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Bel e Bela aguardam um lar com muito amor

A Bel e a Bela são duas gatinhas gêmeas. Elas...

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Filhotes são encontrados em caixa de papelão

A Aline encontrou estes filhotes dentro de uma caixa nas...

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Greta aguarda um lar de verdade. ADOTADA!

Essa gatinha da foto é a Greta. Ela já sofreu...

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Vídeo: cachorro é resgatado de buraco em Osasco

Um vídeo publicado na internet mostra o resgate de um...

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Promoção: participe e concorra a produtos de beleza para o seu pet

Já que essa promo chegou ao final e muitas pessoas...

Filhotes são encontrados em caixa de papelão

27 de janeiro de 2012 7

A Aline encontrou estes filhotes dentro de uma caixa nas ruas de Porto Alegre. Ao total, são seis cachorrinhos: quatro machos e duas fêmeas.

Ela não tem como ficar com os pequenos, pois já tem outros bichos em casa. Precisamos ajudá-la a encontrar um lar para os cães.

Gostou bastante deles? Então adote pelo telefone (51) 3471-7205.

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Gatinha branca exótica está à procura de um lar

26 de janeiro de 2012 3

Pessoal, essa gatinha branca linda está para adoção na Capital. Ela é muito mansa e carinhosa tanto com cães quanto com gatos. Tem aproximadamente 1 ano e 2 meses e já está castrada.

Ela é muito bonita e exótica, tem um olho azul e o outro âmbar, parece uma gatinha de raça. Só será doada para apartamentos telados e casas seguras.

Para adotá-la, entre em contato com a Flávia pelo email flaviagrs@hotmail.com.

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Promoção: participe e concorra a produtos de beleza para o seu pet

25 de janeiro de 2012 0

Pessoal, ontem acabou a promoção para ganhar um identificador para cão ou gato da Bixoteria. O resultado pode ser consultado clicando AQUI!

Já que essa promo chegou ao final e muitas pessoas ficaram de fora, resolvi fazer outra para vocês, internautas!

Recebi vários produtos da Pet Society e dividi os produtos em 5 kits. Ou seja, ao total, serão 5 vencedores.

Para concorrer, CLIQUE AQUI, preencha os seus dados corretamente e responda até o dia 06/02: "Por que seu pet merece ganhar um brinde especial?".

>>>> Não serão contados as respostas enviadas por comentários no post, ok?! Participe!

>>> Curta o Bicharada no Facebook: www.facebook.com/bicharada

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Vídeo: cachorro é resgatado de buraco em Osasco

24 de janeiro de 2012 12

Um vídeo publicado na internet mostra o resgate de um cachorrinho de um ano que estaria preso embaixo de uma banca de jornal em Osasco, Grande SP. Apelidado de Costelinha, o cão estaria há uma semana no local, sem alimentação.

Protetores dos animais que atuam na região aparecem no vídeo realizando o resgate do cachorro. Eles quebram um pedaço do concreto da banca para poder salvar o cão.

Costelinha está internado no Hospital Veterinário Cães e Gatos 24h, em Osasco. Ele chegou ao local infestado de carrapatos e em estado grave de desnutrição. Teve que passar por transfusão de sangue, afirma a veterinária Tatiana Ceratti.

Assista ao vídeo do resgate:

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Fígaro é carinhoso e se dá bem com outros gatos. Adote!

24 de janeiro de 2012 2

O Fígaro é um gatinho muito carinhoso de quase 3 meses. Ele adora brincar bastante, receber carinho e dormir no colo. Se dá muito bem com outros gatos e gosta de ter gente por perto. Já está sem pulgas e com vermífugo em dia. É saudável e tem o pelo macio. Terá castração a baixo custo garantida e obrigatória quando chegar a idade.

Interessados em adotá-lo, contato com Francesca: francescat.romani@gmail.com ou 99620636.

