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Posts na categoria "América do Sul"

Cuernos del Paine & Glacial Grey

03 de março de 2017 1

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Torres del Paine

02 de março de 2017 0

A primeira vez que estive na Patagônia, ouvi falar desse lugar mágico e intocado chamado “Torres del Paine”. Uma década depois retornei e descobri em uma semana de caminhadas acampando, toda essa natureza exuberante de montanhas e lagos. Muito feliz de estar aqui de volta, reconfirmando como são bem cuidados os parques chilenos.

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Trata-se de um seleto grupo das zonas representativas dos distintos ecossistemas do mundo e administrado pela CONAF (Corporación Nacional Forestal) com seus guardas florestais que vivem no local e tratam de conservar a diversidade biológica do parque, bem como de seus recursos naturais e culturais para as futuras gerações.

Tem uma área de aproximadamente 242.000 hectares em torno da cadeia montanhosa Del Paine, com as mundialmente famosas Torres del Paine e os não menos conhecidos Cuernos del Paine. Lagos, rios, cascatas e glaciares estão em perfeita harmonia no parque.

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Glaciar Spegazzini

28 de fevereiro de 2017 0

Spegazzini foi o glaciar mais bonito que vimos – com uma frente que chega a 130 metros sobre o nível do lago, uma das vistas mais impressionantes de toda a viagem.

Alimentado pelos glaciares Mayo Norte e Peineta, tem 1,3 km de largura por 17 km de comprimento, totalizando 137 km² de superfície de gelo. A retração da geleira Spegazzini é considerada mínima em relação às demais geleiras da região, tendo retrocedido apenas 150 metros e perdido de 0,07 km², no período 1968-2010. Uma de suas características principais é a alta parede de desprendimento, considerada a mais alta do Parque Nacional Los Glaciares, com picos entre 80 e 130 metros, enquanto as de outros glaciares do parque ficam na média de 60 metros.

Essa alta parede de gelo é a origem de icebergs de formas e cores variadas e está firmemente apoiada no fundo do lago a uma profundidade de cerca de 150 metros.

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Glaciar Upsala

28 de fevereiro de 2017 0

O Glaciar Upsala se encontra em retrocesso, que pode ser uma evidência de ciclos climáticos e geológicos desconhecidos ou de aquecimento global.

O seu nome se deve ao fato da Universidade de Upsala, da Suécia, ter realizado o primeiro levantamento da região no século XX. Seus campos de gelo cobrem uma extensão de 765 km². O glaciar possui uma extensão de 53,7 km, sendo o terceiro mais longo da América do Sul, e suas paredes alcançam a altura de 40 metros em média. Flui desde o campo de gelo do sul da Patagônia, o qual também dá origem ao Glaciar Perito Moreno, que se encontra na mesma área, até o Lago Argentino.

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Lago Fagnano

25 de fevereiro de 2017 0

Com o choque das placas tectônicas, a ilha da Tierra del Fuego, que era a extremidade sul da cordilheira dos Andes sofre uma torção de 90 graus. Por isso, hoje atravessamos os Andes de sul a norte, de Ushuaia ao lago Fagnano. Curiosidades da formação de nosso fantástico planeta Terra.

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Trem do Fim do Mundo

25 de fevereiro de 2017 0

Ferrovia construída pelos prisioneiros do presídio de Ushuaia, no início do séc XX, para levar a madeira e pedras para a construção do povoado que se desenvolvia em torno do presídio.

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Passeio pelo Canal de Beagle

25 de fevereiro de 2017 0

Tivemos um dia maravilhoso de navegação por ilhas com pinguins, lobos marinhos, e faróis – sempre rodeado de montanhas de ambos os lados – argentino e chileno.

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Parque Nacional Tierra del Fuego

25 de fevereiro de 2017 0

Criado em 1960 com 68 mil hectares, tem um ecossistema único que combina as montanhas andinas, bosques patagônicos e canal marítimo.

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Ushuaia

25 de fevereiro de 2017 0

Começando a viagem pelo Grand Tour Patagônia, chegamos à Ushuaia, a cidade mais austral do mundo. Capital da Tierra del Fuego, tem 80 mil habitantes.

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Um fantástico final de ano no Uruguai

02 de janeiro de 2013 2

Beto Conte do STB , que já percorreu 125 países nos 5 continentes,  compartilha sua entrada do ano 2013 no Uruguai.

