Cinco Vezes Brasileirão: detalhes dos títulos da dupla Gre-Nal no Campeonato Brasileiro
23 de maio de 2012 11Você torcedor gremista lembra onde estava nos dois títulos brasileiros do Grêmio? E você colorado, tem alguma história pra contar sobre as três conquistas coloradas na década de 70? Os cinco títulos da dupla GRE-NAL serão contados de uma forma diferente, por aqueles que participaram de cada uma destas conquistas. E você torcedor, vai ajudar a reconstituir essa história.
Você pode participar, enviando sua história. Onde você estava quando aconteceram os títulos do seu time? Você pode contribuir enviando fotos dos momentos, ou apenas uma breve descrição. Não esqueça de se identificar.
Vem aí 5 vezes brasileirão, aguarde!!!


1996 Guri com apenas 10 anos eu estava em casa nervoso vendo meu pai escutar aquela partida, quando resolvi sair e ao passar por um bar no calçadão de Bagé que mostrava o jogo na tv parei para olhar bem na hora que o Airton fez aquele gol. Foi mutio emocionante, saí gritando pelas ruas aqui da Rainha da Fronteira e de pequeno mostrei o amor que já sentia pelo Tricolor Imortal dos Pampas - Grêmio
Quando fomos bi campeões do Brasileirão em 96... estava no monumental. aliás meu primeiro jogo no Olímpico, já que sou do interior e não vinha muito a Porto Alegre. Posso garantir que fui muito pé quente, comecei festejando um título tão importante. Precisavamos fazer 2 gols e um saiu logo no início do jogo e depois veio a tortura, a bola não entrava. Não desanimei em nenhum momento e no segundo gol senti meu coração saindo pela boca. Hoje sou sócia e vou a todos os jogos. Mas a emoção ainda é a mesma.
Quando o Grêmio ganhou seu primeiro Brasileirão, eu ainda não havia nascido! Quando ganhou o segundo, em 96, eu tinha apenas um ano! Que honra logo com um ano o Grêmio homenagear meu nascimento com um título importante como esse!
1996, estava dentro do Olímpico, na geral junto a grande área onde o Ailton fez o gol do titulo. Lembro que não tinha mais forças para gritar, mas não havia desistido, pois aquele time nos ensinou a desistir somente depois do apito final. Depois do gol foi festa generalizada, acabei indo a pé do estádio ao centro de Porto Alegre, comemorando. Na quele dia meu pai estava viajando e o avião em que estava sobrevoou o estádio e ele tirou uma foto, sem saber que seu filho estava no meio da multidão azul, preto e branco. Tenho a foto lá em casa.
No dia 20 de dezembro de 1979, eu tinha 9 anos e assisti a conquista pela TV, o dia em que o Colorado levantou a taça de Campeão Brasileiro pela terceira vez. Minha família é gremista, eu sou a "ovelha negra" lá de casa. Imagine o que era ser torcedor do Inter (ainda mais uma criança!) naquela saudosa segunda metade dos anos 1970? Lembro que acompanhei todo o campeonato daquele ano pela Gaúcha (ou pela TV). Não perdi nenhum jogo. Nesse dia, apesar de ser gremista, meu pai me levou na passeata. Eu balançava a bandeira com metade do corpo para fora da janela do Fusquinha de Papai, e ele ficava sorrindo o tempo todo! Esse exemplo de como pode (e deve) existir um clima bacana, apesar de posições contrárias na hora de torcer, levei pra vida toda. E meu pai adorava me tocar um flauta. Aquele domingo de dezembro de 1979 nunca saiu da minha cabeça. Ao lado do meu pai gremista, eu era o Coloradinho mais feliz do mundo! Que venha o Tetra.
Em 1981, na 1ª partida estava no Olímpico quando Baltazar errou um pênalti. Depois O Grêmio do saudoso técnico ênio Andrade levou um gol do Seginho Chulapa no final do 1° tempo. Mas no 2° tempo Paulo Izidoro marcou 2 gols e virou a partida para o Grêmio. No final da partida, Baltazar, o artilheiro de Deus declarou: "Deus está reservando algo melhor pra mim". E estava mesmo. Na 2ª partida eu estava em casa assistindo com meu pai e vi o Baltazar matar no peito , e meter lá na gaveta do valdir Peres. Naquela época o São Paulo tinha 7 jogadores na seleção brasileira e ninguém levava fé no Grêmio.
