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Plano de carreira só será votado se Colombo entrar no circuito

14 de dezembro de 2015 4

Se faltava um recado claro, foi dado por Gelson Merisio (PSD), presidente da Assembleia Legislativa, em entrevista ao DC no final de semana: a base governista não está nada confortável em votar o novo plano de carreira do magistério. As sucessivas palestras do secretário Eduardo Deschamps (PSD) não tem sido suficientes para convencer os parlamentares. Eles sofrem com a pressão sindical na Assembleia e com a dos professores nas bases — esta com muito mais efeito.

Pelo encaminhamento, o projeto passa hoje pela Comissão de Constituição e Justiça, na quarta-feira pelas demais e pelo plenário. Mas isso só acontece se o próprio governador Raimundo Colombo (PSD) entrar no circuito.

Ontem à tarde, surgiu a possibilidade de que fosse votada apenas a incorporação da regência de classe aos salários, tema considerado urgente pelo governo. O resto do plano, com os prazos de descompactação, ficaria para 2016.

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Comentários

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Comentários (4)

  • Emir diz: 15 de dezembro de 2015

    Um bando de canalhas.Não tem compromissos com a Educação.

  • Carlos Henrique diz: 15 de dezembro de 2015

    A incorporação da regência é urgente porque no início de 2016 vem a correção no valor do piso nacional.

    Com a incorporação da gratificação, o valor do piso de Santa Catarina ficará acima do piso nacional, e o governo não precisará dar nenhum reajuste adicional.

    Nada de excepcional, afinal em 2015 também não houve reajuste, o que custa passar 2016 também sem correção?

  • Daniel – Laguna diz: 15 de dezembro de 2015

    Claro, assegurar a incoporação da regência para que comissionados, gestores, sed, sdr(s) passsem a ter a regência e sobre o salário atualizado recaiam as gratificações. Também quer a aprovação para escapar do reajuste do piso.
    A dificuldade do secretário eletricista em demonstrar futuros ganhos e descompactação é que simplesmente não existe, mesmo os alesquianos ignorantes e alheios aos problemas da educação, exergaram o engôdo, claro, mesmo assim aprovarão.

  • Diogo Leal diz: 15 de dezembro de 2015

    Em 2016 vai fazer 11 anos que os governos de Santa Catarina não investem nem o mínimo que a lei determina em educação e saúde púbicas. Essa pedala fiscal já deve estar perto de 2 bilhões de reais nessa altura. Aí na hora da crise querem cortar ainda mais deste setores. É pura provocação ver esses picaretas cuja soma de todos os benefícios + remuneração dá em torno de 100 mil reais por mês dizer que o problema das contas do Estado é a educação pública!

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