale cada quilômetro.
2º Festa com a parceria de talentosos amigos no palco é muito divertido de se fazer.
3º Tem coisas que acontecem em viagens que te fazem passar mal de tanto rir e, só faz sentido para quem viveu isso no momento, uma espécie de código cômico que une as parcerias de uma aventura como a deste último final de semana.
4º O projeto solo do, agora, showman Pedrinho Filho é uma estupidez de bom. Sensacional, fiquei com a sensação de que é a mais pura expressão da multipolaridade do aritsta. O cara destrói no palco.
5º O tal de Rafa Brandão é ótimo DeJota, o uruguaio está cada vez melhor nas escolhas musicais à cada edição do Circuito Atlântida.
6º O Fabiano Oliveira é o cara que melhor lê o sistema de uma festa. Como se tivesse um roteiro na cabeça, sabe conduzir a ordem e a desordem programada de uma forma única. Sem falar que é um excelente dançarino de Tchu Tcha Tcha.
7º Tudo isso faz parte de um projeto chamado Circuito Atlântida que sem exagero nenhum, tenho muito orgulho e prazer em fazer parte.
8º Qual é o próximo destino? Alô São Borja, Quaraí, Itaqui, Artigas, Libres, Montevideo, Buenos Aires? hehehehehe
O final de semana reserva grandes emoções no futebol de Santa Maria. A dupla Rio-Nal entra em campo para o segundo clássico do ano, em partida válida pela divisão de acesso do campeonato gaúcho série B.
A partida está confirmada para sábado, dia 5, às 15:30h, no estádio dos Eucaliptos, casa do periquito.
Mas antes dessa partida, um outro jogo, que já virou clássico, fará a abertura do sábado futebolístico na cidade. O Preliminar Atlântida, reúne, pela segunda vez, ouvintes torcedores da dupla RioNal entram em campo para enfrentar o time de boleiros da rádio Atlântida. Na primeira partida, realizada dia 4 de março, no estádio presidente Vargas, o time da rádio venceu por 2 x 1, em uma partida que rendeu boas risadas e pouco futebol.
Pra você que está a fim de vestir a camiseta e calçar as chuteiras pra participar desse clássico, é muito fácil: Mande um e-mail para o santamaria@atlantida.com.br e coloque seu nome completo, telefone, idade, posição que costuma jogar e informe se é torcedor do Internacional ou do Riograndense.
Depois disso é barbada, cruze os dedos e comece a torcer pra ser um dos escalados para essa partida.
A convocação do time dos ouvintes será divulgada na quinta-feira, durante a programação da Atlântida.
Sem dúvida os argentinos não vivem só de tango. Os hermanos tem um conhecido viés rock and roll e essa identificação se eleva ainda mais se o assunto for um certo quarteto de Liverpool.
A prova disso é que em Buenos Aires você encontra um “Cavern Club”, famosa casa que abrigou os garotos do fabfour no começo da carreira e, por consequência o prato dia, todos os dias, nos mais variados lugares na Argentina é - The Beatles -.
E foi na “capital federal” que surgiu uma banda que vai espalhando “o espírito dos Beatles” pelos palcos da América do Sul. Estou falando dos argentinos da banda “The Beetles”.
Fran Desalvo, Joel Parodi, Nino Zalazar e Federico Ramondi, respectivamente John Lennon, Paul McCartney, George Harrisson e Ringo Starr, desembarcam em Santa Maria no próximo dia 27 de abril para reviver toda a onda beatlemaníaca no aniversário de dois anos do Muzeo Pub.
O grupo foi formado em 2008 em Buenos Aires depois de um concurso em que se elegeu entre todos os covers de Beatles, aqueles que melhor interpretavam individualmente o quarteto.
- Daí falamos que já nos conhecíamos dos palcos argentinos e fomos eleitos os melhores intérpretes, porque não montar uma super banda cover? - Revela Nino Zalazar.
Assim surge os The Beetles, uma banda com um nome que ao ser pronunciado é igual aos originais. E não é só no nome a semelhança, mas na sonoridade existe a busca intensa pela maior aproximação com banda de Liverpool.
Os argentinos se apresentam usando equipamentos originais e alguns restaurados da década de 1960. Todos modelos idênticos aos instrumentos usados pelos Beatles.
Destacam-se os amplificadores Vox AC 30, uma bateria Ludwig e um baixo Hofner entre vários outros como os figurino. Os quatro garotos de Buenos Aires usam roupas que recriam momentos na história dos Beatles. Por exemplo, o show no Washington Coliseum em fevereiro de 1964, que foi a primeira apresentação nos Estados Unidos. O figurino argentino conta também com as roupas do último show, em 1969, no telhado da Apple Studios em Londres.
