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Posts na categoria "Saúde"

Proteja seu bichinho do câncer de pele

26 de fevereiro de 2015 0
Cães e gatos clarinhos precisam de cuidado redobrado com o sol (Foto: Rafaela Martins/Agência RBS)

Cães e gatos de pelagem clara precisam de cuidado redobrado no sol (Foto: Rafaela Martins/Agência RBS)

 

O sol está cada dia mais forte e, por isso, é fundamental ter um cuidado extra com a pele. Nesta época, a maioria das pessoas faz questão de usar protetor solar para prevenir o envelhecimento precoce e, principalmente, o câncer. Mas é importante lembrar que os animais de estimação também merecem esse cuidado. O câncer é muito frequente em cães e gatos, e a prevenção é necessária para garantir saúde e vida longa aos bichinhos.
Assim como nos humanos de pele clara, geralmente, são os animais de pelagem branquinha os mais propícios a desenvolver câncer de pele. O sol é um dos principais vilões causadores dessa doença.
Os raios ultravioleta da radiação solar são altamente danosos ao DNA da camada mais superficial da pele de animais muito claros. O carcinoma espinocelular (CEC) é um câncer maligno, um dos mais frequentes nos gatos e o segundo mais comum nos cães, depois do mastocitoma (nódulo com aparência de caroço).

 

Gatinha apresenta lesões no canto dos olhos (Foto: Arquivo Pessoal)

Gatinha apresenta lesões no canto dos olhos (Foto: Arquivo Pessoal)


Confira as dicas da médica veterinária especialista em oncologia Alexandra Pinheiro Fantinatti.

Regiões afetadas
Gatos: orelhas, nariz e face
Cães: nariz e ventre

Raças vulneráveis
Gatos: os brancos ou de pele clara, independente da raça
Cães: american pitbull, dog argentino e dálmata

Sintomas da doença
As lesões iniciais, conhecidas como dermatite actínica, começam com uma vermelhidão na pele, seguida de descamação. A região fica mais sensível e exposta à ação contínua do sol. Com o tempo, evolui para lesões profundas, crostosas, ulceradas e sangrentas.

Prevenção
Não existe um método totalmente eficaz para prevenir o carcinoma espinocelular, mas evitar a exposição solar nas horas de maior incidência de radiação ultravioleta é essencial. Além disso, é importante usar o protetor solar animal, independente da raça ou da cor de pele do seu bichinho.

Tratamento
Atualmente, na medicina veterinária, existem várias modalidades terapêuticas para os animais que apresentam o carcinoma, entre elas, a cirurgia, a criocirurgia, a quimioterapia, a eletroquimioterapia e a radioterapia. O tratamento vai depender da gravidade da doença.

Cuidados
* Coloque roupinha no animal quando ele for exposto ao sol forte.
* Reforce o telhado da casinha ou do canil.
* Evite que o seu bichinho fique na janela o dia todo.
* Use protetor ou bloqueador solar (PFS 30 ou maior), principalmente, quando for passear com o animalzinho.

 

Gatinha também perdeu as duas orelhas em função do câncer (Foto: Arquivo Pessoal)

Gatinha também perdeu as duas orelhas em função do câncer (Foto: Arquivo Pessoal)

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Saiba por que os animais têm medo de trovões e veja como ajudá-los

09 de outubro de 2014 0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

 

Quem já presenciou um dia de tempestade com o bichinho de estimação em casa sabe que esta não é lá uma situação muito fácil. Muitos deles acabam ficando nervosos diante de relâmpagos e barulho intenso de trovões.

Mas por que isso acontece? Segundo a veterinária Ceres Faraco, doutora em psicologia e especialista em comportamento animal, aquela bagunça que os animais fazem, as tentativas de fuga e os ganidos na hora da tempestade são uma resposta normal do comportamento canino, uma vez que o barulho simboliza a eles o indício de uma situação ameaçadora.

Além disso, a fobia de trovão pode ter diversas outras motivações, desde hipersensibilidade na audição até herança de uma experiência traumática sofrida enquanto filhote. Ou seja, se o seu bicho não foi socializado ao ambiente humano corretamente, maiores são as chances dele apresentar comportamento inadequado diante de tempestades.

É possível ajudar seu amigo peludo

O problema tem tratamento.
- É preciso levar o animal ao veterinário para fazer um diagnóstico das questões envolvidas. A agitação do cão na hora de um temporal pode ser originária, também, de uma deficiência sensorial no canal da audição, o que pode ser resolvido com medicação indicada – salienta a especialista.

Entretanto, na maioria dos casos, a solução é expor o animalzinho o menos possível àquela situação de estresse.
Procure vedar a entrada da claridade dos relâmpagos para o local em que o animal se encontra e coloque neste ambiente outros ruídos que possam distrair o bichinho do som que vem da rua. Alguns se distraem com música ou som de televisão.

DICAS IMPORTANTES

* Torne a situação natural e não agrade ou acaricie o animal para deixá-lo calmo.

* Não mostre que a tempestade é algo anormal. Procure agir com tranquilidade diante do bichinho.

* Preste atenção nos sinais fisiológicos dele. Batimentos cardíacos acelerados, salivação e respiração ofegante são sinais de medo.

* Deixe-o agir por conta própria, pois, na maioria das vezes, ele está somente manifestando seu instinto de defesa.

* Na repetição excessiva da situação, procurar um veterinário.

 

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VÍDEO: Cães brincam e se refrescam em piscina com formato de osso

21 de agosto de 2014 4
Fotos:  Lucky Puppy/Facebook

Fotos: Lucky Puppy/Facebook

 

Uma piscina construída, no início deste ano, no centro de Doggy Daycare, em Michigan, nos Estados Unidos, tem divertido cachorros e encantado os donos desses peludinhos. O local é uma espécie de creche para animais de estimação onde o bichinho pode passear, brincar, nadar na piscina ou apenas descansar.

 

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E quando se trata de dias quentes, aquele calor do cão, vale mesmo se atirar na piscina.
As imagens são tão legais que o compartilhamento passa de 390 mil.

Confiram o vídeo adorável que o centro de Doggy Daycare publicou com dezenas de cãezinhos nadando e desfrutando da piscina em forma de osso.

 

 

Pelo visto, o melhor amigo do homem é tão apaixonado por uma festinha na piscina quanto o próprio homem é!  :)

 

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Porto Alegre terá hospital veterinário público

20 de agosto de 2014 3
Foto: Divulgação/PMPA/Divulgação

Foto: PMPA/Divulgação

 

Foi entregue ontem à Fepam o projeto do hospital veterinário de Porto Alegre, para o atendimento de animais de estimação. O hospital será construído em uma área já ocupada pela Secretaria Especial dos Direitos dos Animais (Seda), na Lomba do Pinheiro, no município de Viamão, mas que pertence à prefeitura de Porto Alegre.

A expectativa inicial é de que a obra seja iniciada ainda no segundo semestre de 2014. Os custos, em torno de R$, 3,5 milhões, serão bancados por um doador privado.

O hospital contará com cinco blocos cirúrgicos, quatro consultórios, sala de recuperação para 150 animais e espaço de triagem para 120 animais. A prioridade do atendimento gratuito será para animais de estimação famílias de baixa renda.

 

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Cão de apenas duas patas emociona pessoas e ganha filme sobre sua vida

08 de agosto de 2014 11
Foto Reprodução

Foto Reprodução

 

Um filhote de boxer de apenas nove meses, tem emocionado muitas pessoas ao mostrar suas habilidades com apenas duas patas. O cachorrinho chamado Duncan ficou famoso quando surgiram imagens na internet onde ele aparecia correndo livremente na praia, em março deste ano.

