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Posts com a tag "Dário Berger"

Lurian com saudades

25 de maio de 2012 0

Quem anda com saudades de Florianópolis e São José é Lurian da Silva, filha do ex-presidente Lula. Ela foi a primeira a comentar – manifestando as saudades – a foto postada no Facebook pelo secretário de Governo de Florianópolis, Gean Loureiro (PMDB) em que também aparecem os prefeitos Ronério Heidersheidt (PMDB), de Palhoça, Dário Berger (PMDB), de Florianópolis, Djalma Berger (PMDB), de São José, e José Castelo Deschmaps (PP), de Biguaçu – além do secretário estadual de Infraestrutura, Valdir Cobalchini (PMDB).

Em julho do ano passado, Lurian deixou a chefia de gabinete de Djama em São José para assumir o cargo de e assessora parlamentar do deputado federal Gabriel Chalita (PT-SP).

A reunião, realizada ontem, tratou da implantação do transporte marítimo na Grande Florianópolis. Dessa novela, Lurian não deve ter saudade.

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Todo mundo de olho

28 de março de 2012 0

Foto: James Tavares, Secom

O secretário Valdir Cobalchini (PMDB) fala sobre o edital do acesso ao novo aeroporto e ao Sul da ilha, sob olhar atento do governador Raimundo Colombo (PSD) e do prefeito Dário Berger (PMDB).

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Contra aliança com PCdoB, Márcio de Souza volta a ser pré-candidato a prefeito de Florianópolis

14 de março de 2012 1

O vereador Márcio de Souza (PT) vai se inscrever novamente como pré-candidato a prefeito de Florianópolis. A medida é uma reação ao sinal verde dado pela direção nacional do PT para que o partido apoie a pré-candidata Angela Albino (PCdoB) nas eleições de outubro. Para o vereador petista, o encontro de Nildomar Freire e Rui Falcão — presidentes municipal e nacional da sigla — foi "uma espécie de intervenção, um caudilhismo que não combina com a tradição democrática do Partido dos Trabalhadores".

— A aliança até poderia ser essa, mas não dessa forma. Eu coloquei meu nome na prévia, pediram para tirar. Apresentei um documento pela candidatura própria, não quiseram discutir — reclama o vereador.

Na prévia marcada para fevereiro, Márcio de Souza enfrentaria Ricardo Baratieri pela definição de quem seria o pré-candidato petista. A pedido da ministra Ideli Salvatti, retirou o nome da disputa e se colocou como pré-candidato a vice-prefeito, apoiando Baratieri. Desde então, avançaram as costuras entre PT e PCdoB, que culminaram na reunião de ontem em São Paulo, entre Nildão e Falcão.

O vereador diz que as negociações de Nildão beneficiaram uma tendência interna do partido e Baratieiri, "seu protegido".

O PMDB do prefeito Dário Berger e do pré-candidato Gean Loureiro ainda articulam nacionalmente para conquistar o apoio do PT em Florianópolis. Nesse cenário, Márcio de Souza seria considerado o vice ideial pelos peemedebistas. O vereador nega que prefira coligar com o PMDB e garante que defende a chapa-pura petista.

— A direção nacional não tem porque preferir uma proposta inferior, de ser vice, diante de uma candidatura autêntica do Partido dos Trabalhadores.

A propósito, os defensores da aliança do PT com Angela Albino já esperavam essa reação do vereador petista.

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Rose, ex-Berger, defende Adeliana em São José

07 de março de 2012 0

Rose Bartucheski, sob olhar atento do governador Raimundo Colombo (PSD), fez uma entusiasmada defesa da candidatura da ex-secretária regional Adeliana Dal Pont (PSD) à prefeitura de São José. Ela encerrou dizendo que a pré-candidata será "a melhor de todas as prefeitas e prefeitos de sua história". Nessa lista estão o ex-cunhado Djalma Berger (PMDB), que concorre à reeleição, e o ex-marido Dário Berger (PMDB).

O vídeo é do dia 5 de março.

