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Maça Fuji catarinense

16 de abril de 2011 0
Maça Fuji suculenta e nutritiva coloca a produtora Sanjo de São Joaquim entre as maiores produtoras do Brasil  Em 1970, o Professor Kenshi Ushirozawa, trouxe para o Brasil a maça Fuji, nome de um imponente vulcão japonês, que encontrou na serra catarinense as condições climáticas ideais para o seu cultivo, na altitude de mais de 1.300 metros e na média de 700 horas de frio anual nos meses de inverno. Por conta disso, a cidade hoje guarda a macieira matriz da espécie Fuji no Brasil e também um monumento ao professor Ushirozawa, que podem ser visitados na Estação Experimental da Epagri. Uma das frutas mais antigas cultivadas pelo homem, estima-se que hoje existam mais de 7500 variedades de maçãs espalhadas pelo mundo. No Brasil, a variedade mais consumida ainda é a maçã Gala, mas a Fuji tem crescido no padrão de consumo, principalmente nas Regiões Sul e Sudeste. As diferenças entre as maçãs Gala e Fuji são bem acentuadas: a Fuji é uma maçã mais crocante e suculenta, em seu processo de maturação ainda no pé inicia uma formação do mel – Pingo de Mel -   que nada mais é         do que o acúmulo de frutose. Esta característica única acontece em pequenos volumes colhidos nos meses de maio e junho, que propicia a esta variedade um sabor único. Seu sabor é mais doce e menos ácido do que a Gala, além de demorar mais tempo a ficar com uma textura “farinhenta”, o que amplia significativamente a sua durabilidade. Em relação ao cultivo, a floração das macieiras ocorre entre setembro e outubro, sendo que e a colheita da maçã Fuji começa em março e se estende até maio, enquanto a da Gala se encerra no fim do verão.

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