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Posts com a tag "cáucaso"

Despedindo-se de Hagia Sophia e Blue Mosque, símbolos de Istambul

20 de setembro de 2016 0

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O Estreito de Bósforo

19 de setembro de 2016 0

Passeio pelo Bósforo – o estreito de 31 km que liga o Mar Negro ao Mar de Marmaras, fazendo a divisa entre a Europa e Ásia. Sua importância estratégica ao longo dos milênios fez de Istambul, que controla a entrada do canal, capital de 2 grandes impérios. A fortaleza abaixo controlava seu ponto mais estreito de apenas 700 m, e o ponto mais largo chega a apenas 3.400m. Sua profundidade média de 60m permite o fluxo de grandes embarcações – ligando a Rússia e o Cáucaso com o Mediterrâneo.

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A sagrada sabedoria

19 de setembro de 2016 0

A Basílica de Santa Sofia (do grego “Sagrada Sabedoria”) foi construída por Justiniano em 537 para ser a catedral de Constantinopla, capital do Império Bizantino. Transformada em mesquita durante o período Otomano, passa a ser um museu em 1934. Foi a terceira igreja no local, as duas anteriores destruídas em revoltas civis. Era a sede do Patriarcado de Constantinopla e o ponto central da Igreja Ortodoxa por quase mil anos. Foi ali que o Cardeal Humberto, em 1054, excomungou o patriarca Miguel I Cerulário, iniciando o Grande Cisma do Oriente, que perdura até hoje.

Em 1453, Constantinopla foi conquistada pelo Império Otomano sob o sultão Mehmed II, que ordenou que o edifício fosse convertido numa mesquita e mosaicos foram cobertos por emplastro e uma missão da UNESCO de 1993 começou a restauração de mosaicos excepcionais como esse abaixo.

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A Mesquita Azul

19 de setembro de 2016 0

A Mesquita Azul ou Mesquita do Sultão Ahmed foi construída no início do séc XVII em frente da Basílica de Santa Sofia, no local onde havia o palácio dos imperadores bizantinos.

Ambas compõem um conjunto elegante com proporções e volumes similares, balanceando bem cada extremidade de uma praça magnífica. A única mesquita de Istambul que possui seis minaretes é um triunfo em harmonia, proporção e elegância. Construída em estilo clássico otomano, no seu interior um sinfonia de belos mosaicos azuis e vitrais do mesmo tom. Maravilhosa.

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As maravilhas do museu islâmico

18 de setembro de 2016 0

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Geórgia, um resumo histórico

18 de setembro de 2016 0

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Um país de apenas 4,5 milhões de habitantes, escondido nas montanhas do Cáucaso, com uma longa história e cultura bem particular.

Trata-se de um povo de língua não indo-europeia com sua própria escrita.

No 2o milênio antes de Cristo o reino local de Cólquida aparece no épico grego de Jasão e os Argonautas que vieram a Kutaisi atual em busca do velocino de ouro e traz de volta também a princesa Medeia cuja ira a traição de Jasão a leva a se vingar matando os próprios filhos. Na antiguidade também tem registros do reino Ibéria, no leste do país.

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No séc I o rei Parnavasi institui uma escrita própria.

No séc. IV a Santa Nino, da Capadócia, evangeliza o povo georgiano que adota o cristianismo como religião oficial em 337 – o 2o reino do mundo a adota-lo, após a Armênia em 301. Capital Mtskeda.

No séc V o reino unificado tem Tblisi como capital.

Disputada entre os impérios Bizantino e Persa, a Geórgia acaba se dividindo em pequenos feudos que facilitarão a conquista árabe no séc. VI.

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No séc. X o rei Bagrati III, da dinastia Bagrationi, reunifica o país e estabelece Kutaisi como capital do reino. No século seguinte seu neto David, o construtor, governa no período dourado da Geórgia Medieval. Grande estrategista contrata um exercito composto por guerreiros de uma das tribos das montanhas do Cáucaso e leva o reino a sua expansão territorial máxima se estendendo do mar Negro ao mar Cáspio. Além de promover as ciências e artes, trazendo intelectuais e artistas da Anatólia e Mesopotâmia constituindo centros de saber como a Academia de Gelati, construída no séc. XI em um mosteiro nos arredores de Kutaisi. O rei David conquistou também maior estabilidade interna indicando clérigos de sua confiança como patriarcas – a maior posição da igreja local. Este período de prosperidade permanece ate o reinado de sua bisneta, a rainha Tamar, que no séc. XII ficou conhecido como a era da renascença cultural e artística.