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Angela Albino também ensaia o discurso eleitoral

02 de fevereiro de 2012 3

Não é só o prefeito Dário Berger (PMDB) que ensaia na imprensa nacional os discursos da campanha eleitoral da Capital. Em entrevista ao blog do jornalista Felipe Patury, da revista Época, Angela Albino (PCdoB) falou das conversas com o PT em busca de aliança e os três temas que devem ter destaque em sua campanha: saúde, mobilidade urbana e segurança. Curiosamente, evitou críticas diretas a Dário Berger. Confira a entrevista, concedida a Marcelo Osakabe:

A senhora aparece bem nas pesquisas, tem o menor índice de rejeição, mas seu partido tem estrutura pequena e precisa de um aliado forte para encarar a disputa. Como estão as conversas com o PT, seu tradicional companheiro? A minha candidatura faz parte do projeto nacional do PCdoB, que tem levado essa questão nas discussões em Brasília. Para nós, o PT é um aliado natural, e continuamos a conversar com seus interlocutores, como a ministra Ideli Salvatti. Temos um potencial de voto bacana, mas ele vai se desenvolver apenas quando aparecerem as coligações.

Existem outros partidos que apóiam sua candidatura? PR e PRB já garantiram apoio ao meu nome, o que nos garante em torno de quatro minutos para a campanha na TV.

Quais serão os principais temas de sua campanha? Focarei em três: saúde, mobilidade urbana e segurança. No fundo, eles estão ligados a um maior, que o planejamento. A cidade cresceu muito rapidamente. Mais de um terço do eleitorado mora há menos de doze anos aqui, e a cidade ganha quinze novos moradores por dia. Ela ainda triplica sua população durante as férias. Isso prejudica o município, que sempre esbanjou qualidade de vida. Até as telecomunicações sofrem com essa falta de planejamento. Nessas férias, estamos tendo muitos problemas com internet e com a rede de celular.

O que fazer? Queremos investir mais em transporte público. É o carro-chefe para essa campanha. Temos também uma ocupação do solo que é majoritariamente irregular hoje. Quase 70% da cidade é tomado por moradias ilegais, não apenas de baixa renda. Florianópolis é uma cidade linda, mas não pode depender apenas de sua beleza natural para atrair turistas. Precisamos investir mais na economia criativa, no desenvolvimento da cultura. Se, por acaso, chove em Florianópolis durante a época de festas, a cidade fica intransitável, sem uma opção sequer de lazer.

Qual sua avaliação da gestão de Dário Berger? O prefeito é bem avaliado em algumas ações. Entretanto, acredito que exista um sentimento de mudança muito grande, se não voltado contra a figura do prefeito, ao menos contra seu grupo. Vejo um pedido de renovação por parte da população. Mesmo os candidatos aliados a ele estão adotando o discurso da mudança, apesar de representaram a continuidade do projeto político colocado.

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Dário ensaia o discurso da campanha

02 de fevereiro de 2012 0

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, publicada na quarta-feira, o prefeito Dário Berger (PMDB) deixou claro o desconforto com as adiantadas conversas de Cesar Souza Junior (PSD) e de João Amin (PP) sobre uma possível chapa nas eleições de outubro. Principal padrinho do pré-candidato Gean Loureiro (PMDB) e inimigo político de qualquer Amin, o peemedebista diz que a coligação PSD/PP seria falta de lealdade por parte do governador Raimundo Colombo (PSD). Veja o que ele disse:

— Eu me sinto muito desconfortável em imaginar que um grupo político que é aliado nosso possa se juntar, na eleição municipal, aos nossos principais adversários. Isso representa uma espécie de traição a princípios básicos de lealdade, responsabilidade e gratidão - diz.

Dário também repetiu os dois bordões que tem usado ao se referir a uma possível chapa Cesar/Amin e que certamente seriam utilizados durante a campanha peemedebista.

— Essa chapa é o retorno da velha política. Das oligarquias. Do Arenão. É a velha política de cara nova. E a se confirmar o nome destes dois candidatos, a meu ver eles não são candidatos a prefeito, mas a primeiro emprego, porque a rigor nunca fizeram nada.

Pelo visto, vai ser muito difícil o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) juntar os cacos da tríplice aliança na Capital.

