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Posts do dia 9 julho 2013

Nutricionista dá dicas de como comer sushi e sashimi sem comprometer a dieta

09 de julho de 2013 7


Foto: Divulgação

Até que ponto o sushi e o sashimi são saudáveis? A nutricionista Ana Carolina Bragança, da Clínica Nutrissoma, desvenda os benefícios dos queridinhos da culinária japonesa.

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Se consumirmos em quantidades comedidas de arroz e de shoyo, nas versões não fritas ou defumadas, o sushi e o sashimi podem ser bons aliados da saúde. Também podem ser combinados com a saladinha oriental.

Confira:


Foto: Brava Sushi

Salmão, atum, peixe branco – Contêm grande fonte de proteínas (que são absorvidas com mais facilidade do que outros tipos de carnes), ricos em ômega 3 (responsável por inúmeros benefícios, assim como redução do risco das doenças do coração). Também têm grande presença de ferro, iodo, magnésio, cálcio, fósforo, vitaminas, ácido fólico, fundamentais para o bom funcionamento do organismo. A gordura é insaturada, ou seja, não é prejudicial como a saturada. O salmão é o mais calórico, porém o mais rico em ômega 3.


Foto: Sushi Yuzu

Polvo – Rico em ômega 3, cálcio, fósforo, potássio e selênio, que são antioxidantes. Contém vitamina A, C e do complexo B, mas tem bastante colesterol. Por isso, deve ser consumido com cautela.


Foto: Brava Sushi

Kani - Massa feita de pescados, que leva carne de peixe branco moída, amido de trigo, clara de ovo, açúcar, sal, vinho de arroz, extrato de algas, glutamato monossódico e extrato de caranguejo e corante. Para explicar melhor, costumo chamar de “salsicha sabor caranguejo” só que um pouco mais saudável por conter os nutrientes contido nos peixes.

Peixes, polvos defumados e vegetais em conserva – Levam muito sal e podem causar retenção hídrica, o famoso inchaço.

Arroz – O arroz japonês é branco, polido (é retirada a casca e a película protetora do grão) e, por isso. pobre em vitaminas, isento de fibras e ainda é preparado com açúcar branco, resultando num alimento com alto índice glicêmico, que não promove saciedade.


Foto: Maicon Damasceno

Alga – Fonte de magnésio, importante componente para a formação de energia no organismo, e de iodo, essencial para o bom funcionamento da tireoide. Pouco calórica.


Foto: Edu Cavalcanti

Raiz Forte – Também chamada de wasabi, possui propriedades antibióticas, anti-sépticas, bactericidas, que facilitam a digestão. Não tem calorias.

Shoyo - Em excesso, pode causar retenção hídrica (inchaço), devido ao alto teor de sódio (sal). Optar pela versão light.


Foto: Roni Rigon

Gergelim – Uma das melhores fontes de cálcio, é riquíssimo em gorduras boas, que ajudam a produção de hormônios e também é anti-inflamatório. Entre essas gorduras boas, temos a lecitina, que ajuda ao nosso sistema nervoso. Possui vitamina E, que é antioxidante (previne o envelhecimento precoce), ferro, magnésio e ainda auxilia no funcionamento do intestino.


Foto: Divulgação

Gengibre – É um dos alimentos mais ricos em antioxidantes, além de ser anti-infamatório, facilita a digestão, possui poder termogênico (acelera o metabolismo).

SAIBA MAIS

SUSHI
Se o sushi é saudável ou não, vai depender do tipo e do ingrediente utilizado. Sabe-se que o sushi que veio do Japão é o responsável pela boa forma dos japoneses e esse sushi não tinha  ingredientes diferenciados como cream cheese, maionese, goiabada, manga, chocolate e tampouco era servido na versão empanada que é muito comum aqui no Brasil.
Mas em geral a culinária japonesa é pobre em fibras, vitaminas e minerais, embora contenha menos gordura saturada do que alimentos que incluem frango e carne vermelha.


Foto: Edu Cavalcanti

SASHIMI
O sashimi de salmão e de atum têm uma grande quantidade de ômega 3, responsável por inúmeros benefícios, assim como redução do risco das doenças do coração.
Os peixes crus, assim como o polvo, só devem ser comidos se forem muito frescos. É possível pegar salmonela ou outras formas de intoxicação alimentar se o alimento for mal conservado ou preparado.
Já as mulheres grávidas devem ficar longe de qualquer alimento que não tenham sido muito bem cozidos ou assados, assim como sushis e sashimis. Isso acontece porque durante a gestação, ocorre uma diminuição da imunidade natural, podendo deixar a mulher suscetível à doenças causadas por vírus e bactérias, muito comum em alimentos crus.

O que devemos evitar?
Outro ingrediente que pode comprometer o valor calórico do sushi, é o cream cheese e a maionese, que são ricos em gordura saturada, e os empanados, que por serem uma preparação frita, também são ricos em calorias e gordura saturada, que aumentam o risco de doenças do coração.