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A promessa de vida no coração

27 de abril de 2010 1

Março já foi há algum tempo, mas foi por ali que a interrupção das atividades deste blog começou a se desenhar. Não é o fim, ele voltará em algum momento. Como todos os ciclos necessários na vida, que levam as estações e fazem o tempo rodar num instante, carregando algumas expectativas e desejos pra lá

Mas como nenhuma despedida deveria ser melancólica, e sim a comemoração do fim de um ciclo, deixo vocês com uma belíssima versão do Sealab 2021 para Águas de Março e uma excelente oportunidade para aperfeiçoar o espanhol ;)

Não é exatamente um fim, é a promessa de vida no coração :)

Carlinhos + Vanessa da Mata: Música é uma coisa de pele

05 de abril de 2010 1

Da Contracapa ZH

Estrelas da música brasileira foram reunida em São Paulo na última terça-feira para o lançamento das novas atividades do projeto NATURA MUSICAL. Olha só o time que pintou no Porão das Artes, no Prédio da Bienal: Arthur de Faria, Dona Ivone Lara, Délcio Carvalho, Vanessa da Mata, Arnaldo Antunes, Nelson Pereira dos Santos, Naná Vasconcelos, Carlinhos Brown, Marcelo Jeneci, Cidadão Instigado, Marcos Suzano, Edgar Scandurra, Antonio Pinto, Caito Marcondes e Taciana Barros.

Há cinco anos incentivando a música de todas as regiões do Brasil e dos mais diversos estilos, o programa cultural criado pela empresa de cosméticos Natura está expandindo sua atuação em 2010.

Entre as novidades anunciadas, estão a criação de um portal de música brasileira – www.naturamusical.com.br –, que entra no ar na próxima segunda-feira, um programa de rádio (primeiramente veiculado apenas em três emissoras de São Paulo e Rio), o lançamento dos novos CDs e das turnês de Vanessa da Mata e Carlinhos Brown e a realização do documentário de longa-metragem A Música Segundo Tom Jobim, de Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim.

* * *

O coquetel contou com pequenas participações musicais de alguns dos contemplados pelo programa. Para dar uma palhinha do programa de rádio, em que artistas vão revelar à jornalista Patrícia Palumbo como nasceram algumas de suas músicas, o percussionista pernambucano Naná Vasconcelos contou e cantou – acompanhado de seu inseparável berimbau – a origem do tema Menininha Mãe, dedicado à mãe-de-santo Mãe Menininha do Gantois.

Naná, aliás, integra um dos seis projetos selecionados na categoria Fomento: o músico vai gravar um disco ao lado dos percussionistas Marcos Suzano e Caito Marcondes. – Batizei o projeto de Sementeira, que é o terreno semeado. Vai ser uma oportunidade única de reunir três estilos diferentes de percussão – explicou Caito à Contracapa.

* * *

Outro contemplado na mesma área foram os gaúchos Arthur de Faria & Seu Conjunto, que vão gravar e lançar até o final do ano o CD instrumental Música para Ouvir Sentado.

– Há quatro anos estamos buscando viabilizar esse disco. É maluco porque é mais fácil passar em um edital da Natura do que no Fumproarte. Eles levam a sério mesmo essa ideia de ser uma antena, ao mesmo tempo com um pé no chão e universal – comentou Arthur.

As canjas musicais incluíram ainda as apresentações de Vanessa da Mata e Carlinhos Brown, selecionados entre 250 inscritos na categoria Turnê Individual – os dois artistas vão percorrer as cinco regiões do país no segundo semestre, além de gravarem um disco inédito.

Ambos interpretaram canções novinhas em folha, que estarão em seus próximos álbuns – de tão inéditas, as músicas não têm ainda arranjo definitivo nem mesmo título. – Menino, tenho uns 10 nomes pra dar pra essa música, pode escolher um – brincou Brown, garantindo que já definiu pelo menos qual será o repertório de seu novo álbum, que pretende divulgar em shows menores, realizados em teatros.