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Minutos de atenção, segundos preciosos

19 de janeiro de 2012 0

Ano eleitoral é atípico. Nos outros três anos do mandato de um prefeito, o leque de partidos fica reduzido aos que conseguiram eleger representantes na Câmara de Vereadores. Os demais, é como se não existissem. Tudo muda no ano eleitoral. Aí o tabuleiro zera e mais importante que um voto no parlamento são alguns punhados de segundos no horário eleitoral gratuito.

Por isso a prestigiada posse de Fábio Braga (PPS) como secretário-adjunto do Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis. Ela marca a volta do PPS para a base do prefeito Dário Berger (PMDB). Os socialistas não tem vereador na Câmara desde que Marcos Espíndola, o Badeko, foi para o PSD. Mas garantem uns 30 segundos para a candidatura de Gean Loureiro (PMDB).

- É um apoio muito importante, não apenas pelo tempo de televisão, mas pela forte nominata para a Câmara de Vereadores que o PPS vai apresentar - comentou depois Gean Loureiro, atual secretário de Governo.

Veja quem estava lá.

Foto: Cristiano Schmidt Andujar, Divulgação

Da Esquerda para a Direita:
Homero Gomes - Diretor de Planejamento, Monitoramento e Avaliação da Secretaria de Assistência Social;
Elaine Regina Pompermayer Otto - Gerente de Operações da Secretaria Municipal de Assistência Social
Oreste Mello - Superintendente do IGEOF
Carmen Zanotto - Deputada Federal e Presidente Estadual do PPS
Dário Berger - Prefeito de Florianópolis
Gean Loureiro - Deputado Federal e Secretário Municipal de Governo
Gabriel Kazapi - Presidente Municipal do PPS

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Dário Berger, sem cortes

06 de outubro de 2011 0

No início da tarde ontem, um dia após a vitória por 4 a 3 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que garantiu seu mandato de prefeito, Dário Berger atrasou em quase meia-hora a entrevista marcada para o Diário Catarinense. Uma coincidência fez com que no mesmo horário agendado chegasse a equipe de advogados que defendeu o peemedebista em Brasília, ainda eufóricos com o resultado que livrou Dário da pecha de "prefeito itinerante" e da cassação no terceiro ano do segundo mandato.

Mesmo a portas fechadas, era possível ouvir o prefeito e os advogados comentando os principais pontos do julgamento _ como quem fala de uma final de campeonato disputada na véspera.

Não deixava de ser.

Ao abrir as portas, ainda com a presença dos advogados, veio a revelação de foi uma sugestão da filha, Karina Berger, o gesto que salvou o mandato do pai. Foi ela, ainda estagiária no escritório de advocacia que defendia os interesses do então prefeito de São José, que sugeriu a consulta ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) para saber se Dário poderia ser candidato em Florianópolis em 2004.

Embora sem valor legal, a consulta bastou para que quatro dos sete ministros do TSE considerassem que o prefeito da Capital agiu de boa-fé e o diferenciassem dos outros casos de itinerância.

Na entrevista, publicada na edição de hoje do Diário Catarinense, Dário fez um balanço do episódio que por pouco não lhe tirou o mandato, prometeu um pacote de obras, críticou os rivais Angela e Esperidião Amin (PP) e disse que o julgamento prejudicou o dia a dia de sua administração. Faz coro às críticas do tenista Gustavo Kuerten à segurança na cidade, mas achou que ele foi "infeliz" ao dizer que a cidade está ao léu.

Confira o áudio da entrevista, sem edição.

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A lambança do TSE e o gesto que salvou Dário

04 de outubro de 2011 14

Talvez o Tribunal Regional Eleitoral (TSE) só tenha percebido agora, ao votar a cassação de um prefeito de Capital, o estrago causado pela mudança de jurisprudência que passou a tratar como crime a candidatura de um prefeito já reeleito em outro município. Desde 2008, oito prefeitos foram cassados pela chamada "itinerância", sem maiores consequências.

Entre manter a linha, cassando o prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PMDB), e voltar à antiga regra, reconhecendo a lambança, o TSE preferiu o casuísmo. Por 4 votos a 3, os ministros decidiram manter a proibição a "prefeitos itinerantes", mas considerar o peemedebista uma exceção à regra.

