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Posts de junho 2015

José Serra em Balneário Camboriú

29 de junho de 2015 2
Foto: Maurício Freitas, Divulgação

Foto: Maurício Freitas, Divulgação

Tendo o deputado estadual Leonel Pavan (PSDB) como anfitrião, o senador paulista José Serra (PSDB) passou o final de semana em Balneário Camboriú. Na noite de sábado, participou de um jantar com lideranças tucanas da região e de Blumenau – o senador Dalírio Beber e o prefeito Napoleão Bernardes estiveram por lá. Ontem, Serra almoçou com Pavan e o filho, Leonel Junior Pavan, pré-candidato a prefeito de Balneário Camboriú.

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Juro Zero terá linha especial para cidades atingidas pelos tornados de abril

29 de junho de 2015 1

Em medida provisória publicada na edição de sexta-feira do Diário Oficial, o governo do Estado abriu uma linha especial do programa Juro Zero para atendimento emergencial de atividades empresariais em municípios atingidos pelas catástrofes climáticas de abril. São R$ 4 milhões repassados do caixa para o Badesc, que realiza os empréstimos. Os financiamentos podem ser tomados para construção, reformas e reposição de máquinas e equipamentos, assim como para capital de giro.

Do marqueteiro para a vida real

Aliás, o Juro Zero é um dos raros programas que surgem no horário eleitoral e viram realidade.

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Calendário único

29 de junho de 2015 1

Às vezes parece que as eleições de 2018 estão mais próximas que as de 2016. No fundo, é a mesma eleição.

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Fora da ribalta, por enquanto

29 de junho de 2015 0

Apontado por parte da bancada estadual do PMDB como nome para presidir o partido, o ex-governador Paulo Afonso Vieira tem dito que não deseja o cargo.

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PMDB-SC: unidade em construção

29 de junho de 2015 0
Foto: Simone Sartori, Divulgação

Foto: Simone Sartori, Divulgação

Enquanto havia um timoneiro, a tripulação poderia brigar entre si. Na ausência dele, as brigas poderiam fazer o barco virar e afogar a todos. Essa é uma das imagens que têm sido utilizadas nos bastidores para representar a construção da unidade do PMDB catarinense, reforçada neste final de semana com os encontros regionais realizados sexta-feira em Balneário Camboriú e sábado em Indaial.

Quase todos os principais nomes do partido estavam lá – do vice-governador Eduardo Pinho Moreira ao senador Dário Berger. Em todos os discursos a palavra de ordem era unidade. Até mesmo o falecido senador Luiz Henrique – o timoneiro da metáfora – apareceu no telão, em uma mensagem que deixou gravada para o horário eleitoral e que ainda não foi utilizada. As falas reforçaram a ideia de que o partido deve ter candidato ao governo em 2018, quando termina o ciclo de Raimundo Colombo (PSD) e que esse caminho passa pelas eleições municipais . Os nomes estão colocados: Pinho Moreira, Dário, o deputado federal Mauro Mariani – uma ausência comentada nos eventos. O vice-governador já disse que pretende fazer uma conversa franca com ambos para construção de um projeto.

Com um pouco de atraso e motivado pelas circunstâncias, o PMDB parece estar tentando colocar em prática o mesmo modelo de harmonia interna que está sendo utilizado pelo PSD – o inimigo fraterno com quem divide a administração do Estado. Também de olho em 2018 e com diversos postulantes, os pessedistas estão liberados para viabilizarem seus projetos próprios enquanto 2018 não chega. Por esse modelo, na teoria, os mais viáveis vão prevalecer lá na frente. Na prática, a falta de candidatos naturais e de nomes que despontem nas pesquisas devem fazer essas unidades se esfarelarem. A não ser, é claro, que algum tripulante vire timoneiro.

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O desafio de Cesar Fontes

25 de junho de 2015 6

Na sessão de quarta-feira do Tribunal de Contas do Estado, o conselheiro Cesar Fontes disse aos pares:

– Que atire a primeira pedra quem nunca atrasou um processo.

Fontes recebeu da Corregedoria-geral do TCE o prazo de dez dias para explicar os 831 dias em que permaneceu como relator da auditoria sobre irregularidades na concessão de diárias na Assembleia Legislativa sem dar andamento ao processo.

Não há registro de pedras lançadas durante a sessão.

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Encantado com SC, Bolsonaro deve ir a Joinville

25 de junho de 2015 12

O (insira aqui seu adjetivo preferido) deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) ficou entusiasmado com a passagem por Blumenau, na segunda-feira, quando foi ovacionado na Câmara de Vereadores. Ele já pediu ao deputado federal Rogério Peninha (PMDB), autor do convite, que o chame para mais visitas a Santa Catarina – o peemedebista está promovendo debates sobre a revogação do Estatuto do Desarmamento. Peninha já acertou que o próximo show, ou melhor, debate, será em Joinville. Ainda não tem data.