Gal Costa tem discografia e registros inéditos resgatados em caixa

04 de abril de 2010 0

Parte da obra jóia de Gal Costa nos anos 60, 70 e 80 será relançada até o final desse ano, sob a supervisão do pesquisador Marcelo Froés, numa caixa com os discos que foram lançados entre 1967 e 1983, ano em que ela saiu da CBD, Phonogram, Polygram, Universal Music pra ir pra BMG viver uma fase Sullivan & Massadas – de sucesso, diga-se de passagem. Como bônus a caixa traz os registros ao vivo dos shows Índia, de 73, Cantar de 74 e Gal canta Caymmi, de 76, com os dois baianos em um encontro histórico, além de um CD com faixas de compactos e raridades. Aproveitando a deixa o Bem Bossa resolveu fazer uma viagem pela discografia e pelas diversas fases da carreira da baiana.

Tudo começa com Domingo, com Caetano Velloso (com dois “l” mesmo), onde já nascia um clássico na voz da dupla: Coração Vagabundo. Em 1969 gravou dois discos tropicalistas, psicodélicos e roqueiros. Do primeiro, Gal Costa, fazem parte do repertório Divino, Maravilhoso, Que Pena e a indefectível Baby; no segundo, Gal, porra-louquices de Caetano (Cinema Olympia, The Empty Boat), Gil (Com Medo, Com Pedro, Cultura e Civilização) e a primeira versão de Meu Nome é Gal, que Erasmo e Roberto fizeram pra ela.

Um dos momentos mais marcantes dessa fase foi a participação de Gal no IV Festival da Música Popular Brasileira, em 14 de novembro de 1968:

A partir de 1970 a barra pesou, Caetano e Gil exilados, Gal fica no Brasil, torna-se uma das musas da contracultura na época, e grava Le-Gal, lançando London, London, cantando a Falsa Baiana do Geraldo Pereira e gritando Macalé (Hotel das Estrelas). Foi o ponto de partida pra um momento brilhante: o show Gal Fa-tal, que foi lançado em disco era a sensação do verão carioca de 1971, dunas da Gal, aquele papo todo, e muito pano pra manga na polêmica capa absurdamente censurada de Índia.

Em 1974 o disco Cantar, que terá lançada suas versões em estúdio e a gravação do show, vai trazer Gal cantando as músicas do disco e interpretações até então inéditas para Menina Mulher da Pele Preta, de Ben e Não Existe Pecado ao Sul do Equador, do Chico e do Ruy Guerra. Do mesmo ano é o projeto coletivo Temporada de Verão, ao lado de Gil e Caetano.

Abaixo um vídeo extraído do show Índia, de 1973:

Em 1976 lança Gal canta Caymmi, o grande achado dessa caixa. Um momento antológico da nossa música devidamente recuperado, e também em duas versões: na original de estúdio e ao vivo no show com o próprio Dorival Caymmi dividindo o palco. Nesse mesmo ano acontece a reunião dos baianos Gal, Gil, Caetano e Bethânia nos Doces Bárbaros, que teve sua íntegra lançada em um álbum duplo. Caras e Bocas, de 1977 traz o fim da utopia flower power, novos rumos e Tigresa. O adeus da Gal hippie.

Em 1978 lança o show e disco Água Viva, um dos mais vendidos de sua carreira, Gal estava no auge de sua popularidade, eliminou resquícios tropicalistas e gravou sua versão definitiva para Folhetim. No ano seguinte outro disco de ouro e sucesso absoluto em Gal Tropical, que traz sambas como Balancê e Samba Rasgado e novas versões para Meu Nome é Gal e Índia.



Durante a década de 80, um tributo a Ary Barroso, Aquarela do Brasil, onde acontece o encontro de Gal e Caetano em No Tabuleiro da Baiana. Completam a coleção Fantasia, de 1981, com o grande sucesso Festa do Interior, Minha Voz, de 1982, que traz Dom de Iludir e por fim o pop Baby Gal, seu último disco pela gravadora.