Duncan fez tanto sucesso com os amantes de animais, que todos os fabricantes de câmeras GoPro procuraram a sua família para oferecer um minidocumentário. O peludinho ganhou um filme sobre a sua vida.

No vídeo do YouTube é possível ver o cãozinho fazendo uma série de atividades, como natação, saltos e subindo escadas.
Duncan foi adotado pela fundadora da Panda Paws Resgate, Amanda Giese, após sua empresa fazer uma visita à família do cão e notar que ele tinha graves problemas de nascimento.

Amanda ficou com o cachorrinho e precisou optar pela sua morte induzida ou por remover suas patas traseiras. Ela decidiu pela segunda opção.

“Qualquer coisa que um cão de quatro patas faz naturalmente, Duncan teve que aprender a fazer de sua própria maneira.”, salientou Amanda no documentário.

Duncan já teve duas cadeiras de rodas, mas recusou-se a usá-las. Ele também não pode ser equipado com próteses ou órteses, porque não há nada para anexá-las.

Amanda ainda completa: “A vida é 10% o que acontece com você, e 90% o que você faz com isso.”

Assista ao vídeo e emocione-se! :)

 

 

 

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Animais também necessitam de cuidado especial na terceira idade. Confira as dicas!

23 de julho de 2014 0
Foto Divulgação

Foto Divulgação


Vivendo com seu animalzinho todos os dias, talvez você não perceba a idade chegando. Mas é preciso estar atento aos sinais que o companheiro de quatro patas começa a dar ao ficar mais velhinho. Pode ser que ele fique menos ativo, ou que não enxergue nem ouça tão bem.

Por isso, vai precisar de ajuda e companhia neste momento. É importante ter paciência e carinho. Seu amigo peludo merece uma atenção especial. Confira as dicas da médica veterinária Aletiane Steffen Vieira e ajude a melhorar a qualidade de vida do animal idoso.

Como saber que a velhice chegou
Cães e gatos vivem, normalmente, de 12 a 15 anos, sendo que o ciclo de vida pode variar de acordo com fatores genéticos, nutricionais e ambientais. Cães de raças menores vivem mais do que os de raças maiores. Animais de raças misturadas (vira-latas) vivem mais do que os de raças puras. Todos esses fatores ajudam a determinar o tempo de vida do animalzinho.

Os cães de raças grandes ou gigantes são considerados idosos com apenas cinco anos de vida, já os de raças médias e pequenas, e os gatos, com sete anos. Geralmente, bichinhos idosos apresentam desgaste e amarelamento dos dentes ou tártaro. Os olhos podem ficar opacos e desenvolver catarata.

Outra característica são os pelos brancos ao redor do focinho e a perda da elasticidade da pele. Além disso, o corpo sofre alterações físicas e comportamentais. Eles ficam mais lentos, e os seus sentidos – olfato, paladar, visão e audição – acabam sofrendo alterações.

Alimentação
Animais idosos requerem cuidados alimentares especiais e a dieta deve ser equilibrada. Os velhinhos gastam menos energia, devido à redução das atividades físicas. Devem consumir menos calorias, evitando a obesidade, que pode desencadear algumas patologias como problemas cardíacos. O ideal é usar uma ração específica para animais idosos e, se necessário, fazer uso de rações terapêuticas prescritas pelo veterinário.

Cuidados básicos
* Leve seu bichinho periodicamente ao veterinário para fazer exames. É importante diagnosticar precocemente problemas que podem surgir com o tempo.

* Ofereça uma alimentação de qualidade durante todas as fases da vida. Se mantiver uma nutrição saudável enquanto o animal ainda for jovem, terá bons resultados quando ele chegar à velhice.

* Tenha cuidado ao dar banho no animal idoso, pois a maioria deles possui problemas ou dores articulares.

* Mantenha sempre a vacinação e desverminação em dia.

* Cuide para que fiquem abrigados de chuva e frio.

* Mantenha a caminha ou casinha em um local de fácil acesso e sem obstáculos.

* Evite o acesso dos animais a escadas ou piscina.

* Procure não trocar de lugar os móveis da casa. Com a idade avançada, os animais ficam mais desorientados.

* Estimule sempre seu animalzinho a dar pequenas caminhadas.

* Carinho, paciência e atenção nunca são demais neste momento da vida dos animais.

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Controle, segurança e cuidado com a cachorrada em Cachoeirinha

09 de julho de 2014 1
Foto Prefeitura de Cachoeirinha/Divulgação

Chip é implantado sob a pele do animal, sem dor   (Foto Prefeitura de Cachoeirinha/Divulgação)

 

Cachoeirinha já está colocando em prática uma ação para o bem-estar dos cãezinhos da cidade que, ao mesmo tempo, permite um maior controle sobre a população animal local. Uma parceria da ong Onda com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA), garante, além da castração, a implantação de chips nos cachorros com informações sobre o bichinho.

Quem é o dono, qual a raça, a idade, o histórico de vacinações, o estado de saúde, entre outros dados, ficarão armazenados neste chip e poderão ser consultados em caso de perda ou abandono do animal. O dispositivo é do tamanho de um grão de arroz e implantado sob a pele do animal, de forma indolor, por um veterinário na clínica da ong.

“Como o animal já estará anestesiado para fazer a castração, achamos por bem aproveitar o momento para colocar o chip”, explica a presidente da Onda, Karen Scheid.

Castração e chipagem são serviços gratuitos
O serviço é gratuito e disponível a todos os cidadãos da cidade que tenham cães, além dos cachorros recolhidos das ruas pela ong e colocados para adoção. Nesta primeira etapa do projeto, os bairros mais carentes de Cachoeirinha serão os primeiros a ter seus animais cadastrados e chipados, uma vez que, lá, existe maior número de cães por residência. Em seguida, o serviço irá contemplar todos os bairros da cidade. A estimativa é de que cem animais sejam castrados e chipados por mês.
O processo funciona da seguinte maneira: uma equipe da SSMA vai até o bairro e realiza, previamente, um cadastro para que, após, os cães sejam recolhidos, levados até a Onda e, lá, sejam castrados e chipados. Os cãezinhos permanecem em observação na clínica por um dia e, depois, são devolvidos aos seus donos.
De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Fernando Medeiros, o principal foco dessa ação é a posse responsável.

Abandono de cães deve diminuir  
Segundo ele, com o animal chipado, o número de abandonos e de maus tratos deverá sofrer uma redução significativa, uma vez que o dono encontrado ou denunciado responderá judicialmente pelo fato. No caso de cães comunitários, o procedimento é o mesmo, pois sempre há alguém na rua ou no bairro que acolhe e cuida do cão.
“Muitos cães na cidade têm casinha na rua, comida e água. Da mesma forma, terão o chip para que não migrem a outro bairro”, explica Fernando.

* Mais informações sobre o projeto pelos telefones (51) 3041-5081 (Onda) ou 3441-4312 (Secretaria Municipal de Meio Ambiente).

 

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Instituto Sierra é exemplo de amor aos animais em Gramado

04 de junho de 2014 7
Fotos Divulgação

Instituto tem estrutura para cuidar de até 500 animais (Fotos Divulgação)

 

Gramado tem um dos maiores e mais completos centros do Rio Grande do Sul para abrigo de animais carentes. O Instituto Sierra é um espaço mantido por uma empresa da região, que cuida de gatos e cachorros abandonados e os encaminha para adoção. O local possui canil, gatil, salas de consulta, exames e cirurgia.

