O LinkedIn, a maior rede profissional da internet, com mais de 120 milhões de membros em todo o mundo e mais de 4 milhões no Brasil, anunciou hoje os resultados de uma pesquisa sobre os fatores que mais irritam os profissionais em seus ambientes de trabalho.
A pesquisa revela algumas diferenças interessantes entre países e culturas. Quem diria, mas o que mais incomoda os brasileiros é a fofoca excessiva no escritório. Já os norte-americanos são os que mais detestam constatar que alguém roubou sua comida do refrigerador disponível na empresa. Alemães lideram a lista dos que ficam muito bravos com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo no escritório. Indianos odeiam ouvir os constantes toques de telefones celulares dos colegas. Japoneses são os que mais detestam ser motivo de piadas na companhia.
Também foi possível registrar diferenças entre sexos. No Brasil, o uso de roupas inadequadas (blusas decotadas e saias curtas, por exemplo) no escritório irrita mais mulheres do que homens; 76% do público feminino contra 44% do masculino. Essa não é novidade nenhuma.
Independentemente de nacionalidade ou sexo, o fator que mais irrita no escritório (78% dos mais 17 mil de profissionais entrevistados pelo LinkedIn) são “pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões”.
O LinkedIn faz ainda um alerta importante para quem busca uma nova oportunidade: no Brasil, os responsáveis por definir eventuais contratações ficam muito mais irritados com funcionários que abusam na quantidade de ligações pessoais durante o expediente, do que os líderes que não têm sob sua responsabilidade a escolha de novos talentos para a empresa.
O país que mais registrou fatores que irritam no trabalho é a Índia, e a Itália foi a nação cujos profissionais menos listaram reclamações. Dentre os 16 países pesquisados, o Brasil ficou em quarto lugar no ranking.
Bom trabalho.




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