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Posts de fevereiro 2010

Workshop de patchwork

19 de fevereiro de 2010 2

Olá meninas, olhem só que legal que a Döhler está promovendo…

um workshop com Lúcia Momm, no dia 5 de março, das 14h30 às 15h.

 

O encontro será no Salão da Igreja da Paz, em Joinville.

 

As inscrições para participar do workshop devem ser feitas na loja da Döhler, localizada na Rua Alexandre Döhler, 144, Centro, das 9h às 19h. É necessário ter mais de 15 anos. No dia do evento, os inscritos devem levar 1 quilo de alimento não perecível.

 

E  os materiais utilizados no curso serão fornecidos pela Döhler. O participante deve somente levar uma tesoura. Mais informações: 3441-1645.

 

A Lúcia é terapeuta ocupacional e professora de arte e artesanato.

 

Almofada de gatinho

16 de fevereiro de 2010 1

Almofadas..sempre digo que são uma maravilha e ainda são lindas. Ainda bem que é possivel trocarmos as capinhas delas…

Então que tal testar este modelo abaixo??

 

Clique aqui para pegar o molde e passo a passo.

 

Nomes das participantes do 1º Encontro Baú de Ideias

15 de fevereiro de 2010 7

Olá Meninas, depois de pular carnaval e estar com muita dor nas pernas…hehe… aqui estou, para compartilhar a lista de meninas que irão participar do nosso primeiro encontro…

 

1. Elaine    (elaine.schmoeckel@univille.com.br)

2. Fabi Sehnem   (fsehnem@gmail.com)

3. Adriana    (contato.clubart@gmail.com)

4. Claudia  (1001artesbyclau@gmail.com)

5. Alethéa   (alethea_f@hotmail.com)

6. Rita Rocha   (corsaria_sc@yahoo.com.br)

7. Camila   (itacs.acessories@yahoo.com.br)  ——–falta confirmar

8. Dani   (dani_ke@hotmail.com)

9. Gi   (contato@gizoca.com)

10. Denise Pimpão    (retalhinhodepano@gmail.com)

11. Martina   (imartina@ymail.com)

12. Édna Antunes   (ednantunes3@yahoo.com.br) ———-falta confirmar

13. Sirlei – Doce algodão   (sirlei.ciotta@yahoo.com.br)

14. Roseni – Bel Rose   (sil.belrose@yahoo.com.br) ———— falta confirmar

15. Camila Has

16. Karollynne Pereira  (kkarollynne@hotmail.com)

17. Ana Lucia

18 .  Bianca Borghezan

19. Lidian Borghezan  ——– falta confirmar

20. Ana Tuyama  (anatuyama@gmail.com)

21. Ana Maria Vollani

22.  Margarete Stang David Alves

 

Data> 27 de março

Local> Recreativa da Dohler (a confirmar)

Horário> 15hs

 

Como vai ser>

1. Cada uma deverá levar um mimo feito por suas maõzinhas para presentear sua amiga secreta

2. Sorteio geral ( vamos fazer um cestão, cada uma leva um item, exemplo, agulha, tecido, molde, bolinhas etc, e terá o sorteio apenas será a sortuda)

3. Cafezinho (cada uma leva um item – podemos discutir no post o que cada uma leva???)

4. Um curso, que tal???? (necessarie, flor de tecido ou alguma outra ideia)

 

* meninas caso alguém não tenha confirmado favor enviar um e-mail (michele.nunes@an.com.br) ou fazer um comentário nesse post para eu incluir o nome na nova lista.

Entrevista - Ana Kuhnen

15 de fevereiro de 2010 34

O que dizer dessa menina mulher, super talentosa com uma mão fantástica para o trabalho.

Convido vocês a se encantarem com o trabalho da Ana.


Nome: Ana Kuhnen

Cidade: Florianópolis/SC

Marca: Marmelinha

Onde encontrar: http://www.flickr.com/photos/marmelinhas/

http://www.marmelinhas.com.br/index.html


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1. Como vc começou, como se interessou pelo biscuit?