É uma grande estrutura montada com muito amor e carinho para que os bichinhos abandonados e maltratados possam se recuperar física e psicologicamente de traumas que viveram na rua. O instituto oferece a esses animais uma nova chance na vida e a oportunidade de conseguir um bom lar para serem felizes.

Instituição não recebe doação de terceiros

A empresária Marisa Tissot, fundadora do local, faz questão de acompanhar todo o processo de perto, para que os animais tenham sempre um tratamento adequado e qualidade de vida.
Marisa não aceita doações de dinheiro ou de alimentos, nem resgata qualquer bichinho na rua. Mesmo tendo uma grande área – comporta cerca de 500 animais – , ela nunca lotou o local. Ela salienta:

“Tenho um limite e não sou depósito de animais. Não aceito ração nem dinheiro. Amo os bichos e faço tudo nas minhas condições. Não quero nem tenho a obrigação de fazer o trabalho que deveria ser realizado pela prefeitura.”

O instituto já ajudou 1,2 mil animais desde a sua inauguração, há quatro anos. Os resgatados passam por uma averiguação veterinária, fazem o tratamento necessário e, somente depois de serem castrados, vacinados e chipados, estão prontos para a adoção.

“Também ajudamos os bichinhos de pessoas com extrema necessidade. O instituto dá vacinas, castração e auxílio veterinário gratuito para alguns animais domésticos, quando se confirma que o dono não tem condições de pagar os cuidados com seu animalzinho.” acrescenta Marisa.

Cães têm um grande espaço para brincar e gastar energia

Cães têm um grande espaço para brincar e gastar energia

Uma verdadeira mãe

Fundadora e mantenedora do Instituto Sierra, a empresária Marisa Tissot também administra as lojas e a fábrica Sierra Móveis, na Serra. Casada com o também empresário Luiz André Tissot, é mãe de dois filhos, Gustavo, 17 anos, e Arthur, 11 anos, e divide com a família a paixão pelos animais.

“Meu marido é o maior apoiador. Nem poderia ser diferente. Eu não me apaixonaria por alguém que não gostasse de bichos. É pré-requisito (risos)! Todos são cachorreiros lá em casa, diz a empresária.”
Paixão esta que Marisa, garante, cultiva desde a infância.
“Costumo dizer que o meu destino e os dos animais foram traçados na maternidade. Quando eu nasci, cheguei em casa e já tinha um cachorro me esperando, revela.”

Chicão (D) foi o primeiro resgatado pela Marisa

Chicão (D) foi o primeiro resgatado pela Marisa

 

Natural de Blumenau, em Santa Catarina, hoje ela mora em Gramado, onde tem 15 animais, entre gatos e cachorros, fora o que ela chama de ‘agregados que aparecem eventualmente’. Mas destaca que amor aos animais também é desapego, por isso, resiste ao desejo e ao impulso de levar para casa os bichinhos que chegam ao instituto, por mais fofinhos e carentes que sejam.

“Tem que ter a consciência do desapego, de saber que o animal quer uma família, quer amor, quer cuidado. E eles não são meus, eu sou apenas uma casa de passagem. Quem vai fazer esse papel é a família para quem eu vou entregá-los, completa.”

Bichinhos têm área de lazer, canil seguro e confortável, cirurgias, exames e tratamento especial

Bichinhos têm área de lazer, canil seguro e confortável, cirurgias, exames e tratamento especial

 

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Mamães merecem cuidado especial durante a gestação. Confira as dicas!

21 de maio de 2014 1
Seu animalzinho precisa de mais atenção durante a gravidez (Foto Adriana Franciosi)

Seu animalzinho precisa de mais atenção durante a gravidez (Foto Adriana Franciosi)

 

A gravidez de cachorras e gatas é um momento bastante delicado e exige uma série de precauções. Para que as fêmeas tenham uma boa gestação, é necessário um acompanhamento veterinário, de forma semelhante a um pré-natal. A saúde dos filhotes começa com o cuidado que o proprietário deve ter com o animalzinho.

É a mamãe quem vai garantir a vida da cria nos primeiros dias de vida, por isso, é importante que ela esteja com todas as vacinas em dia e em boa condição de saúde. Ter uma ninhada em casa requer muita responsabilidade, dedicação e recursos para manter a saúde da mãe e dos filhotes.

Confira as dicas da médica veterinária Francyelle Barbieri!

 

Pata 2Diagnóstico da gestação: primeiramente, é preciso ter certeza de que a fêmea está realmente prenha, porque os animais também têm gravidez psicológica que pode confundir o dono, pois adotam o mesmo comportamento de cadelas e gatas gestantes. O diagnóstico deve ser feito pelo veterinário por meio de ultrassom, a partir dos 25 dias, ou por raio X, após 45 dias. Para saber o número de filhotes, o exame indicado é o raio X. Gatinha Gravida 2

 

Pata 2Tempo de gestação: a gravidez saudável de uma cachorra dura, em média, de 57 a 63 dias, e das gatas,
de 60 a 64 dias.


Pata 2
Alimentação: a fêmea deve estar com peso ideal durante a gestação. Uma grávida obesa pode ter sérios problemas. Cuide para que ela tenha sempre água limpa e fresca à disposição. A dieta adequada para uma gestante é ração de filhote, desde o diagnóstico da prenhez até o desmame da cria, a partir dos 30 dias de vida. O ganho de peso pode deixá-la mais preguiçosa e diminuir o apetite. Procure oferecer a comida em porções menores e mais vezes ao dia. Geralmente, as fêmeas fazem ninhos para ter os filhotes e deixam de se alimentar 24 a 48 horas antes do parto. Além disso, a temperatura corporal fica mais baixa, porque estão próximas de ganhar e guardam energia para isso.

 

Pata 2Exercícios: faça passeios regulares, mas nunca submeta um animal gestante a grandes esforços físicos. Nas últimas três semanas de gravidez, os passeios não são indicados.
Além do esforço prejudicial, é importante evitar o contato com outros cães que possam transmitir doenças à mãe e, consequentemente, aos filhotes.

 

Pata 2Vacinação: o ideal é que a fêmea seja vacinada antes do período do acasalamento. Depois de prenhe, a vacinação não é aconselhada.

 

Pata 2Vermifugação: é importante vermifugar antes do acasalamento. Durante o período inicial da gravidez, é contraindicada. Após 45 dias de gestação, é possível dar vermífugo, mas com a orientação de um veterinário.

 

Pata 2Isolamento: convém manter mãe e filhotes afastados de outros animais nos primeiros 30 dias, por questão de segurança, higiene e para evitar que a mamãe fique estressada.

 

Pata 2Parto: se o parto for natural e ocorrer em casa, é ideal que a fêmea disponha de um local tranquilo, confortável e limpo. Além disso, é fundamental saber o número certo de filhotes e conversar com um veterinário para saber como auxiliar o animal, caso seja necessário, e observar o tempo entre o nascimento de um filhote e outro.

 

Pata 2Banho: algumas fêmeas se sujam muito após o parto. É possível dar um banho cuidadoso e depois manter a higiene com lenços umedecidos de bebês humanos.

 

Pata 2Filhotes: a partir do desmame pode-se fazer a higiene com lenços umedecidos. Banhos, em casa, a partir dos 40 dias. Só podem frequentar a pet shop após terem todas as vacinas.
É importante certificar-se de que os filhotes mamaram assim que nasceram, porque eles precisam ingerir colostro (primeiro leite materno) onde adquirem imunidade.

