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Posts com a tag "PSDB"

Planos de governo - Paulo Bauer (PSDB)

07 de julho de 2014 0

plano de governo apresentado pelo candidato ao Tribunal Superior Eleitoral

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Após reconstrução, PSDB e DEM tentam recuperar espaço perdido na Câmara de Florianópolis

21 de março de 2012 1

Assino matéria no DC desta terça-feira sobre como o aumento de vagas na Câmara de Florianópolis está dando esperança para pequenos e médios partidos na disputa. Isso porque o quociente eleitoral — número de votos necessários para eleger um vereador — deve cair dos 14,4 mil das eleições de 2008 para cerca de 11 mil. Confira aqui (é necessário cadastro no site).

Mas existem dois grandes partidos que também enxergam no aumento de vagas uma chance de voltar a ter representantes na Câmara de Florianópolis. PSDB e DEM vão tentar recuperar em outubro o espaço que já tiveram no parlamento municipal e que perderam por causa de desfiliações em massa.

Os tucanos não elegeram nenhum vereador em 2008. No ano anterior, o prefeito Dário Berger trocou a sigla pelo PMDB junto com seus principais apoiadores no partido — Gean Loureiro, Degláber Goulart, etc. Sem tempo de reconstruir uma chapa de vereadores, o partido passou em brancas nuvens. Depois de quatro anos de reconstrução, o PSDB filiou o vice-prefeito João Batista Nunes (PSDB), pré-candidato a prefeitura, e planeja enfrentar as urnas com uma chapa pura de candidatos a vereador.

— A tendência é pela chapa pura na proporcional. Estamos com uma chapa redondinha, baseada em líderes comunitários, sem estrela — afirma o deputado estadual Marcos Vieira (PSDB), que estima a eleição de três ou quatro parlamentares, mas não quis destacar o nome de suas apostas.

O trauma do DEM de Florianópolis é bem mais recente que o dos tucanos. Em setembro do ano passado, as principais lideranças catarinenses da sigla acompanharam o governador Raimundo Colombo na criação do PSD, incluindo aí os três vereadores que o partido elegeu na Capital em 2008.

Esvaziado, o DEM está em processo de reconstrução realizado em torno de empresários sem filiação partidária anterior. O partido lançou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), Doreni Caramori como pré-candidato a prefeito. O antecessor dele na entidade, Dilvo Tirloni, é uma das principais apostas para a Câmara. Caramori não descarta coligação na proporcional, mas diz que o partido tem chapa completa se precisar.

— Nós estamos apresentando um projeto diferente. Entramos em grupo no partido, com pessoas que participam de várias redes na sociedade civil. Consegs, associações, conselhos de classe — afirma o empresário.

Aliás, PSDB e DEM também têm em comum as conversas recentes para estarem juntos em outubro.

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Bauer e Pavan na executiva nacional do PSDB

28 de maio de 2011 0

Muito se comentou que o acerto entre Leonel Pavan e Paulo Bauer nas eleições do PSDB catarinense envolvia a vaga na Executiva nacional do partido – até então ocupada pelo ex-governador. Quem ficasse com a presidência estadual, teria um lugar no grupo nacional. Neste sábado, a eleição da executiva – com cada peça discutida nome a nome entre os grupos mais ligados a Aécio Neves ou a José Serra – mostrou que cabiam os dois.

Com quase oito anos de Senado pela frente, Paulo Bauer foi prestigiado com a vaga de primeiro-secretário. Pavan aparece como um dos 10 vogais.

As brigas internas parecem não ter impedido o crescimento da representação catarinense na executiva nacional do partido.

Os tucanos nacionais parecem acostumados a elas.

Confira a relação completa:

10ªComissão Executiva Nacional

Presidente de Honra: Fernando Henrique Cardoso

Presidente: Sérgio Guerra

Primeiro Vice-Presidente: Alberto Goldman

Vice-presidente: Eduardo Jorge Caldas Pereira
Vice-presidente: Emanuel Fernandes
Vice-presidente: Flexa Ribeiro
Vice-presidente: João Almeida

Secretário-Geral: Rodrigo de Castro

Primeiro Secretário: Paulo Bauer
Segundo Secretário: Alfredo Kaefer

Tesoureiro: Márcio Fortes
Tesoureiro-Adjunto: Reinaldo Azambuja

Líder no Senado Federal: Álvaro Dias
Líder na Câmara dos Deputados: Duarte Nogueira

Vogal: Andrea Matarazzo
Vogal: Andrea Zito
Vogal: Bonifácio Andrada
Vogal: Bruno Araújo
Vogal: Cássio Cunha Lima
Vogal: Cícero Lucena
Vogal: Jutahy Magalhães Junior
Vogal: Leonel Pavan
Vogal: Sílvio Mendes
Vogal: Telma de Oliveira
Suplente 1: Wilson Santos
Suplente 2: Teresinha Nunes
Suplente 3: Márcio Bittar
Suplente 4: Otávio Leite
Suplente 5: Elton Rohnelt
Suplente 6: Moema São Thiago
Suplente 7: Antônio Luz

Ex-presidentes:
Fernando Henrique Cardoso
Pimenta da Veiga
Teotônio Vilela
José Aníbal
José Serra
Eduardo Azeredo
Tasso Jereissati

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Pescador de aves

07 de maio de 2011 0

O senador mineiro Aécio Neves (PSDB) veio a Santa Catarina trazer a rede para segurar os tucanos do estado. As palavras são dele mesmo, ao falar pelo telefone com o deputado estadual Maurício Eskudlark (PSDB), de malas prontas para o PSD.