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Nos séculos seguintes o Cáucaso sofreu com invasões de mongóis e turcos vindos da Ásia Central.

No final do séc. XVIII o rei de Kartli-Kakheti, região central da Georgia, pressionado entre Turcos e Persas, solicita a proteção Russa com o tratado de Georgievsk (em cujo tratado Rússia tinha de endossar a sucessão real).

Em 1801, a Russia aproveita da morte do rei e o vácuo de poder da transição real para anexar a Geórgia extinguindo o reino que passa a ser domínio Czarista pelos próximos 120 anos.

Com a Revolução Russa e a derrota Otomana na 1a Grande Guerra, a Geórgia aproveita o momento de fragilidade de seus poderosos vizinhos e declara sua independência. A efêmera republica acaba sendo, apenas três anos depois, incorporada a União Soviética . A republica Transcaucasiana e sub-dividida, já na época do georgiano Stálin em 1936, nas 3 republicas soviéticas da Georgia, Armênia e Azerbaijão. Com o desmoronamento da União Soviética tornam-se 3 países independentes em 1991

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As regiões separatistas da Geórgia

16 de setembro de 2016 0

No séc XVII e XVIII a Geórgia esteve submetida a disputa entre os impérios Turco e Persa. A partir do séc XIX foi incorporada ao império Czarista. Com a Revolução Russa e a derrota Otomana na 1a Grande Guerra, a Geórgia aproveita o momento de fragilidade de seus poderosos vizinhos e declara sua independência. A efêmera república acaba sendo, apenas três anos depois, incorporada a União Soviética. A república Transcaucasiana e sub-dividida, já na época do georgiano Stalin em 1936, nas 3 repúblicas soviéticas da Geórgia, Armênia e Azerbaijão. Com o desmoronamento da União Soviética tornam-se 3 países independentes em 1991. Os conflitos continuam com as regiões autônomas de Abecássia e Ossétia do Sul, por sua vez, também declarando-se independentes do pais recém criado. Tanto na Abecássia em 1992, como na Ossétia do Sul em 2008, as forcas Russas apoiaram os movimentos separatistas. Essas regiões, com a população etnicamente georgiana evacuada, constituem 20% do território do pais de apenas 70 mil km². O governo além de arcar com os custos e perdas dessas 2 guerras, tem de administrar a situação de 250 mil georgianos refugiados da Abecássia e outros 28 mil da Ossétia do Sul.

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Ópera georgiana

16 de setembro de 2016 0

Casal Kalakun, Marizinha & Dra Martelete foram na abertura da temporada de Ópera da cidade de Tblisi que acontece todo ano com a apresentação de Abasalom e Eteri de Zakharia Paliashvili. Trata-se de um romance do séc X, o período de ouro da Idade Media Georgiana, composto no final do séc XIX – época do romantismo que resgata a identidade nacional nas origens idealizadas e heroicas medievais. Paliashvili nasceu em 1871 em Kutaisi, ainda na época em que a Geórgia fazia parte do Império Russo Czarista e teve parte de sua formação em Moscou. A Opera é apresentada pela primeira vez em 1919 quando a Geórgia teve um curto período de independência , exatamente para reforçar seu passado dourado. O compositor morre em Tbilisi em 1933, já no período de dominação soviética.

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Tbilisi

16 de setembro de 2016 0

A capital da Georgia, Tbilisi, foi atacada 40 vezes em sua história – desde sua fundação no séc V. Na rua David, o construtor, (o rei heroico do séc XI), um super projeto de recuperação urbana que vai resultar em uma agradável rua peatonal, com um cenário homogêneo da arquitetura do período Czarista do início do séc XX.

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Trajeto na cordilheira

16 de setembro de 2016 0

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