- Fomos adquirindo tudo aos poucos. A maioria foi pelo Ebay, outros via colecionadores e viagens que fizemos. Alguns instrumentos tivemos que restaurar, como a Les Paul vermelha de George. Ela foi toda repintada porque estava muito estragada, assim nos tornamos numa espécie de museu itinerante. - Conta Nino, o dono da Les Paul em questão.
Em 2010 à convite da RBS TV a banda argentina foi até Porto Alegre para participar da divulgação do show de Paul McCartney que faria um show memorável no Beira Rio. A expectativa por um encontro entre o original e os cover foi bastante grande. O George Harrisson argentino lembra.
- Tomamos café com a banda de Paul, foi muito engraçado. No fim, quase à caminho para o estádio Paul apareceu, nos abanou e assinou no baixo Hofner de Joel e na minha camisa da Argentina (risos). Ele neste momento nos disse que havia visto nossa entrevista no Jornal do Almoço e que nosso trabalho é um dos melhores que ele já tinha visto no mundo.- Conta com orgulho o músico.
A essência da banda de maior relevância na história da música, que apenas em dez anos de carreira transformou o mundo da cultura pop em antes e depois deles, vai ser o tom do aniversário do Muzeo Pub. Enfim a casa da Bozano vai ser por um dia o Cavern Club brasileiro.
Serviço do show.
Onde: Muzeo Pub, rua Dr. Bozano 565.
Dia: 27/04/2012 - Sexta feira.
Ingressos: 1ºLote R$30, 2ºLote R$35 e na hora R$40.
Ponto de venda: Loja Tevah no Royal Plazza Shopping.
Preocupante. Essa é a definição para o estado de saúde de Robin Gibb.
O cantor dos Bee Gees, pode ter desenvolvido uma pneumonia após se recuperar de uma cirurgia no intestino feita no final de março. Segundo fontes do jornal britânico The Sun, a família de Robin se encontra em uma clínica de Londres para ficarem perto do músico. O irmão mais velho, o também Bee Gees, Barry Gibb, assim como o filho Stephen teriam saído dos Estados Unidos para também estar em família neste momento de preocupação.
Ainda segundo uma fonte, a família teme que esta possa ser a última vez na presença de Robin.
- Sua recuperação e determinação têm sido incríveis, mas houve uma mudança para pior -. Diz a publicação.
Robin Gibb, 62 anos, passou recentemente por uma cirurgia no intestino, como parte de sua batalha contra um câncer no cólon e no fígado. Mas os boletins médicos deram conta ao longo do ano passado que o processo de recuperação estava em sucesso.
Integrante de uma das bandas de maior sucesso no mundo da música. Ao lado dos irmãos Barry e de seu gêmeo Maurice (morto em 2003). Os Bee Gees venderam mais de 250 milhôes de discos, 9 Grammy e mais uma lista gigantesca de prêmios.
Dono de um talento enorme, Robin, sem dúvida nenhuma tem neste momento toda a força dos milhares de fãs espalhados por todos os cantos do planeta.
Começa amanhã a edição brasileira de um dos maiores festivais do mundo. Lollapalooza liga os amplificadores a partir do meio dia deste sábado.
Não há muito o que falar sobre um evento do porte do Lolla. É como o Rock in Rio e o Planeta Atlântida, por mais que você queira descrever as sensações, a vibe... Só vai entender toda a mágica quem sentir na pele a sensação de um evento assim.
O Lollapalooza chega aos vinte e um anos, criado em 1991cantor do Jane's Addiction, Perry Farrell, como uma turnê de despedida para sua banda, o Lollapalooza aconteceu até o ano de 1997 e foi revivido em 2003.
Depois de percorrer inúmeros lugares envolvendo milhares de fãs e milhões de dólares o Lollapalooza chega ao Brasil. O palco, nada mais justo, que a cidade mais “endinheirada” do país. O Jockey Clube de São Paulo vai sediar os dois dias de portento musical.
Se você não vai poder assistir de perto o gigantesco casting do festival, restará uma alternativa. O canal da Globosat, Multishow, transmite o evento ao longo dos dois dias. Na TV a partir das 14h e na web desde o meio dia.
Enquanto isso dê uma espiada nos clipes de algumas das atrações.
O mundo da música dá adeus nesta quinta feira ao homem que amplificou o barulho.
