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Posts de outubro 2014

Mulher de deputado tucano perde cargo no Iprev

31 de outubro de 2014 7

O deputado federal reeleito Marco Tebaldi é um dos críticos mais contundentes do PSDB ao governo de Raimundo Colombo (PSDB). A relação ficou complicada depois que o tucano deixou a secretaria de Educação, ao final do segundo ano de mandato de Colombo, em um longo processo de fritura interna.

Mesmo assim, só na quinta-feira, passada toda a campanha eleitoral, a mulher de Tebaldi, Dilamar, foi exonerada do cargo de coordenadora regional do Iprev em Joinville. Será substituída por Nilson Bylaardt (PMDB), ex-prefeito de Guaramirim.

A informação está no Diário Oficial do Estado de 30 de outubro e foi registrada hoje pelo colunista Jefferson Saavedra, do jornal A Notícia.

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Colombo fala sobre secretariado: "Quero mudar o sistema, as pessoas serão a última etapa"

30 de outubro de 2014 3

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Reforma do secretariado de Colombo caminha a passos lentos

30 de outubro de 2014 0

Sem pressa e evitando conflitos, bem ao estilo do governador reeleito Raimundo Colombo (PSD), serão realizadas as mudanças no secretariado para o novo mandato do pessedista. As conversas de bastidor já começaram, mas ainda estão longe de definições. A maior parte dos envolvidos, a começar pelo próprio governador, têm evitado o assunto.

Certo é que existem algumas linhas gerais para o novo secretariado. As principais: mexer pouco no que o governador considera que está funcionando e renovar algumas áreas que são consideradas feudos de partidos ou lideranças. Além disso, existe a preocupação de valorizar suplentes. Seriam recrutados para o governo depois deputados federais, permitindo que Edinho Bez (PMDB) e Angela Albino (PCdoB) assumam, e três estaduais, dando vez a Luiz Fernando Vampiro (PMDB), Fernando Coruja (PMDB) e Manoel Mota (PMDB).

Os nomes dos indicados para o secretariado são citados nos bastidores, mas muitas lideranças temem que a antecipação prejudique mais do que ajude. Alguns secretários são praticamente certos no governo Colombo 2.0 _ nomes como Derly de Anunciação, Nelson Serpa, Eduardo Deschamps, Murilo Flores e Cesar Grubba. Há, ainda, um grupo que tenta permanecer ou retomar as cadeiras que ocupava antes das eleições. Nessa turma está o deputado federal reeleito João Rodrigues, que chegou a manifestar vontade de assumir a Segurança Pública, mas está cotado para retornar à Agricultura. O atual secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni (PSD), é considerado nome certo: ou permenece ou vai para a Saúde.

Os corredores da Assembleia Legislativa e do Centro Administrativo também registram especulações sobre possíveis surpresas. Conselheiro do Tribunal de Contas desde 2009, o ex-deputado estadual Júlio Garcia é citado como opção _ ora para a Casa Civil, ora para a Infraestrutura. Uma reaproximação de Colombo com o deputado federal reeleito Mauro Mariani (PMDB), com o ingresso do peemedebista no secretariado, também é especulada.

Outra caracteristica que deve nortear a escolha dos nomes é a característica da aliança que venceu a eleição. O termo “geografia das urnas”, criado pelo senador Luiz Henrique (PMDB) quando se reelegeu governador em 2006, foi abolido por ter se tornado pejorativo. Mesmo sem ciar o critério, o governo deve ser rateado entre os dois sócios principais: PSD e PMDB. Dos demais partidos da aliança, devem ser lembrados os que elegeram deputados estaduais _ PR, DEM, PDT e PCdoB. Está descartado o uso de cargos para ampliar a base aliada na Assembleia com siglas que apoiaram outras candidaturas a governador. A ideia é atrair esses parlamentares individualmente.

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Tudo de novo? Kassab articula recriação do Partido Liberal (PL) com apoio do PSD-SC

29 de outubro de 2014 1

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Caducou

29 de outubro de 2014 0

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Constatação

28 de outubro de 2014 0

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TRE-SC aprova perícia na urna pifada de Içara, mas histórico de votos indica dificuldades para Dóia

28 de outubro de 2014 0

O Tribunal Regional Eleitoral não está medindo esforços para recuperar os votos perdidos do primeiro turno em Içara. O candidato a deputado estadual Dóia Guglielmi (PSDB) aposta sua reeleição na validação dos votos da urna eletrônica que pifou na seção 458 da 79ª Zona Eleitoral.

