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Posts na categoria "As notas do bloco"

Aliança garante a Gean quase metade do horário eleitoral em Florianópolis; Angelas terão tempo igual

18 de agosto de 2016 1

O tempo oficial no horário eleitoral de cada coligação em Florianópolis só será apresentado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SC) nesta sexta-feira, quando também será sorteada a ordem de apresentação dos programas. Mas pela representação parlamentar dos partidos nas coligações, é possível estimar quanto cada um dos sete prefeituráveis da Capital terão a disposição.

A nova legislação eleitoral reduziu para dez minutos o horário eleitoral e excluiu os candidatos a vereador dos programas — ficam apenas com as inserções durante a programação. Com uma robusta coligação de 15 partidos, Gean Loureiro (PMDB) terá quase metade do tempo de cada programa: 4min40s. Poderia ser até mais, porque a nova legislação permite a soma dos tempos apenas dos seis maiores partidos da coligação. Com isso, o peemedebista não vai dispor dos minutos referentes a partidos como PDT, SD, e PPS, por exemplo. De qualquer forma, é mais de um minuto que poderia ter sido distribuídos entre adversários se os partidos tivessem optado por outras coligações.

Além de dividirem o nome, Angela Albino (PCdoB) e Angela Amin (PP) terão tempos idênticos no horário eleitoral. A soma de suas coligações alcança o mesmo número de deputados federais, critério para distribuição do tempo. Assim, ambas terão 1min40s em cada programa.

Aliado a cinco partidos, Murilo Flores (PSB) conseguiu arrebanhar 1min11seg no horário eleitoral. Elson Pereira (PSOL) terá 29 segundos por conta da aliança com PV e Rede. Sem aliados, Maurício Leal (PEN) terá 11 segundos por causa dos dois deputados federais do partido. Liderando um partido sem representação na Câmara, Gabriela Santetti (PSTU) terá minguados 9 segundos para se apresentar — o tempo que é dividido por igual entre as candidaturas.

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Kleinübing diz que não é candidato a prefeito de Blumenau

03 de maio de 2016 3

_ Quem está dizendo isso não ouviu a minha opinião.

A frase é do deputado federal João Paulo Kleinübing (PSD), negando rumores de que voltaria a disputar a prefeitura de Blumenau em outubro. O ex-prefeito é categórico ao dizer que, hoje, o nome do PSD é o deputado estadual Jean Kuhlmann. Como o PSD anda cada vez mais parecido com o PMDB antes da morte de Luiz Henrique, é bem capaz que a fonte da possível candidatura de Kleinübing a prefeito até tenha ouvido sua opinião.

A volta de Kleinübing à Secretaria de Saúde também não está sacramentada. Depende de uma conversa que terá nesta quarta-feira com o governador Raimundo Colombo (PSD). Diz que está disposto tanto a voltar para Florianópolis quanto a permanecer em Brasília.

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Para evitar especulações, Gavazzoni garante: "meu candidato ao governo é o Merisio"

30 de abril de 2016 2

Questionado sobre futuras pretensões eleitorais no almoço que o governador Raimundo Colombo (PSD) ofereceu a jornalistas na sexta-feira, o secretário Antonio Gavazzoni (PSD) foi enfático:

— Meu candidato a governador é Gelson Merisio.

O secretário da Fazenda alega o trabalho conjunto com o presidente da Assembleia nos últimos 24 anos, desde Xanxerê. O nome de Gavazzoni tem sido citado como candidato a vice dos sonhos em uma chapa liderada pelo PMDB. Sonharam o sonho errado.

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Cesar Fontes escapa de punição no TCE

30 de abril de 2016 2

A corregedoria do Tribunal de Contas do Estado arquivou a representação do procurador de contas Diogo Ringenberg contra o conselheiro Cesar Fontes por ter passado 831 dias com o processo resultado da auditoria feita pelo órgão nos gastos da Assembleia Legisativa com diárias de viagem, sem apresentar relatório. O TCE ainda analisa a auditoria, agora sob relatoria de Gerson Sicca.

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As últimas conversas antes do julgamento da Tese de SC

25 de abril de 2016 1

Às vésperas de o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar o mandado de segurança em que Santa Catarina questiona a aplicação de juros compostos no recálculo da dívida com a União, o governador Raimundo Colombo (PSD) monta a barraca em Brasília mais uma vez. Já nesta segunda-feira deve fazer novas visitas a ministros do STF, acompanhado, como sempre, pelo secretário Antonio Gavazzoni (PSD) e pelo procurador-geral João dos Passos Martins Neto.

Haverá também em novo encontro com governadores que aderiram à chamada Tese de Santa Catarina. Depois que o governo estadual conseguiu liminar que impede a União de aplicar sanções caso use a correção com juro simples no pagamento da dívida, Estados como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo foram atrás de decisões semelhantes e conseguiram. Com isso, a estratégia passou a ser conjunta. O julgamento está previsto para quarta-feira.

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Não esqueçam do Paulo Afonso

21 de abril de 2016 8

Claro que agora todo mundo no PMDB catarinense é amigo de infância do vice-presidente Michel Temer (PMDB) e há uma espécie de campeonato em andamento para definir quem seria a liderança local mais beneficiada com sua iminente assunção à presidência da República.

