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Posts na categoria "Artigos"

O que você faz???

12 de novembro de 2010 1

O que acharam destes mini artigos?
Eu confesso que são super importantes; e aprender nunca é demais!!!

Obrigada a todos que compartilharam suas experiências aqui conosco.

 

*

Dica número 06

Correr riscos calculados

Avalie alternativas e calcule riscos;

Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados;

 

*

Dica número 7

Estabelecimento de metas

Estabeleça metas e objetivos que são desafiantes e que têm significado pessoal;

Defina metas de longo prazo, claras e específicas.

 

*

Dica número 8

Busca de informações

Dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores e concorrentes;

Investiga pessoalmente como fabricar um produto;

Consulte especialistas para obter assessoria.

*

Dica número 9

Planejamento e monitoramento sistemáticos

Planeje dividindo tarefas de grande porte em subtarefas com prazos definidos;

Revisa seus planos, levando em conta os resultados obtidos e as mudanças;

Mantenha registros financeiros e utilize eles para tomar decisões.


*

Dica número 10

Independência e autoconfiança

Buque autonomia em relação a normas e controles;

Mantenha seu ponto de vista, mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores;

Expresse confiança na sua própria capacidade de complementar uma tarefa difícil ou de enfrentar um desafio.

 

Fonte: sebrae

O que você faz_05?

11 de novembro de 2010 1

O que você faz? Já contou sua experiência? Ainda não?

Então comente e mostre o que vc fez ou faz para comercializar seus produtos.

 

Dica número 5

Exigência de qualidade e eficiência

Encontrar maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido ou mais barato;

Agir de maneira a fazer coisas que satisfazem ou excedem padrões de excelência;

Desenvolver procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a tempo.

 

Fonte: sebrae

O que você faz_04?

08 de novembro de 2010 1

Hoje uma dica tão importante quantas as outras já mostradas aqui. Os dez pecados dos empreendedores. As vezes cometemos erros e nem nos damos conta do tamanho do prejuízo.

Então leiam e analisem cada item para não cair nos dez pecados.

 

Dica número 04.

OS DEZ PECADOS DOS EMPREENDEDORES

 

Conheça os deslizes mais comuns dos empreendedores brasileiros em geral.

1. Relutam em delegar tarefas e, quando o fazem, são altamente exigentes e impacientes.

2. Têm dificuldade em motivar a equipe.

3. Não sabem ouvir.

4. Subestimam a complexidade dos problemas.

5. São teimosos: querem que tudo saia do jeito deles.

6. Impõem seu ritmo de trabalho aos outros.

7. Assumem muitas tarefas e não as concluem.

8. Gerenciam pela autocracia, ou seja, gostam de reinar absolutos nas empresas.

9. Não são bons o suficiente em comunicação.

10. Não sabem administrar bem o tempo.

 

Fonte: Thomas International/ Sebrae

O que você faz_03?

07 de novembro de 2010 0

E hoje a dica número 3.

Participe e conte sua experiência

 

Comprometimento

Faz sacrifícios pessoais ou despende esforços extraordinários para completar uma tarefa;

Colabora com os empregados, colaboradores e parceiros;

Esmera-se em manter os clientes satisfeitos e coloca em primeiro lugar a boa vontade em longo prazo.

 


 

O que você faz_01?

05 de novembro de 2010 2

Analisando muitas dúvidas que vejo por ai, resolvi criar este post.

O que você faz?

foto: google.


Na verdade, vai ser um post direcionado para aqueles que de alguma forma mudaram suas vidas.

Como?

Resolveram investir no seu negócio próprio, o que resolveram fazer, por onde começaram…

O objetivo disto é trocar experiências, dividir informações, ajudar, abrir a mente e conhecer outras ideias que deram certo.

Um troca troca de informações.

 

E então quer participar e dividir um pouquinho conosco?

Comente e conte!!!!

 

Durante a semana vou colocando pequenas dicas. Não perca, serão 10 dicas.

 

*****************

Dica número 01

Busca de oportunidades e iniciativa

Faz as coisas antes de solicitado, ou antes, de ser forçado pelas circunstâncias;

Age para expandir o negócio em novas áreas, produtos ou serviços;

Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos, terrenos, local de trabalho ou assistência.