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Vitória precisa de uma casa com pátio para ajudar sua recuperação

23 de janeiro de 2012 4

A Vitória foi recolhida da rua nas redondezas do presídio feminino na Avenida Teresópolis, onde havia sido atropelada por uma moto e sofreu o rompimento de um ligamento da pata dianteira direita e quebra do fêmur da pata traseira direita.

Ela foi resgatada e passou por uma cirurgia para reconstituição da pata traseira. Hoje ela caminha em duas patas sem problemas. Foi feita uma consulta neurológica que comprovou que ela pode reabilitar sua pata traseira, apenas necessita de um local onde possa caminhar firmemente, como um pátio.

Portanto, precisamos encontrar com urgência um lar para este queridona. A Vitória adora animais, crianças e adultos. Gosta muito de brincar e é bem carinhosa.

Para adotar, fale com o Rodrigo ou com a Fabíola através dos telefone 9193-4447 ou 9999-35100. Também pode ser realizado contato via e-mail: rodfall@gmail.com e fba_lopes@yahoo.com.br.

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Flupi é um filhotão carinhoso. Conheça e adote!

20 de janeiro de 2012 13

O cãozinho da foto é o Flupi. Ele está com 70 dias, já foi castrado e tem a primeira dose da vacina importada. Será de porte médio e será doado para quem tiver uma casa com pátio.

Quer ganhar um amigão? Então fale com a Alessandra pelo telefone (51) 92048777 ou através do e-mail aledubles@gmail.com.

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Cocker abandonado em Gravataí precisa de um lar

19 de janeiro de 2012 14

Este cocker branco com caramelo foi abandonado antes do Natal em uma estrada de Gravataí. Ficou dias na frente de algumas casas esperando um teto. No último final de semana, ele foi recolhido, pois estava sofrendo muito naquelas condições.

Agora ele está bem, gosta de dormir, descansar, é meigo e adora colo. Ele deve ter aproximadamente 1 ano de idade, se dá bem com crianças/adultos e outros animais. Será doado castrado. Já foi desverminado  e está saudável.

Para adotar este querido, fale com a Mary pelo telefone (51) 9123-6600 ou através do e-mail marydog@terra.com.br.

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Greta aguarda um lar de verdade. ADOTADA!

18 de janeiro de 2012 3

Essa gatinha da foto é a Greta. Ela já sofreu muito, levou pedrada na rua, mas agora está ótima de saúde e precisa de um lar. Precisa apenas conhecer donos carinhosos que saibam dar todo o amor que ela merece.

Se você gostou da Greta e quer adotá-la, fale com a Vânia pelo telefone (51) 9814-9398 ou através do e-mail projetomiauu@gmail.com.

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Tita sofreu muito e merece ser feliz. Adote!

17 de janeiro de 2012 2

Essa cachorrinha é a Tita. No passado, ela foi atropelada e ficou doente por muito tempo. Com muito carinho e amor que recebeu de uma protetora, a Tita se recuperou e hoje é uma figurinha! Adora brincar, correr e se divertir.

Ela é de porte médio, tem o pelo bem macio e brilhante. Se dá bem com cães, gatos, crianças, adultos. É uma grande amiga. Quem adotar não vai se arrepender.

Para levar essa fofa para casa, fale com a Bárbara pelo telefone (51) 9268-2129 ou mande um e-mail para bl-colombo@bol.com.br.

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Filhotes de gatos precisam de um lar com urgência. Adote!

16 de janeiro de 2012 4

Estes três gatinhos da foto seguiram a Renata próximo ao estacionamento da RBS. Ela não conseguiu vê-los na rua e os levou para casa. Agora, precisamos achar um lar com urgência para os pequenos. Eles têm dois meses no máximo. Ainda não se sabe qual o sexo dos gatinhos.

Eles são filhotes, adoram brincar, são tranquilos e gostam de ganhar carinho no colo. São fofinhos e merecem ganhar donos carinhosos, que possam oferecer todo o amor que eles merecem. Atualmente, estão em Porto Alegre.