A baiana Gracinha (apelido que Gal ganhou na infância) disse recentemente ao jornal Folha de São Paulo que aguarda o chamado de Caetano Veloso para produzir seu próximo disco de inéditas. Enquanto isso, vamos nos deleitando com esses relançamentos e os registros inéditos de uma discografia interessante e que influencia até hoje muitas das cantoras da nossa geração.

Samba inédito de Babaú da Mangueira

30 de março de 2010 1

A internet tem dessas coisas. A facilidade do contato com pessoas distantes, interessantes e cheias de coisas inéditas pra nos mostrar. Seguindo o twitter do jornalista André Carvalho recebi um samba inédito e não poderia deixar de dividir com vocês.

Confira a história que André contou em seu blog O Couro do Cabrito sobre o samba do compositor de Babaú.

“Quem me passou esta raridade foi o Fernando Paiva, sambista de Uberlândia, grande figura.

Quando Nelson Sargento foi se apresentar em Uberlândia, os sambistas de lá o levaram para a casa de um deles para conversarem e cantarem sambas antigos e inéditos. Nelson, então, cantou e contou a história deste samba: Babaú, grande bamba da Mangueira, tinha a promessa de Aracy de Almeida de que ela gravaria três sambas seus. No entanto, ela gravou apenas dois (Eu dei e Tenha pena de mim) e se recusou a gravar o terceiro. Babaú então compôs esse samba, obviamente inédito.

O interessante é notar a referência, na última linha do samba, ao absolutamente clássico Tenha pena de mim, que deu grande cartaz à cantora.

Desprezaste um lindo samba (Babaú)

Desprezaste um lindo samba que eu te dei para gravar
Esqueceste o compromisso, preferiste me enganar
A verdade é jóia rara, no museu, uma saudade
A mentira é um micróbio que progride na maldade

Agradeças ao meu samba o teu luxo e muito mais
Que nos rádios e cassinos sempre foi o teu cartaz
Já perdeste a consciência, desprezando os versos meus
Daquele grande sucesso do meu samba “ai ai meu Deus…”

Vitor Ramil, Délibáb e os poetas

29 de março de 2010 2

Você sabe o que é Délibáb? Eu também não sabia…até Vitor Ramil escolher esse nome para seu novo disco. Trata-se de um fenômeno ótico que ocorre na Hungria, em seus locais mais planos.

Até poderia ser traduzido com a palavra “miragem” só que na junção das sílabas “deli”, DO SUL, mais “bab”, de baba, ILUSÃO, o cantor que é um dos mais populares representantes da MPB produzida por aqui, dá todo o sentido.

Neste novo álbum, as músicas foram compostas por Vitor a partir dos poemas do argentino Jorge Luis Borges, publicados originalmente no livro Para las seis cuerdas, e dos versos do brasileiro João da Cunha Vargas, registradas na voz do poeta em fitas cassete, e posteriormente publicadas em seu único livro, Deixando o Pago.

Título que também foi musicado por Ramil:

Ramil conseguiu unir os escritores Borges e Vargas mesmo que seus caminhos pela poesia tenha sido completamente distindos. O primeiro tão culto, tão propagador de suas criações que eram envolvidas de sangue e morte. O segundo tão popular, mas que costumava guardar sua poesia já que não escrevia seus versos cheios de doçura e amor.

Para adaptar à musicalidade, Vitor associou milongas mais clássicas, épicas e tradicionais a Borges.

(para esta, a participação de Caetano Veloso deu o tom da irmandade.)

A musicalidade mais próxima da música brasileira, sentimental para Vargas…

De milongas Ramil é profundo conhecedor. Compôs a primeira aos 17 anos, Semeadura, gravada por Mercades Sosa com o nome de Siembra.

Em seguida, aos 19 anos, gravou Milonga de Manuel Flores, de Borges, mas em português. Aqui Três anos depois, musicou Gaudério, de Vargas.

De lá para cá não parou mais. Tem hoje musicado sete poemas do livro de Borges e quase toda a obra de Vargas, que é pequena.