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PVL Perfumaria lança novos produtos para cães e gatos na Feipet em Novo Hamburgo

26 de abril de 2014 0
Produtos da Pet Style são os primeiros no mundo com a composição de argiloterapia

Produtos da Pet Style são os primeiros no mundo com a composição de argiloterapia

 

Mais uma ótima novidade rolando no meio pet. São produtos inovadores da marca Pet Style fabricados pela PVL Perfumaria, aqui em Porto Alegre, e inéditos no Brasil. O mais novo produto a ser lançado será a argiloterapia, método bastante usado no tratamento de pele em humanos, e que agora também irá cuidar da saúde de cães e gatos.

Essa linha é um novo conceito em produtos para animais criados para limpar, desodorizar, hidratar, dar brilho e também produzir o efeito “fluffy” (pelo armado). As composições são: argila branca – clareador, argila verde – adstringente, argila preta – rejuvenescedor, e argila rosa – hidratante. A linha também pretende lançar o xampu com Carvão Ativado, um excelente adstringente, com diferenciado poder de atuação na eliminação de as impurezas da pele e dos pelos dos animais, inclusive substâncias decorrentes de intoxicação por produtos com inseticidas. Vale conferir essas novidades e muito mais!

Kit de produtos 2
Todos estes produtos serão demonstrados por groomers renomados nacionalmente (especialistas em estética animal), na Feira de Negócios para Animais de Estimação (FEIPET), em Novo Hamburgo.
Mais informações sobre os produtos aqui: www.pvlperfumaria.com.br

SOBRE A FEIPET
É a primeira e única feira de negócios para animais de estimação da região Sul do Brasil. Realizada de 27 a 29 de abril, das 13h às 20h, na Fenac – Centro de Eventos e Negócios -, em Novo Hamburgo, a exposição é voltada para profissionais do segmento pet, movimentando clínicas veterinárias, pet shops e agropecuárias. O público visitante pode participar gratuitamente também das atrações do Espaço Grooming e da programação de palestras que ocorrem simultâneas à feira.

 

Feipet 2014

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Seda e Cidade Baixa em Alta promovem edição especial do Brechocão em Porto Alegre

25 de abril de 2014 0

Garibaldo_brechó
A Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda) e o projeto Cidade Baixa em Alta vão realizar, neste sábado, dia 26, uma edição especial do Brechocão. O brechó, do qual fazem parte entidades e protetores de animais, acontece durante o “Garibaldo“, evento na Praça Garibaldi. Além do Brechocão, o Garibaldo contará com uma feira de adoções de animais abrigados na Unidade de Medicina Veterinária (UMV) da Seda e orientação sobre os cuidados diários com os bichos.

Que tal ajudar os bichinhos carentes e levar para casa artigos com preços bem acessíveis?
Você também pode doar artigos para venda no brechó ou ração para os cães e gatos. Todo dinheiro arrecadado será utilizado para custear medicamentos, tratamentos e a castração dos amiguinhos de quatro patas.

CONFIRA!
O que: Brechocão e Garibaldo
Onde: Praça Garibaldi, na Av. José do Patrocínio, Bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre
Quando: Sábado, dia 26 de abril, das 10h às 15h

Garibaldo_brechó 2

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Exercício bom pra cachorro! Saiba quais as melhores atividades físicas para o seu pet

23 de abril de 2014 0
Foto Sxc.hu/Divulgação

Exercitar o corpo e a mente é ótimo para animais e humanos  (Foto Sxc.hu/Divulgação)

 

A energia e a alegria do animal fazem qualquer pessoa deixar a preguiça de lado e se render a corridas, caminhadas, natação e até mesmo a práticas mais radicais, como andar de skate ou pegar uma onda. Cães são excelentes companheiros para os donos na hora das atividades físicas, mas, antes de sair por aí correndo com o seu pet, é preciso saber que cada animal tem limitações próprias.
Fazer algum exercício é uma necessidade básica, tanto para a saúde física quanto mental do bicho, mas esforçar-se demais pode ser perigoso. Por isso, é importante observar uma série de cuidados para que você e seu bichinho não tenham problemas mais tarde.

Nem só corridas ou atividades radicais

A estimulação do cérebro acontece por meio da obediência, da exploração do ambiente, de brincadeiras, do ato de farejar, da socialização com outros cães e da interação com o dono. Esse tipo de estímulo também é uma maneira de satisfazer as necessidades físicas dos cães, principalmente dos que não podem fazer exercícios pesados, devido a problemas de saúde como artrite, displasia de quadril, doenças cardíacas, entre outras.

Todas as atividades devem ser feitas de acordo com o porte da raça – algumas suportam mais e outras menos exercícios – e sempre com a supervisão de um veterinário. Ele dirá se o seu cão precisa de algum exame médico antes de iniciar o treinamento, principalmente, se o animal nunca se exercitou. Um especialista pode indicar os melhores exercícios para o seu bichinho.
A médica veterinária Patrícia Radl dá as dicas. Confira!

* Sempre use coleira e guia nos cães. As mais apropriadas são as guias curtas e com molas para amortecimento, que facilitam o controle do animal em caminhadas e corridas. Guias longas são recomendadas para passeios descontraídos. Cães de grande porte devem usar focinheira.
* Lembre-se de levar um recipiente com água potável e sacos pra recolher as fezes.
* Não existe uma duração específica para cada atividade, mas geralmente, recomenda-se no mínimo 45 minutos por dia, duas ou três vezes na semana. Use o bom senso. Quando notar que o seu cachorro está cansado, pare com os exercícios.
* Escolha horários de menos calor e prefira locais com menor movimento de carros.
* Ao iniciar qualquer atividade, comece devagar e aumente aos poucos. Na primeira semana, exercite-o por no máximo 20 minutos, fazendo pequenas pausas para hidratação e descanso.
* Ao andar de bicicleta com seu cachorro correndo do lado, use sempre a guia curta, pois você estará mais instável e terá dificuldades de controlá-lo.
* Cachorros pequenos são mais frágeis, use menos força. Prefira atividades mais lentas e exercícios moderados. Lembre-se que as patinhas deles são mais curtas que as nossas pernas.
* Cães que praticam atividade física regularmente devem ingerir mais alimento ou uma ração apropriada para animais atletas, pois gastam mais energia.

Cachorro exercicicos

Atividades e raças mais apropriadas
* Caminhada: é indicado para todos os cães.
* Corrida e bicicleta: adequado para raças maiores e hiperativas como border collie, akita, pastor alemão, labrador, golden retriever e beagle.
* Lançamento de objetos: qualquer cachorro pode fazer, desde que o dono controle a distância e a força que o objeto será lançado de acordo com o porte do animal.
* Agility: é uma corrida com obstáculos onde os humanos acompanham todo o circuito, indicando por qual obstáculo os animais devem passar. É um esporte apropriado para todas as raças, mas cães como poodle, border collie e pastor alemão têm mais facilidade por serem mais ágeis e inteligentes.
* Futebol: exercício apropriado para todas as raças. Cães adoram bolas e brincar de “bobinho”, por isso, é interessante fazer essa brincadeira com o animal e mais de uma pessoa.