Para adotar, fale com a Renata pelo telefone (51) 8154-4447.

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Conheça a Bella, apaixone-se e adote!

13 de janeiro de 2012 7

Essa gatinha é a Bella. Ela é uma filhota charmosa e brincalhona. Gosta muito de carinho, cafunés, dormir junto com as pessoas e ficar no colo.

Ela tem aproximadamente 1 mês e meio, olhos claros, pelo sedoso e cinza malhado. Foi encontrada abandonada em um pátio de uma casa em Porto Alegre. Foi resgatada e aguarda um lar com muito amor.

Terá castração garantida e obrigatória a baixo custo e só será doada para apartamento telado ou casa segura.

Para adotar, fale com a Tathi pelo telefone (51) 9163 1289 ou muraldosbichosrs@gmail.com.

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É possível passear com um gato de coleira?

13 de janeiro de 2012 45

Pessoal, essa semana pedi para que vocês escrevessem um texto contando a relação de dono e animal de estimação, lembram?

Hoje, o New York Times publicou um artigo muito interessante. O texto conta a história de uma moça que adotou um gato e, com muita dedicação, o ensinou a passear de coleira, pois estava cansado de vê-lo sofrendo em casa ou sendo maltratado nas ruas.

Serve como uma ótima experiência para aqueles que têm felinos em casa e, também, como uma inspiração para quem quiser encaminhar um material deste tipo para o Bicharada...

Sete vidas, uma coleira (Stephanie Clifford)

Existem gatos que vivem em ambientes externos e gatos que vivem em ambientes internos. Quando adotei Mac, um gato malhado laranja de 4 anos de idade, em um abrigo em 2010, percebi que havia adquirido uma combinação exigente das duas coisas.

Apesar de gostar de uma cama confortável e de duas refeições por dia, Mac parecia não querer ficar confinado dentro de um apartamento de um quarto, e corria para fora sempre que eu abria a porta da minha varanda, retornando horas depois.

A ideia de levá-lo para passear com uma coleira veio depois de vários incidentes infelizes sem coleira. Ele matou uma rolinha, machucou um pombo, arrancou a coxa de um peru que um vizinho havia deixado na janela para esfriar e se pendurou na tela da porta de outro vizinho perto da meia-noite, o que o fez acordar muito assustado.

Mac estava começando a não ser muito querido no prédio, e eu percebi que deixar um gato se meter em confusões sete andares acima das ruas de Nova York era algo perigoso.

Mas quando vetei seu acesso ao maravilhoso mundo externo, meu gato, que costumava ser animado e amigável, se jogou contra a porta, uivou e atacou a minha perna com toda a sua frustração e suas garras afiadas. Já havia ouvido falar em levar gatos para passear no programa "My Cat From Hell", do canal Animal Planet, estrelado por um especialista em gatos chamado Jackson Galaxy. Em um dos episódios, ele aconselhou um dono a levar seu gato para passear com uma coleira, para que ele pudesse gastar seu excesso de energia felina. Portanto, comprei uma coleira de chihuahua e a coloquei em Mac, apesar de sua resistência. Ele se deitou e se recusou a mexer-se até que eu tirasse a coleira.

Nós dois obviamente precisávamos de ajuda profissional.

Galaxy está entre um número crescente de estudiosos do comportamento animal que acreditam que levar gatos para passear é algo não apenas possível, mas saudável. Eles afirmam que os gatos precisam de muita atenção humana, e não são criaturas solitárias e egoístas como muitas pessoas acreditam: estão mais para Bustopher Jones, o gato citadino do poema de T. S. Eliot e do musical "Cats", do que para o Sr. Bigglesworth, o gato do Dr. Evil nos filmes da franquia "Austin Powers".