O empreendedor é alguém que está sempre buscando novas oportunidades. Observando o ambiente, costuma ter idéias que possam ser transformadas em negócios e as coloca em prática.

Fonte: sebrae



Sebrae Mulher de Negócios 2010

12 de outubro de 2010 0
Se você é mulher e empreendedora, participe do prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2010. Basta preencher os dados cadastrais e contar sua história como empreendedora. Para informações completas sobre o prêmio, acesse o site aqui!

As inscrições são gratuitas e vão até o dia 15 de setembro.

Não perca a oportunidade de contar sua história que com certeza será inspiração e modelo para tantas outras mulheres brasileiras que buscam o caminho do empreendedorismo.

Preço do produto final

12 de outubro de 2010 0
Um incentivo à valorização do trabalho artesanal no Brasil

*Artigo escrito por Sabrina Vianna e Daniele Matos, da Matrioska Brazil Acessórios

Infelizmente, aqui no Brasil, muito se observa a desvalorização do trabalho artesanal, tanto pelos consumidores ávidos por preços cada vez mais baixos, quanto pelos vendedores que na hora da formação de seus preços, acabam por baratear demais seus produtos, devido a enorme concorrência.

Mas isso precisa mudar, pois sabemos que o artesanato é algo exclusivo, raro, que demanda grande tempo e dedicação por parte do artesão, ao contrário do que ocorre com os produtos industrializados que são feitos em grande escala, não possuindo a mesma beleza de um produto feito à mão.

Assim, a valorização deve partir primeiro do artesão através da formação de preço, já que é a pessoa mais indicada para definir o quanto foi trabalhoso e custoso para se fazer aquela determinada peça, devendo também deixar de lado a tentação em baixar demais o preço, em decorrência dos outros artesãos que não são conscientes com relação ao valor de seu trabalho.

O que acontece quando um artesão desvaloriza o seu trabalho é um terrível ciclo vicioso, em que o outro artesão que vende peças parecidas também desvaloriza para competir nas vendas e nisso, os consumidores também acabam por pechinchar mais e mais por acreditarem que aquele produto possui pouco valor.

Então, é preciso calcular corretamente as despesas, mão de obra, tempo gasto, lucro pretendido, entre outros elementos para se chegar a um preço justo. E pode ter certeza que os motivos pelos quais farão um consumidor comprar a sua peça serão a beleza, a qualidade e o talento despendido.

Vamos valorizar o trabalho artesanal, as nossas horas de sono perdidas, o tempo gasto com a mão na massa! Sejamos todos artesãos verdadeiramente profissionais!

E é nesse sentido, para auxiliar aos artesãos que têm dúvidas com relação a como colocar preço em seu trabalho e tomando por base uma pesquisa feita através da Internet que deixareremos duas sugestões:

Opção 1:

É bem simples essa fórmula, mas pode o preço final ficar um pouco fora do mercado, mas serve para ter uma idéia – Despesas gerais (com material, mão de obra, transporte…) multiplicado por 3 para venda no varejo e multiplicado por 2 ou 2,5 para o atacado.
Se for utilizar vendedor externo, pode-se acrescentar 20% do valor que é a média paga pelos artesãos como comissão.

Ex: Despesas gerais = R$ 7,00 x 3 = 21 + 20%(R$ 4,20) = R$ 25,20

Opção 2

É mais detalhada e por isso dá uma melhor formação de preço – Primeiro, somar as despesas com material do produto, depois pegar o valor e adicionar o custo da mão de obra (o custo da mão de obra deve ser calculado levando em consideração as horas trabalhadas), não esquecer de estipular e adicionar o custo fixo (esse custo fixo eu chamo de luz, embalagem, etiqueta, estacionamento ou ônibus, entre outros que você pode dar um valor fixo para adicionar sempre),acrescentar o lucro pretendido (quanto você pretende ganhar com a venda para sua remuneração e para compra de futuros materiais) e o valor final encontrado será o valor de venda. Se for utilizar vendedor externo, pode-se acrescentars 20% do valor que é a média paga pelos artesãos como comissão.