Em meio aos abraços e pedidos de foto das lideranças tucanas após a reunião que definiu a permanência de Jorginho Mello no ninho tucano, Aécio recebeu telefone das mãos de Dalírio Beber e fez a metáfora.

- Diga a suas bases que é um pedido pessoal do senador Aécio. Se for preciso, marcamos uma conversa em Brasília ou na sua região na próxima vez que eu vier a Santa Catarina.

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Dia do fico tucano

07 de maio de 2011 0

Quando os próprios tucanos catarinenses já contabilizavam o deputado federal Jorginho Mello como perdido para o PSD de Gilberto Kassab, o vento mudou. A presença do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) e os apelos de prefeitos e vereadores que fazem parte de seu grupo político fizeram o deputado decidir permanecer no PSDB, apesar dos atritos com o presidente estadual do partido, Leonel Pavan (PSDB).

Aécio Neves chegou ao hotel Castelmar por volta das 11 horas, surpreendendo quase todos os tucanos presentes. Naquele momento, Jorginho já havia exposto sua inconformidade com a forma de Pavan conduzir o partido. Tudo indicava a ida para o PSD, nos passos do governador Raimundo Colombo.

O vento começou a mudar com os discursos das liderenças ligadas a Jorginho. Elas deixavam claro que seguiriam o parlamentar, mas que preferiam ficar no ninho tucano. A chegada de Dalírio Beber, Beto Martins e Marcos Vieira e seus discursos em prol da união fortaleceram a percepção de que o deputado não abandonaria a sigla.

Mas o dia do fico ficou cristalizado na fala de Aécio, que levantou os tucanos presentes falando na unidade do partido em torno do projeto de reconquistar a presidência da República em 2014.

- Eu vim em nome de um projeto e de inúmeros companheiros que sabem que você é peça fundamental nesse xadrez que só agora começa a ser jogado _ disse Aécio.

Ao falar novamente, Jorginho chorou e disse que o PSDB é sua “família”.

- Eu quero votar no 45 para governador de Santa Catarina e para presidente da república. A luta continua. Vamos ficar no PSDB _ encerrou.

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Sábado de Jorginho

06 de maio de 2011 0

O sábado pode representar um dia de baixas no PSDB catarinense. Às 10 horas, no Hotel Castelmar, o deputado federal Jorginho Mello (PSDB) reune prefeitos, vices e vereadores do partido para definir se o grupo vai ou não para o PSD.

O secretário de Planejamento Filipe Mello (PSDB), filho de Jorginho, informa que pelo menos 20 dos 36 prefeitos catarinenses do partido estarão no encontro. Diz ainda que a decisão será em bloco.

- Não significa que a gente vá sair. A gente pode decidir ficar e lutar pelo partido, pelo nosso espaço _ diz o secretário.

Jorginho Mello não apoiou a reeleição de Leonel Pavan (PSDB) como presidente estadual da sigla e já recebeu o convite do prefeito paulistano Gilberto Kassab para aderir ao PSD.

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Presidenciáveis

03 de maio de 2011 0

Na entrevista em que falou sobre a saída do DEM, o governador Raimundo Colombo não disfarçou a decepção com o PSDB por não ter encampado a fusão entre os dois partidos.

Chegou a dizer, fora dos microfones, que o gesto (ou falta dele) vai acabar custando caro aos tucanos.

Não faltou iniciativa.

Colombo falou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador paulista Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves. Os dois primeiros deram sinalizações positivas, mas não com a pressa que o ex-demista exigia. Aécio não foi convencido.

Faltou um nome na lista dos caciques tucanos?

Sim. José Serra.

Colombo diz que em nenhum momento falou com o ex-governador paulista, presidenciável tucano em 2002 e 2010. Diz estranhar a falta de participação do tucano – nem contra, nem a favor nem muito pelo contrário, pra usar o espírito ideológico do novo PSD – nas negociações.

Há quem diga que existem digitais de Serra no kassabista PSD.

Colombo nega veementemente.

O nome cotado para concorrer à presidência da República que faz tudo pelo PSD tem outro nome e legenda.

Eduardo Campos, o popularíssimo governador pernambucano do PSB.

Sem a garantia dada por ele de que os minutos dos PSB seriam cedidos ao novo partido, não exisitiria o desembarque em massa dos demistas catarinenses. Qual o custo da generosidade?

