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Posts de janeiro 2012

Duas versões de uma capa sobre a seca

31 de janeiro de 2012 0

A capa é a porta de entrada da leitura de um jornal. (Ok, muita gente começa pela contracapa, de trás para a frente, mas ninguém duvida que as principais notícias devem estar na capa.) E se as notícias são iguais para todos os jornais, a capa tem a obrigação de apresentá-las da melhor forma possível para o público ao qual se destina.

No Diário de Santa Maria, temos um desafio de buscar todos os dias uma capa que atraia o leitor de forma singular.

Nem sempre o dia traz as notícias que são grandes novidades, nem sempre elas são ótimas, nem sempre elas são péssimas. Mas o esforço é para que a gente consiga ser verdadeiro, dando a dimensão exata do fato/do assunto, de modo que o leitor se surpreenda, indigne, mobilize, reflita, mas fundamentalmente, compreenda o tema e o contexto em que ocorreu.

O planejamento da capa, aqui no Diário, envolve vários momentos. Nas edições de segunda a sexta, ele é feito na reunião de pauta, às 13h15min, quando todos os editores responsáveis pelas diversas editorias se encontram e compartilham com o grupo o "menu" de notícias que oferecerá no dia seguinte aos leitores. Durante a tarde, diagramação, fotografia e coordenação se reúnem para definir que forma a primeira página do jornal terá.

Estamos sempre em busca de boas ideias, e elas se consolidam em uma reunião de capa que costuma ocorrer no fim da tarde. Aos finais de semana, as capas são trabalhadas desde a segunda-feira anterior.

Uma das boas ideias que surgiram nos últimos dias foi da editora-executiva Fabiana Sparremberger que, intrigada com a quantidade de cidades que estavam em estado de emergência, sugeriu que o mapa da região fosse "pintado" com a padronagem da terra seca (na imagem abaixo ou clique aqui para ver a capa em tamanho maior).

No dia seguinte (infelizmente), reavaliamos o resultado e achamos que a capa necessitava do nome das cidades para ficar menos confusa, mais explicativa. E fizemos um teste (na imagem abaixo ou, para uma melhor visualização, clique aqui para ver a capa em tamanho maior).

Deixe um comentário dizendo qual você prefere.

A triste grande lista do balanço de mortes no trânsito

30 de janeiro de 2012 0

Na foto, o acidente que ocasionou a morte do deputado Chico Gorski, em novembro passado. Foto: Arami Fumaco, especial

Todos os anos, no mês de janeiro, o Diário publica uma reportagem sobre como o trânsito da região se comportou no ano anterior. Acompanhamos durante todo o ano os acidentes com mortes em rodovias e vias urbanas das nossas 36 cidades de cobertura. Nossa intenção, além de fazer um balanço com o número de pessoas que perderam a vida em acidentes, é fazer um alerta para que os motoristas pensem sobre seu comportamento no trânsito.

É graças a esse acompanhamento que conseguimos saber, por exemplo, que o ano de 2011 terminou com 18 mortes a menos do que em 2010.

A reportagem que foi manchete do jornal nesta segunda-feira traz uma novidade em relação aos outros anos, um jeito diferente de apresentar o assunto ao leitor. Diferentemente do que fazíamos em anos anteriores, não publicamos no jornal impresso o resumo de cada acidente. Sempre, um quadro trazia o nome das vítimas, o local do acidente, o veículo onde ela estava e como ocorreu o acidente. Desta vez, esse levantamento mais completo só foi divulgado aqui na versão online do jornal, para quem quiser consultá-la ou tiver interesse sobre um acidente em específico.

A lista (infelizmente) normalmente é enorme, ocupando cerca de duas a três páginas do jornal. Para a reportagem de hoje, traçamos, com base na lista, um perfil das vítimas e dos acidentes. De uma forma clara e com ilustrações, apresentamos ao leitor um perfil dos acidentes com mortes, contendo informações como sexo da vítima, idades das vítimas, cidades da região onde ocorreram os acidentes, tipo de veículos em que as vítimas estavam, dia da semana em que ocorreram os acidentes e também as rodovias.