Ex: Despesas com material (R$ 5,00) + mão de obra (* 2horas = R$4,70) + custo fixo (R$ 2,00) + lucro (R$ 10,00) = R$ 21,70 + 20% (comissão de R$ 4,34) = R$ 26,04
*Foi tomado como base o salário mínimo para calcular a hora;

Saiba mais sobre Sabrina Vianna e Daniele Matos, da Matrioska Brazil Acessórios:

Loja no Elo7: http://www.elo7.com.br/matrioskabrazil
Blog: http://matrioskabrazil.blogspot.com/

Texto retirado do Elo7> http://artesaoprofissional.elo7.com.br/2008/06/formao-de-preo.html

Reflexão

30 de julho de 2010 2

Adorei essa mensagem e resolvi compartilhar, pois faz pensarmos, refletir o mundo em que estamos vivendo.

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.

Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nosso valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos…

Aprendemos a nos apressar e não a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informações, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a area de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa mensagem a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente ignorar. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre -se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre se dizer ‘eu te amo’ ao seu companheiro (a) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame…se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.

Mensagem de George Carlin (12/5/1937 – 22/6/2008)

Um ótimo final de semana abençõado a todos!!!!!

Desafio de formar e definir preço

19 de maio de 2010 1

Meninas lendo este artigo no site do Sebrae, achei interessante e resolvi compartilhar. Espero que gostem!!!

O desafio de formar e definir preços de venda é constante nos pequenos negócios. A necessidade de ajustes nos preços praticados, para mais ou para menos é atitude presente no dia a dia.

Seja em função da prática dos concorrentes, da exigência dos consumidores ou do próprio aumento de necessidades, o preço de venda precisa sempre ser revisto e na medida do possível, se enquadrar nas novas regras do mercado.

O que precisamos entender é que o preço a ser cobrado do cliente tem uma grande importância na sobrevivência de sua empresa, pois é através dos preços praticados que a empresa forma o seu faturamento.

Mas então, o que deve ser considerado na formação de preços?

O preço cobrado na venda de uma unidade de produto ou serviço deve ser suficiente para colaborar na satisfação de todas as necessidades do negócio, pois é através dos preços praticados nas vendas totais que os recursos serão gerados para pagar todas as suas despesas e ainda gerar o lucro desejado.

Composição do preço de venda:
 - Custo do produto, mercadoria ou serviço. Podemos considerar:
 - No caso de empresas industriais, o quanto consumiu de matérias primas totais no produto até que ele estivesse acabado e o quanto consumiu de mão de obra no produto;

Gastos variáveis ou despesas variáveis:
 - São os gastos que começam a existir quando há venda, ou seja, os gastos sobre as vendas, como os impostos, comissões sobre vendas e gastos com entregas;

Gastos fixos ou despesas fixas:
 - São os gastos que existem no negócio independente do volume de vendas. Esses gastos têm uma representação menor no preço de venda quando se alcança um maior volume de vendas. Cada unidade vendida deverá gerar recursos suficientes para que se possa ao final do período pagar todas as suas despesas fixas;

Margem de lucro líquido desejado:
 - o lucro líquido representa o crescimento do capital investido no negócio, portanto, trabalhar com margem pequena ou sem margem significa ter um aumento de capital pequeno ou nenhum aumento no caso de margem zero. A definição da margem pretendida depende do ramo de negócio, da prática dos concorrentes e ainda das expectativas de remuneração do capital investido por parte dos sócios.

Com essas informações, a empresa já consegue fazer cálculos e chegar a um preço inicial. O próximo passo é comparar esse preço calculado com o preço médio dos concorrentes para avaliar as dificuldades de praticá-lo. É sempre bom lembrar que, se o seu preço ficar acima do que é praticado pelos concorrentes, sua empresa deverá pensar numa maneira de mostrar para o cliente as vantagens que ele terá em comprar de você ao invés de comprar no concorrente somente pelo preço mais baixo. Caso o cliente não aceite a sua justificativa, e dê preferência ao preço mais baixo, a empresa deverá rever os seus gastos totais e a sua margem de lucro desejada, se enquadrando em novos valores que possibilitem um preço mais competitivo.

Uma outra informação também muito importante é o volume de vendas que o negócio precisa alcançar para satisfazer todas as necessidades, pois a venda de apenas 1 unidade não manterá o negócio vivo.