Vitor cativou o público no último sábado lá no Bourbon Country, e se você procurar bem, vai ver que os cinegrafistas de plantão fizeram questão de publicar os melhores momentos lá no Youtube, mas conferir tudo isso ao vivo e ao pé do ouvido não teria preço.

Quem resiste a tanta sonoridade que poderia não ter forma, mas que nos é apresentada como uma miragem do sul?

Cinquenta anos de Renato Russo são comemorados com duetos

28 de março de 2010 4

Não há em nenhum canto no Brasil quem pegue um violão na mão e não saiba tocar uma canção de Renato Russo. Com Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos ele criou a Legião Urbana, vendeu mais de 20 milhões de discos e foi um dos porta-vozes da juventude dos anos 80 e 90 com sua poesia crítica e indignada. Mas não é exatamente essa face de Renato que aparece no álbum Duetos, que a EMI lançou essa semana para comemorar os 50 anos do nascimento do ídolo da geração Coca-Cola.

No disco idealizado por Marcelo Froés, gravações raras extraídas de especiais, gravações caseiras, sobras de estúdio e encontros póstumos inéditos com Leila Pinheiro, Caetano Veloso, Célia Porto e Laura Pausini realizados a partir das fitas dos discos solo de Renato The Stonewall Celebration Concert, com canções em inglês e Equilíbrio Distante, com canções em italiano. Do repertório legionário, apenas Vento no Litoral e a prévia de Soul Parsifal, Celeste.

Dentre as canções mais interessantes, encontram-se o encontro do legionário com Adriana Calcanhotto em Esquadros, com Dorival Caymmi (?!!!) em Só Louco (extraídos do programa de José Maurício Machline), com Cida Moreira num show de 1984 em Brasília cantando Summertime (pra mim o melhor momento do disco – e que foi lançada em 2008 no CD Trovador Solitário) e a música de trabalho, Like a Lover, versão de O Cantador, de Nelson Motta e Dori Caymmi, num dueto tudo-a-ver com Fernanda Takai. No mais repetem-se duetos já conhecidos com 14 Bis, Erasmo Carlos, Paulo Ricardo e Paralamas do Sucesso e Zélia Duncan.

Curiosa a gravação de Celeste, composição de Renato com Marisa Monte, feita em 1993 durante as sessões de pré-produção do clássico Verde Anil Amarelo Cor de Rosa e Carvão, de Marisa. A canção estava guardada numa fita DAT com a cantora, foi restaurada, e com toques dela e de Carlos Trilha, que produziu os discos solo de Renato, teve instrumentos adicionados. Essa canção foi lançada com letra modificada no último disco da Legião Urbana, A Tempestade, de 1996, com o nome de Soul Parsifal. Não é a mais bela composição que poderia ser feita por essa dupla, vale pela curiosidade.

Em Vento no Litoral, usando uma gravação de Cássia Eller em 1999 e de Renato em 1991, a reunião virtual funciona muito bem. Foi gravado novo instrumental com produção a cargo de Clemente Magalhães, e a visceralidade dos dois artistas é compatível. Se fosse de verdade teria sido melhor ainda.

Duetos pode até parecer um lançamento oportunista, caça-níqueis, talvez não seja uma homenagem à altura da obra deixada pelo compositor, por apresentar tantos momentos de uma das fases menos interessantes da carreira do carioca, mas proporciona a seus ouvintes a oportunidade de ouvir pela primeira vez Renato como intérprete em gravações raras, inéditas e imaginar outras possibilidades para esses duetos, mas com as canções que fizeram dele um ícone de algumas gerações. Alguém arrisca outros nomes e canções?

