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Filho de deputado estadual é exonerado de cargo no TCE

30 de julho de 2015 1

Pouco menos de quatro meses após a nomeação, João Luiz Cobalchini foi exonerado do cargo de assessor de auditor no Tribunal de Contas do Estado. O Ministério Público de Santa Catarina havia pedido informações ao órgão sobre a presença do filho do deputado estadual Valdir Cobalchini (PMDB) em um cargo da área técnica, e não em gabinete, como usual.

Filho de deputado estadual nomeado no TCE

O TCE antecipou-se e exonerou João Luiz, que estava cumprindo os horários e as metas da função — garante quem acompanhou o trabalho dele.

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Ex-adversário interno, Tebaldi elogia trabalho de Marcos Vieira

30 de julho de 2015 0

O deputado federal Marco Tebaldi afirma estar satisfeito com o início do trabalho do deputado estadual Marcos Vieira como presidente estadual do PSDB. Elogia os encontros promovidos e os acenos ao senador Paulo Bauer, derrotado por ele após forte disputa interna. Tebaldi apoiou Bauer, mas foi convidado a integrar a executiva estadual.

– A eleição foi importante, mexeu com o partido.

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Mariani aposta no consenso para presidência do PMDB-SC

30 de julho de 2015 0

O deputado federal Mauro Mariani garante que as diferenças internas entre os peemedebistas catarinenses estão mesmo zeradas. Acredita que nem mesmo a eleição para a presidência do PMDB-SC, em outubro, deve desarranjar a harmonia interna do partido. Não descarta ser candidato, “se for por consenso, se for bom para o PMDB”, mas elogia o trabalho de Valdir Cobalchini (PMDB), presidente em exercício da sigla.

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O PT-SC e suas diferenças

30 de julho de 2015 0

A partida da ex-ministra Ideli Salvatti para Washington para trabalhar na Organização dos Estados Americanos (OEA) não deu fim às históricas disputas internas do PT catarinense. O cenário fragmentado já era nítido na Assembleia Legislativa, especialmente quando os deputados Neodi Saretta e Padre Pedro Baldissera deixaram de frequentar as reuniões da bancada, lideradas pela colega Luciane Carminatti. Mais do que as rusgas de uma eleição em que os dois acusam a petista de ter avançado sobre bases eleitorais dos correligionários, ficam expostas as diferenças com o grupo liderado pelo presidente estadual Claudio Vignatti, agora diretor financeiro da Eletrosul.

Também mostram avaliações diferentes sobre como deve ser o futuro do partido em Santa Catarina. No controle da sigla, Vignatti busca aproximação com o PMDB e rejeita aproximação com o governador Raimundo Colombo (PSD) – caminho oposto ao defendido pelos adversários. Diante dos reiterados comentários de bastidor de que estaria deixando o PT, Padre Pedro assinou uma dura nota em que garante a continuidade na sigla e ironiza os comentários de que estaria muito próximo de Gelson Merisio (PSD) – alegando que se proximidade significasse mudança de partido, os petistas da cúpula estariam com os pés no PMDB, pela ligação com o senador Dário Berger (PMDB).

Em a meio esse fogo cruzado, o deputado federal Décio Lima aparece como apaziguador. Ligado à corrente Construindo um Novo Brasil, tem trânsito nos dois blocos e já iniciou tratativas de aproximação. Não será uma tarefa simples.

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Morastoni cedido pelo governo à Assembleia

27 de julho de 2015 9

Foi oficializada durante a semana passada a cessão do servidor público estadual Volnei Morastoni, analista técnico em gestão e promoção de saúde, para a Assembleia Legislativa, onde ocupa desde o início do ano o cargo de coordenador de saúde e assistência. Os salários ficam por conta o Legislativo.

Morastoni não se reelegeu deputado estadual em outubro do ano passado. Ainda está filiado ao PT, mas tem convite do PMDB para concorrer à Prefeitura de Itajaí – que ocupou entre 2005 e 2008.

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TCE condena Hinnig por irregularidades na SDR Grande Florianópolis

27 de julho de 2015 2

Recentemente nomeado para presidir o Iprev, o ex-deputado estadual Renato Hinnig (PMDB) foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) a cinco multas – R$ 400 cada – por causa de irregularidades em atos de pessoal entre janeiro de 2011 e julho de 2012, época em que comandava a Secretaria Regional da Grande Florianópolis.

Entre as irregularidades, existência de servidores convocados para trabalhar no gabinete do secretário quando deveriam estar em outros setores da SDR, servidores do magistério estadual na pasta (contrariando orientação do TCE sobre o tema), desvio de função e ineficiência do sistema de controle de frequência da jornada – segundo o tribunal, o ponto dos funcionários era “mera formalidade”. Além de Hinnig, também foram condenados um diretor-geral e um gerente. Eles têm 30 dias para pagar as multas ou recorrer.

Além das punições, o TCE deu prazo de um ano para a SDR Grande Florianópolis regularizar os problemas apontados e adotar um sistema efetivo de controle de jornada. Essa parte não deve ter efeito prático: o projeto de lei que transforma as SDRs em Agências de Desenvolvimento Regional extingue a estrutura.

