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Vindima

01 out18:32

Comitê Gestor planeja Bento em Vindima



Na última terça-feira, 27 de setembro, o Comitê Gestor do Bento em Vindima reuniu-se para discutir a programação do evento, que ocorre de 13 de janeiro a 11 de março de 2012, em Bento Gonçalves. A programação, que ainda não tem datas definidas, irá incluir cursos de degustação de vinhos e espumantes, apresentações musicais e teatrais, filó, programação especial em hotéis, vinícolas e rotas turísticas, além do tradicional Jantar Sob as Estrelas.

O Bento em Vindima é promoção da Secretaria Municipal de Turismo (SEMTUR), em parceria com Bento Convention, Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (SHRBS), Sistema Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin),  Ministério do Turismo (MTur), Secretaria de Turismo do RS (SETUR), Associação Brasileira de Enologia (ABE), Secretaria de Cultura, Fenavinho Brasil, Fundaparque, Associações de Turismo (Vale dos Vinhedos, Caminhos de Pedra, Vale das Antas, Vinhos de Pinto Bandeira, Cantinas Históricas), Instituto Federal (IFRS) e Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL).


Fonte: Assessoria de Imprensa de Bento Gonçalves


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19 jul12:00

Colheita da uva bate recorde no Rio Grande do Sul

Nestor Tipa Júnior

A produção de uvas no Rio Grande do Sul na safra de 2011 chegou a 707,2 milhões de quilos da fruta colhidos. Alta de 34% em relação à safra passada e de 10% do recorde anterior, de 634 milhões de quilos da safra de 2008.

Os dados foram divulgados na tarde desta segunda-feira pelo Instituto brasileiro do Vinho (Ibravin). O presidente do Ibravin, Julio Fante, destaca que o clima ajudou no aumento da produção gaúcha.

-– Este ano tivemos um comportamento do clima muito bom. Tivemos uma floração com pouca chuva, aonde se manteve a fruta no pé. Tivemos também algumas plantações novas, em algumas regiões, que vieram a somar neste total – avalia.

Dados do Ibravin apontam também para o crescimento da destinação da produção para o suco de uva. Em 2004, este volume era de 25%. Em 2011 chegou a quase a metade, com 49%.

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25 abr20:46

Suco de uva é o número 1 na preferência do brasileiro

Blog Caixa-Forte

Qual o sabor de suco que lidera a preferência nos copos dos consumidores brasileiros? Se você respondeu laranja, errou. O sabor de uva assume a liderança de quem opta pelo suco, mais saudável do que bebidas como refrigerantes.

Talvez por isso, pelas propriedades benéficas à saúde, é que o suco de uva virou a grande estrela do setor, sendo o mais consumido no Brasil, conforme apontou o 1º Seminário do Suco de Uva, realizado na última terça-feira, em Bento Gonçalves. Os números mostram o apetite do ramo: em 2010, foram vendidos 550 milhões de litros de sucos de todos os sabores no Brasil. Desse total, 152 milhões de litros (27%) referem-se a suco de uva, incluindo néctares (com até 50% da fruta) e produtos 100% natural.

Mas nem sempre foi assim: até 1999, o Brasil viveu a “era do suco de laranja”. Depois, começou a “era do sabor”, com outras frutas dominando o mercado.

– Em 2005, foi maracujá, depois passou para o pêssego e agora é a uva – destaca José Carlos Estefenon, da Natural Products, empresa integrante do Programa de Desenvolvimento Setorial do Suco de Uva, criado em agosto de 2009 pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pelo Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf).

No ano passado, depois do suco de uva, o sabor mais consumido foi o pêssego, seguido pelo de laranja. Ou seja, pode estar começando a “era do suco de uva”.

O consumo per capita de suco no Brasil é de 2,9 litros (sendo 0,9 litro de uva) ao ano. Na Argentina e na Europa, onde o vinho é uma tradição, o consumo per capita de suco de uva é pequeno. Mas os Estados Unidos são um mercado consolidado para a bebida de uva. É bom imitá-los também nesta área, para a alegria de produtores de uva e vinícolas da Serra.