Sempre gostei de artesanato, as primeiras lembranças que tenho, são das aulas de artes da escola – elas eram minhas preferidas! Lembro dos vidros de conserva onde se guardava anilina, lindos vidros transparentes e coloridos. Ficava fascinada com aquelas cores!

Desde então, sempre estive rodeada de materiais artísticos e “invenções”. Casinhas de bonecas, bichinhos feitos com pompons de lã, caixinhas decoradas, papel marmorizado, ponto cruz… minha mãe conta que eu inventava palavras para denominar certas coisas – até hoje não sabemos ao certo, se eu confundia ou imaginava - mas o fato, é que “Marmelinha” é uma destas palavras!

Segundo minha mãe, eu chamava de “Marmelinha” a mistura de açúcar e canela que ela fazia para colocar em cima do pastel de banana.

A primeira vez que vi uma peça de biscuit foi em uma revista. Era um porta- retrato cheio de flores – pequenas rosinhas de várias cores. Fiquei encantada com a possibilidade de trabalhar com aquela massinha colorida. Tentei fazer algumas massas, mas sem sucesso.

Quando conheci meu namorado – que depois passou a ser meu marido – soube que ele fazia biscuit. Ele me ensinou a fazer a massa e me deu muitas dicas de modelagem. Com o tempo ele parou de modelar e eu continuei, e nunca mais parei, isso já faz 10 anos.

Quando quis escolher um nome para minha marca, não pensei duas vezes, e assim surgiu “Marmelinhas”, homenagem à criança que habita em mim e que até hoje, adora brincar de massinha.




2. Vc busca inspiração, onde?

Gosto muito das revistas e encontro trabalhos lindos na internet também. Tudo isso vai formando um repertório diversificado que contribui em meu processo criativo. Mas a inspiração vem também de filmes, desenhos animados, de um dia de sol, ou de chuva, ou até mesmo das imagens que surgem em minha mente quando estou prestes a pegar no sono. Quando isso acontece, anoto correndo a idéia para elaborar no dia seguinte.

3. E os materiais, vc encontra onde?
Em geral, compro meus materiais em lojas de artesanato do centro da cidade de Florianópolis. Às vezes preciso recorrer à internet e realizo minhas compras em lojas virtuais.

4. Como é a sua rotina?
Na verdade não tenho uma rotina definida. Sempre estou fazendo muitas coisas ao mesmo tempo, então nem sempre consigo estabelecer horários para o trabalho. Durante alguns anos fiz faculdade de Naturologia Aplicada na Unisul onde me formei, e ao mesmo tempo estudava Artes Plásticas na Udesc, atualmente estou indo para o último semestre deste curso e me formo este ano. Assim, nem sempre dá para conciliar tudo e a rotina de trabalho acaba dependendo da rotina das aulas. Às vezes acontece de ter alguns trabalhos incompletos, secando em meu ateliê, e quando sobra um tempinho volto e termino. Quando as peças são encomendas, me organizo para cumprir os prazos.

5. Qual peça significa/significou mais pra você?
Existem algumas peças significativas, seja pela dificuldade em fazer, pelo resultado final que me agradou, ou outros motivos. Mas uma, com certeza têm um significado maior. Foi um papai noel que fiz para um concurso da comunidade do orkut: “Eu Amo Biscuit”. Com esta peça ganhei o primeiro lugar do concurso, e dentre tantos prêmios, recebi um que sou muito grata até hoje: fazer um passo a passo na Revista de biscuit da Anna Modugno. Na ocasião, tive a oportunidade de conhecê-la pessoalmente, ela que é pioneira do biscuit no Brasil, e cujas revistas sempre me serviram de inspiração. Além disso participei, neste mesmo ano – 2008 – da feira de artesanato Mega Artesanal, em São Paulo, fazendo demonstrações em seu estande. Foi uma experiência incrível, e tudo aconteceu por causa do Papai Noel de pijamas com cabelos de suspiros, que é meu “xodó”.