Por que mudamos?

No nosso entendimento, esse perfil é muito mais interessante para o leitor e uma forma de resumir as 134 histórias.

Acreditamos também que, de posse desse perfil, os motoristas e autoridades podem ter um cenário sobre a rodovia mais perigosa da nossa região - no caso, a BR-287 -, os trechos que merecem atenção, os horários e as cidades em que os acidentes ocorrem.

Traçado o perfil, o Diário foi em busca de especialistas para entender algumas situações gritantes. Por exemplo: nos últimos três anos, os homens são a maioria das vítimas no trânsito. É preciso entender os motivos para que se crie a conscienciência de que é preciso mudar e dar um basta aos acidentes com mortes.

O Diário de Santa Maria espera que chegue um dia em que não haverá mais necessidade de fazer esse tipo de levantamento porque não haverá mais mortes no trânsito nem famílias dilaceradas pela imprudência.

Silvana Silva,
editora de Produção do Diário

Como se faz uma megafoto

25 de janeiro de 2012 0

A leitora Karoline Sales entrou em contato com o blog Bastidores do Diário querendo saber como é a produção de uma megafoto. Vamos explicar, usando como exemplo a megafoto de Santa Maria.

Uma megafoto é formada por várias fotos comuns.

Ela é produzida por um equipamento chamado GigaPan.


Uma máquina fotográfica acoplada a um equipamento GigaPan


Essa ferramenta permite que uma máquina fotográfica comum registre a imagem de uma ampla área. Apoiada num tripé e ao equipamento chamado de GigaPan.


O fotógrafo Fernando Ramos capturando imagens para uma megafoto com o auxílio do equipamento Gigapan


O equipamento possibilita fazer vários registros em sequência. Capturado, esse conjunto de fotos é enviado para Porto Alegre, onde um software junta essa sequência formando um imagem só.

O perfil do leitor do diariosm.com.br

24 de janeiro de 2012 1

Lembram que em outubro passado convidamos leitores e internautas a participarem de uma pesquisa sobre o site do Diário? Pois o resultado dela chegou para a gente no começo de novembro. Com base nas 347 respostas, confira quem é o leitor do diariosm.com.br:

Sexo

Idade

Até 20 anos: 6%

De 20 a 30: 30%

De 30 a 40: 24%

De 40 a 50: 21%

De 50 a 60: 14%

60 e mais: 6%

Profissão

Empregado em empresa privada: 26%

Servidor público: 19%

Estudante: 16%

Aposentado: 8%

Autônomo: 5%

Empresário: 4%

Profissional liberal: 3%

Outros: 20%

Escolaridade

Ensino Fundamental incompleto: 2%

Ensino Fundamental completo: 2%

Ensino Médio incompleto: 6%

Ensino Médio completo: 20%

Ensino Superior incompleto: 32%

Ensino Superior completo: 20%

Pós-graduação/Especialização: 10%

Mestrado/Doutorado: 8%

Renda mensal familiar

Mais de R$ 5.500: 11%

Entre R$ 2.800 e R$ 5.500: 25%

Entre R$ 1.601 e R$ 2.800: 19%

Até R$ 1.600: 28%

Não sabe/prefere não revelar: 17%

A previsão do tempo na contracapa do Diário. Chove ou não chove?

23 de janeiro de 2012 0

Na manhã de sexta-feira, o e-mail do leitor do Diário de Santa Maria recebeu a seguinte pergunta:

"Por que nem sempre as chuvas previstas pelo Diário ocorrem, e em qual instituto meteorológico o jornal se baseia para fornecê-las?"

A pergunta de Irene F. dos Santos (irefesan@gmail.com) fazia todo o sentido. Há duas edições - na quarta e na quinta-feira -, a previsão do tempo do Diário anunciava pancadas de chuva, mas pouca gente as viu. Em tempos de seca, qualquer expectativa frustrada de chuva ganha dimensão bem maior do que em períodos normais.