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17 mar16:28

Vinícolas de Bento são premiadas na França

Pela segunda vez no ano, os vinhos do Brasil conquistam diversas premiações na França. Desta vez foi no Concurso Chardonnay du Monde, realizado entre os dias 9 e 12 de março no Château des Ravatys, em Saint-Lager. E, entre  as premiadas, estiveram a Aurora, Miolo e Salton, ambas de Bento Gonçalves.

O diferencial do concurso é a exclusividade na participação de vinhos e espumantes da variedade Chardonnay. Entre 914 amostras de 38 países, quatro Medalhas foram conferidas a produtos brasileiros, sendo três de Prata e uma de Bronze. As amostras foram avaliadas por 300 degustadores internacionais. Somente neste ano o Brasil já conquistou 15 prêmios na França.

PREMIAÇÕES

Medalha de Prata

Aurora Espumante Brut Chardonnay – Cooperativa Vinícola Aurora

Marcus James Reserva Especial Espumante Brut - Cooperativa Vinícola Aurora

Miolo Reserva Chardonnay 2010 – Vinícola Miolo

Medalha de Bronze

Salton Virtude Chardonnay 2009 – Vinhos Salton

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17 mar13:29

Depois de boa safra de uvas brancas, Vale dos Vinhedos começa a colher variedades tintas

O calendário da vindima no Vale dos Vinhedos segue as ordens do clima. Nesta safra, devido às condições favoráveis, com chuvas regulares e esparsas, a colheita de variedades precoces foi tranqüila. O sol, que deve se manter nas próximas semanas, traz consigo a certeza de uma qualidade excepcional também para as variedades tintas.

“A qualidade das uvas Chardonnay, Riesling Itálico e Pinot Noir foi formidável”, afirma o diretor Técnico da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), enólogo Daniel Dalla Vale. Ele chama a atenção para os atributos das uvas, assegurando que os espumantes originários dessas variedades deverão atingir altos índices de excelência, colocando na mesa do consumidor produtos com qualidade superior.

O ponto de colheita dessas uvas levou em consideração a preservação de uma acidez marcante, o que proporcionará espumantes frescos e longevos. Por isso, o equilíbrio entre o açúcar e a acidez é fundamental. “Com o álcool potencial variando entre 10 e 11 graus e a acidez de 8 e 9 g/l em ácido tartárico, a sanidade dos cachos está perfeita”, comprova o enólogo.

A qualidade das tintas também está surpreendendo. A previsão de tempo firme em março traz boas perspectivas aos produtores. Variedades como a Merlot – grande aposta das vinícolas do roteiro -, a Tannat e a Ancellotta já estão sendo colhidas. Agora é a vez de colher a Cabernet Sauvignon e a Cabernet Franc. “Nossa expectativa é grande. Esperamos que as condições continuem favoráveis, assim como foi com as variedades brancas”, comenta Daniel Dalla Valle.

O enólogo esclarece que é necessária também muita paciência. “Os cachos começarão a ser colhidos somente quando estiverem no ponto”, afirma. Por estar atrasada em cerca de oito dias, em relação a anos anteriores, a safra deste ano poderá se estender até o início de abril. Isso se deve às temperaturas amenas registradas nos meses de dezembro e janeiro, tanto durante o dia quanto à noite.

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14 mar15:33

Flores da Cunha se despede da Festa da Vindima

O maior produtor de vinhos do Brasil se despede de seu maior evento. Flores da Cunha encerrou neste domingo (13)  a XII Festa Nacional da Vindima. Foram mais de 107 mil pessoas em quatro finais de semana – 49 mil visitantes nos pavilhões (14.306 de sexta a domingo) e 58 mil pessoas nos desfiles (15 mil neste domingo). A próxima edição do evento está programada para a vindima de 2014.