Renato Russo - DuetosAbaixo as 15 faixas de Duetos:

01. Like a Lover (O Cantador) – com Fernanda Takai
02. Celeste – com Marisa Monte
03. Vento no Litoral – com Cássia Eller
04. Mais Uma Vez – com 14 Bis
05. A Carta (The Letter) – com Erasmo Carlos
06. A Cruz e a Espada – com Paulo Ricardo
07. Catedral/Cathedral Song – com Zélia Duncan
08. Change Partners – com Caetano Veloso
09. Strani Amori – com Laura Pausini
10. La Solitudine – com Leila Pinheiro
11. Come Fa Um’Onda (Como Uma Onda) – com Célia Porto
12. Só Louco – com Dorival Caymmi
13. Esquadros – com Adriana Calcanhotto
14. Nada por mim – com Herbert Vianna
15. Summertime – com Cida Moreira

Benito Di Paula vem comemorar com Porto Alegre

26 de março de 2010 2

No fim de março em Porto Alegre sempre tem aquele gostinho de nostalgia. O aniversário da cidade no dia 26 de março faz a gente relembrar o que nem viveu e se transportar para um pouco da história vivida pelos casais de açorianos que chegaram aqui há 238 anos, ajudando a construir o que antes se chamava romanticamente de Porto dos Casais.

Talvez por ironia do destino ou mesmo por pura intenção, o clima de rosto coladinho e cheiro no cangote permanece. É que o tradicional Baile da Cidade que ocorre todos os anos no Parque da Redenção sempre reune casais apaixonados e amigos da cidade. Enfim, todos amantes pra bailar no melhor salão a céu aberto que a cidade poderia oferecer.

Neste ano, quem conduz a dança é o cantor Benito di Paula, o segundo piano mais famoso do samba! O carioca que até já foi crooner de boates do Rio de Janeiro vai trazer aquele estilo musical intitulado de samba jóia. Já ouviu falar? É a combinação do samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos.

Os discos Di Paula
Seu primeiro disco “Benito Di Paula” de 1971, foi censurado por trazer a música “Apesar de Você” de Chico Buarque. Já o segundo LP, “Ela” também não trouxe grande êxito. Mas estourou nas paradas de sucesso com o terceiro, “Um Novo Samba”, onde já aparecia na capa com sua longa barba e cabelos, inúmeras correntes, brincos, pulseiras, etc. O grande sucesso desse disco foi a música “Retalhos de Cetim”. Teve inúmeros sucessos ao longo de sua carreira como “Charlie Brown”, “Vai Ficar Na Saudade”, “Se Não For Amor”, “Amigo do Sol, Amigo da Lua”, “Mulher Brasileira”. Chegou nos anos 70, a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos, tendo composto muitas músicas para este.

Da década de 70 pra cá o total é de mais de 25 discos gravados, tendo parte importante de sua obra relançada em CD, devido ao sucesso de suas músicas. Chegou a fazer sucesso em nível internacional também, principalmente na América Latina. Após 13 anos sem gravar, Benito di Paula lançou em 2009 seu segundo CD e primeiro DVD ao vivo, gravado no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e que traz seus maiores sucessos, como Retalhos de Cetim, Sanfona Branca e Charlie Brown.

Discografia completa
* 1968 – Andança e Canção Para o Nosso Amor
* 1972 – Beleza Que é Você Mulher – (Copacabana)
* 1972 – Ela – (Copacabana)
* 1973 – Benito Di Paula – (Copacabana)
* 1973 – Um Novo Samba – (Copacabana)
* 1974 – Gravado Ao Vivo – (Copacabana)
* 1975 – Benito Di Paula e Seus Convidados – Brasil Som 75 – (Copacabana)
* 1975 – Benito Di Paula – (Copacabana)
* 1976 – Benito Di Paula – (Copacabana)
* 1977 – Benito Di Paula / Assobiar ou Chupar Cana – (Copacabana)
* 1977 – Jesus Papai Noel – Instrumental – (Copacabana)
* 1978 – Benito Di Paula – (Copacabana)
* 1978 – Caprichos de La Vida – Copacabana)
* 1979 – Benito Di Paula – (Copacabana)
* 1980 – Benito Di Paula – (Copacabana)
* 1981 – Benito Di Paula – (WEA)
* 1982 – Benito Di Paula – (WEA)
* 1983 – Bom Mesmo é o Brasil – (WEA)
* 1984 – Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim – (RGE)
* 1985 – Nação – (RGE)
* 1986 – Benito Di Paula / Instrumental
* 1987 – Quando A Festa Acabar – (Copacabana)
* 1990 – Fazendo Paixão – (BMG Ariola)
* 1992 – A Vida Me Faz Viver – (Copacabana)
* 1994 – Pode Acreditar – (RGE)
* 1996 – Baileiro – (Paradoxx Music)
* 2009 – Ao Vivo – (CD e DVD) (EMI Music)

Quem se atreve a perder e deixar de contar parte da história do Porto dos Casais para as próximas gerações?