Enfim, tomar decisões sobre preço de venda não é tarefa fácil, mas há mais segurança quando se tem informações das práticas da concorrência, das necessidades dos consumidores, da prática ou parceria dos fornecedores, e acima de tudo, do controle dos gastos da própria empresa, pois um aumento nas despesas representará um aumento nas necessidades, o que forçará uma revisão nos preços praticados ou na quantidade vendida.

Rosendo de Sousa Júnior
Consultor Financeiro – Sebrae-SP 

*****

Fonte: ttp://www.sebraesp.com.br/midiateca/publicacoes/artigos/financas_contabilidade/formacao_precos

Como Vender seu Artesanato

24 de março de 2010 44

Nunca é demais falar sobre dicas de Como Vender seu Artesanato, encontrei esse artigo (não sei de quem é autoria), mais achei super interessante e resolvi compartilhar com todos!!! Então boa leitura…

*

*

Como vender?
Em tempos de vacas magras o artesanato sempre foi uma alternativa de segunda renda e de bico para milhões de pessoas.
Especialmente em épocas especiais como Natal, Páscoa e dia das mães.
Porém isso tem mudado um pouco.
O artesanato brasileiro tem crescido muito e ganhado espaço no exterior e por estas bandas também, abrindo muitas oportunidades. São muitas as pessoas com lojas e ateliês e cursos tendo sucesso com o artesanato.

*

O que é preciso para se ter sucesso nesta área?
A receita é: pensar, pesquisar e planejar. Digo planejar mesmo, usando papel e caneta.
Qualquer sucesso inicia-se com uma idéia, colocada a seguir no papel, estudada e pesquisada e depois posta em prática.
Jogue fora todos os “eu acho que…”. Achismo não é ciência.

*

Olhe para o seu produto ou serviço e pense:
O que ele tem de diferente de todos os outros que estão por aí?
Ele sai do trivial?
Está de acordo com as tendências?
Tem um design diferente?
Qual o tipo de pessoa se interessaria por este produto?
Eu tenho acesso a este perfil de consumidor?
O que posso fazer para escoar minha produção?
Posso fazer tudo sozinha?
Além de produzir, será que tenho jeito para vender?
Sei calcular preços?
Onde posso aprender?
Quanto terei que investir?

*

São muitas perguntas, e essas pertencem só à primeira fase
São as perguntas que nos fazem pensar e questionar ainda mais sobre nossas idéias e nosso potencial.
Para se ter sucesso é preciso mais do que uma peça bonita e boa vontade.
Coloque suas idéias e perguntas no papel e tente primeiro respondê-las, depois faça as mesmas perguntas para as pessoas à sua volta, parentes, amigos e vizinhos e o mais importante: Escute. Escute sem julgar e pense a respeito do que ouvir.
Procure compreender o outro.
Faça as correções que forem necessárias no seu planejamento.

*

Estipular preço

Se o preço é baixo, não dê desconto.
A melhor saída é estipular um pouquinho maior. Custa R$20? Diga que custa R$23.
Assim, você dá R$3 de desconto sem comprometer o lucro.
Nunca conte aos parentes quanto você gastou.
Vender pelo preço de custo é o mesmo que dar.
Ninguém tem obrigação de distribuir nada para parente.

*

Espantando a vergonha

Você fica tímido(a) quando vai a uma loja ou ao supermercado? Você tem vergonha de comprar? Provavelmente não. Comprar é uma atividade normal.
Então, ponha isto na cabeça: vender é tão normal quanto comprar.
Não fique pensando no que o cliente vai achar. Diga o preço e espere a reação.
Nem sempre ele acha tudo caro, nem fique com pena do cliente. Lembre-se: na hora de pagar suas contas, ninguém fica com pena de você.

*

Como cobrar
Peça o pagamento assim que entregar o produto.
Deixar para depois pode dar problema. Se isso acontecer, o jeito é insistir.
Quem compra e não paga é que devia ter vergonha!
Quando conseguir o dinheiro, risque o nome desse cliente.
Desconfie dos muitos indecisos ou exigentes demais, que pedem de tudo e nunca estão satisfeitos, esses dão calote.

*

Mostre seu trabalho
Vender na empresa em que trabalha ou qualquer outra é sempre uma boa.
Mas para conseguir mais clientes, seria bom vender em lojas.
O importante é não desistir. Se numa loja já não deu certo, procure outra. A melhor maneira de conquistar freguesia é fazendo propaganda.
O jeito mais simples é espalhar cartões de visita.
Faça um cartão bonito, com seu nome, telefone, e-mail e o que você vende.
Fazer um álbum para divulgar seus produtos também funciona, se você não pode andar com seus produtos de cima para baixo.
Levar uma amostra do que você faz em mãos, impressiona.
Um site ou um blog também ajuda.

