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Renúncia é diferente de demissão

30 de março de 2016 1

A decisão do PMDB da abandonar o governo de Dilma Rousseff (PT) encheu as redes sociais com argumentos de que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) deveria renunciar para manter a coerência. O discurso político aceita praticamente tudo, mas comparar um cargo eletivo com outros de livre nomeação pelo presidente só revela a velha dificuldade dos petistas em separar Estado e governo.

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Comentários (1)

  • professor José Germano Cardoso diz: 30 de março de 2016

    E qual seria a diferença, salvo um esquema didático no quadro em uma aula de sociologia e política ? O nobre jornalista poderia nos resumir em poucas linhas, pelo que parece, com esta primorosa pérola: ” só revela a velha dificuldade dos petistas em separar Estado e governo “.
    Insira em suas explicações necessariamente o caso dos precatórios, que são ações que o Estado perde na justiça e não paga. O governo não paga, apesar das isenções fiscais para empresários e de dar calote na dívida com a União, movimentando toda a direita ávida de botar a mão em mais dinheiro, em abocanhar a Petrobras… O governo não é o caixa tesoureiro do Estado neoliberal ?
    Se o PT é agora o diabo solto no mundo por que o Estado não paga os precatórios, sendo que eles nunca governaram SC, tão bela e sem saneamento… o básico ?
    Então ?
    Responda-me se é o Estado de SC ou o governo Colombo que sucateia a educação e a segurança, a ambulancioterapia…
    Responda-me se o Estado não é formalizado constitucionalmente com um sistema de governo e leis, que valem para uns e não vale para outros…
    Convenhamos!

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