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Décio Lima projeta maior presença de Lula no segundo mandato de Dilma e candidatura em 2018

02 de novembro de 2014 1

O colega Thiago Santaella conversou com o deputado federal reeleito Décio Lima (PT) para reportagem publicada na edição de sábado sobre o papel do ex-presidente Lula no segundo mandato de Dilma Rousseff e a possibilidade de que a maior liderança petista dispute novamente o Planalto em 2018.

Diário Catarinense – A cúpula do PT tem defendido Lula em 2018. O senhor acredita nessa possibilidade?
Décio Lima –
Acredito. Ele é uma liderança incontestável, já com um marco histórico para o Brasil. É uma liderança que nos orgulha no mundo todo. Acho que ele é uma das opções para governar o Brasil em um outro momento, se ele tiver essa vontade e, principalmente, se ele tiver saúde para isso.

DC – Ele aceitaria ou não aceitaria hoje?
Lima –
O Lula é um entusiasta por tudo aquilo que ele conseguiu construir no Brasil e pela base de princípios que ele defende. Ele nunca vai deixar de estar presente em todas as causas que ele mesmo ajudou a criar a consciência coletiva.

DC – Mas esse movimento não pode prejudicar a renovação do PT?
Lima –
Acho que o PT é um partido que tem uma horizontalidade nesse processo de decisão. Nada que se coloque para o PT pode ser de cima para baixo. Não se trata de criar novas lideranças. Todos nós temos nossos espaços, nossas oportunidades, nossas tarefas. O Lula não está aí para impedir que hajam crescimentos de novas lideranças, mas para ajudar.

DC – Qual deve ser o papel do presidente Lula nesse novo mandato da presidente Dilma? Ele já declarou que deve atuar um pouco mais próximo.
Lima –
Acho que sempre é bom a experiência dele de enfrentar muitos conflitos. A experiência que ele tem do diálogo com vários setores da sociedade. Acho que são conselhos que devem estar presentes no segundo mandato da presidente Dilma.

DC – Ele representa, em essência, essa promessa da presidente de mais diálogo?
Lima –
Acho que sim. Esse foi um dos erros que a gente já visualiza. O governo do presidente Lula e da presidenta Dilma tiveram essas diferenças. O dele era um governo que promovia diálogo permanente com setores da sociedade. E eu acho que a presidente, diante desse conselho, já inicia esse processo de diálogo.

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Comentários (1)

  • Ivo diz: 3 de novembro de 2014

    Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!! merecemos muito!

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