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Posts de agosto 2014

Nesta segunda, Colombo separa candidato do governador

31 de agosto de 2014 0

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Marina vai gravar depoimento para Paulo Bornhausen

31 de agosto de 2014 4

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O segundo turno em Santa Catarina está nas mãos dos eleitores do PT e do PP

31 de agosto de 2014 1

Teremos segundo turno em Santa Catarina? A resposta está com o eleitor do PT. Desde 1998, o partido tem candidatos competitivos ao governo do Estado e nunca ficou abaixo dos 14% dos votos válidos — índice alcançado por José Fritsch em 2006. Coincidência ou não, naquele ano o desempenho petista, mesmo baixo, foi fundamental para evitar a vitória de Luiz Henrique (PMDB) em primeiro turno.

Teremos segundo turno em Santa Catarina? A resposta está com o eleitor do PP. Quando enfrentou a tentativa de reeleição de Luiz Henrique, Esperidião Amin forçou o segundo turno alcançando 32,7% dos votos válidos. Em 2010, sua mulher Angela não conseguiu impedir que Raimundo Colombo vencesse em turno único, mas fez 24,9% dos votos.

Tanto o eleitor do PT quanto o do PP vivem cenários inéditos na eleição catarinense deste ano, com prováveis reflexos nas urnas. Os petistas pela primeira vez têm no Estado dois candidatos a governador endossados por seu presidenciável: Raimundo Colombo (PSD) e Claudio Vignatti (PT). Os pepistas cederam a cabeça-de-chapa ao PSDB de Paulo Bauer depois de cinco eleições seguidas de candidaturas próprias.

Por enquanto, o que as pesquisas têm mostrado — em especial a última do Ibope — é que ambos precisam se engajar se quiserem evitar a reeleição de Colombo em primeiro turno. Mesmo com Paulo Bauer crescendo nove pontos em relação ao mês de julho, o governador conseguiu manter a confortável diferença de 13 pontos sobre a soma dos adversários.

Isso aconteceu porque Vignatti praticamente não se mexeu com seus 7% e porque o crescimento de Bauer se deu sobre os percentuais antes distribuídos aos nanicos, indecisos e brancos/nulos. Colombo oscilou três pontos para cima, no limite da margem de erro, mantendo a distância.

Esses foram os efeitos da primeira semana de horário eleitoral. O eleitor que não quer reeleger Colombo fez um realinhamento em direção à campanha que pareceu ter mais condições de cumprir este objetivo. Por mais que Bauer comemore a subida na pesquisa, ele precisa que Vignatti eleve o patamar da disputa. E precisa que o voto pepista eleve seu próprio patamar.

Em 2010, Colombo venceu em primeiro turno mesmo com suas duas principais adversárias, Angela Amin e Ideli Salvatti (PT), cravando mais de 20% dos votos válidos. Quatro anos antes, Luiz Henrique (PMDB) chegou perto da vitória em turno único (48,9% dos votos válidos), mas acabou precisando encarar Amin. Naquela eleição, o pepista teve 32,7% no primeiro turno e contou com a ajuda dos 14% de Fritsch (PT) — além dos 3% somados por Sontag e Manoel Dias.

Ou seja, Vignatti precisa ao menos dobrar seu índice de intenção de votos para igualar o Fritsch de 2006. Bauer precisa de 13 pontos para chegar ao percentual de Amin naquela eleição.

Por enquanto, eles são apenas Angela e Ideli lipoaspirados.

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A cinco semanas da eleição, 56% dos catarinenses não estão interessados nela

31 de agosto de 2014 0

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Faltando cinco semanas para o primeiro turno das eleições, os candidatos que disputam cargos em Santa Catarina precisam enfrentar um adversário a mais na conquista do voto: o desinteresse do eleitor. Pesquisa Ibope contratada pelo Grupo RBS mostra que 56% dos catarinenses dizem ter pouco ou nenhum interesse pela disputa política de 2014.

Os números apresentam um ligeiro aumento do interesse em relação à pesquisa anterior, realizada na metade de julho, quando quando os pouco ou nada interessados somavam 57% _ variação que está dentro da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais para cima ou para baixo. Entre uma pesquisa e outra, aconteceram fatos com potencial de despertar a apatia do eleitorado, como a comoção pelo acidente aéreo que matou o presidenciável Eduardo Campos e sua substituição por Marina Silva (PSB), o início do horário eleitoral gratuito e a própria intensificação da campanha eleitoral nas ruas _ com suas placas, bandeiras e comícios.

