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Dani Calabresa sabia das 'puladas de cerca' de Marcelo Adnet

10 de novembro de 2014 16

Adnet e Dani/reprodução

O assunto mais comentado nas redes sociais no final de semana foi sem dúvida a traição de Marcelo Adnet.

O cara que saiu na noite carioca na semana passada, pegou sem vergonha uma lôra gaúcha, foi pro cantinho e achou que não iria acontecer nada, se deu mal.

Adnet /reprodução

Até a mãe saiu em defesa do rebento e foi esculachada na mídia por ter defendido o filhote:

“É uma invasão de privacidade profundamente desrespeitosa, ofensiva, humilhante e degradante”, disse a Dona Regina.

O comediante também não foi perdoado quando disse no Twitter que se arrependeu de ter feito aquilo com a Dani, a mulher mais importante da vida dele.

Dani calabresa, que foi humilhada publicamente, já havia sido avisada das ‘puladas de cerca do marido’, mas não dava ouvidos aos boatos, ou verdades.

Dani/reprodução
Adnet vem traindo a apresentadora há algum tempo. O casal mantém um relacionamento à distância por conta dos projetos profissionais.

Contratado da Globo, o artista mora no Rio de Janeiro, enquanto Dani continua vivendo em São Paulo. Aguardamos os próximos capítulos.

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kenia_casagrande

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comentários

Comentários (16)

  • Augusto diz: 10 de novembro de 2014

    Nada pode ser mais brochante do que a monogamia. Isso sim é a negação da natureza humana. Poligamia rules!

  • Bruno diz: 10 de novembro de 2014

    Ué simples, então fique com uma pessoa que aceite a condição da poligamia! Os meios não justificam os fins.

  • Augusto diz: 10 de novembro de 2014

    Nunca falei de imperativos categóricos, Bruno. Só sobre a natureza humana.
    Desde que o mundo é mundo, a libido desconhece regramentos culturais. Pode-se até manter-se afastado do comportamento natural, porém é um distanciamento opressivo e artificial, forçado por uma série de circunstâncias sociais, religiosas, sociais, econômicas, etc. A própria saúde genética está ligada à variação. Antropologicamente falando, a forma mais bizarra de parceria sexual é a monogamia.

  • May diz: 10 de novembro de 2014

    Augusto então vamo ser namorados quero te enche de corno até tua cabeça capenga! Adoro homens que adoram ser chamados de cornos ambulantes!!

    #vemnimimboimanso!

  • Lafa diz: 10 de novembro de 2014

    Augusto, é da natureza humana usar sapatos? Usar Ipod, internet? é da natureza humana dirigir? jogar basebol? é da natureza humana tocar instrumentos músicais? é da natureza humana usar calças? faze-mos milhares de coisas que não são partes de nossos instintos naturais, aliais algo que eu posso dizer realmente sobre a natureza humana é que nós não somos muito conhecidos por agir por nossos instintos naturais, e sim pela razão. (ou quase isso) Então tudo bem que a Libido não respeite regras sociais. A parte racional de nosso cérebro respeita. E isso é o que mais importa. Agora quanto a poligamia, se ela for consensual entre o casal tudo bem, todos direito de viver a sua vida do jeito que melhor se entendam, porem quando isso não é consensual, é uma canalhice.

  • Lafa diz: 10 de novembro de 2014

    Deve haver algum motivo muito sério por traz da monogamia pra ela ter persistido por tanto tempo na história da humanidade. Algo maior do que religião e regras sociais, caso contrario no mundo liberalista no qual vivemos hoje em dia, a monogamia já teria sido extinguido.

  • Luana diz: 10 de novembro de 2014

    Meu pai tem uma casa de swing em Poa ao qual vejo que tem um público que funciona assim:
    Casais com casais, casais com solteiros, casal com ela. Eles escolhem pessoas para se relacionar amigavelmente e sexualmente fora do relacionamento do casal e chamam isso de poliamor. Existe redes sociais (aff, é terrível) ao qual compatilham seu “poliamor” através de fotos e e eventos. Entretanto para resumir o relacionamento aberto está em alta um público que atua fora dos padrões que a história da vida humana impôs aos seres humanos.

  • kau diz: 10 de novembro de 2014

    Esse Augusto ta precisando bater c chifre na porta pra ver se é legal poligamia ;)

  • Dani diz: 10 de novembro de 2014

    Kkkkk…. Boa May!… Kkkkkk

  • Augusto diz: 11 de novembro de 2014

    hehe, May…nunca me importei em usar guampa. Aliás, eu só me importo é em furunfar com todas as mulheres que me atraiam. A vida é breve e eu sinceramente não perco tempo choramingando os possíveis e prováveis chifres que recebo. Essa é outra grande vantagem em ser desapegado de certos tabus bobos. Sou um hedonista nato.

  • Augusto diz: 11 de novembro de 2014

    “Deve haver algum motivo muito sério por traz da monogamia pra ela ter persistido por tanto tempo na história da humanidade. Algo maior do que religião e regras sociais, caso contrario no mundo liberalista no qual vivemos hoje em dia, a monogamia já teria sido extinguido.”

    Um só motivo, não. Vários. Isso prova que o ser humano é capaz de esconder o seu real comportamento sob várias mentiras.
    A monogamia é nada mais do que a manifestação do apego à propriedade privada e ao egocentrismo desvairado.

  • Bruno diz: 11 de novembro de 2014

    Florear a resposta, não ajuda muito.
    Lafa disse muito bem, quem hoje pode nos afirmar o que é natural do instinto humano e o que não é? Atualmente somos afetados sim, por muitos meios: religiões, culturais, sociais, economicos, etc. O que não quer dizer que o correto é seguir “o instinto humano” da qual se tem referencia, para afirmar que não estamos sendo oprimidos pelos bons costumes. Ora, se levarmos em consideração que para algumas culturas já foi normal o envolvimento com jovens e até com crianças, quer dizer que vamos agir desta forma para ir contra a “opressão” da sociedade moderna, por exemplo? Aí provavelmente você vai dizer um não categórico! Claro, isso são conceitos já quebrados por bons motivos.

    Também concordo plenamente que cada individuo e/ou casal decidam a melhor maneira de se relacionar, seja com mono, poli, maxi amor. Desde que ambos estejam acordados sobre o trato, fora isso, é uma grande falta de consideração e sobretudo respeito com qualquer individuo. O amor seja ele da maneira que for, envolve doação, dedicação e respeito.
    Logo seria egocentrismo desvairado também, agirmos apenas ao deleite do próprio desejo instintivo, carnal ou como quiser chamar e passarmos sobre o sentir da pessoa na qual se compartilha uma vida.

  • Bruno diz: 11 de novembro de 2014

    ah natureza humana, natureza humana. Por que é da natureza humana quer dizer que é certo? Me poupe!

  • Max diz: 12 de novembro de 2014

    Augusto corninho.

  • Augusto diz: 12 de novembro de 2014

    Todos temos cornos, Max. Só que alguns não sabem…ou fazem de conta que não têm.

  • Augusto diz: 12 de novembro de 2014

    Bruno…eu nunca me preocupei em adjetivar como certa ou errada a natureza humana. Apenas observo a natureza e a descrevo sem interesse de juízo qualitativo.

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