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Placa não é enfeite. Identifique seu pet

26 de março de 2014 0
Proteja seu fiel companheiro e evite preocupações

Proteja seu fiel companheiro e evite preocupações

 

O que você faria se seu bichinho de estimação desaparecesse? Talvez essa situação ainda não tenha passado pela sua cabeça ou você acredita que está sempre tão atento a ele que isso nunca vai acontecer. É bom ter cuidado e estar prevenido. Seu amigo peludo pode sumir por descuido ou até mesmo roubo. Com a internet, é fácil divulgar nas redes sociais um cão ou gato perdido, porém, muitos donos não conseguem reaver seus animais, devido à falta de uma simples coleira de identificação.
Com medidas como o uso de plaquinhas, microchip ou coleira com GPS, você pode evitar transtornos e sofrimento.

O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do RS (CRMV-RS), Rodrigo Lorenzoni, alerta sobre a importância do microchip no bichinho.

“No chip, por exemplo, é possível colocar todos os dados sobre a saúde do animal, como doenças que ele já teve ou alergia a algum medicamento, além das informações de contato do dono. É um meio muito seguro e dá tranquilidade ao proprietário”, salienta.


MICROCHIP

CHIP_

O chip é um pouco maior do que um grão de arroz e feito com o mesmo material do marca-passo humano. É uma aplicação ambulatorial sob a pele do animal, sem anestesia e indolor feita, geralmente, na região da nuca. Dentro do microchip tem um código de identificação com todas as informações do animal e do proprietário.
Ele recebe um certificado de que o animal foi microchipado e só quem pode alterar esses dados é o veterinário ou clínica que fez o procedimento. Existem várias marcas de laboratórios que produzem o chip, mas os leitores e banco de dados são universais e podem ser visualizados em qualquer clínica do mundo. O valor da aplicação pode variar entre R$ 80 e R$ 100.

 

PLACA DE IDENTIFICAÇÃO

PLAQUINHA 2A plaquinha é colocada na coleira com o nome do bicho e telefone de contato do dono.
É importante colocar sempre o DDD da cidade. Escolha uma coleira confortável e de fácil remoção, caso necessário. A maioria das clínicas ou pet shops vendem a placa.
O preço varia de R$ 20 a R$ 40, dependendo do modelo.

 

COLEIRA COM GPS

Outra opção no mercado é a coleira com GPS. Dentro do aparelho, é inserido um chip de celular pré-pago (que requer recarga de créditos junto a uma operadora), e cada pedido de localização do animal custa o valor de um envio de SMS. Quando solicitado, o chip que está dentro do aparelho envia uma mensagem com a coordenada geográfica para o celular do proprietário e, dentro de alguns segundos, o aplicativo posiciona no mapa a localização do animal. A coleira custa em torno de R$ 1 mil.
Mais informações em www.facebook.com/peterpetimport

 

Foto: Cão em Quadrinhos/Divulgação

Foto: Cão em Quadrinhos/Divulgação

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Animais de estimação também podem transmitir doenças aos humanos. Fique atento!

12 de março de 2014 0
Cuide da saúde do seu bichinho e da sua também (Foto: Daniela Xu/Agência RBS)

Cuide da saúde do seu bichinho e da sua também   (Foto: Daniela Xu/Agência RBS)

Ter um bichinho de estimação vai além da dedicação e do carinho. Requer cuidados e limites. Os animais domésticos enchem a casa de afeto e alegria, mas também podem transmitir doenças. O contato indevido, como lambidas no rosto, beijo na boca e mordidas, podem afetar a saúde das pessoas, pois muitos animais possuem contato direto da boca com as fezes e com a urina deles, contraindo microorganismos que podem ser prejudiciais aos humanos.

É importante vacinar o seu animal, estar sempre atento a alterações no corpo ou no comportamento dele e manter a higiene adequada. Confira as doenças mais comuns transmissíveis aos humanos e saiba como preveni-las. As dicas são da médica veterinária Patrícia Radl.

LEPTOSPIROSE
É causada pela bactéria leptospira interrogans. Após infectados, os animais liberam essa bactéria pela urina, que em contato com os seres humanos, transmite a doença. Em alguns casos, mesmo quando vacinados, há risco de os animais tornarem-se portadores da bactéria. Ela penetra pela pele (molhada ou com lesão), via mucosas (boca, olhos, nariz) e também pela ingestão de água ou alimentos contaminados.
Sintomas: nos animais, falta de apetite, vômito, febre e urina de cor amarronzada. A bactéria atinge os rins e o fígado do animal. Nos humanos, a doença pode ser assintomática ou apresentar sintomas semelhantes a uma gripe. Febre alta que começa de repente, mal-estar, dor muscular, cansaço e calafrios. Quando a doença apresenta icterícia (pele amarelada), tanto em humanos quanto em animais, representa um agravamento (geralmente atinge 10% dos doentes) e pode levar à morte.
Prevenção: à noite, não deixe comida em vasilhames destampados. Combata os ratos e vacine anualmente os animais.

MICOSES
São causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os pelos dos animais. Quando os fungos se encontram em condições favoráveis ao seu crescimento, como locais muito úmidos, calor e baixa imunidade, eles se multiplicam e começam a provocar os sintomas da doença.
Sintomas: nos humanos, as lesões são arredondadas, avermelhadas ou esbranquiçadas e coceira no local. Cães e gatos podem apresentam lesões semelhantes aos humanos, mas com queda de pelo e, geralmente, sem coceira.
Prevenção: seque bem o bichinho após o banho, inclusive, nas dobras e entre os dedos.

RAIVA
É provocada por vírus que ataca o cérebro e os nervos dos animais e dos seres humanos, causando complicações no corpo. É transmitida pela mordida ou pela saliva do animal. A doença pode levar à morte.
Sintomas: mudança de comportamento, agressividade, salivação (o animal baba muito pois não consegue engolir) e paralisia. Os sinais clínicos nos humanos são parecidos com os dos animais. Nem todo cão ou gato que saliva (baba) ou é agressivo estará com raiva. Se o bicho apresentar os sintomas procure, imediatamente, um veterinário.
Prevenção: vacine anualmente seu cão ou gato a partir dos quatro meses de vida.

SARNA
É causada por ácaros de diversas espécies e transmitida através do contato direto com o animal.
Sintomas: nos animais, a manifestação se dá por crostas espessas na pele, queda dos pelos, manchas avermelhadas e coceira. Nas pessoas, a sarna se manifesta por manchas vermelhas na pele e coceira.
Prevenção: dê banho no animal e higienize sempre o local onde ele fica.

TOXOPLASMOSE
Doença infecciosa que pode ser transmitida ao humano pelo contato com as fezes do gato. O cuidado deve ser maior em caso de gravidez, pois pode causar má formação do feto ou até levá-lo à morte.
Sintomas: os gatos podem apresentar depressão, falta de apetite, febre, convulsões, tremores e paralisias. Nos humanos, febre, cansaço, dores no corpo, ínguas pelo corpo e dificuldade para enxergar que pode evoluir para cegueira (lesões na retina).
Prevenção: limpe diariamente a caixa de areia do gato e depois lave bem aos mãos. As fezes só serão contaminantes após permanecerem em contato com o ar por um período de cinco dias.

O seu amigo de quatro patas merece todo cuidado e carinho (Foto: Divulgação)

O seu amigo de quatro patas merece todo cuidado e carinho   (Foto: Divulgação)


CUIDADOS BÁSICOS:

* Evite compartilhar cama e alimentos com os animais.
* Evite beijos ou lambidas no rosto (lábios, nariz e olhos).
* Recolha sempre as fezes e a urina dos animais, não deixando-as expostas a moscas e ao contato humano, e limpe adequadamente o local.
* Leve o bichinho para consultas periódicas ao veterinário ou quando o animal apresentar algum problema de saúde.
* O cuidado deve ser dobrado com animais doentes. Evite o contato direto com sangue, saliva, muco, pus, urina ou fezes.