Segundo Stephen Zawistowski, conselheiro científico da Sociedade Americana Para a Prevenção da Crueldade Contra os Animais, como os gatos não aprendem através da disciplina, apenas recentemente os donos começaram a perceber que eles respondem a adestramento, à medida que o reforço positivo ganhou força. Mas ele afirma que isso não é nada de novo: as experiências realizadas por Edward Thorndike com jogos de caixas, por volta do ano de 1900, que provou que animais poderiam aprender comportamentos, foram realizadas com gatos.

"As pessoas estão desenvolvendo laços mais amplos e profundos com seus animais de estimação, e querem fazer coisas com eles", disse Zawistowski.

Levar um gato para passear oferece um bom equilíbrio entre ter um gato caseiro, que vive muitos anos, mas em um ambiente pouco estimulante, e um gato rueiro, que pode matar pássaros e acabar sendo morto.

"É uma maneira de permitir que seu gato saia e aproveite o mundo externo, mas sob a sua proteção", ele disse.

Marquei um visita com Galaxy e resolvei transformar Mac em um gato passeador.

Com sua bandana, longo cavanhaque e muitas tatuagens, Galaxy parece mais um motoqueiro que um especialista em gatos. Ele trabalhou em abrigos para gatos durante nove anos antes de se tornar um comportamentalista de animais profissional (ele cobra US$ 375 por uma consulta em casa de duas horas), e acredita que praticamente todos os problemas com gatos podem ser resolvidos.

Mas Galaxy afirma que os donos de gatos também precisam modificar seus comportamentos.

"Não acreditamos que seja legal deixar um gato sozinho durante 14 horas, apenas com um alimentador automático e uma caixa de areia automática", ele disse. "Isso não funciona. Meu conselho para pessoas que querem isso é que comprem peixes de estimação."

Começamos estipulando qual seria a recompensa de Mac: seu lanche preferido, biscoitos com sabor de carne, chamados Greenies. De agora em diante, "você só dará biscoitos para ele quando estiver colocando a coleira", ele disse.

Também tive que me certificar que Mac estava com fome antes de cada sessão, para que ele reagisse aos biscoitos. Segundo Galaxy, os gatos não fazem o que você quer apenas para agradá-lo, como os cães.

"Quando ele ficar satisfeito, já era."

Coloquei a coleira em Mac, e Galaxy me disse para dar um biscoito imediatamente para ele.

"Ele precisa aprender que essa ação vale uma recompensa, e seu limiar de atenção é de cerca de dois segundos", ele disse.

Depois, ele pediu para eu me afastar um pouco, balançar o saco de biscoitos, e chamar o Mac. Eu dava alguns passos para trás, oferecia um biscoito quando ele chegava perto, depois me afastava um pouco mais. Depois de cerca de 15 minutos de coleira, o rabo de Mac começou a balançar e ele desabou no chão.

"Vamos parar por aqui", disse Galaxy. "Queremos deixar o gato se sentindo confiante."

Durante o tempo que mantivemos a coleira, Galaxy também encorajou constantemente o gato com tapinhas na cabeça e muitos "bom garoto". O gato se aninhou aos seus pés assim que tirei a coleira.

Ao ir embora, Galaxy me disse para dividir o objetivo de passear do lado de fora em pequenas etapas antes de finalmente sair para a rua.

"Para todo gato, há uma linha que divide o conforto e o desafio", ele disse. "Todo dia, seu papel será mantê-lo nessa linha, depois colocar uma de suas patas sobre ela."

No dia seguinte, Mac começou a ronronar quando peguei a coleira e os biscoitos.

Mas nós realmente fomos devagar. No quarto dia, na varanda, Mac andou cerca de um metro, depois deitou no chão. No décimo quarto dia, ele continuava andando cerca de um metro, depois deitando no chão. No trigésimo dia, chegamos até o saguão, onde ele andou cerca de um metro, depois deitou no chão. Ou, para variar um pouco, ele às vezes corria até a escada do saguão e se escondia. Como se sentir um paspalho: fique parado em um saguão de edifício com um gato claramente apavorado, que está usando uma coleira.