Os números impressionam, mas cientistas políticos avaliam que o interesse tende a aumentar na reta final da campanha. Eduardo Guerini, do Centro de Ciências Sociais e Jurídicas da Univali, aponta que a indiferença e o número de indecisos pode levar a mudanças no quadro eleitoral na reta final da disputa.

— As pesquisas estão apontando algo que é tátil. As últimas eleições tem sido caracterizadas pela decisão dos eleitores nos últimos 15 dias e, às vezes, até na hora do voto — afirma.

Jacques Mick, do departamento de Sociologia Política da UFSC, estranha os altos índices de desinteresse nesta altura da campanha. Aponta que pode ter relação até com a própria apresentação da pergunta no questionário do Ibope, mas admite um possível contexto político local.

— É um número estranho, porque o Brasil vive um forte polarização política, tanto pela disputa PT e PSDB, quanto pela hipótese Marina. Há tempo o Brasil não vivia uma eleição tão disputada. Talvez tenha a ver com a disputa estadual, que até o momento não apresentou uma forte disputa — avalia Mick.

A apatia não tem gênero definido: o desinteresse foi explicitado por homens (55%) e mulheres (56%). As variações são maiores quando a pesquisa Ibope diferencia escolaridade e renda. O maior desinteresse (64%) foi registrado entre os eleitores que estudaram até a quarta série do ensino fundamental: 64%, sendo 29% pouco interessados e 35% nada interessados. O grau de desinteresse continua alto entre os eleitores que estudaram até oitava série (59%) e de ensino médio (52%). Há interesse maior entre os eleitores com ensino superior: 53% deles declararam médio ou muito interesse pelas eleições de outubro.

O corte é semelhante quando envolve a renda dos pesquisados pelo Ibope. Enquanto 61% dos eleitores que ganham até dois salários mínimos dizem ter pouco ou nenhum interesse pela eleição, 56% dos que têm renda superior a cinco salários se declararam médio ou muito interessados.

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Ibope registra o Efeito Marina em SC, mas mantém folga de Dilma na liderança no primeiro turno

29 de agosto de 2014 3

A entrada de Marina Silva (PSB) na corrida presidencial não afetou a liderança da presidente Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno entre os catarinenses, mas a petista enfrentaria dificuldades em um segundo turno no Estado contra a nova candidata do PSB e também contra Aécio Neves (PSDB). É o que aponta a segunda pesquisa Ibope contratada pelo Grupo RBS desde a oficialização das candidaturas presidenciais.

Na pesquisa estimulada, Dilma lidera com 34% _ uma oscilação de três pontos para cima em relação à pesquisa de julho. Marina aparece com 22%, contra 20% de Aécio. O resultado configura empate técnico porque a margem de erro é de três pontos percentuais para cima ou para baixo. Na pesquisa realizada em julho, Aécio era o segundo colocado com 22% e Eduardo Campos (PSB) — morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto _ estava em terceiro com 8%. Dos demais candidatos, apenas dois pontuaram: Pastor Everaldo (PSC), com 2%, e Eduardo Jorge (PV), com 1%.

O Ibope fez duas simulações de segundo turno entre os catarinenses. Em ambas, Dilma aparece numericamente na frente, mas em empate técnico com seus adversários. Contra Marina Silva, a disputa ficaria em 39% a 38% para a petista. Se o adversário da presidente fosse Aécio, a vantagem seria um pouco maior: 40% a 36%.

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TSE pronto para julgar recurso do Ministério Público contra candidatura de João Rodrigues

29 de agosto de 2014 0

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Gilmar Salgado, Janaína Deitos e Marlene Soccas gravam depoimentos ao DC

29 de agosto de 2014 0

Além de entrevistar os principais candidatos ao governo do Estado, o Diário Catarinense também convidou as demais candidaturas a fazerem apresentações. Eles tiveram três minutos para dizer “Por que quero governar Santa Catarina”.