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Canil Municipal de Gravataí está de cara nova

26 de fevereiro de 2014 1
Espaço foi totalmente reformado (Fotos: Mateus Bruxel)

Espaço foi totalmente reformado (Fotos: Mateus Bruxel)

Marcela Machado, especial

Abrigo para cães mantido pela prefeitura, denunciado pelo Diário Gaúcho em 2012 devido às suas péssimas condições, reinaugura reformulado.

Depois de quase dois anos de reforma, com um custo de R$ 2 milhões, o Canil Municipal de Gravataí foi reinaugurado. Em março de 2012, o Diário Gaúcho denunciou as péssimas condições do estabelecimento. No local, a reportagem do jornal encontrou cerca de 350 cães abandonados, sem cuidados e higiene. A fome dos animais era tanta, que gerou atos de canibalismo. O assunto ganhou uma enorme repercussão.

Agora, o canil conta com uma estrutura nova. A promessa é que os animais recebam tratamento veterinário, alimentação e cuidados de higiene. O local é limpo, organizado e de tamanho adequado.
A equipe conta com uma veterinária, três estagiários de veterinária, três funcionários administrativos e dez tratadores.

Capacidade está acima da ideal
Atualmente, o local abriga seis cavalos e 388 cachorros, sendo que 88 deles estão em tratamento. A capacidade está acima da ideal, que é de 350 cães. Os animais são alojados em baias diferenciadas, como as pré e pós-operatórias e as de quarentena, para animais recém resgatados.

A presidente da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Gravataí, Cláudia Costa, explica que o canil recolhe animais que precisam de tratamento veterinário.
“São, geralmente, vítimas de maus-tratos ou atropelamentos. Depois de serem tratados, eles ficam à espera da adoção. Se o animal não for adotado, permanece morando aqui”, afirmou Cláudia.

A veterinária Raquel Cannavo conta que o número de doações é baixo.
“Nós recebemos cerca de 60 cachorros doentes por mês. No mesmo período, apenas uns cinco são adotados”, ressaltou Raquel.
O canil não recebe nenhum tipo de doação. Ele é mantido pela prefeitura, com um custo mensal total de R$ 100 mil.

Saiba mais
* Endereço: Estrada Leonel Cabeleira Bitelo, 271, Bairro Costa do Ipiranga
* Telefones: 3486-0229 e 9226-5955
* Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 17h30min, e aos sábados, das 8h ao meio-dia
* Para a adoção, basta agendar a visita.

>>> Confira a galeria de fotos do canil  (clique na imagem para ampliar)

 

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Viagem tranquila e bichos bem cuidados. Conheça o trabalho das babás de animais!

26 de fevereiro de 2014 2
Para Geórgia, confiança e carinho são essenciais (Foto: Arquivo Pessoal)

Para Geórgia, confiança e carinho são essenciais (Foto: Arquivo Pessoal)

 

O Carnaval está chegando e você pretende viajar? Um dos preparativos do passeio é decidir o que fazer com seu animalzinho. Nem sempre eles são bem-vindos nos hotéis, e uma viagem longa pode ser cansativa demais. Deixá-los em boas mãos é fundamental para que você possa relaxar.

Para isso, existe uma nova opção no mercado, que garante manter o bichinho tranquilo, feliz e bem alimentado enquanto os donos viajam. É a babá de animais ou pet sitter, que presta serviço a domicílio. A profissional vai na sua casa para alimentar, trocar a água, administrar medicação (caso necessário), limpar o local, passear e dar carinho ao seu animal. A visita diária custa em torno de R$ 25 a R$ 45.

Para a pet sitter Geórgia Reck, essa uma solução bastante segura e saudável para os animais. O bicho não sofre o estresse da viagem ou de permanecer em um novo ambiente, geralmente isolado em canis ou gaiolas. Outra vantagem é que os filhotes com as vacinas incompletas não entram em contato com a rua e evitam pegar doenças.
“Nunca tive problemas com qualquer bichinho, bem pelo contrário, eles se acostumam comigo, e criamos um vínculo de confiança e amizade”, acrescenta Geórgia.

Quem já contratou aprovou a ideia
A professora Cilene Leite, dona da cachorra Fiona, confirma o carinho que a pet sitter tem com os animais. Cilene mora na Capital, mas sua família é de Rio Grande. Sempre que pode, vai visitá-los e acha mais tranquilo deixar o pet em casa.
“Desde que contratei o serviço da Geórgia, não me preocupei mais. A Fiona fica no cantinho dela, e a babá vai no local para alimentá-la, brincar e fazer passeios diários. Quando as duas se encontram, vira uma grande festa. Fiona já reconhece a Geórgia”, acrescenta Cilene.

A pet sitter Adriana Schnell salienta que esse serviço é indicado, em especial, para gatos, que costumam estranhar novos ambientes e tentar fugir. Adriana se considera babá de felinos há 14 anos. Começou cuidando dos gatinhos das amigas e de parentes. Depois, passou a ser indicada para amigos de amigos. Deste modo, foi se profissionalizando na área. Segundo ela, entende de gatos como ninguém. O nome da sua página na internet, ‘ronronapratia’, veio de uma brincadeira que faz com os felinos. Adriana conta que sempre que chega na casa onde está cuidando de um bichinho diz: ‘Ronrona pra tia’. Esse é um jeito de saber que o gato está bem.

“Adoro o meu trabalho. Converso com os animais e sei o que sentem. É uma troca de carinho e cuidado com eles”, conta Adriana.
O trabalho dessas profissionais é bastante personalizado. As babás possuem páginas nas redes sociais onde colocam, diariamente, fotos dos bichinhos que estão cuidando, para que os donos matem a saudade e fiquem tranquilos de que ele está sendo bem tratado.

Ronrona pra tia Adriana? (Foto: Arquivo Pessoal)

Ronrona pra tia Adriana? (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Vantagens de contratar uma pet sitter
* O bicho fica em seu próprio ambiente e mantém a rotina.
* Filhotes sem todas as vacinas não serão expostos a outros animais.
* Não precisará depender e incomodar parentes ou amigos.
* A atenção recebida será individualizada e personalizada.
* Cuidados especiais como medicações e escovação diária de pelos são mantidos.
* A visita diária em sua residência a torna mais segura do que se estivesse vazia.

Serviço incluso
* Uma visita diária de 40min a uma hora
* Reposição da comida
* Troca da água
* Limpeza das necessidades físicas do animal
*  Carinho e brincadeiras
* Um passeio na rua (se for o caso)
* Cuidados extras como escovação dos pelos e medicação, se necessário
* Rega das plantas
* Abertura das janelas para refrescar o local (quando o contratante pede)
* Envio diário de informações e fotos do bichinho por e-mail, SMS ou redes sociais

Obs: o valor por visita de uma hora pode variar de R$ 25 a R$ 45. É possível negociar desconto, dependendo da frequência do serviço.

Conheça o trabalho das babás acessando as páginas:
www.facebook.com/georgiababadebicho
www.facebook.com/ronronapratia

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Animais da Vila Santo André em Porto Alegre precisam de ajuda urgente

16 de fevereiro de 2014 2
Fotos: Arquivo Pessoal

Fotos: Arquivo Pessoal

 

Esses bichinhos pedem socorro! A protetora Dani que faz uma ação de resgate na Vila Santo André, Bairro Humaitá, na Zona Norte de Porto Alegre está desesperada com o estado de saúde desses animais. A situação do local é triste e precária. Os animais sofrem com a falta de assistência.