Galaxy sugeriu que eu obrigasse o Mac a andar distâncias maiores entre os biscoitos. E se ele se apavorasse, eu deveria voltar para o último ponto até que ele se sentisse novamente confiante. Por fim, Galaxy me disse que eu deveria parar de segurar o gato sempre que ele parecesse tenso, já que isso o prejudicaria, tornando-o muito dependente de mim.

Os moradores do meu prédio já estavam começando a chamar Mac pelo nome, oferecer a mão para ele cheirar e me perguntar sobre técnicas para passear com animais, ou se seria possível levar um coelho de estimação para passear. E, quando voltávamos para o apartamento, Mac ainda atacava as minhas pernas de vez em quando, mas normalmente apenas se esfregava nelas, depois tirava um cochilo sobre a televisão.

Na rua, ele continuava tímido, se esgueirando ao ver um skatista, um caminhão de cimento ou um cachorro.

Pensei que, se Mac não conseguisse relaxar nas ruas, talvez conseguisse no parque. Então coloquei Mac em sua caixa transportadora, peguei o metrô e, chegando ao Prospect Park, no Brooklyn, prendi sua coleira antes de soltá-lo.

O gato ficou desesperado de medo e escalou a minha calça jeans. Tentei outra vez, em uma área proibida para cachorros, que era arborizada e acidentada. Lá, Mac colocou a cabeça para fora da caixa, olhou ao redor e deu alguns passos cautelosos. Depois, ele foi que foi. Com o rabo para o alto e a cabeça erguida, correu por trilhas, pisou em troncos e se embrenhou em galhos. O gato estava realmente andando.

Ele estava se movendo de uma maneira que eu nunca havia visto no apartamento, reagindo ao canto dos pássaros com tremeliques de orelha, andando como uma onça entre árvores caídas, enfiando o nariz em buracos e testando os troncos com suas patas. Ele se perdia, virava, e se enroscava em sua coleira, e olhava para trás de vez em quando para se certificar de que eu continuava lá com ele. De volta para casa, ele ronronou, se enroscou e dormiu a maior parte do dia; é assim que um gato exercitado age.

Galaxy se encontrou comigo e com o Mac no parque em um dia frio de dezembro para nos observar enquanto passeávamos. Ele ficou muito feliz com o progresso do gato, mas me ofereceu mais alguns conselhos. Quando Mac ficasse paralisado ao ver um cachorro ou um corredor, eu não deveria parar também, mas tentar calmamente redirecionar sua atenção, chamando-o para outro lugar.

Seis semanas depois de começar, tenho um gato relaxado, uma nova admiração por seu vigor e agilidade e, provavelmente, uma reputação crescente de maluca dos gatos. Levar meu gato para o parque é um ótimo passeio, e não tem problema se o Mac nunca chegar a caminhar ao meu lado quando eu for comer fora. Afinal de contas, ele é um gato, e eu já aprendi que isso significa que ele só faz o que quiser fazer.

Acho que ele me adestrou muito bem.

The New York Times News Service/Syndicate

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Promoção: participe e concorra a um identificador para o seu pet

12 de janeiro de 2012 10

Pessoal, ultimamente tenho recebido muitos e-mails de cães e gatos perdidos. Muitos mesmo! Preciso alertar os donos que eles devem ter mais cuidados quando entram e saem de casa para evitar tais fugas.

Outro cuidado que pode-se ter diz respeito aos identificadores de animais. Esses produtos são um estilo de pingente que leva gravado o nome do bichinho e o telefone para contato.

O pessoal da Bixoteria, loja de São Paulo especializada em produtos para animais de estimação, entrou em contato comigo e resolveu fazer uma promoção em parceria com o Bicharada.

Se você quiser participar para concorrer a um identificador para o seu pet, CLIQUE AQUI, responda a frase e participe. Lembre-se: não serão aceitas respostas enviadas através de comentários.