Com a aprovação da nossa leitora e assinante, repasso aos leitores do blog as explicações sobre a previsão do tempo nas páginas do Diário:

- A previsão do tempo publicada no Diário de Santa Maria é fornecida pela Somar Meteorologia, uma empresa sediada em São Paulo que é referência em precisão nas informações climáticas. A Somar fornece a previsão meteorológica para vários veículos de comunicação no Brasil

- Na edição de quarta-feira passada, a previsão do tempo do Diário trouxe: "Ocorrem pancadas de chuva bastante isoladas no final do dia na região". E realmente foram registradas chuvas na região. A técnica em meteorologia da Somar Tatiana Vieira informa que as precipitações ocorreram mais especificamente, para os lados de Pinhal Grande, conforme apontam os relatórios da Base Aérea de Santa Maria enviados à Somar

- Na edição de quinta-feira, a previsão (que esta reproduzida na imagem acima) trouxe: "O tempo abafado contribui para a condição típica de verão, com pancadas de chuva isoladas e passageiras de fim de tarde em Santa Maria, com baixo volume acumulado". Segundo a Somar, choveu na própria Base Aérea, entre 17h e 18h

- O que costuma ocorrer nestes períodos de estiagem é que as chuvas são realmente bastante isoladas (e não generalizadas). Então, chove am alguns pontos e em outros, não. Foi o que ocorreu entre sexta e ontem, como mostrou bem a reportagem que é manchete de hoje do Diário de Santa Maria

- Como trata-se de previsão do tempo, também corre-se o risco de ela mudar com o decorrer das horas. Não há como ser 100% preciso de um dia para o outro.

A polêmica com a charge

21 de janeiro de 2012 7

Em 3 de janeiro, o Diário publicou uma charge do Elias que levantou polêmica entre os leitores e internautas, principalmente entre professores e estudantes de Educação Física. A charge estava relacionada à reportagem "Busca por moradia começou mais cedo", publicada na mesma edição. A matéria mostrava que a procura por imóveis para alugar em Santa Maria teve início mais cedo este ano em função de o vestibular da UFSM ter ocorrido em dezembro de 2011.

Em linhas gerais, a brincadeira de Elias foi mostrar três imóveis. O "maior" seria oferecido a aprovados em Medicina. O "intermediário", para bixos de Fisioterapia. E os imóveis "menores", para aprovados em Educação Física.

As queixas partiram exclusivamente dos professores e estudantes (ou bixos) de Educação Física. Eles consideraram a charge um desrespeito à profissão. Entre 4 e 19 de janeiro, o Diário recebeu 19 cartas. Dessas, 11 continham críticas. As outras oito cartas e mais quatro artigos enviados nesse período ponderavam que a charge não ofendia os profissionais de Educação Física, mas mostrava a realidade econômica e social em que vivemos.

Em sua carta, o professor de Educação Física Leonardo Fernandes de Souza escreveu:

"(Elias) Foi infeliz ao classificar o tamanho do imóvel conforme os aprovados no vestibular. A casa mais humilde é a dos aprovados em Educação Física. Deixo uma pergunta: será que um acadêmico de Educação Física tem um menor poder aquisitivo do que um acadêmico de Medicina? Enquanto as pessoas pensarem como o Elias, jamais os profissionais de educação física serão valorizados como devem. Algumas pessoas precisam rever seus conceitos."

O estudante de Educação Física Gerri Rosa acrescentou:

"Como o Diário é um jornal de grande circulação e de excelente fonte de informação, admira-me que tenha aprovado essa charge infeliz."


O Diário não censura o trabalho intelectual de seus profissionais, nem a opinião de seus leitores. Confira o que diz o item 4.3 do Guia de Ética e Autorregulamentação Jornalística do Grupo RBS:

"4.3. OPINIÃO

A RBS considera a diversidade de opiniões um de seus patrimônios éticos e define tal pluralidade como parte relevante de seus conteúdos. Todos os profissionais da RBS e os colaboradores externos que emitem opiniões nos veículos da empresa, de forma regular ou não, têm ampla liberdade de manifestação de seus pontos de vista. As fronteiras da opinião são demarcadas por valores éticos e pela responsabilidade individual."