São gatos e cachorros muito doentes, famintos e sem abrigo. A Dani está levando os casos mais graves para uma clínica veterinária. Os outros casos, menos desesperadores, ela leva remédios e dá o mínimo de tratamento. Esses peludinhos precisam de castração e alimento, estão passando fome.

Porém, são muitos para ela cuidar sozinha. Não tem condições de medicar e alimentar todos esses animais. Precisa de doações com urgência. Ração, remédios, potes de água e comida, jornais ou doação em dinheiro. Tudo é muito bem-vindo.

 
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Quem quiser depositar:
Banco Banrisul
Agência: 0060
Conta: 390317050-6
Hilga da Rosa Dias (mãe da Dani) – CPF: 616701970-34

*** Para um maior controle da protetora ligue avisando sobre o depósito. A Dani vai manter todos os “padrinhos” sempre bem informados sobre as despesas com os bichinhos.

Pode ajudar? Entre em contato com a Dani pelos telefones (51) 8508-3159 ou 9212-0756.

 

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Muita sede pode ser doença

15 de janeiro de 2014 3
Excesso de fome é um dos sintomas da doença (Foto: Banco de Dados)

Excesso de fome é um dos sintomas da doença (Foto: Banco de Dados)

 

Seu animalzinho tem tomado muita água, apresenta respiração ofegante ou tem fome excessiva? Cuidado! Ele pode estar com a Síndrome de Cushing, uma doença bastante complicada que apresenta sintomas variados e tem muitas causas diferentes. Nem sempre é fácil para o dono reconhecer quando o problema começa a se manifestar, tendo em vista que os sintomas são semelhantes aos do envelhecimento natural do animal. É uma disfunção que afeta muitos bichinhos, geralmente, os de meia-idade e idosos. Por isso, é importante saber identificar os sinais para garantir uma boa qualidade de vida ao amigo de quatro patas.

Confira as dicas da médica veterinária e mestre em patologias clínicas de pequenos animais Alejandra Barrera.

O QUE É?
A Síndrome de Cushing ou Hiperadrenocorticismo é um distúrbio do metabolismo de pequenas glândulas componentes do sistema endócrino, localizadas perto dos rins, que produzem hormônio de cortisol em excesso. Pode ser provocado pela alteração hormonal ou por doenças envolvendo as glândulas adrenal e pituitária, localizadas no cérebro.

QUAIS OS SINTOMAS?
Aumento do volume urinário, aumento no consumo de água, fome excessiva, respiração ofegante, abdome distendido, perda de pelo, fraqueza muscular leve, perda da sensibilidade ou dos movimentos, pele fininha, formação de úlceras e perda progressiva de peso. A maioria dos cães exibe vários desses sintomas, mas não necessariamente todos.
É importante ressaltar que a produção excessiva de hormônio nesses animais
pode produzir resistência a insulina e
levar ao desenvolvimento de diabetes.

CAUSAS:
Existem três maneiras de se desenvolver a Síndrome de Cushing:
1 - Pode ser um tumor endógeno (que se forma no interior) dependente da glândula pituitária. Essa é a forma mais comum e espontânea de desenvolver a doença, responsável por aproximadamente 80% a 85% dos casos.

2 - Tumores adrenais (glândulas que produzem hormônios como cortisol, aldosterona, adrenalina e noradrenalina), responsáveis por 10% a 20% dos casos.

3 - Administração excessiva de hormônios esteroides que servem para controlar distúrbios alérgicos ou medicamentos para uso dos olhos, ouvidos e da pele, especialmente em cães com peso inferior a 10kg e que receberam a medicação por longos períodos.

RAÇAS VULNERÁVEIS:
Poodle (de todos os portes), dachshund, pastor alemão, beagle, labrador retriever e várias raças de terrier.

GATO PODE TER?
Não é uma doença comum em gatos, embora muitas das características vistas em cães sejam similares aos felinos. Entretanto, nos gatos, mais de 80% dos afetados também vão apresentar diabetes. O diagnóstico em felinos é mais difícil, e ainda não se identificou um tratamento eficaz.

DIAGNÓSTICO:
Exames específicos de hemograma e endócrinos vão confirmar o diagnóstico e localizar a causa desse distúrbio. É importante procurar um veterinário para fazer uma avaliação completa.

TRATAMENTO:
O animal que estiver com a doença precisará tomar medicação por toda a vida.

 

Preste atenção nos sinais que seu cãozinho demonstra (Foto: Mauro Vieira)

Preste atenção nos sinais que seu cãozinho demonstra  (Foto: Mauro Vieira)

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Mitos e verdades sobre os animais de estimação

18 de dezembro de 2013 0
Foto: Reprodução/ www.hammacher.com

Foto: Reprodução/ www.hammacher.com

 

Você já deve ter ouvido histórias diferentes envolvendo animais de estimação do tipo cães enxergam em preto e branco, nariz quente significa que o bichinho está com febre ou que grávidas não podem ter gato em casa. Várias histórias dão origem a diversas especulações. Para acabar com alguns mitos que cercam nossos amiguinhos de quatro patas, o Bicharada conversou com a médica veterinária Aletiane Steffen Vieira, que desvendou alguns mitos do mundo animal. Confira!

1 – Cães e gatos enxergam no escuro?
Verdade. Os animais enxergam muito bem no escuro devido a uma pigmentação existente no fundo dos olhos que reflete e amplifica a luminosidade.

2 – Cães e gatos enxergam em preto e branco?
Mito. Há muitos anos se achava que os cães enxergavam apenas preto e branco, mas pesquisas comprovam que tanto cães quanto gatos conseguem diferenciar algumas cores como azul, cinza e amarelo.

3 – Nariz molhado e frio significa que meu bichinho está saudável. E se estiver com o nariz quente, está com febre?
Mito. O nariz molhado e o frio não podem ser considerados como um indicativo de que seu cão está doente. Para saber se o animal apresenta um quadro febril, deve-se fazer uso de um termômetro por via retal. Só assim é possível saber se o bichinho está com febre ou se o focinho está quente apenas por aumento da temperatura do ambiente.

4 – O cão sabe quando o dono está triste ou deprimido?
Verdade. É cada vez mais frequente os cães fazerem parte da família e participarem do nosso cotidiano. Esperam o dia todo até seu dono chegar do trabalho ou de um passeio, e os recebem tão felizes como se tivessem ficado dias longe. Sendo assim, ele espera que seu dono chegue com a mesma energia de sempre. Se a intensidade de interação não é a mesma, eles sentem que algo está errado e podem acabar ficando deprimidos também.

5 – A castração evita câncer na fêmea?
Verdade. A castração em fêmeas caninas é indicada antes do primeiro cio. Isto evita que ocorram alterações hormonais prevenindo o aparecimento de tumores mamários e uterinos em até 99%.

6 – Machos castrados deixam de fazer xixi pela casa?
Verdade. Os machos têm por instinto uma disputa territorial e isto é determinado através da urina. Castrando o animal antes da fase adulta não ocorrerá está disputa e ele não irá urinar pela casa toda.

7 – Humanos passam resfriados para cães e gatos ou vice e versa?
Mito. Cães e gatos não transmitem gripe ou resfriados para humanos, assim como os humanos não transmitem para eles. Os agentes virais são diferentes entre os felinos, caninos e humanos.

