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Reforma administrativa fica para 2015

21 de novembro de 2014 1

A cirurgia cardíaca enfrentada pelo governador Raimundo Colombo (PSD) na terça-feira teve um efeito político imediato. A reforma administrativa que o pessedista prometeu encaminhar para a Assembleia Legislativa ainda neste mandato vai ficar para fevereiro de 2015. A decisão foi tomada de forma natural, após uma conversa com o secretário Nelson Serpa, da Casa Civil, que foi a São Paulo onde o governador se recupera da cirurgia.

É Colombo quem vai dar a dimensão da reforma. A promessa é dele – sem que quase ninguém tivesse clamado por isso na campanha eleitoral. Quando retornar ao Estado, ele terá estudos prontos para fazer alterações drásticas, médias ou superficiais. A decisão também vai indicar que tipo de governo esperar no segundo mandato.

Pragmaticamente, o adiamento resolve um problema pontual: a atual legislatura, em clima de final de feira, não queria votar a reforma. No governo, o tempo extra é encarado como a chance de aprimorar textos e posições. Ainda há muito desencontro. Uns defendem dividir as Secretaria de Infraestrutura em duas, criando a de Obras. Outros, uma pasta de Cidades, ou de Meio Ambiente. De outro lado, há opositores à criação de secretarias – e quem defenda que mais importante do que mudar estruturas é mexer nos processos internos. A reforma administrativa é o próprio ovo de Colombo. Caberá ao governador, e só a ele, colocá-lo em pé.

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Comentários

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Comentários (1)

  • Beto diz: 21 de novembro de 2014

    É uma lástima meu caro Boschi.
    Colombo repete o comportamento adotado desde a sua posse. Informa a mídia das suas intenções e após coletar as opiniões contrárias recolhe-se em contemplação paralítica.
    A impressão é péssima, de total falta de coragem e de submissão. Submete-se aos interesses pessoais e esquece os interesses do Estado e da sociedade que o indicou para comandar o Estado.
    Poderia ter nos poupado desta demonstração de impotência, repetida ao longo destes meses de mandato como chefe do executivo catarinense, em que falou e não agiu.

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