Papai Noel que ganhou 1º lugar (foto à esquerda). Anna Modugno e eu, em seu ateliê em São Paulo – maio de 2008 (foto à direita)

Fazendo o passo a passo da peça que saiu na revista Arte em Biscuit (foto à esquerda). Mega Artesanal 2008 – São Paulo – Estande Anna Modugno (foto ao centro). Revista Arte em Biscuit Anna Modugno – agosto de 2008 (foto à direita).

6. No processo de criação de uma peça, qual a parte que mais dá trabalho, e qual a parte que mais te envolve, o que prefere?
Em geral, as criações de peças são bem agradáveis. Eu procuro planejar as etapas antes de começar, a fim de tornar o trabalho mais prático e ordenado. Mas às vezes, nem tudo sai como planejado, então, neste momento, é que ocorrem as etapas mais trabalhosas, pois é preciso refazer a peça, e pensar numa nova solução. Tendo feito este planejamento, e principalmente criando um modelo anterior, o restante é bem prazeroso, pois o trabalho flui. Tingir a massa é um pouco cansativo e demorado. Alguns detalhes de algumas peças, como colar os granulados de um brigadeiro, por exemplo, são bem demorados, pois são colados um a um. Fotografar as peças, colocar as fotos no flickr, responder aos recadinhos e emails, são etapas muito gostosas e gratificantes.

7. Já teve algum dia, em que não teve inspiração? O que vc fez?
Já tive momentos de falta de inspiração sim. Quando isso acontece procuro realizar outra atividade, e depois volto. Mas normalmente, tenho uma lista de idéias novas esperando para serem realizadas, por isso, momentos de falta de inspiração são mais raros de acontecer.

8. Quando esta desenvolvendo uma peça, vc costuma assistir tv, ouvir música ou prefere o silêncio?
Gosto muito de cinema, então estou sempre assistindo filmes enquanto estou trabalhando. É uma ótima maneira de aliar duas atividades que adoro, e conciliar o tempo para colocar em dia filmes que quero assistir.

9. o que te motiva?
As cores da massinha me motivam! As possibilidades que ela oferece; o desafio de criar uma peça; o resultado final; as fotografias que faço; o reconhecimento dos amigos e familiares; tudo me motiva. O material é bastante maleável e permite realizar diversas formas, de diferentes tamanhos, cores e texturas. É um exercício dinâmico e divertido, é como brincar de massinha. O biscuit é um dos melhores meios que encontrei de dar forma a minha imaginação. De contar minhas histórias e de inventar outras.

 

Porta treco infantil

14 de fevereiro de 2010 1

Vamos organizar e também decorar? Uma maravilha quando isso acontece, né?!

Hoje trago um porta treco infantil, clique aqui para baixar o molde.

 

 

Quilting à mão

13 de fevereiro de 2010 0

Antes do advento das máquinas, acolchoar e costurar eram tarefas executadas à mão. Hoje, muitos quilters ainda utilizam-se do método tradicional, vigiando seus trabalhos com as pontas dos dedos como que construindo uma obra de arte.

Use uma única linha com 20 polegadas (50 cm) de comprimento com nó pequeno na extremidade. Costure do centro para a borda do projeto de forma inteira ou individual.

Fig 1
Coloque o bastidor. Comece 1/2 polegada (1,3 cm) de onde será feito o primeiro ponto.Empurre a ponta da agulha pela camada do topo e ao sentir a manta exponha a ponta da agulha no local desejado. Suavemente, puxe a linha para esconder o nó, fazendo com que ele passe através do tecido por onde entrou e fique junto da manta.

Fig 2
Faça os pontos do centro para as bordas, para cima e para baixo. Movimentando a agulha faça de 6 a 8 pontos por polegada ou a cada 2,5 cm. Os pontos devem passar por todas as camadas, com cuidado para obter o mesmo comprimento de ponto em ambos os lados, superior e inferior.

Fig 3
Para terminar, costure duas vezes no mesmo lugar; corte a linha perto do tecido.