8 – A mordida e a baba de cachorro transmitem raiva?
Verdade. A raiva é uma doença transmitida por um vírus que causa dificuldade de deglutição e agressividade nos cães. A principal via de transmissão para humanos é a mordida do animal infectado e também a saliva. A prevenção da doença deve ser feita através da vacinação anual.

9 – Grávidas e bebês não devem conviver com animais?
Mito. Existem algumas doenças que são transmitidas de animais para os humanos, mas isto não significa que grávidas e bebês sejam privados deste convívio. Animais devidamente vacinados, desverminados e vivendo em um ambiente limpo podem manter contato tanto com as futuras mamães, quanto com as crianças.

10 – Gatos transmitem asma?
Mito. A asma é uma doença alérgica respiratória que ocorre em humanos por algum tipo de predisposição genética, podendo ocorrer crises por contato com ácaros do ambiente e em contato com gatos ou cães que estejam com ácaro em sua pelagem, mas o gato não transmite asma.

11 – Animais ajudam a combater a depressão?
Verdade. Os animais são utilizados em muitos tipos de terapias, inclusive, contra a depressão. Não é à toa que os bichinhos são considerados os melhores amigos dos seres humanos.

12 – Óleo queimado é bom para curar sarna?
Mito. O uso de produtos como óleo queimado para o tratamento da sarna pode causar quadros de intoxicação em animais e, em alguns casos, até óbito. Se o animalzinho apresentar problemas de sarna procure a ajuda de um veterinário, pois existem medicações adequadas para tratar essa doença.

13 – Filhotes não podem tomar banho?
Verdade. Filhotes são muito sensíveis. A indicação para banho é somente após estarem com a vacinação completa. Isto se dá, mais ou menos, aos quatro meses de vida. Se o filhote estiver com mau cheiro, pode-se fazer uso do banho seco e escovação.

15 – Cães podem cruzar mesmo depois de castrados?
Verdade. Machos são atraídos pelo cheiro que a fêmea libera durante o período do cio. Mesmo sendo castrados irão cruzar, porém, não haverá fecundação.

 

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 

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Dicas para viajar com seu bichinho em segurança

04 de dezembro de 2013 0
Zé já está acostumado a viajar usando o cinto (Foto: Marcelo Oliveira)

Zé já está acostumado a viajar usando o cinto (Foto: Marcelo Oliveira)

 

Quem tem um animalzinho de estimação sempre dá um jeitinho de levá-lo junto nas viagens. Porém, não basta apenas liberar o porta-malas ou o banco de trás do carro para acomodá-lo. É fundamental prestar atenção à saúde, à alimentação e à segurança do seu bichinho para não ter surpresas desagradáveis durante a viagem.
Confira as dicas da médica veterinária Patrícia Radl.

ATENÇÃO COM A SAÚDE
* Vacinas: coloque todas em dia. Passeios em áreas diferentes podem expor o animal a uma variedade de vírus e bactérias. Programe-se com um mês de antecedência, tempo necessário para o bichinho adquirir imunidade, caso esteja com as vacinas atrasadas.
* Vermífugo: use mensalmente. Com o estresse da viagem, o animal fica mais vulnerável a parasitas intestinais.
* Anti-pulgas: deve ser dado mensalmente. Confira se o produto também age contra carrapatos, porque, no verão, esses parasitas atacam mais.
* Veterinário: faça uma consulta prévia a um especialista para garantir o conforto e a segurança do animalzinho. O profissional pode prescrever medicamentos tranquilizantes ou anti-enjoo que se adaptam melhor a cada bicho. Lembre-se: automedicação pode ser perigoso para a saúde do seu peludo.

- Cuide a temperatura. Se o carro tiver ar-condicionado, o animal pode viajar a qualquer hora do dia. Caso contrário, saia de casa bem cedo.
- Se o trajeto for muito longo, opte por viajar à noite. Quando o animal é agitado, a tendência é que ele durma mais neste período.
- Pare o carro a cada duas ou três horas para o bichinho caminhar um pouco e fazer suas necessidades.

>>> É muito importante sempre manter o seu bichinho com a coleira de identificação e os dados atualizados.

 

Casinha deve ser fixada no banco do carro (Foto: Rogerio da Silva/Agência RBS)

Casinha deve ser fixada no banco do carro (Foto: Rogério da Silva)

 

CUIDADOS COM O TRANSPORTE
* Carro: o animal deve ficar dentro das caixinhas de transporte ou preso em guias, sempre no banco de trás. As caixas precisam ter aberturas para facilitar a ventilação. Coloque no porta-malas com a tampa interna aberta ou no banco de trás para que você possa enxergar o cachorro em segurança.

- Animais de pequeno e médio portes podem ser transportados nas caixas, em cadeirinhas especiais ou guias e roupinhas com encaixe para o cinto de segurança do carro. O bichinho solto dentro do veículo pode distrair o condutor e provocar acidentes. Além disso, em caso de uma freada brusca, o animal pode ser lançado com força em cima dos passageiros, contra o veículo e até mesmo pra fora dele.
- Faça o bichinho se acostumar com a ideia antes de viajar. Dê uma volta de carro com ele no quarteirão, usando o equipamento de proteção escolhido, para evitar problemas na hora de pegar a estrada.

- Não permita que os animais viagem com a cabeça para fora da janela ou pegando muito vento. Além do perigo de cair, o vento resseca a córnea, favorecendo o aparecimento de lesões. Lembre-se: alguma coisa pode entrar nos olhos do bichinho.

* Ônibus: deve-se apresentar o comprovante da vacina antirrábica e do “Atestado Sanitário para o Trânsito de Cães e Gatos”, emitido por um médico veterinário. O animal deverá ficar acomodado, durante toda a viagem, em gaiola ou maleta adequadas. Em alguns casos, pode ser cobrada uma tarifa para o transporte.
- É importante entrar em contato com a empresa de ônibus com antecedência, para confirmar as orientações e providenciar os documentos necessários.

* Avião: para que cães ou gatos viagem em aviões é necessário de comprovante de vacinação antirrábica em dia (a vacina tem validade de um ano) se o animal tiver mais de 90 dias e do “Atestado Sanitário para o Trânsito de Cães e Gatos” (validade de 10 dias) emitido por veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de origem do animal.

O transporte é feito em caixas específicas, com um forro para o caso de necessidades, como urinar, por exemplo. A regra vale para viagens dentro do Brasil. Em viagens internacionais, além dessas exigências básicas, deve-se seguir, também as regras do país de desembarque. Em alguns lugares é necessário apresentar um exame de sorologia da vacina contra a raiva, o que deve ser feito com bastante antecedência, pois é um exame que pode demorar até 40 dias para sair o resultado. O passageiro deve, ainda, pagar uma taxa de transporte que varia de acordo com as companhias aéreas.

Algumas companhias permitem o transporte do bichinho na cabine de passageiros. Nessa situação, o peso do animal somado com o da caixa de transporte não pode ultrapassar 10kg e algumas raças são barradas pelas empresas ou por alguns países de destino. Todas as regras estão disponíveis nos sites das companhias aéreas que operam no país.

O Governo Federal já criou um passaporte para cães e gatos realizarem viagens nacionais e internacionais com mais facilidade, porém, a medida só deve entrar em vigor em 90 dias. O documento poderá ser solicitado gratuitamente nas unidades de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) que estão localizadas em portos, aeroportos e postos de fronteiras e deve ficar pronto em 30 dias após a solicitação.

Foto: Ministério da Agricultura/Reprodução

Foto: Ministério da Agricultura/Reprodução

 

Confira AQUI como adquirir o passaporte animal

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