Jim Marshall, morreu nesta quinta feira aos 88 anos e a notícia foi confirmada pelo site oficial da empresa. A causa da morte não foi revelada. O nome Marshall se confude com a história do rock. Devido o trabalho pioneiro em amplificadores de guitarra utilizados por alguns dos maiores nomes do velho e bom rock and roll.
- É com profundo pesar que anunciamos o falecimento do nosso amado fundador e líder nos últimos 50 anos, Jim Marshall-. Informa um comunicado no site de sua empresa.
Nascido em Londres em 1923, Marshall começou como baterista antes de entrar no ramo dos negócios e criar a Marshall Amplification em 1962.
Por volta de 1960, o jovem Pete Townshend, que mais tarde foi guitarrista do The Who, sugeriu a Marshall que ele expandisse sua loja de música para vender guitarras e amplificadores, assim como baterias.
De acordo com uma entrevista que Marshall deu há vários anos, a loja de Londres rapidamente se transformou em uma "troca de trabalho de rock and roll", e Marshall contratou um engenheiro de uma gravadora para ajudá-lo a construir protótipos de amplificadores.
Em 1984, Marshall foi condecorado pela rainha com o título "Queens Award for Export", uma honra concedida em reconhecimento por seu trabalho como empresário e grande exportador. Desde que a companhia foi fundada há 50 anos, a Marshall tornou-se um dos nomes mais conhecidos pelos roqueiros.
Os amplificadores que Jim criou se tornaram essenciais na vida dos músicos, símbolo de qualidade em palcos pelo mundo afora. Recentemente a empresa consolidou a marca como objeto de desejo de muita gente. Lançando o seu frezzer.
Jim Marshall, sem nenhum clichê, vai embora e deixa um legado gigantesco. É mais um cara que mudou o modo como vivemos e vivenciamos alguma coisa, no caso a música ao vivo.
Adeus Jim!
Essas conversas rolam muito por aqui. Muito rádio e rock and roll são as pautas. E nesses momentos muitas ideias legais e troca de informações do mundo da música são levantadas.
Ontem postei aqui noBlog da Atlântida sobre o projeto de montar uma banda com os filhos dos quatro Beatles. Pois, hoje, num bate papo com o meu amigo Marcio Grings, da rádio Itapema FM surgiu mais uma coisa boa (ao menos para mim).O especialista em música e comunicador da rádio vizinha (pra nós da Atlântida) comentou sobre o assunto do post e me apresentou uma banda chamada Fistful of Mercy.
O por quê disso é que um dos caras que toca nessa banda é o filho (idêntico) do ex-Beatle, George Harrisson. Ontem escrevi que o talento de Dhani Harrisson é tão notável quanto a sua semelhança física com o pai.
Abaixo podemos ouvir o single da banda do cara. Que ainda tem a companhia de Ben Harper, Joseph Arthur e do baterista Jim Keltner (no álbum gravado). É preciso mencionar que Keltner foi o responsável pelas baquetas em bandas que tocaram com Bob Dylan e com o próprio George Harrisson.
Esse som está no álbum “As I call you down”, lançado no último trimestre de 2010. Um ótimo disco que mostra todo o talento do filho do velho George.
- O trabalho resultou numa bela mistura de folk, pop, harmomias vocais a lá Crosby, Stills & Nash e um certo clima retrô que agrada em cheio a saudosistas como eu-. Publicou Grings, sobre o disco, em seu blog.
Pra mim, Dhani Harrison mostra capacidade musical suficiente de deixar carregar em todos os momentos o complemento “filho de George” em seu nome.
Já pensou em ver juntos em um mesmo palco um McCartney, um Lennon, um Harrisson e um Starr? Seria no mínimo interessante. Seria a volta aos palcos do Beatles? Não. Mas o surgimento de uma banda formada pelos herdeiros de cada um dos “fabfour”.
A ideia vem de James McCartney, filho de 34 anos Paul McCartney. O músico quer formar uma banda com os filhos dos outros ex-beatles. Segundo ele, o projeto de reunir um segundo quarteto de Liverpool já foi discutido várias vezes.
Mas antes disso, James precisaria convencer os demais filhos de Beatles. Até agora a projeção tem sido boa. Sean Lennon, filho de John, seria a favor da ideia, assim como Dhani Harrison, filho do guitarrista George.
Agora, Zak Starkey, filho do baterista Ringo Starr não parece estar muito disposto a participar do projeto. Cá pra nós, puxou bem ao pai.
- Não acho que Zak queira entrar no projeto-. Disse James McCartney em entrevista à rede britânica BBC.