Fonte: http://www.coatscrafts.com.br/receitas/PATCHWORK+costura/COMO+FAZER/Quilting+%C3%A0+m%C3%A3o.htm

Quilt Livre a Máquina

12 de fevereiro de 2010 4

Conheça um pouquinho do Quilt Livre a Máquina

O quilt livre a máquina é executado abaixando-se os dentes de tração, se a máquina dispuser deste recurso, ou cobrindo-os com placa protetora própria. Coloca-se o pé de quilt conhecido por “big-foot”. Ao abaixar os dentes ou cobri-los, a máquina perde a habilidade de tracionar os tecidos em baixo do pé calcador e o comprimento do ponto passa a inexistir.

O quilt livre envolve a produção do ponto simultaneamente com a velocidade da máquina e o movimento dos tecidos. Imagine a superfície do tecido como sendo um pedaço de papel e a agulha da máquina sendo um lápis, ao invés de mover o lápis, move-se o papel. O “big foot”, pé adequado a este processo, deixa uma distância entre a agulha e a máquina permitindo que movimentemos os tecidos facilmente.

O comprimento do ponto é determinado pela velocidade “rápida” ou “lenta” da máquina e pelo movimento “rápido” ou “lento” da movimentação do tecido.

A velocidade rápida da máquina e movimentação lenta do tecido resulta em pontos pequenos. A velocidade lenta da máquina e movimentação rápida do trabalho resulta em pontos maiores. Deve-se encontrar, portanto, uma combinação de entre velocidade da máquina e movimentação do tecido que resulte no comprimento de ponto desejado.

Fonte: http://www.coatscrafts.com.br/receitas/PATCHWORK+costura/COMO+FAZER/Quilting+livre+%C3%A0+m%C3%A1quina.htm

Trilho de mesa

11 de fevereiro de 2010 2

Então vamos trabalhar e decorar nossa casa…

 

Hoje trago um trilho de mesa, para ver o molde clique aqui.

 

 

http://www.coatscrafts.com.br/NR/rdonlyres/3E63D51F-06C0-4F72-9564-9E9794134FAD/140309/mesacesta.pdf

Pano de prato personalizado

10 de fevereiro de 2010 1

Pano de prato é super útil em nossa cozinha, mas já pensou em ter uns modelos personalizados, com barrados que só você tenha, nas suas cores e estampas preferidas?

Se gostou da ideia e quer aprender clique aqui ou aqui para pegar o molde e o passo a passo.

Entrevista - Adriana Reinert Gesser

08 de fevereiro de 2010 8

Hoje o bate papo é com a Adriana, que teve iniciativa para largar tudo e se dedicar ao artesanato, para criar peças exclusivas e cheias de dedicação.

Nome: Adriana Reinert Gesser
Cidade:Joinville
Marca: Club Art
Onde encontrar: www.clubart.elo7.com.br


 

 
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Como vc começou?
Quando comecei eu era gerente em uma loja de celular e nas horas vagas fazia algumas peças para mim e para presentear, sempre gostei de artesanato.
Quando estava grávida de minha filha, queria o enxoval da minha filha com peças exclusivas, sob medida que só ela tivesse, daí eu fui fazendo uma peça aqui outra ali, e o que era hoby virou negócio.
Hoje o meu trabalho é na Club Art, marca que criei no início de 2008.
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Vc busca inspiração, onde?
Minha inspiração vem de livros, revistas de moda, artesanato, tv, jornal, internet.
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E os materiais, vc encontra aqui ou compra fora da cidade, onde?
Alguns materias compro aqui em Joinville, mas confesso que poderia ter mais variedades de produtos como aviamentos e tecidos, às vezes vou até Curitiba comprar, por encontrar lá mais opções em materias e melhores preços.
Tecidos importados compro direto dos USA e alguns no Brasil.
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Como é a sua rotina?
Minha rotina é divida em casa, marido, filha e Club Art, é corrido às vezes trabalho até tarde mas com certeza vale muito à pena.