Na conquista de 1996, eu estava no Monumental e assisti a vitória heróica do Tricolor por 2 x 0, com aquele golaço do Aílton aos 38' do 2°T, que tinha recém entrado, à pedido do Dinho . Foi o último jogo que assisti na companhia do meu pai no Olímpico.
Em 15 de dezembro 1996 cheguei ao Monumental por volta das 13hs muito calor na tarde de domingo, jogo mito difícil contra a portuguesa mas sabia-mos que nosso IMORTAL era superior e que iria-mos ganhar aquela partida e como sempre foi muito sofrido, um gol de Paulo Nunes no início e no finalzinho do jogo o gol que nunca irei esquecer de Ailton. GRÊMIO Bicampeão Brasileiro.
EM 3 DE MAIO DE 1981,ERA CRIANÇA E ESCUTAVA NO RÁDIO O GRÊMIO SER CAMPEÃO,JÁ EM 1996,ESTAVA ATRÁS DA GOLEIRA,QUASE EM BAIXO DA TORCIDA DA PORTUGUESA QUE JÁ FAZIA FESTA E GRITAVA É CAMPEÃO,QUANDO AÍLTON ENTROU E FEZ O GOL DO TÍTULO.INESQUECÍVEL MOMENTO GRAVADO NA MEMÓRIA E NO CORAÇÃO.
1981: 10 anos de idade. Assisti o jogo em casa com a família.
1996: Tensão pura do início ao fim do jogo! Eu estava no Olímpico, nas cadeiras, perto da Tribuna de Honra. Quando saiu o 2º gol, havia um senhor passando por trás de mim para sair do estádio. Acho que até hoje ele deve estar tentando entender o que aconteceu e quem o abraçou naquele momento de grande alegria tricolor! Um dia inesquecível! Agora, rumo ao tri!
No Brasileiro de 1981, lembro-me de estarmos todos na sala comemorando o aniversário de 1 ano do meu irmão mais novo, todos na expectativa do jogo, comendo salgadinhos, doces e tomando muito refrigerante, para espantar a ansiedade da fina, na hora do gol gritaria, todo mundo correndo para a rua com copos e doces na mão para festejar o 1 titulo brasileiro do gremio. Já em 1996, fomos eu e o meu irmão mais novo a são paulo, depois de uma derrota por 2x0 para a portuguesa, voltamos em silencio em praticamente toda a viagem, mais certos de que a força do gremio, mais o olimpico lotado, tudo seria revertido. no dia do jogo acordamos cedo, fomos a missa na capela do olimpico e voltamos para casa, almoçamos, colocamos nossas camisas e voltamos para o olimpico a 13:30, pois queriamos bons lugares, mesmo o jogo sendo as 19 horas. o Jogo começou melhor impossive, 1x0 antes de 5 minutos de jogo era tudo o que queriamos, mais durante o resto do jogo foi aquela tensao, até o final, primeiro com o 2 gol que só saiu aos 40 minutos do 2 tempo, e depois até o apito final, pois um gol da portuguesa e tudo iria por agua abaixo, após o apito final. corremos para casa bebemos 2 espumantes e fomos comemorar na goethe até as 5 da manhã. Estas são as minhas historias sobre os 2 titulos brasileiros que tive a sorte de estar presente.
Foi em 1996, fui com meus amigos e levei meu irmão que na época tinha 7 anos, ficamos atras do gol e foi um sofrimento só naquele 2º tempo interminável..mas quando o Ailton fez o gol, o Olímpico veio abaixo e gritávamos de alegria! Foi a melhor sensação que já senti ao comemorar esse gol tão preciso!! Valeu meu Gremio, guerreiro, imortal, por nos proporcionar esta e tantas outras alegrias!!!