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Ulysses Guimarães é lembrado pelos dois grupos na campanha interna do PMDB catarinense

23 de março de 2014 2

O nome do ex-deputado federal Ulysses Guimarães, falecido em 1992, está sendo usado frequentemente na campanha interna da pré-convenção do PMDB estadual, marcada para 26 de abril.

Os defensores da candidatura própria do partido ao governo, como o deputado federal Valdir Colatto, usam a imagem de Ulysses como um dos símbolos da luta pelo protagonismo peemedebista.

Na ala defensora da manutenção da aliança com o governador Raimundo Colombo, o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) tem usado nome de Ulysses, de quem foi companheiro no Congresso, para argumentar a tese de que o PMDB deve evitar o isolamento. Em eventos realizados em Videira, Caçador e Concórdia, no final de semana, LHS lembrou da candidatura presidencial de Ulysses em 1989.

— Lembro de uma situação semelhante a esta. Lembro das conversas com Ulysses Guimarães, quando disse: Não é o momento Dr. Ulysses, o povo não vai entender. O senhor é o vice-presidente, assumiu o governo José Sarney dezenas de vezes, o MDB tem ministros e tem milhares de pessoas ocupando cargos no governo, não vai dar certo. E o MDB insistiu, foi candidato. Acompanhei e senti a repulsa de sua candidatura, a repulsa ao maior estadista desta República. O povo dizia: O MDB, comeu, comeu e virou o gamelão!

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Comentários (2)

  • Curió diz: 23 de março de 2014

    De lá para cá continuou comendo comendo e bota comendo e bebendo água fresca do poço fundo e vinhos regionais saborosos… E secretarias as pampas… Não vão virar o gamelão porcarias, encham as tripas grossas. E mais ministérios seus gulosos ! Vai que o povo de um jeito ou de outro mande brasa num voto SAL AMARGO ? Limpa tudo meu! Vai ser um corre corre geral !

  • Giffoni diz: 23 de março de 2014

    Péssimo exemplo esse de citar o Ulysses, culpado maior do que encontramos por aí na política: como presidente da Câmara, na ocasião, não podia ter autorizado a posse do Sarney (vice indireto de um eleito presidente que não assumiu), mas, daí teriam de chamar eleições gerais e diretas em 90 dias; morriam de medo de o Brizola ganhar. Então, encenaram a posse sarneysta que foi o vexame que vivemos: mês com mais de 50% de inflação (como o Mailson da Nóbrega – colunista dos de sempre, até hoje – como (des)ministro da fazenda). Tivesse coragem denunciaria a manobra pelo sarney e honraria seu mandato com as eleições gerais: covarde, deixou-se levar de volta aos da ditadura.

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