*

Vendendo na prática
Visite lojas, de preferência, com afinidades com seu trabalho.
Fale com o (a) gerente, diga que um (a) cliente do lugar o (a) indicou.
Se não for o tipo de mercadoria comercializado na loja, pergunte se não gostaria de comprar para ele (a) próprio.
Ressalte a qualidade do produto, que material é empregado, fale sobre prazo de entrega (com ou sem personalização), combine preço, feche negócios e BOAS VENDAS.

*

Você tem dificuldade na hora de definir o preço de seus produtos?
Aprenda uma maneira fácil, calcular os valores. Você não sabe por quanto deve vender seus produtos ou serviços?
Como fazem muitos comerciantes, é só multiplicar o preço de custo por três, mas atenção essa conta não é garantia de lucro, para saber calcular os preços é necessário saber o preço da concorrência, assim, além de ajustar um valor competitivo, você fica sabendo quanto o cliente está disposto a pagar.

*

CALCULE AS DESPESAS

Gasto com material:
Liste o custo de tudo o que vai na peça. Numa embalagem, por exemplo:
• Caixa de papelão R$ 1,10
• Tinta R$ 0,10
• Fita de cetim R$ 0,05
• Total do material R$ 1,25

Gastos fixos
Calcule o custo do seu trabalho e outros que estão embutidos, como a energia elétrica. Por exemplo:
• Pró-labore (quanto você quer ganhar por mês) R$ 250
• Transporte R$ 50
• Luz R$ 80
• Total de gastos indiretos R$ 380

Produzir Uma Peça Pode Ser Fácil, Mas Calcular o Preço…

VALOR DE CUSTO

Vamos supor que você produza 150 peças por mês.
• Então, divida o total dos gastos fixos pelo número de peças:
380: 150 = 2,53
• Some o resultado ao gasto com material:
2,53 + 1,25 = 3,378
Esse é o custo total por embalagem.

*

VEJA A CONCORRÊNCIA

• Se o preço médio de mercado é R$ 5, você deve vender sua caixa, no mínimo, por esse valor. Nesse caso, o lucro seria equivalente a R$1, 25 por caixa (R$ 5 – 3,78 = 1,22).
È importante saber que esse rendimento por peça é obtido somente se toda a produção do mês for vendida.

*

PENSE NO FUTURO

Produzindo 150 unidades mês, você teria, além do salário de R$ 250 que foi estipulado, um lucro de R$ 183 (R$ 1,22 x 150 caixas).
Esse dinheiro pode ser reinvestido na compra de material, pode ser aplicado no banco ou utilizado para turbinar seu negócio de alguma forma. Avalie se esse lucro é satisfatório e veja se você poderia cortar custos para aumentá-lo. Estude também como incrementar as vendas e, conseqüentemente, o lucro.
Pense ainda se poderia criar um diferencial nas embalagens que justifique um aumento de preço.
Uma outra oportuna e interessante alternativa, para aqueles que já têm um grupo de pessoas que estão bem sintonizadas no mesmo objetivo de trabalho, é a formação de um grupo cooperado nas Artes e/ou no Artesanato. É organizarem-se na formar de um Sistema de Cooperativa de Trabalho, onde artistas e artesãos unirão seus esforços individuais e pelo grupo.

As oportunidades de negócios, neste caso, passam a ter mais significado e bons resultados, devido a uma administração mais bem planejada pelo grupo. De onde deverão se preocupar com um trabalho organizado de equipe, perseguindo um mesmo objetivo comum a todos. De forma que atenda as necessidades e demandas do mercado consumidor, nacional e até mesmo o internacional.

Levando em consideração ainda, a individualidade e necessidade da sobrevivência de cada indivíduo cooperado e seu grupo. Fazendo-se representar assim, com maior fortalecimento da cultura de nosso País, de sua região e da preservação da identidade de seus trabalhos, sem intermediários oportunistas, tanto aqui, como lá fora. Sendo amparado na Lei Federal de Nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971.