O nosso país vizinho oferece muitas atrações em seu pequeno território. A badalação de Punta del Este, a vida cultural em Montevideo, e o passado colonial na Colonia de Sacramento.


José Ignacio

A minha praia predileta onde passei às vésperas do réveillon é José Ignacio, 16 km ao norte da movimentada Punta del Este. Ficamos em Arenas de José Ignacio (km 185 da Ruta 10), uma pousada de charme com um ótimo astral com apenas 12 quartos entre bosques de pinos e dunas de areia. A pedida para jantar é no restaurante em frente, o Marismo, com as mesas ao ar livre iluminadas com velas. O cuscuz com aspargos frescos e especiarias estava saboroso.

A Playa Brava possibilita caminhadas por quilômetros de praia deserta entre dunas suaves e vigorosas ondas para o surf. No trecho entre o restaurante Las Huella e o farol de José Ignacio, paradores descolados e uma agitação de bom tamanho. Na vizinha laguna Garzon o céu fica colorido com Kite surf e as águas com pranchas de Stand Up Paddle, além de um hotel boutique com cabanas flutuantes.  Experiência inesquecível o “manjar dos deuses” no La Olada (km 182 da Ruta 10) – Um cordeiro que se desmanchava na boca, regado a um bom Tanat e flan de Dulce de Leche para fechar com chave de ouro.


Punta del Este

O principal balneário do Uruguai oferece praias para todos os gostos, além de cassinos, casas noturnas, restaurantes e variada estrutura hoteleira e de lazer.

A cidade pacata de 10 mil habitantes se transforma entre o Natal e o Carnaval em uma praia badalada para 250 mil pessoas. Descoberta por argentinos nos anos 50, ganhou status e glamour a partir da década de 60, quando boa parte do PIB argentino, gaúcho e paulista passou a frequentá-la, encantados com as mansões à beira-mar. Banhado pelo Rio da Prata e o Oceano Atlântico, Punta tem duas faces:  A comportada Playa Mansa, ideal para as famílias com crianças e a agitada Playa Brava, onde se concentram surfistas e modelos, desfrutando a praia de dia e a noite em restaurantes descolados e boates da moda. Vale a pena conferir o pôr do sol no museu e restaurante Casa Pueblo do artista uruguaio Carlos Paez Vilaró, que conviveu com Pablo Picasso e Vinicíus de Moraes. Concebida como atelier junto ao mar, lembra as construções de Gaudí.


Montevideo

A capital Uruguaia se estende desde Carrasco, com o aeroporto e cassino, passando pelas ramblas da playa de Pocitos e do sofisticado bairro de Punta Carretas até o seu centro histórico. Uma boa dica é começar a visita percorrendo-a com o “bus turístico”.

Desfrutei muito passar o dia circulando pelo centro – me surpreendi com uma mostra de arte Etíope no MAPI e com as pinturas e esculturas no museu Torres Garcia, ao lado da livraria “Mas puro Verso” – cheia de estilo. Na Plaza Constitucion sugiro conferir a feira artesanal, as estátuas da catedral e o museu da cidade no antigo “cabildo”. No coração da cidade, na Plaza Independencia, o palácio presidencial e a estatua equestre de Artigas, vizinha ao Teatro Solis, restaurado no início do séc. XXI. Vale a pena fazer uma volta ao passado no Museu Histórico Nacional e Museu de Artes Decorativas no Palácio Taranco.

Para entrar no clima tem de incluir uma “parillada” no mercado central e compras nos antiquários de seu entorno.
Para a noite sugiro um dos charmosos restaurantes de Punta Carretas, como o Francis, onde degustei um saboroso risoto de carneiro com cogumelos frescos.

Colonia de Sacramento

Escolhi esta pacata cidade histórica para a virada do ano circulando por suas ruelas de pedra sombreadas por plátanos e floridas com buganvilles. Seu casario colonial abriga restaurantes e pousadas cheias de charme – um encanto. Muito legal o astral local com um povo simpático com uma pitada certa de dramaticidade, visitantes do mundo todo, e uma gastronomia com personalidade – do cordeiro aos frutos do mar. A ceia de réveillon foi no restaurante Florida comandado pelo casal Carlos e Ana – que só eles já são um show a parte.

SAIBA MAIS

Mais informações sobre viagens pelo mundo com betoconte@stb.com.br que coordena a agência de viagens STB Trip & Travel no RS.

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