Nas respostas, identifique se você tem um gato ou um cachorro. Ao total, serão cinco vencedores para gatos e cinco para cães!

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Chocolate está pronto para ganhar um novo dono. Adote!

12 de janeiro de 2012 7

Este cãozinho é o Chocolate. Ele foi encontrado no dia 28/12, no Bairro Partenon, apavorado, desnorteado. Ele pesa 13 Kg, tem cerca de 1 ano e está muito nervoso, precisando urgentemente de uma família para chamar de sua.

O Chocolate já está castrado, vacinado e desverminado, prontinho para amar e ser amado, aguardando um dono. Ele se dá bem com outros animais, mas precisa de pátio. É um cão bastante ativo e adora brincar. Não será doado para ficar em corrente!

Para adotá-lo entre em contato com Maribel: (51) 821-14790 ou Vera (51) 911-72609 ou maxiway@ig.com.br.

>>> Acesse o Facebook no Bicharada!

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Escreva um texto e conte como é a sua relação com o seu animal de estimação

11 de janeiro de 2012 6

Pessoal, o Bicharada está repleto de mudanças para 2012. Uma delas é a seção "Fale sobre o seu amigão". Quem quiser participar deve mandar um texto de aproximadamente 15 linhas para o e-mail bicharada@clicrbs.com.br.

O texto pode ser bem impessoal e deve contar a relação do dono com o seu animal de estimação. Todo o material será analisado. As colunas mais bem escritas serão publicadas em algumas páginas do Bicharada no jornal Diário Gaúcho, às quartas-feiras, de acordo com critérios editoriais.

Não esqueça: mandar uma foto sua com o seu bichinho é essencial!!!

Fico no aguardo! Beijos!

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Bel e Bela aguardam um lar com muito amor

11 de janeiro de 2012 10

A Bel e a Bela são duas gatinhas gêmeas. Elas foram encontradas brincando em um lixão e precisam de um lar com urgência. As irmãs têm aproximadamente 2 meses e são muito queridas. Darão muito amor àqueles que as adotarem.

Para levar uma das fofas para casa, fale com a Nair pelo telefone (51) 8109-9293 ou através do e-mail nair.schorn@terra.com.br.

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Ajude a encontrar: você viu a Megue por aí?

10 de janeiro de 2012 8

A Megue está desaparecida desde o dia 17/12. Ela sumiu no bairro Belém Velho, Zona Sul de Porto Alegre, e a família está desesperada em busca de informações.

Você viu ela por aí? Então fale com a Cris através do telefone (51) 9194-4438 ou pelo e-mail crisrocha284@hotmail.com.

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Filhotes abandonados em caixa de papelão precisam de um lar

09 de janeiro de 2012 14

A Cheila encontrou estes 8 filhotinhos abandonados perto da sua casa. Eles foram deixados na chuva, dentro de uma caixa de papelão. Ela precisa encontrar alguém que queira adotá-los, pois não tem como dar todo o cuidado que eles merecem. Neste momento, eles estão em Cachoeirinha.

Para adotar, entre em contato com a Cheila pelos telefone (51) 9826-1010, 9849-9665 e 9610-7816 ou através do email cheila85@hotmail.com.

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Conheça o gato Max, apaixone-se e adote

08 de janeiro de 2012 6

O Max está em Guaíba e precisa muito de um lar. Ele foi encontrado em um péssimo estado. Aparantemente, parecia que havia sido espancado por alguém, infelizmente. Foi levado ao veterinário, medicado e agora está bem. Aos poucos está ganhando peso.

Ele é um gatinho bem calmo e carente. Pode ficar dentro de casa porque não faz bagunça nem sujeira. De acordo com o veterinário que o atendeu, o Max tem aproximadamente um ano de idade.

Para adotar esse gatinho, fale com o Luis Bastos pelo telefone 99473535.

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