Faltaram 38 votos para que o tucano continuasse na Assembleia e eles podem estar justamente nesta urna. A lógica é simples: Dóia é natural de Içara e foi o candidato mais votado na cidade. Se cerca de 200 votos se perderam, é provável que boa parte deles seja do tucano.

O TRE-SC aprovou a realização de audiência pública para perícia em urna de Içara. A audiência será dia 5 de novembro e terá peritos nomeados pelo tribunal, assistentes que podem ser indicados pelas partes e presença de representantes técnicos do Tribunal Superior Eleitoral.

O mais curioso nisso tudo é que mesmo o resgate dos votos perdidos pode não ser suficiente para que Doía continue na Assembleia – desalojando o até agora deputado estadual eleito Vicente Caropreso (PSDB). A seção 458 da 79ª Zona Eleitoral é considerada historicamente uma “urna peemedebista”. Na eleição de 2010, os mais votados nela foram Ada de Luca (PMDB) e Manoel Mota (PMDB), ambos com 24 votos.

Ao todo 28 candidatos receberam votos naquela urna na eleição passada. Dóia foi o quarto colocado, com 14 votos. Além de torcer para que os técnicos do TRE e do TSE recuperem os votos, ele precisa rezar para ter ampliado o eleitorado em 171%.

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Uma eleição como nenhuma outra

28 de outubro de 2014 0

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Colombo e Eccel não foram bem na lição de casa

27 de outubro de 2014 1

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Votações de Dilma nas principais cidades mostram que PT-SC terá dificuldades de reorganização

27 de outubro de 2014 5

A reeleição de Dilma Rousseff (PT) salvou o ano dos petistas catarinenses. Sem ela, o cenário a partir de 2015 para o partido no Estado seria catastrófico.

No primeiro turno, os petistas do Estado já haviam perdido espaço na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, além de ver lideranças como Luci Choinacki, Carlito Merss, Jailson Lima e Volnei Morastoni ficarem sem mandato – somando-se a Claudio Vignatti, terceiro lugar na corrida pelo governo, e Ideli Salvatti, que desistiu de concorrer.

Ontem à noite, Ideli evitou falar sobre o futuro do PT catarinense. Disse que ia ficar para depois da comemoração da vitória de Dilma. Os números alcançados pela presidente reeleita no Estado devem preocupar. Ela não venceu em nenhuma das dez maiores cidades do Estado. Destas, apenas em Chapecó ultrapassou os 40% dos votos. Vejam como ficou:

Joinville
Aécio – 66,25%
Dilma – 33,75%

Florianópolis
Aécio – 65,7%
Dilma – 34,3%

Blumenau
Aécio – 77,17%
Dilma – 22,83%

São José
Aécio – 65,33%
Dilma – 34,67%

Criciúma
Aécio – 68,09%
Dilma – 31,91%

Chapecó
Aécio – 56,02%
Dilma – 43,98%

Itajaí
Aécio – 70,48%
Dilma – 29,52%

Jaraguá do Sul
Aécio – 69,67
Dilma – 30,33%

Lages
Aécio – 60,04%
Dilma – 39,96%

Palhoça
Aécio – 63,2%
Dilma – 36,8%

Em nenhuma dessas cidades o prefeito é petista e os resultados sinalizam vida difícil para o partido nas eleições municipais nesses colégios eleitorais. Curioso é que o resultado não é melhor nas quatro principais cidades que contam com administrações do partido. Em Brusque, governada por Paulo Eccel – coordenador da campanha de Dilma em SC – Aécio Neves recebeu mais de 80% dos votos. Segue a lista.

Brusque (12ª)
Aécio – 82,02%
Dilma – 17,98%

Tubarão (13ª)
Aécio – 64,04%
Dilma – 35,96%

Concórdia (16ª)
Aécio 65,9%
Dilma 34,1%

Araranguá (20ª)
Aécio – 55,26%
Dilma – 44,74%

Quando terminar de comemorar a vitória do Dilma, não vai faltar lição de casa para o PT catarinense.

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