“Foi um grande evento. Neste ano inserimos na programação uma série de novidades e passamos por um período de muita reflexão em torno da festa. Agora, no encerramento, é preciso agradecer a comunidade e aos visitantes, que compreenderam tudo isso e nos ajudaram a realizar esta grande festa”, ressaltou a presidente do evento, Cristiane Passarin. Acompanhada pelo prefeito Ernani Heberle, pela rainha Elisa Giani Toigo e pelas princesas Duana Nesello e Ariane Schiavenin, a presidente encerrou oficialmente o evento, durante show do Guri de Uruguaiana.

Entre os destaques da edição 2011 estiveram os quatro desfiles de carros alegóricos, um deles noturno. Apenas pela rua Buarque de Macedo, local dos desfiles, passaram mais de 58 mil pessoas. Elas acompanharam a encenação de cerca de 400 figurantes de 12 comunidades, distribuídos em mais de 20 alegorias. Eles interpretaram elementos típicos da colonização italiana, com aspectos religiosos, festivos e gastronômicos, além da participação de representantes e soberanas de festas da região.

Entre as novidades da 12ª edição da Festa Nacional da Vindima destaque para o Wine Bar, Cursos Gratuitos de Degustação de Uvas e Vinhos, o Festival do Menarosto, além da exposição de uvas de 303 produtores, que receberam o público com um aroma especial. A montagem dos estandes também chamou a atenção dos visitantes por exaltar a arquitetura típica italiana, sendo uma atração a parte.

Novidade neste ano também é a comemoração pela excepcional safra de 2011. A expectativa vem se confirmando com uma previsão de colheita superior a 100 milhões de quilos de uva. No auge da safra, o setor acredita que a colheita deverá se estender até o início de abril. O mais importante é que a qualidade também é histórica.

A XII Festa Nacional da Vindima foi realizada ao longo de quatro finais de semana, totalizando 12 dias de evento. Ao todo foram 54 estandes, reunindo empresas de móveis, malhas, confecções, artesanato e produtos coloniais.

Alguns números

49 mil pessoas nos pavilhões

58 mil pessoas nos quatro desfiles alegóricos

Venda de 4.800 pães caseiros

Distribuição de mais de 15 mil quilos de uva aos visitantes

54 estandes

2.616 mil pessoas nos almoços do Festival do Menarosto

120 pessoas nos cursos de degustação de vinhos (quatro turmas)

120 pessoas nos cursos de degustação de uvas (quatro turmas)

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11 mar17:22

Vale dos Vinhedos de portas abertas para a Fimma Brasil 2011

Aliar o turismo de negócios com lazer é uma prática que vem sendo adotada por muitos empresários e profissionais que participam de feiras internacionais como é o caso da Fimma Brasil 2011. Para contemplar este público, aliando momentos de negócios com cultura e lazer, vinícolas e restaurantes do Vale dos Vinhedos estarão praticando horários diferenciados durante a feira que ocorre de 21 a 25 de março no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.

Os empreendimentos, além de ampliar o horário para visitação e degustação, também estão disponibilizando ambientes exclusivos e tranqüilos, propícios para reuniões e jantares de negócios. O vinho aproxima as pessoas sendo a bebida ideal para quem deseja brindar boas parcerias.

O Vale dos Vinhedos, primeira região a conquistar Indicação Geográfica no Brasil, é um roteiro enoturístico formado por mais de 30 vinícolas que possui uma ampla estrutura de atendimento ao visitante. Seus hoteis e pousadas, assim como queijarias, cafés e artesanato, estão inseridos em um ambiente natural que se destaca pelas belas paisagens. A entrada do roteiro está a 5 km do centro de Bento Gonçalves.

