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As condições do Sinte para encerrar a greve

28 de abril de 2015 12

A pedido do governo estadual, o Sinte/SC entregou as condições para encerrar à greve da categoria iniciada dia 24 de março. São quatro itens que devem mais afastar do que aproximar governistas e grevistas.

Basicamente, o Sinte/SC pede a formação de uma mesa de negociações com prazo máximo de 30 dias para discussão do novo plano de carreira sem perda de direitos aos profissionais. Nesse meio tempo, o governo não poderia apresentar nenhum projeto sobre o tema na Assembleia Legislativo.

É ponto ameno das condições. As demais é que não devem encontrar qualquer convergência no Centro Administrativo. São a anistia de faltas de 2012 a 2015 (não especifica se somente faltas relativas a greves), a revogação do decreto 3539/2010 (que regulamenta a progressão na carreira) e, ponto mais complicado, aplicação do aumento de 13,01% dado ao piso nacional da categoria para toda a carreira, retroativo a janeiro.

Veja a íntegra do documento.

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Comentários

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Comentários (12)

  • aurelio pereira diz: 28 de abril de 2015

    Sr., governador a sociedade que paga seus impostos, não admite que sejam anistiados nenhum servidor público por FALTA EM GREVES, a administração eficaz dá-se em QUEM NÃO TRABALHA, NÃO RECEBE, não os deixe EXTORQUIR NOSSOS PARCOS RECURSOS e que são pagos para que a máquina pública funcione, assim funciona na competente INICIATIVA PRIVADA, mande-os trabalhar como qualquer trabalhador!

  • Valerio diz: 28 de abril de 2015

    Como é fácil criticar, falando em competência da iniciativa privada, pois grande parte das maiores empresas vivem às custas do poder público. Vejam os grandes contribuintes dos políticos nas últimas eleições. Vamos botar a mão na consciência e trabalharmos por uma sociedade mais justa, com oportunidades para a maioria da população.

  • Pedro Paulo de Miranda diz: 29 de abril de 2015

    O governo deveria assumir o descompromisso total, amplo e irrestrito com a educação pública catarinense. Aliás, assumir de igual que usa de cinismo na ocasião do movimento dos professores, pois faz “caixa” descontando dos professores e não encaminhando novos contratos. Mesmo que o faça posteriormente trabalhou com o dinheiro do magistério para fazer sabe-se lá o quê.
    Safadeza!

  • Wilson Miranda diz: 29 de abril de 2015

    Aurélio Pereira, concordo com seu comentário. Anistiar faltas é punir a sociedade pela ausencia da contraprestação de serviço. E mais, incentiva a greve por nada. Ex. Transporte coletivo. Fazem greve por nada porque sempre há o perdão das dívidas aos sindigatos. Aliás, o MP deveria cobrar do gestor público o perdão da dívida pois deixa de ressarcir o cidadão pelos prejuizos causados.

  • Carlos diz: 29 de abril de 2015

    Sr. Aurélio concordo plenamente, mas ele deveria descontar os dias parados após o fim da greve com horário feito para repor as aulas, não durante a greve. Isso é pura pressão. Além do mais o Sr. deveria era questionar o governo para ele tirar todas as mordomias dos deputados, inclusive a dele, não cortar benefícios de quem já ganha pouco.

  • DO LOUCO, O PAU DE CEBO & DO DICIONÁRIO DO PIRATA diz: 29 de abril de 2015

    Os barcos de piratas ancorados na baia norte eram dele. El Capiton Cristóvão enquanto descansava carregava pedra, enquanto reabasteciam as naves de mantimentos e água de poço fundo que foram atrás de oooooooooooooooooooouro, enfrentava o prostíbulo local e a indiarada gostaaaaaaaaaaaaaaaaaava! A cena do louco que sai gritando que o mundo tá podre é contada pelos estivadores bêbados, na farra, pelos botecos do cais. Teria o insano usado o indicador e o ofertado ao olfato! Pereira Mendonça conta em seu dicionário chamado Cassildário que era cosa pro cara ri o desnorteio, a cara de losna tomada, o ar de peido amarelo sufocado, o suor na testa… TÁ PODRE! O delírio de tanto não atrelava ao aperto do sinte. O cinturão do Capitão do mato era de couro duro como o das botas para assustar os quarenta ali de terno do Ali Babá! Sim sinhô! Sim sinhô! Sim sinhô! A bosta federal não nos afetará, não, para nós aquilo é avalanche de moedas de ouro a cada cutucada, a cada encurralada, a cada extorquida kakakakakakaka, agora mesmo vamos dar o bote na burra central… Vamos tirar-lhe o casaquinho vermelho. Tem mancebo sem aula ? Tem ? Manda a polícia meter o pau nos professô… não… vamos extorqui-los, continuar matando a míngua… é bem melhor, deixa com o coronér… a garotada toda vai mesmo para a internet limpar cebo, bater… (faltou luz)…
    bateria… tragam a bateira… vamos para a nave, içar velas… Aqui… Bombordo! Velas ao Plata! Vamos buscar mais uma bacia de prata… nossa legião não terá na comissão senão patacão… nada de tostão. Deixo o anelão bem de prontidão caso a precisão de um chamegão numa provisíria.
    Traz aqui o mapa.
    Linha divisória.
    Cá está Tordesilhas…