Serviço – Baile da Cidade
Local: Parque da Redenção
21h – Banda Municipal com Cadica Danças e Ritmos
22h30 – Benito di Paula
00h30 – Baile com Musical Essência
Apresentação: Vera Armando
Trilha Sonora: Dj Claudinho Pereira

Bom Tempo de Sergio Mendes terá Milton, Brown e Seu Jorge

25 de março de 2010 0

DivulgaçãoSergio Mendes vem trazendo novos ventos por aí. A notícia é que exatamente no dia 4 de maio, seu novo álbum “Bom Tempo” estará circulando pelas lojas de todo o Brasil.

Neste disco Mendes vai relembrar grandes sucessos seus e de outros cantores e compositores da música brasileira. Outra novidade são as novas parcerias que revelam da voz grave de Seu jorge interpretando Maracatu Atômico (Jorge Mautner e Nelson Jacobina, 1974) e Maracatu (Nation of Love). Já Carlinhos Brown vai cantar na sua regravação Magalenha (1992). O mineiro Milton Nascimento canta e toca violão em Caxangá, dele mesmo com Fernando Brant, lançada em 1977 por Elis Regina.

Outras participações também marcam esse tempo bom: Gracinha Leporace, em Caminhos Cruzados (Tom Jobim e Newton Mendonça, 1958) e de Só Tinha de Ser com Você (Tom e Aloysio de Oliveira, 1964). A cantora norte-americana de pop jazz Nayanna Holley interpreta Emoriô.

Curioso para conferir isso pertinho do ouvido? É esperar até maio para a gravadora Concord Musiccolaborar com a distribuição pelo país.

Doce Brasil é o novo som de Tom Zé

24 de março de 2010 0

O cantor baiano está a todo vapor. Produzindo e fazendo arte. Confira no blog do músico, a canção que “homenageia” nosso hino nacional!  Blog do Tom Zé

#Paradinha MPB da semana: Ed Motta, Alcione e João Gilberto!

18 de março de 2010 0

João Gilberto grava músicas para trilha sonora de filme

O mestre João Gilberto, 78 anos, vai gravar três canções para trilha sonora do longa-metragem “O gerente”, de Paulo César Saraceni, seu amigo desde os anos 80 quando filmou “Bahia de todos dos sambas”.

As músicas que serão gravadas este mês são “Louco” (Wilson Batista/Henrique de Almeida) e “Insensatez” (Tom Jobim/Vinícius de Moraes), além de uma faixa inédita, composta por Gilberto.

Mais aqui!

Alcione grava DVD do show ‘Acesa’ no Maranhão

A cantora Alcione vai gravar um DVD durante passagem por sua terra natal em abril. Segundo o blog “Notas musicais”, ela não quer apenas filmar o show, colaborações com artistas de sua terra natal também devem fazer parte do projeto.

Álbum de Ed Motta ‘Piquenique’ é lançado grátis na web

A gravadora Trama vai dispolibilizar na internet os novos discos de Ed Motta (“Piquenique”) e Caju e Castanha (“Pata de elefante e guizado”) ainda na primeira metade deste ano.

Os lançamentos fazem parte do projeto Álbum Virtual, no qual uma empresa patrocina a divulgação gratuita dos discos.

O “Piquenique” será o primeiro a sair, a partir de 26 de março com uma faixa bônus intitulada “Turma da pilantragem”, interpretada por Ed Motta e Maria Rita. O de Caju e Castanha não tem data de lançamento definida.