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Como ficam os políticos de Santa Catarina com Dilma Rousseff ou Aécio Neves no poder

25 de outubro de 2014 2

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As diferentes reações do PT à capa da Veja

24 de outubro de 2014 5

A polêmica capa da revista Veja motivou estratégias diferentes na campanha de Dilma Rousseff. No horário eleitoral de hoje à tarde, mais da metade do programa rebateu as acusações da revista de que a presidente e Lula sabiam dos desvios na Petrobras. Coube à própria Dilma dizer que vai processar a revista.

Nas redes, através de mensagens de Whatsapp retransmitidas por lideranças políticas a militantes petistas, a orientação é evitar responder os posts de usuários do Facebook com link para a revista. Veja abaixo as instruções. O blog teve acesso através de um parlamentar petista.

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Dilma descola e chega favorita à reta final

23 de outubro de 2014 5

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É mais, mas é menos

22 de outubro de 2014 2

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Quem você ajudou a eleger?

22 de outubro de 2014 0

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Apoio a Aécio ou Dilma divide lideranças catarinenses

22 de outubro de 2014 3

Não está nada fácil a vida dos políticos catarinenses durante o segundo turno da eleição presidencial. Pressionados pela posição dos eleitores, dos partidos e de lideranças, boa parte deles têm dificuldades em se posicionar em relação ao voto em Aécio Neves (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT) no domingo. Com maior ou menor engajamento, o número de deputados estaduais e federais que endossam as candidaturas petista ou tucana lembra o equilíbrio apresentado nas pesquisas eleitorais.

Aécio Neves conquistou em Santa Catarina sua maior vantagem percentual entre todos os Estados brasileiros _ 52,89%. Para reverter essa vantagem de cerca de 800 mil votos, Dilma Rousseff passou a contar oficialmente com as duas maiores máquinas partidárias do Estado, o PSD do governador reeleito Raimundo Colombo e o PMDB do senador Luiz Henrique da Silveira. Pelo menos, no papel.

Colombo entrou em campo e tem colocado em favor da presidente petista o peso de liderança reeleita em primeiro turno. Dessa forma, dissuadiu prefeitos e deputados a fazerem campanha aberta para Aécio, o que poderia ampliar ainda mais a vantagem do tucano no Estado. Na sexta-feira, foi o PSD quem patrocinou o comício de Dilma em Florianópolis _ conseguindo colocar no palco antigos rivais do PT local como o deputado estadual Gelson Merisio e o deputado federal eleito Cesar Souza. Mas há dissidências. Eleito deputado federal, João Paulo Kleinübing (PSD) tem evitado manifestações. Declarou voto a Aécio, mas não fará campanha para ele. Postura semelhante tem o deputado estadual Darci de Matos, líder da bancada do PSD.

— Eu voto no Aécio, mas tenho respeito pela posição do governador Raimundo Colombo. Não estou em campanha. Viajo para a casa da minha mãe no interior do Paraná e volto só domingo para cumprir minhas obrigações.

O PMDB estadual ensaiou a liberação dos filiados no segundo turno, mas aceitou a pressão do vice-presidente Michel Temer e anunciou apoio formal a Dilma. Praticamente ao mesmo tempo, o vice-governador e presidente estadual da sigla, Eduardo Pinho Moreira, partiu em viagem de cunho pessoal à França. Luiz Henrique mantém-se isolado em Itapema, de onde escreve artigos conclamando os eleitores a seguirem “os ventos da mudança”. No palco do comício de Dilma em Florianópolis, Temer manifestou estranhar a ausência de LHS. O partido estava representado pelo senador eleito Dário Berger e pelo ex-governador Paulo Afonso Vieira. O silêncio eloquente do senador tem servido de senha para peemedebistas.

— A gente fica numa posição difícil, porque a maioria dos meus eleitores votou Aécio. Tem pressão do governador, do partido, a posição do Luiz Henrique — afirma um parlamentar peemedebista reeleito que não aceitou abrir o voto no segundo turno.

Engajado na campanha tucana, o deputado Joares Ponticelli (PP) confia nas defecções pessedistas e peemedebistas. Inclusive no apoio do desafeto Luiz Henrique.

— Voto não tem cor, não tem diferença, não tem peso. Todo voto é importante e tenho certeza de que o senador Luiz Henrique também vai votar Aécio Neves — afirma o pepista, que concorreu a vice-governador na chapa de Paulo Bauer (PSDB) no primeiro turno.

Em visita à Joinville, ontem, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, ironizou a ausência do senador peemedebista.

— Esperamos que ele apareça, ele é um eleitor importante e a porta está aberta para que ele se engaje na campanha, afinal, o vice-presidente é do PMDB. Esperamos que ele dê uma forcinha no final — disse Carvalho ao colunista Jefferson Saavedra, do jornal A Notícia.

.:: Vantagem mínima para Aécio na nova bancada federal

A bancada catarinense eleita para a próxima legislatura na Câmara dos Deputados reproduz a acirrada disputa do segundo turno presidencial. Aécio Neves (PSDB) conta com o apoio de oito eleitos. Na lista, estão os dois mais votados, Esperidião Amin (PP) e João Rodrigues (PSD), além do peemedebista Valdir Colatto. Outro sete estão com Dilma Rousseff (PT), um grupo engrossado pela maior parte da bancada do PMDB, Jorginho Mello (PR) e Cesar Souza (PSD). Apenas um deputado declarou neutralidade: Rogério Peninha (PMDB).

No Senado, enquanto Luiz Henrique apenas dá sinais de tucanar, Casildo Maldaner declarou seu voto a Aécio na tribuna. Posição oposta a de Dário Berger, que vai substituí-lo em 2015. Entre os prefeitos das cinco maiores cidades do Estado, Dilma tem o apoio de Cesar Souza Junior (PSD), de Florianópolis, e Adeliana Dal Pont (PSD), de São José, enquanto Aécio conta com Napoleão Bernardes (PSDB), de Blumenau. Mário Búrigo (PP), de Criciúma, está neutro, enquanto Udo Döhler (PMDB) mantém silêncio semelhante ao de LHS.

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Onde estava LHS?

21 de outubro de 2014 2

Nota do colunista Ilimar Franco, no jornal O Globo desta terça-feira.

Em cima do muro
O empate técnico na eleição está mexendo com os políticos. O governador Raimundo Colombo (PSD) reuniu prefeitos, na sexta-feira, com a presidente Dilma em Santa Catarina. Seu vice, Michel Temer, em cima do palanque, só tinha uma pergunta aos correligionários do PMDB: “Onde está o (senador) Luiz Henrique?”

Complento eu: Itapema, distante 64 quilômetros do Centrosul.

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Ex-futuros presidentes

20 de outubro de 2014 2

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Datafolha mostra formação de curva pró-PT

20 de outubro de 2014 2

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A luta pelo voto

20 de outubro de 2014 1

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