Gilmar Salgado (PSTU), Janaína Deitos (PPL) e Marlene Soccas (PCB) gravaram os depoimentos. Elpídio Neves (PRP) não concordou com o modelo proposto.

Gilmar Salgado (PSTU)

Janaína Deitos (PPL)

Marlene Soccas (PCB)

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Pesquisa Ibope: análises instantâneas

28 de agosto de 2014 1

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Ibope: Bornhausen e Dário crescem, mas indecisos ainda "lideram" disputa pelo Senado

28 de agosto de 2014 0

Paulo Bornhausen (PSB) ampliou a vantagem sobre Dário Berger (PMDB) e Milton Mendes (PT) na briga pela vaga catarinense no Senado, mas a disputa ainda apresenta alto índice de eleitores indecisos. Este é o cenário apresentado pela segunda pesquisa Ibope contratada pelo Grupo RBS após a confirmação das candidatura – a primeira realizada após o início do horário eleitoral gratuito.

O deputado federal Paulo Bornhausen foi o único candidato que cresceu além da margem de erro em relação à pesquisa Ibope realizada em julho. Ele está com 25%, contra 20% do levantamento anterior. O ex-prefeito de Florianópolis Dário Berger também registrou crescimento, oscilando de 12% para os atuais 15%. O ex-deputado federal Milton Mendes (PT) oscilou negativamente, dentro da margem de erro – está com 7%, contra 8% da pesquisa anterior.

Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para cima ou para baixo, o petista estaria em empate técnico com Amauri Soares (PSOL) e Rosane de Souza (PSTU), ambos com 4% das intenções de votos. A candidata do PSTU manteve o mesmo índice da pesquisa anterior, enquanto Soares tinha 2%. A candidata Junara Ferraz (PRP) oscilou negativamente de 4% para 2%, da mesma forma que Alan Alves Moreira (PMN), que tinha 2% e agora registra 1%.

Brancos e nulos na pesquisa para o Senado somaram 13%, uma redução de três pontos em relação ao levantamento anterior do Ibope. O número de eleitores que não souberam responder também oscilou negativamente: eram 32% e agora são 30% dos eleitores entrevistados.

A pesquisa Ibope foi realizada entre 25 e 27 de agosto, ouvindo 812 eleitores em 45 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para cima ou para baixo e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

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Ibope: Bauer cresce nove pontos, mas Colombo mantém vantagem que daria vitória em primeiro turno

28 de agosto de 2014 0

Raimundo Colombo (PSD) mantém a lideranças isolada e venceria a disputa pelo governo do Estado em primeiro turno se as eleições fossem hoje, enquanto Paulo Bauer (PSDB) abre vantagem sobre Claudio Vignatti (PT) na segunda posição da disputa. Este é o cenário apresentado pela segunda pesquisa Ibope contratada pelo Grupo RBS após a confirmação das candidatura – a primeira realizada após o início do horário eleitoral gratuito.

De acordo com o instituto, o governador Raimundo Colombo, candidato à reeleição, teria 43% das intenções de voto, três pontos a mais do que na pesquisa anterior. O senador Paulo Bauer chegou a 19% – nove pontos a mais do que em julho, sendo o único que teve variação acima da margem de erro de três pontos percentuais. O ex-deputado federal Claudio Vignatti (PT) oscilou um ponto para cima em relação à pesquisa anterior, chegando a 7%.

Afrânio Boppré (PSOL), Gilmar Salgado (PSTU) e Janaína Deitos (PPL) somaram 1% cada. Elpídio Neves (PRP) e Marlene Soccas (PCB) não alcançaram 1%.

Os votos brancos e nulos somaram 10%, uma diminuição de cinco pontos em relação à pesquisa anterior. Os eleitores indecisos alcançaram 17%, um ponto a menos em relação a julho.

O Ibope também fez uma simulação de segundo turno entre os candidatos Raimundo Colombo e Paulo Bauer – os únicos que tiveram índices acima de 10% na pesquisa anterior. Nesse cenário, Colombo seria reeleito governador com 46% contra 24% de Bauer. Os brancos e nulos ficaram em 11%, enquanto 18% não souberam responder.

A pesquisa Ibope foi realizada entre 25 e 27 de agosto, ouvindo 812 eleitores em 45 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para cima ou para baixo e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

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