Nessa disputa estão o senador Dário Berger, o deputado federal Mauro Mariani, o vice-governador Eduardo Pinho Moreira, entre outros. É bom não esquecer do ex-governador Paulo Afonso Vieira. Fiel a Temer mesmo quando o PMDB integrava palanques de presidenciáveis tucanos, ele trabalhou como assessor direto do vice-presidente entre 2012 e 2013 — um breve período em que esteve fora da diretoria da Eletrosul.

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Dário e Bauer serão suplentes na comissão do impeachment no Senado

20 de abril de 2016 1

A bancada catarinense no Senado conseguiu emplacar dois integrantes na comissão que vai analisar o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Na tarde desta terça-feira, o PMDB indicou Dário Berger como suplente. Ele se soma a Paulo Bauer (PSDB), que já estava anunciado desde a aprovação da abertura do processo pela Câmara dos Deputados, no domingo. Dário diz que vai “analisar o processo de todas formas legais e jurídicas” e reafirmou sua posição a favor do impeachment.

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Depois de votar pela terceiro impeachment, Cesar Souza volta para o secretariado dia 5 de maio

19 de abril de 2016 0

Depois de votar pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), o deputado federal Cesar Souza (PSD) já tem data para retomar o cargo de secretário estadual de Assuntos Estratégicos. Será no dia 5 de maio. Se ele não tivesse tomado a iniciativa de reassumir só para votar, seria possível dizer que os impeachments perseguem o deputado. Além de votar o de Dilma e o de Fernando Collor, em 1992, também votou a favor do afastamento do governador Paulo Afonso Vieira (PMDB) em 1997.

Enquanto isso, João Paulo Kleinübing (PSD) ainda não marcou a data para retornar à Secretaria Estadual de Saúde. Ele também reassumiu a cadeira em Brasília só para votar pelo impeachment. Quando ambos estiverem de volta a Florianópolis, os suplentes Edinho Bez (PMDB) e Angela Albino (PCdoB) retomam as vagas que deixaram às vésperas da votação.

Favorável ao impeachment, Edinho Bez (PMDB) foi um dos apareceu junto a microfone em que os deputados titulares anunciaram seus votos. Mas foi por pouco tempo, nada comparável ao também suplente Fabricio de Oliveira (PSB), um dos papagaios de pirata oficiais da votação.

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Sartori consegue liminar no STF baseada na Tese de SC e telefona para Raimundo Colombo

11 de abril de 2016 5

O ministro Luiz Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta segunda-feira ao governo do Rio Grande do Sul uma decisão liminar que permite ao Estado pegar as parcelas da dívida da União aplicando apenas os juros simples. A decisão é semelhante à conquistada por Santa Catarina na última quinta-feira, quando o STF decidiu por 9 votos a 2 manter viva a ação judicial que questiona a cobrança de juros sobre juros no recálculo de débito com o governo federal.

Na ocasião, a corte concedeu também a liminar para o governo catarinense pagar as parcelas da dívida dentro do entendimento de que a lei aprovada pelo Congresso Nacional em 2014 para trocar os indexadores de correção dos débitos dos Estados previa o recálculo dos valores utilizando juros simples. Por esse entendimento, chamado de Tese de Santa Catarina, a dívida R$ 9 bilhões com a União já estaria paga. No dia seguinte à decisão, o governo do Rio Grande do Sul entrou com mandado de segurança em busca de decisão similar, que foi concedida pelo ministro Luiz Fachin, também relator da ação catarinense.

O governador gaúcho José Ivo Sartori (PMDB) anunciou a decisão durante palestra no 29º Forum da Liberdade, que acontece em Porto Alegre. Ao final do encontro, ele citou o trabalho em parceria com os catarinenses na disputa judicial.

— Trabalhamos junto com o o governo de Santa Catarina, junto como Antonio Gavazzoni e o Raimundo Colombo. A ação foi movida nos mesmos moldes — disse Sartori, em referência ao secretário da Fazenda e ao governador.

Sartori telefonou a Colombo ainda na noite de ontem para informar sobre a liminar e agradecer a parceria. O secretário da Fazenda gaúcha, Giovanni Feltes, também falou com Gavazzoni. Em uma ação combinada, o governo do Rio Grande do Sul havia acionado primeiro a Justiça Federal em Brasília, enquanto Santa Catarina foi direto ao STF.

Na Tese de Santa Catarina, o governo do Estado alega que a lei que determinou a renegociação das dívidas em 2014 previa o recálculo de toda a dívida utilizando como corretor a “variação acumulada” da taxa Selic. No final do ano passado, o governo federal emitiu decreto regulamentando a renegociação e prevendo o uso da “variação capitalizada” da Selic. O governo federal alega que o uso do juro composto é a regra nesse tipo de negociação e que a Tese de SC, se aplicada a todos os devedores, causaria um prejuízo de R$ 313 bilhões à União.

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Às 4h da madrugada, Mauro Mariani (PMDB) defende impeachment da Dilma

09 de abril de 2016 7

Único catarinense na Comissão Especial que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado federal Mauro Mariani (PMDB) teve que esperar até as 4h para ter sua fala de 15 minutos. A sessão durou 13 horas. O relatório será votado na segunda-feira.

Veja a fala de Mariani.

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