  • Jair Ademir Fulber diz: 29 de abril de 2015

    O Sr. Aurelio Pereira, deveria se informar antes de omitir opinião, sou professor e quero anistia da faltas, uma vez que, fiz reposição das aulas, assim como os demais colegas,portanto, nada mais justo que anistiar as faltas, não devemos nada a esse governo, muito pelo contrário, ele é quem nos deve.

  • Nascimento diz: 29 de abril de 2015

    Sr. Aurélio Pereira, até o reino mineral sabe, que os servidores públicos são obrigados a repor as faltas por greve. Mas mesmo assim, o Sr. no alto de toda sua sabedoria ignora isto. A propósito, o direito de greve está regulamentado na iniciativa privada, mas no setor público não, por que será? Talvez seja porque estão jogando o setor público na privada. Acho que este governador deveria assumir sua incapacidade de governar adequadamente e decretar a falência de Santa Catarina. Seu comentário, Sr. Aurélio Pereira, é uma grata demonstração de como a educação no estado está ruim, o povo está cada vez mais ignorante, sempre reelege políticos ruins, por medo de mudança, está cada vez menos crítico. Ainda bem que o senhor usa antolhos, senão se assustaria tanto com o que acontece nos bastidores que sairia escoiceando ou empacaria paralisado de horror.

  • De como Curió escorregou no pau de sebo tentando roubar as velas do navio pirata do Cristóvão & DAS GLÂNDULAS SEBÁCEAS A PRODUZIR NA RAPAZIADA SEM AULAS SOBRE DOM SEBASTIAN diz: 29 de abril de 2015

    Trepa seu istepô! Trepa logo! Avoa neste dicionário Aurélio gigante deixado na barca… alí infernal!… avoa pousa e faz impulso até na cabeça do pau!… Cosa triste um curió lerdo… Vai seu istepô!… Tem um bando de curió faminto querendo a chave do porão das pimentas de aroeiras!… E eu quero que rasguem as velas para fazer cartaz de greve! Não dá… não acredito… deixa que eu vou… visse istepô… Buft! Não dá mesmo… chama o Curiosinho! Zummmmmmmmmmmm Zinho!!!!!!!!!!!!!!!!
    - Tô na net papai!
    Zinhooooooooooo é sério papai…
    - Tõ blogando, tô plugando, tô na boa, papai peraí…
    Mas que inferno é esse!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Zinhooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!
    - Taca-le pau Marquinho…
    Zinhooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo! Credo em crux!

  • Beto diz: 29 de abril de 2015

    Perdoem o desconhecimento.

    Se a reposição das aulas “abona” as faltas, então porque querem anistia?

    Direito de greve é legítimo e deve sim ser defendido.

    A discussão está na capacidade de pagamento do Estado.

    De um lado temos os trabalhadores afirmando que o Estado possui recursos para pagar tudo o que é pleiteado e do outro lado temos os gestores do governo que afirmam não haver recursos para atender a demanda.

    O que incomoda mesmo a quase todos os servidores, exceto os servidores da Fazenda, da Administração, do IPREV e da PGE, é o tratamento diferenciado com que os gestores tomam suas decisões.

    Para algumas classes de servidores nunca há recursos suficientes, e qualquer benefício é parcelado em suaves anos, enquanto que para os outros há recursos para pagamento integral em 12 meses.

    É um problema de gestão financeira no estado, ou talvez, de interpretação diferenciada do cenário. Não é possível aumentar em 200 milhões o pagamento aos servidores da educação, então vamos conceder um aumento de 50 milhões aos servidores daquelas secretarias listadas acima, aquelas com servidores com melhor remuneração.

    Simples, bem simples.

  • neusa aparecida de paula diz: 30 de abril de 2015

    Por gentileza, alguém do SINTE, explica ao SR AURÉLIO, sobre a dita ANISTIA DE FALTAS.As pessoas têm dificuldade de entender que mesmo com a reposição das aulas, continua exisistindo FALTA na ficha funcional do servidor.

  • Amilton diz: 4 de maio de 2015

    Desde quando esse Zé Aurélio aí fala em nome da SOCIEDADE???!!
    Faça-me o favor!

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