O jovem MacCa não desanima com a negativa, até aqui, do filho de Ringo. Ele ainda aposta na adesão do outro irmão, Jason.
Experiência no mundo da música os caras tem. Na bateria, se Zak Starkey assumir o posto oficial a tal banda teria nas baquetas não só o filho de Ringo Starr, mas um baterista que aprendeu a tocar com Keith Moon (só o velho Keith), do The Who, diga -se de passagem que é no próprio Who que ele toca em algumas sessões e por vezes participou dos shows do Oasis, com os exigentes irmãos Gallagher.
James McCartney manda muito bem no violão e é atração seguida no famoso "The Cavern", o pub que abrigou a banda do pai no começo da carreira.
Sean Lennon é o filho mais novo de John e tem como principal atributo uma excelente capacidade de vocal, boa afinação e tem como padrinho o músico de carreira solo de maior sucesso na história da Billboard, Sir Elton John.
E para fechar, Dhani Harrison, que não herdou apenas o talento do pai, mas a fisionomia é impressionante. Até mesmo Paul McCartney já comentou em entrevistas que ao ver Dhani no palco com um violão é fácil rever George como jovem Beatle.
Se vai rolar esse projeto não está certo ainda. Está mais perto de acontecer do que todas as vezes em que se noticiou esta possibilidade. Agora é esperar que aconteça, funcione e superem a pressão (dos fãs, da imprensa e deles mesmo) de ser os novos Beatles. O que vamos combinar, é uma pressão e tanto. Talvez a pegada ideal seja a de "não ser os novos" qualquer coisa, simplesmente uma nova banda absurdamente boa!
Todo verão tem seu fim. E é com a sensação de frustração que podemos receber a notícia de que uma das boas bandas de rock atual acabou.
A banda australiana Jet, conhecida pela música "Are You Gonna Be My Girl", anunciou seu fim na última semana. Em comunicado no site oficial dos caras, uma despedida séria, agradecendo aos fãs e com tom pra lá de sisudo.
- Depois de muitos anos de sucesso de composições, gravações e fazendo turnês, queremos anunciar a nossa separação como um grupo-. Escreveram os integrantes.
A pegada um tanto melancólica segue no comunicado.
- Dos muitos bares, teatros, estádios e festivais em todo o mundo foram os fãs que fizeram a nossa íncrivel história possível e queremos agradecer a todos. Obrigado e boa noite-. Encerram o aviso de fim da banda.
A banda australiana surgiu 2001 e era integrada por Nic e Chris Cester, Cameron Muncey e Mark Wilson, o Jet lançou três álbuns de estúdio. Destaque para o primeiro disco, “Get Born”, que alavancou o nome da banda e fez o grupo conquistar prestígio de outros músicos consagrados como Oasis e atém mesmo os Rolling Stones.
A banda se foi, mas a obra vai ficar. E dois bons exemplos estão nas canções abaixo.
Faz cinco anos que a gente liga o rádio na mesma hora e com a mesma certeza: Lá vem uma nora de boas gargalhadas. Os caras mais animados, irreverentes e polêmicos do rádio brasileiro completam meia década de Pretinho Básico.
Assim como hoje, era uma segunda feira. Na época o coordenador da rádio aqui em Santa Maria era o Xandi, e ele recebeu a notícia que na segunda teríamos um novo programa na grade.
Depois de mais de dez anos o Fetter“voltava pra casa” e trazia junto com ele Cagê e Mauricio Amaral. Juntaram-se ao time Porã e Potter, este último que naquela época fazia só o quadro bola nas costas.
De lá pra uma história que se completa e renova a cada dia, a entrada do Pi e do Piangers, entre tantos outros momentos especiais. E Santa Maria está muito ligada a tudo isso. As várias baladas do pretinho aqui na região, todas elas lotadas e cheias de alegria, as vindas solo dos caras, e agora, pra nosso orgulho, temos um representante lá: Pedro Smaniotto e seus personagens caíram como uma luva no programa que já era sucesso absoluto.
Pra comemorar essa história, hoje às 13h a Atlântida reprisa a primeira edição do programa.
Oportunidade legal pra quem não conseguiu ouvir na ocasião saber como foi e, também, pra quem ouviu e quer matar a saudade de como tudo começou.
É o blog da Atlântida. Notícias sobre bandas novas, sejam elas aqui de Santa Maria ou até mesmo da Austrália. O site terá também dicas de livros, filmes, CDs, tudo que seja de consumo da galera. Você também confere a agenda com a pauta dos programas locais e a divulgação de promoções