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Governo diz que parcela da dívida é maior do que deveria mesmo com juros compostos

29 de fevereiro de 2016 2

A decisão de não repassar para a União a parcela do pagamento da dívida tem um componente a mais do que a ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que questiona o uso de juros sobre juros no recálculo da dívida. O Estado diz que o valor de R$ 89 milhões ignora o próprio modelo de renegociação imposto pelo governo federal no decreto editado em dezembro do ano passado. Pelas contas da Secretaria da Fazenda, a parcela deveria vir com desconto de R$ 13 milhões mesmo com o uso dos juros capitalizados.

— Se o Estado pagar o que está sendo cobrado estará dando R$13 milhões a mais do que a própria União está disposta a descontar, mesmo com uso do critério de juro sobre juro — diz o procurador-geral do Estado, João dos Passos Martins Neto.

Boleto da parcela da dívida do Estado com a União que deveria ter sido pago nesta segunda-feira.

Boleto da parcela da dívida do Estado com a União que deveria ter sido pago nesta segunda-feira.

Extrato da conta corrente criada pelo governo estadual para depositar o valor da parcela enquanto o STF não decide a questão

Extrato da conta corrente criada pelo governo estadual para depositar o valor da parcela enquanto o STF não decide a questão

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Comentários

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Comentários (2)

  • Prof.Emir diz: 29 de fevereiro de 2016

    Péssimo exemplo para o povo catarinense e suas futuras gerações.Ficará na história como o primeiro governador CALOTEIRO de SC.Pra quem deu CALOTE nos Professores nao é de se estranhar tal atitude.O que vou dizer para meus alunos?

  • NOTAS PARA O RELATO DE UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA diz: 1 de março de 2016

    O que é hilário neste caloteiro é a preocupação dele com o pedido do Ministro da Fazenda para os estados reduzirem o dinheiro gasto em propaganda. Aí não! Grita o governador que prepara e divulga antecipadamente suas teses que culminarão no próximo enésimo calote aos professores estaduais.
    Não adianta colocar panos quentes e dizer que o estado não ira para a bancarrota porque já foi. A próxima novidade do baú de maldades colombinas é o ZERO de reajuste em maio aos professores e logo em seguida o parcelamento salarial.
    Isto é certo mas a imprensa não pode dizer…

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