Ao veicular a charge e, posteriormente, publicar também a maioria das cartas, artigos e a última crônica de Orlando Fonseca sobre o assunto (com críticas ou não), o Diário acredita que cumpriu seu papel de informar. Durante quase duas semanas, o jornal deu amplo espaço para as opiniões que chegaram sobre o assunto. Por isso, o jornal considera que o tema esteja esgotado e publica as últimas cartas sobre o assunto na edição deste fim de semana.


Para finalizar, pedimos ao próprio autor da charge, Elias, que escrevesse sobre o assunto. Segue abaixo.


"Um chargista explicar sua charge é o mesmo que o piadista explicar a piada: desonra total. Todo chargista que precisa explicar sua charge deveria cometer haraquiri com o próprio lápis.

No entanto, aceitei ajudar no sepultamento da polêmica sobre a charge que ofendeu profissionais da Educação Física mesmo sendo impossível fazê-lo sem a humilhação de "explicar a piada" e assumir a desonra. Tudo bem: a ter que desonrar a profissão alheia, prefiro desonrar a minha.

Não que eu concorde plenamente com o enterro da questão, pois, para mim, ela ainda respira. Particularmente, penso que ela pode, daqui a alguns dias, ter um espasmo e começar a arranhar o caixão por dentro. Mas, se o tempo é relativo, quem sou eu pra dizer quanto tempo um assunto leva para se exaurir?

"A fila anda", dizem, e todas as coisas devem sair de cena um dia para se abrir lugar para outras, exceto, todos sabemos, a novela das nove, o Programa Silvio Santos e o Big Brother Brasil.

Agora, me permitam convidar, pra ajudar no meu haraquiri, o leitor Bruno Brisolla Ravanello (carta publicada dia 14/01/2012), cujo texto é um dos que melhor traduzem minha intenção com aquela charge:

... "O autor (Elias) apenas mimetiza aquilo que vemos e vivemos em nosso dia a dia. Se essa classe de profissionais foi rebaixada na charge, é porque o autor acredita que isso está errado, e fez o papel dele como crítico da sociedade para chamar a atenção do público"...

Sem mais, obrigado a todos e até a próxima.

Elias"

A charge de 3 de janeiro de 2012

O mercado lucrativo das formaturas no MIX

20 de janeiro de 2012 0

Na cidade universitária, a tão sonhada conquista do canudo vem acompanhada de muito dinheiro, que vai além daquele desembolsado dentro das instituições de ensino. Tanto que diversos setores alavancaram ou mesmo surgiram para atender a essa demanda. A edição da Revista MIX deste final de semana vai mostrar que, em Santa Maria, o mercado de formaturas movimenta milhões de reais durante, pelo menos, seis meses do ano. As duas maiores instituições de Ensino Superior, em termos de alunos, geram mais de R$ 4 milhões anuais.

Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), são realizadas, em média, 130 formaturas por ano, sendo em torno de 4 mil o número de formandos anuais. Se cada uma dessas pessoas desembolsar pelo menos R$ 800 (média de valor gasto para uma colação de grau), são R$ 3,2 milhões somente no ramo de formaturas.

No Centro Universitário Franciscano (Unifra), no ano passado, ocorreram 30 solenidades, que envolveram cerca de 1.130 alunos. A estimativa é de que esses formandos tenham feito girar mais de R$ 900 mil só em 2011. Esses são os gastos somente com as colações de grau, que envolvem ainda outros custos.


Ainda na revista MIX, Francisco Dalcol fala sobre a banda paulista Seu Bené, que lançou clipe nesta semana, e um dos integrantes é o santa-mariense Nenê Vianna. Na Stagione, Andreia Fontana mostra o que quer o novo homem, além de uma linha de produtos feita com erva-mate do Vale do Taquari.

Na Conexão, fotos do Garota Verão Santa Maria/Itaara. Na crônica, J. Bicca Larré conta a história de Orvalino, o homem que não conhecia Jesus Cristo.

