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Posts com a tag "montanhas rochosas"

Grand Tour se despede da cidade no The Art Institut of Chicago

31 de agosto de 2015 0

Passamos nossas últimas horas em Chicago em um ícone da arte e cultura da cidade – The Art Institut of Chicago – votado o museu #1 do mundo pelo Tripadvisor.

Começamos pela West Wing, com a parte Moderna do 3º andar com a pintura da 1ª metade do séc. XX – Picasso, Mondrian, Kandinsky, Chagall, Miró, … e a escultura modernista de Brancusi. No 2º andar, exibição especial do trabalho das últimas 2 décadas do escultor americano Charles Ray, nascido em 1953 – com suas figuras humanas e “Hinoki” reprodução de um tronco de árvore da Califórnia, esculpida por minimalistas japoneses.

Seguimos pelo setor dos impressionistas com todos os grandes – Renoir, Pissarro, Monet, Matisse, Cezanne, Gauguin, Van Gogh,.. Além de masterpieces como “A Assunção” de El Greco, e retratos de Rembrandt.  Também exposições especiais – de Degas e de representações de Dionysius/Bacchus ao longo de séculos.  Uma viagem pela história da arte através do tempo e espaço – desde a peculiar arte de Ghandara – do séc. III no Paquistão que combinava a estética Helenística com temática Budista ate a pop arte de Roy Lichenstein.

Passando ao longo do caminho pela arte Etrusca, Grega, Romana, Bizantina, escultura religiosa Hindu e Budista, máscaras africanas, porcelana chinesa, pintura Cuzquena, arte Inca e Maya, arte islâmica ate os vitrais “America Window” de Chagall,…2.500 anos de arte concentradas nesse espaço criado para a EXPO de 1893. Uau! Super recomendo!

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História de Chicago

30 de agosto de 2015 0

Chicago foi fundada em 1831 como centro de abastecimento de gado, em função de sua posição estratégica junto aos grandes lagos e no caminho da linha férrea a caminho do oeste.

A cidade apresentava um traçado regular entre o rio e o lago Michigan. Os materiais construtivos da cidade no seu primeiro meio-século eram a madeira, pedra, alvenaria e ferro fundido tradicionais com edifícios de no máximo 6 pavimentos.

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O grande incêndio 1871 destruiu 95% da cidade possibilitando que cria-se a partir do zero uma cidade nova com uma arquitetura refletindo valores americanos, anticlássicos e sem a hierarquização social Europeia.

Uma oportunidade de reconstruir uma cidade modernista utilizando novas tecnologias.

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O domínio do aço desenvolvido na Guerra da Secessão para pontes e construções temporárias e de fins militares serão aplicadas nas técnicas construtivas civis.
A utilização do aço que possibilitou em Chicago um padrão de maiores alturas com um maior aproveitamento da limitada área central da cidade.
A necessidade de um intenso ritmo de construção e maximização do aproveitamento limitado de solo repercute em uma verticalização que nao existia, ate então, no mundo – os arranha-céus.

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Ao longo de uma década surge uma arquitetura com poucos elementos decorativos e enfoque na funcionalidade, com grandes aberturas de vidro e incorporando as inovações tecnológicas com a eletricidade, elevador, telefone,.. criando um dos grandes centros mundiais de edifícios inovadores para chegar, literalmente, aos céus. Individualmente, são lendas da arquitetura americana: William Le Baron Jenney, Louis Sullivan, Daniel Burnham, John Wellborn Root, William Holabird e Martin Roche; juntos, eles criaram o estilo conhecido como a Escola de Chicago.

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Final do dia em Chicago

28 de agosto de 2015 0

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Millennium Park, em Chicago

28 de agosto de 2015 0

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Chegamos em Chicago

28 de agosto de 2015 0

Rivercruise temático sobre a arquitetura de Chicago.

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Anchorage

27 de agosto de 2015 0

Chegamos em Anchorage, a maior cidade do Alaska, com 290 mil habitantes – 10% dos quais descendentes dos povos nativos que aqui chegaram há 15 mil anos, atravessando o estreito de Bering.

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As montanhas ao entardecer

26 de agosto de 2015 0

Em nosso último dia de cruzeiro pelo Alaska chegamos até o College Fjord – um braço de mar que serpenteia entre montanhas e onde desembocam 6 glaciares. Nesse belo final de tarde apreciando os gigantes de gelo tivemos o presente de observar uma família urso na praia. Com boa imaginação seguíamos o relato do ranger descrevendo a cena da mãe-urso com 3 filhotes e o pai-urso no bosque. Somente binóculos potentes puderam conferir mas de fato conseguíamos ver as “spots” negras se deslocando pela praia. Vida Selvagem com sombra e água fresca.

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Nossa casinha entre os picos nevados

26 de agosto de 2015 0

Entre os grandes exploradores que passaram por aqui, temos Capitão James Cook que em 1778 deu o nome a montanha mais imponente: Mt Fairweather.

Em 1794, o Capitão George Vancouver retornou buscando um acesso ao Atlântico pelo norte. Na época, todos os fjords da baía dos Glaciares ainda estavam cobertos por gelo. O ambientalista John Muir, que estabeleceu o Yosemite National Park na Califórnia, se estabelece na Glacier Bay para estudar os glaciares. Em 1925 a área é considerada monumento nacional e em 1939 o presidente Franklin Roosevelt duplica o seu tamanho.

Em 1980 GLACIER BAY torna-se um parque nacional de 3,3 milhões de acres dos quais 80% designados “wilderness” – a manter-se selvagem. Em 1992 junto com os parques adjacentes Wrangell/St Ellias, Kluane e Tatshenshini-Alsek (ambos no Canadá) tornam-se PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE, totalizando 24 milhões de acres – a 2ª maior área protegida do planeta após a Antártida.

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Geleiras e baleias

25 de agosto de 2015 0

Nosso dia mais espetacular no Alaska foi aqui no GLACIER BAY. Pela manhã o Margerie e Johns Hopkins Glaciers, e à tarde a vida selvagem com lontras e baleias nos acompanhando, terminando o dia com a vista da Taylor Bay e os picos nevados do Brady Icefield. Memorável. O sol e céu azul apareceram para deixar tudo ainda mais bonito com as montanhas de gelo com o fundo azul para lhes dar ainda mais majestade.

Tivemos uma ótima apresentação a bordo da guarda-parques Mary Lou, falando sobre o GLACIER BAY NATIONAL PARK, que junto com outros 3 parques adjacentes compõe a segunda maior aérea protegida do planeta, depois da Antártida. A palestra “Sweet Peace” trata de como todos somos tocados pela natureza e vida selvagem, e a importância de protegê-la mantendo essa imensidão selvagem para a humanidade.

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Glacier Bay

24 de agosto de 2015 0

Hoje estamos percorrendo o GLACIER BAY NATIONAL PARK, com 3,2 milhões de acres de florestas, fjords e montanhas de 4.000 metros. Sete rios de gelo chegam até esta baia, entre eles o MARGERIE GLACIER – um dos mais ativos do Alaska – que tivemos o privilégio de conferir a queda de um de seus blocos de gelo.

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