Empreendimentos que farão horário diferenciado durante a Fimma:

Vinícola Boutique Lídio Carraro - Visitação e degustação das 08h às 20, sem fechar ao meio dia. Informações: (54) 3459-1222

Vinhos Don Laurindo – Visitação e degustação das 08h às 20h, sem fechar ao meio dia. Informações: 0800-510-1600 ou (54) 3459-1600

Restaurante Nonna Metilde - Atenderá de terça a domingo, das 11h30 às 15h. À noite, mediante reservas para grupos acima de 20 pessoas. Informações: (54) 3457-1567

Vinícola Calza - Atendimento e varejo até as 20h. Informações: (54) 3457-1173

Vinhos Larentis - Atendimento das 9h às 11h30 e das 13h às 19h. Informações: (54) 3453-6469

Vinícola Almaúnica – Varejo funcionará das 8h às 12h e das 13h30 às 20h, com degustação e tábua de frios. Informações: (54) 3459-1384

Restaurante Sbornea’s - A La Carte ao meio dia. Nas noites de 21 a 26 de março, servirá rodízio de panquecas, risotos e grelhados. É necessário fazer reserva antecipada pelo fone (54) 3459-1224

Dom Cândido Vinhos Finos - Varejo estará aberto das 8h às 18h. Informações: (54) 2521.3500

Miolo Wine Group - Varejo da vinícola estará aberto das 8h às 20h. Informações: (54) 2102.1537

Casa Valduga - A enoboutique da vinícola estará atendendo até as 20h. Informações: (54) 2105.3154

Restaurante Valle Rustico - De terças à sábados, das 18h às 20h, realiza happy hours com petiscos, bolinhos de bacalhau, escondidinho, tábua de frios acompanhados de vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos. Após às 20h restaurante atenderá a reservas. Informações: (54) 3459.1162

Couros do Valleh - Atendimento das 9h30 às 20h. Informações: (54) 3453-5754

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10 mar11:30

Safra da uva se encaminha para o final e deve superar expectativas

Caixa-Forte

A safra da uva se encaminha para sua semana derradeira na região. A colheita praticamente estará encerrada até o dia 20. O presidente da Comissão Interestadual da Uva, Olir Schiavenin, acredita que cerca de 70% da fruta da região já foi colhida. Em algumas propriedades, a safra está finalizada. Em maior volume, falta recolher cerca de metade da uva isabel, principal variedade na região, com 200 milhões de quilos no total, conforme Schiavenin.

– A bordô, por exemplo, superou as expectativas. A maioria produziu mais do que imaginava, embora que essa variedade represente apenas um sétimo do total da produção na região – diz Schiavenin.

A Cooperativa Vinícola Garibaldi, por exemplo, aumentou de 13,5 milhões de quilos para 15 milhões de quilos sua previsão inicial de recebimento de uvas dos 340 associados. No ano passado, foram 12,3 milhões.

– Incentivamos nossos produtores a cultivarem mais e melhor os seus vinhedos para suprir a crescente demanda por sucos, vinhos e espumantes da Garibaldi – explica o presidente da cooperativa, Oscar Ló.

A estimativa de entidades do setor é que a safra feche em 640 milhões de quilos, a maior da história no RS. Com a colaboração do tempo, a qualidade da fruta também é destaque. Mas, Schiavenin alerta que não se pode falar em supersafra, já que, pela área plantada, o Estado teria condições de colher mais.

– Temos cerca de 38 mil hectares. Com isso, poderíamos produzir 800 milhões de quilos – avalia.


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02 mar18:22

Vale dos Vinhedos tem o hectare mais caro do RS

Enoblog

A dupla vocação da zona rural trouxe para a Serra o título de hectare mais caro do Rio Grande do Sul. No Vale dos Vinhedos, no interior do município, o valor mais frequente de negociação das áreas usadas para a produção de uvas foi de R$ 35 mil, alta de 180% nos últimos três anos. Os dados vêm de um relatório da consultoria Informa Economics FNP (ex-Agra FNP) sobre a valorização das áreas destinadas à produção agropecuária no Brasil. No levantamento anterior, com dados colhidos entre janeiro e fevereiro de 2010, o preço verificado havia sido de R$ 28 mil.