E na seção Ideias, o MIX traz um artigo de Maurício Beck, cuja tese de doutorado em Letras pela UFSM ganhou o segundo lugar no 3º Concurso de Tesis da Asociación Latinoamericana de Estudios del Discurso. O artigo aborda o Exército Zapatista de Libertação Nacional.

O frio na barriga

19 de janeiro de 2012 0

Em busca de o máximo de informações para os leitores, muitas vezes, jornalistas fazem coisas fora do comum. Na última segunda-feira, o fotógrafo Ronald Mendes e eu, junto com a equipe da RBS TV, partimos para uma missão aérea com a finalidade mostrar a seca que assola a região por um ângulo diferente. Sobrevoamos o município de Restinga Seca e alguns da Quarta Colônia.

Além da busca pela melhor imagem, a preocupação era com os balanços do avião C-98 Caravan da Base Aérea de Santa Maria (Basm), que davam um frio na barriga. Essa foi a minha segunda experiência com o pequeno avião, já que, no ano passado, tive a oportunidade de participar da operação Uru-Bra, também da Basm. Porém, confesso que tive momentos um tanto ruins, já que senti um desconforto no estômago e pensei que fosse passar mal. Ainda bem que passou logo.

O Ronald, antes do voo, ficou um pouco preocupado quando o comandante falou dos procedimentos em caso de emergência. Já no alto, não desgrudava o olho da câmera para não perder os cliques.

Felizmente, depois de cerca de uma hora e meio de voo e sem maiores estragos devido ao mal-estar, pousamos com segurança em terra firma.

O que mais gosto nesta profissão é falta de rotina, a oportunidade de experiências que são proporcionadas na hora da busca pela informação. Fazemos tudo para deixar os leitores o mais bem-informados possível, seja no ar, na água ou na terra.

Diogo Brondani
Repórter




Ronald (à esq.) e Diogo antes do voo







A dupla da reportagem posa para foto já durante o voo. Nessa hora, Diogo já havia melhorado depois de enjoar devido ao balanço do avião




A capa de 17/01/2012 trouxe uma das fotos aéreas da seca



Os critérios de divulgação da notícia

18 de janeiro de 2012 0

Entre as normas do Guia de Ética e Autorregulamentação Jornalística do Grupo RBS, lançado no fim do ano passado, uma delas trata da transparência. E diz:

"Sempre que se fizer necessário, os critérios para a tomada de decisão na divulgação de notícias devem ser transparentes, ou seja, devem ser explicitados para o público."

E o Blog Bastidores do Diário é um importante canal para esse tipo de divulgação. Portanto, sempre que você tiver uma dúvida sobre os critérios utilizados pela redação do jornal para divulgar (ou não divulgar) uma notícia ou parte dela, deixe um comentário no blog ou mande um e-mail para andreia.fontana@diariosm.com.br e marcos.fonseca@diariosm.com.br

Twitter do Diário já tem mais de 7.000 seguidores

16 de janeiro de 2012 0
Nesta segunda-feira, o twitter do Diário de Santa Maria alcançou mais de 7.000 seguidores. O número não para de crescer desde que o jornal começou a usar as redes sociais, há dois anos. Desde junho de 2011, o Diário também começou a usar o Facebook, e já conta com mais de 1.500 curtidas.
Pelo Twitter, os seguidores do Diário ficam sabendo quando uma notícia importante entra no site do Diário e quando um blog tem um post de interesse mais geral, por exemplo.
O Twitter é uma das redes sociais da Internet mais populares. Por meio do @diariosm, os internautas podem comentar, recomendar e até mesmo criticar os conteúdos publicados no site do Diário de Santa Maria.
Levantamento mostra que, na primeira quinzena de janeiro, o @diariosm foi mencionado pelos internautas mais de 500 vezes.
Confira as notícias mais retuitadas ou comentadas no Twitter do @diariosm de 1º a 15 de janeiro:

Para acessar o Twitter do Diário, clique aqui.

Luiz Roese
Editor de Online