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Vignatti acredita que poderá retomar presidência do PT-SC

23 de julho de 2015 6

Claudio Vignatti precisou pedir licença da presidência estadual do PT por causa do entendimento da Eletrobras de que ele não poderia acumular a função partidária com a diretoria financeira da Eletrosul, que assumiu na semana passada. Ele estava otimista de que poderia retomar o cargo porque existe o entendimento da Casa Civil de que a restrição seria aplicável apenas se ele tivesse assumido a presidência da estatal – a vaga que ficou com o ex-deputado federal Djalma Berger (PMDB).

Se prevalecer o entendimento da Eletrobras, o PT estadual terá que escolher um novo presidente após seis meses do afastamento do titular. Mas isso não geraria mais uma das disputas internas do partido: a eleição seria dentro do diretório estadual eleito com Vignatti.

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Expectativa por Jailson Lima

23 de julho de 2015 1

O PT catarinense ainda tenta emplacar o ex-deputado estadual Jailson Lima em uma diretoria da Eletrosul, mas já foi mais otimista quanto ao sucesso da empreitada. Licenciado da presidência estadual, Claudio Vignatti admite que o petista pode ser aproveitado em outro cargo federal no Estado. O mesmo vale para o ex-prefeito joinvilense Carlito Merss. Vignatti não quis adiantar as posições em que eles podem emplacar para, digamos, não espantar os passarinhos.

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Situação de Cunha lembra a de Titon em 2014

23 de julho de 2015 0

Um presidente de poder legislativo investigado pelo Ministério Público e convivendo com a possibilidade de ser afastado do cargo. A descrição corresponde ao momento vivido por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apontado em delação premiada como beneficiário de uma propina de US$ 5 milhões dentro dos esquemas investigados pela Operação Lava-jato. Nas redes sociais, espalham-se campanhas pelo afastamento do peemedebista do comando da Câmara dos Deputados, reverberados por militantes petistas, mas também por lideranças como os ex-senadores Pedro Simon (PMDB) e Marina Silva.

O curioso é que a cena descrita na primeira frase do texto também descreve um episódio que marcou a política catarinense em 2014. Na época, o deputado estadual Romildo Titon (PMDB) era alvo da Operação Fundo do Poço, que investigava fraudes em licitações para construção de poços artesianos envolvendo empresários e políticos de diversas prefeituras na base do parlamentar peemedebista. Mesmo com a expectativa de denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), Titon assumiu a presidência da Assembleia em fevereiro daquele ano – com farpas ao MP-SC em seu discurso de posse. Pois 23 dias depois veio a decisão judicial de afastá-lo do cargo por 180 dias, o grande temor de Eduardo Cunha hoje. Titon teve a presidência da Assembleia mutilada. Virou réu quando o órgão especial aceitou a denúncia do MP-SC contra ele, mas conseguiu a reeleição. Pouco depois, assumiu de forma discreta a presidência do poder. Na nova legislatura, na planície, mantém a postura enquanto o processo se perde na teia burocrática do Judiciário. Se precisar de conselhos, Cunha pode ligar para o correligionário catarinense.

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Cenários e perspectivas de um debate antecipado

20 de julho de 2015 5

Dizem que uma eleição começa quando termina a apuração da anterior. Essa regra tem se mostrado cada vez mais forte no mundo isolado da política, que se retroalimenta de suas intrigas e articulações durante meses a fio, visando a próxima disputa, as próximas composições. Essa condição gera fatos que só são fatos dentro do ambiente político, raramente chegando até o ponto de ônibus.

Nesse mundo particular, 2018 já começou em Santa Catarina, mesmo que o governador Raimundo Colombo (PSD) ainda tenha pouco mais de seis meses do segundo mandato que conquistou em outubro do ano passado. Pela lógica dos bastidores, está praticamente definido que os dois principais sócios da aliança governista, PSD e PMDB, estarão separados na próxima eleição. A morte do senador Luiz Henrique da Silveira, em maio, deu fim ao principal fiador de uma aliança que se mostrou imbatível eleitoralmente e que deve se encerrar por diversos fatores _ da falta de apaziguadores à ausência de nomes peemedebistas ou pessedistas que surjam como favoritos em uma disputa estadual. Há também certa incompatibilidade de gênios que sempre existiu, mas que parece ter se tornado pouco suportável. É um fim de relação.

Nesse contexto, o PSD tem Gelson Merisio, João Rodrigues, João Paulo Kleinübing, Milton Hobus e Antonio Gavazzoni sonhando com a sucessão de Colombo. No PMDB, Dário Berger, Mauro Mariani e Eduardo Pinho Moreira selaram o acordo de focar nas eleições municipais e depois partir para a disputa interna pela vaga.

Períficos no Estado, tucanos e petistas vivem o desafio de quem quer ser protagonista. Em comum, divisões internas. O PSDB certamente teria em Paulo Bauer um nome lembrando pelos eleitores, pelas disputas majoritárias de 2010 e 2014, mas falta ao senador o trânsito no próprio partido _ como explicitado pela derrota na disputa pelo comando da sigla para o deputado estadual Marcos Vieira. O PT tenta montar um projeto atrelado ao PMDB, que depende do sucesso de Dário ou Mariani como candidato ao governo. Ainda com força nos municípios, o PP tem lançado sem nome mais forte, o ex-governador e deputado federal Esperidião Amin, como forma de se posicionar melhor no tabuleiro eleitoral.

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