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TCE manda Celesc identificar responsáveis e cobrar prejuízo pelo contrato com a Monreal

25 de junho de 2015 0

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) decidiu dar um prazo de 95 dias para a Celesc instaurar investigação interna para apurar responsabilidades sobre o contrato assinado com a Monreal, empresa terceirizada que fazia cobrança de inadimplentes. A Monreal recebeu R$ 134,3 milhões entre 2004 e 2009 para realizar o serviço – 13,87% dos débitos arrecadados junto a cada unidade consumidora. De acordo com o parecer técnico do TCE, a contratação foi ilegal e feriu os princípios da eficiência, da legalidade, da economicidade e da legitimidade.

Pelo relatório do conselheiro Dado Cherem, aprovado pelos colegas, a Celesc terá que abrir tomada de contas especial para apurar os motivos que levaram à assinatura do contrato com o Monreal, assim como suas alterações e prorrogações, além de identificar responsáveis, quantificar os danos e buscar ressarcimento. Caso não seja feito, o atual presidente, Cleverson Siewert fica sujeito a ser incluído no processo por responsabilidade solidária.

Também na Justiça

O caso Monreal/Celesc também corre na Justiça estadual em uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público de Santa Catarina. Uma liminar concedida em março pela desembargadora Cláudia Lambert de Faria bloqueou os bens de 18 pessoas ligadas ao caso, incluindo o vice-governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) – presidente da Celesc entre 2007 e 2008.

Sobre o tempo

O relatório técnico sobre o contrato da Celesc com a Monreal foi concluído em agosto de 2013, mas ficou parado no Ministério Público de Contas até fevereiro de 2015 – a maior parte do tempo com o ex-procurador-geral Márcio Rosa. Ao todo, 553 dias de análise.

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Conversa relevante

22 de junho de 2015 2

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É um fato político em si a aproximação do deputado estadual Gelson Merisio (PSD) e do casal Amin. No primeiro mandato de Raimundo Colombo (PSD), Merisio foi um dos principais articuladores da costura que levaria o PP para a aliança governista. Mas essa costura acontecia via Joares Ponticelli (PP), em um movimento de lideranças pepistas para isolar Esperidião e Angela depois de quatro eleições seguidas com um ou outro na cabeça-de-chapa e apenas uma vitória. Na época, foi conveniente ao PSD trilhar o caminho sem o casal, até porque a resistência do PMDB seria ainda maior – e no fim, prevaleceu. As urnas mostraram que Esperidião ainda desfruta de peso político. Zerado o jogo, com Merisio tentando construir uma candidatura ao governo e os Amin cientes do próprio tamanho, mas sabendo quanto dói uma aventura mal-sucedida, pode aparecer aí uma composição relevante. Como a fome e a vontade de comer.

Jogo zerado
Volta e meia, Gelson Merisio aponta que a eleição de 2018 será a primeira de um novo ciclo, encerrando o das lideranças da geração de 1974-78 – Jorge Bornhausen, Luiz Henrique, Esperidião Amin.

Mesmo saco
Nas eleições de 1990, o então candidato a senador Esperidião Amin disse uma frase que pode ser reciclada hoje. Na época, o PDS de Amin e o PFL de Bornhausen estavam juntos novamente e o PMDB negociava aliança com o PSDB, que havia sido fundado dois anos antes como dissidência peemedebista. Amin disse, em tom bem-humorado:

— É bom porque mostra que eles são farinha do mesmo saco, como nós do PDS e do PFL também somos.

Para a frase ficar atual no cenário catarinense, basta trocar o PSDB pelo PT nas conversas do PMDB. Até porque depois dos anos 1990, o ninho tucano catarinense foi invadido por nomes ex-PDS e ex-PFL.

Não está fora do jogo
Derrotado na disputa interna pelo comando o PSDB catarinense, o senador Paulo Bauer não pode ser descartado como nome para 2018. Lideranças expressivas, de fora do ninho tucano, avaliam que ele pode ser favorecido pelo recall junto ao eleitorado, graças aos 30% dos votos alcançados na última disputa pelo governo do Estado. Em um cenário de nomes novos, pode ser um diferencial.

Fórmulas chapecoenses
Em Chapecó, o PSD discute mil fórmulas para não perder a prefeitura após 12 anos sob comando do mesmo grupo. O principal ativo é convencer o deputado federal João Rodrigues (PSD) a concorrer. Seria o nome mais forte para encarar o PT, que tem nomes eleitoralmente viáveis como Claudio Vignatti, Pedro Uczai e Luciane Carminatti. Caso Rodrigues mantenha a resistência, em nome de um projeto estadual, o plano B é o vice-prefeito Luciano Buligon, que deixou o PMDB e deve decidir sem demora se vai para o PSB ou para o PSD. Decisão que estaria condicionada à de Rodrigues.

Jeitinho
No tubo de ensaio das articulações políticas se fala até na possibilidade de que José Claudio Caramori (PSD) renuncie à prefeitura de Chapecó para dar um ano de mandato – e a visibilidade – a Buligon. O atual prefeito viria para Florianópolis como secretário estadual.

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Ideli marca festa de despedida de SC

18 de junho de 2015 12

De malas prontas para assumir uma assessoria especial na Organização do Estados Americanos, em Washington, a ex-ministra Ideli Salvatti (PT) marcou uma festa de despedida em Santa Catarina. Será na noite de 25 de junho, em um restaurante em São José. A entrada é gratuita.

Ideli Salvatti: OEA, via Joinville

ideli

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