— São terras valorizadas porque podem ter dupla função: vitivinicultura e turismo — explica Jacqueline Bierhals,  gerente de agroenergia da FNP e autora do levantamento.

Uma rápida consulta a profissionais de compra e venda de imóveis e a sites de classificados da região, entretanto, mostra que em alguns casos os preços podem ser ainda mais altos, dependendo da localização e das benfeitorias. Uma área de sete hectares próxima a vinícolas famosas, junto ao asfalto, com quatro hectares de uva, duas casas e um campo de futebol chega a ser anunciada por R$ 2,5 milhões, ou R$ 357 mil o hectare. O valor do hectare no interior do município pode chegar a R$ 50 mil e, na beira da faixa, no Vale dos Vinhedos, parte de R$ 250 mil, avalia o corretor Cliderio Cepriani. O valor, lembra, não é calculado apenas pelo total de quilos de frutas que a área pode produzir.

— É uma região com certificado de origem para vinhos e com interesse turístico para instalação de cantinas, pousadas e hotéis — acrescenta o delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), Wanderley Ferreira.

No Rio Grande do Sul,  o preço médio do hectare no Estado subiu 60%, alcançando R$ 9.444 no embalo da corrida pela expansão das lavouras de soja, principalmente na Metade Sul.

Com conteúdo de Caio Cigana

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25 fev16:20

Fenavindima homenageia comida colonial e alta gastronomia

Babiana Mugnol | babiana.mugnol@pioneiro.com

A 12ª Festa Nacional da Vindima, que segue neste e nos próximos fins de semana em Flores da Cunha, vem com um tema de dar água na boca: Comida Colonial e Alta Gastronomia no Maior Produtor de Vinhos do Brasil. As receitas mais caseiras, passadas de avó para netos, aos pratos elaborados por chefs são encontrados no Parque Eloy Kunz, num retrato do dia a dia de muitos florenses.

Na vida real, o que muda em tempo de vindima no almoço preparado por Gabriela Schiavenin Veadrigo, 54 anos, é a quantidade de ingredientes na panela. Moradora de São Roque, no interior de Flores, ela precisa colocar mais farinha de milho na polenta para alimentar os seis integrantes da família e os seis empregados contratados para a colheita da uva. Tarefa que tem prazer de cumprir e que já está acostumada.

— Eu não acho difícil cozinhar para tanta gente, acho mais complicado pensar no que vou preparar e servir tudo quentinho ao mesmo tempo — revela a cozinheira.

No cardápio de Gabriela não há nenhum prato exótico, todos têm nomes bem conhecidos e são fáceis de preparar. O almoço de quinta-feira foi um festival típico: polenta, tortéi e pizza com massa fofa. Para beber, suco de uva e vinho. De sobremesa, fregolá. Tudo produzido em casa, inclusive o vinho artesanal e as massas.

Na mesma quinta, o menu do Ristorante Dolce Italia, da Escola de Gastronomia da UCS, era composto por coscia di vitello alla strogonoff (coxa de vitelo ao estrogonofe) acompanhado de gnocchi di semolino alla romana (nhoque de semolina à romana). A salada, uma porção de tonno di coniglio (coelho em conserva de azeite de oliva extra virgem). Para arrematar, a sobremesa era semifredo al limone siciliano (um tipo de sorvete com calda de limão).

Apesar das evidentes diferenças entre a comida colonial e a alta gastronomia, há ingredientes em comum entre as duas cozinhas. O principal: são extraídos da mesma fonte, Flores da Cunha. A comida típica servida no Restaurante Formagio, Pan e Vino, no Parque da Vindima, custa R$ 20 por pessoa. Crianças pagam R$ 10. O cardápio inclui sopa de agnolini, massa, galeto, polenta, salada e sobremesa.

No Ristorante Dolce Italia, também do parque Eloy Kunz, o almoço custa R$ 40 sem bebida. Com harmonização de vinho, R$ 55. São oferecidas duas opções de menu com entrada, prato principal e sobremesa.

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