A salvação de Dário estava escrita na consulta formulada por ele ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) em 2003, quando perguntou se poderia se candidatar na Capital após dois mandatos em São José. A resposta foi afirmativa, ele foi eleito e reeleito. Em 2008, junto com a segunda vitória nas urnas, veio a nova jurisprudência e a ação do PP questionando o suposto quarto mandato consecutivo.

A relatora Carmen Lúcia defendeu a singularidade e a ausência de má-fe do prefeito peeemedebista, justificadas na consulta formulada ao TRE local. Marco Aurélio Mello alegou ser absurdo que TREs respondam consultas, mas seguiu o voto da ministra. Nancy Andrughi fundiu a cuca de quem votava e de quem acompanhava, ao seguir o entendimento de Mello quanto às consultas, mas votar pela cassação, sem justificar o voto - o que levou a maioria a entender que seguia também a relatora. O que parecia 3 a 0 era um 2 a 1. Dessa forma, o voto de Gilson Dipp em favor de Dário foi comemorado na casa do prefeito como a vitória.

Tudo parecia definido, mesmo com o voto pela cassação de Marcelo Ribeiro. Ele abriu a divergência dizendo que foi contrário à tese da prefeitura itinerante no início, mas que, uma vez estabelecida, não existiam motivos para votar de forma diferente ao que se decidiu com os outros prefeitos - cassados.  Parecia 4 a 1, mas era 3 a 2.

Coube a Arnaldo Versani expor a saia justa do TSE, ainda pouco explorada nos cinco votos anteriores. O ministro lembrou que votou contra a tese da itinerância nos dois primeiros julgamentos e que depois passou a acompanhar a maioria. Disse viver um dilema. Como poderia salvar Dário se cassara outros em casos que considerava idênticos?

- Temo que alguem faça uma pesquisa e veja que eu cassei, contra a vontade, o mandato de um prefeito como esse aqui - disse o ministro.

Versani deu a deixa ao dizer que só votaria pela absolvição se fosse para voltar ao antigo entendimento de que "o cargo de prefeito de Florianópolis é diferente do cargo de prefeito de São José". Foi ignorado e disse que votaria pela cassação, embora não tivesse efeito prático. Foi quando Nancy Andrighi pediu a palavra para dizer o que poucos haviam percebido: a votação estava empatada e a decisão caberia ao presidente Ricardo Lewandowski.

O presidente aceitou a tese de que se tratava de um caso diferente dos outros e que a consulta ao TRE catarinense, embora não tivesse validade jurídica, mostrava boa vontade e ausência de fraude por parte de Dário. Completou dizendo que cabe ao TSE ser pacificador social e não gerar insegurança.

- O histórico é revelador de transparencia e boa-fé do candidato. O tribunal precisa estar atento de que a justiça eleitoral é um instrumento de pacificação social. O TSE, baseado numa influxão jurisprudencial, retirar o prefeito no ultimo ano de seu mandato seria uma decisão que geraria uma imensa intranquilidade, seria um fator de descrédito nas instituições, sobre tudo na Justiça Eleitoral local.

A esperança é de que esse julgamento encerre a fase de disputas eleitorais que só se encerram na justiça, muito tempo depois da posse. Carmen Lúcia admitiu ter segurado o processo à espera de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre um caso semelhante. Queria se sentir segura, enquanto inseguros ficavam os eleitores de Florianópolis.

Uma dica ao prefeito Dário Berger, renovado pela vitórica jurídica, é identificar o advogado que sugeriu a consulta ao TRE-SC em 2003 e lhe  mandar um bom vinho. Na época, poderia parecer um excesso de burocracia formal, já que itinerância não era palavra do dicionário político. O gesto, nove anos depois, salvou seu mandato.

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Marco Aurélio 2 a 0

04 de outubro de 2011 0

MArco Aurélio questiona a ideia de que os TREs podem responder consultas, mas vota contra a cassação.

- Seria inimaginável 27 regionais respondendo à consulta quanto a um direito que deve ser observado em todo o território.

Alega ainda que a Constituição cita o cargo de prefeito unicamente, sem outro atributo, ao vedar a segunda reeleição.

- Não cabe partir para a ficção jurídica.

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