Com o partido forte no nordeste, Campos busca apoios ao Sul do País.

Se vai dar certo ou não, é cedo para saber.

Mas o governador pernambucano trabalha para não repetir o correligionário Ciro Gomes, que desistiu de disputar a presidência em 2010 pela ausência total de aliados.

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PSD: decifra-me ou devoro-te

30 de abril de 2011 0

O PSD de Gilberto Kassab tem tudo para ser a esfinge no quadro partidário brasileiro.

Surgiu como uma espécie de bolha de segurança para o prefeito paulistano e seu grupo político conseguirem migrar do DEM para o PMDB – uma franquia praticamente livre em São Paulo desde a morte do ex-governador Orestes Quércia. Aos poucos, ganhou corpo. Levantou-se a possibilidade de fusão com o PSB, encorpando ambos os grupos na disputa por cargos no governo do PT.

A partir da adesão da senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional de Agricultura, e do flerte com o governador catarinense Raimundo Colombo (DEM), o PSD tomou uma dimensão maior do que a planejada por Kassab. Atraiu descontentes de diversos partidos, especialmente no DEM e no PSDB.

Deve nascer com cerca de 40 deputados federais, dois senadores, dois governadores e cinco vices. Tem chances reais de estrear como a quarta maior bancada da Câmara, talvez a terceira – a depender de quantos tucanos aderirem ao partido. Pode representar uma mudança no quadro partidário tão profunda quanto foi a criação do PSDB em 1988.

Mas é aí que surge o “decifra-me ou devoro-te” do novo partido.

O que almeja o PSD?

É uma alternativa futura de poder fora da dicotomia PT x PSDB, essa rivalidade clubística que transformou as últimas quatro eleições presidenciais em um Fla-Flu (ou Gre-Nal) com altíssimas taxas de maniqueísmo? Por isso, um partido nem a favor, nem contra. Outra coisa, outra via.

Ou.

É um agrupamento de políticos incomodados em seus próprios partidos e sedentos por aderir à base aliada após oito longos anos de penúria na oposição? Por isso, reúne lideranças de dentro e fora da base aliada, livra-se das siglas que representam o anti-petismo, flerta com os lulistas PSB e PCdoB.

Eis a esfinge partidária que se apresenta.

Na primeira opção, uma verdadeira reforma política à direita. Com o surgimento de um partido que levante as bandeiras liberais sem ser apontado como herdeiro do regime militar. Com Kátia Abreu representando uma espécie de antípoda da verde Marina Silva (PV) em um quadro partidário muito mais rico que a atual rivalidade de petistas e tucanos.

Na segunda opção, um instrumento para esvaziar o pouco que resta da oposição ao governo petista. A genêse de um novo PMDB, reunindo lideranças que têm como única afinidade as facilidades de estar em um grande partido que pode aderir a qualquer gestão municipal, estadual ou federal. Ao mutilar demistas e tucanos sem contrapartida, a nova sigla daria origem a um quadro em que existiria apenas um único projeto de poder, o petista, e seus aliados.

O PSD pode ajudar a renovar o quadro partidário brasileiro ou acabar com ele de vez.

A história deve dizer.

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O PSDB de 1988, o PSD de 2011 e Jorge Bornhausen

26 de abril de 2011 2

Junho de 1988, cerca de 30 parlamentares deixam o PMDB para fundar o PSDB.

À frente da empreitada, nomes como do senador Fernando Henrique Cardoso, o ex-governador paulista Franco Montoro e os deputados Mario Covas e José Serra. Embora tivesse prestígio, o grupo detinha pouco poder na burocracia da sigla durante o governo José Sarney, especialmente no diretório paulista, comandado pelo governador Orestes Quércia.

Do alto de sua experiência, um político catarinense apontava um erro de estratégia dos dissidentes.

_ Não se pode fazer partido antes das eleições.

O autor da frase, publicada na edição da revista Veja de 29 de junho de 1998, era Jorge Bornhausen. Ele lembrava que seu PFL, fundado em 1985, enfrentou muitas dificuldades a primeira eleição, realizada naquele mesmo ano. Agora, Bornhausen é tido como um dos articuladores de uma dissidência que guarda semelhanças com a diáspora tucana.

O PSD do prefeito paulistano Gilberto Kassab e da senadora Kátia Abreu também deve nascer em um momento de fragilidade das oposições e com bancada superior a 30 parlamentares. Surgirá maior que  PSDB de 1988 se for confirmada a adesão do governador catarinense Raimundo Colombo (DEM) e o grupo que seria levado por ele.

A principal diferença é que o PSDB de 1988 saiu do governo para ser oposição.

Os futuros pessebistas, na mais benevolente das hipóteses, nascem para ser híbridos.

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Ainda os tucanos

26 de abril de 2011 0

O senador Paulo Bauer nega, de forma enfática, que tenha, em algum momento, prometido voto ao deputado estadual Marcos Vieira na disputa pela presidência estadual do PSDB-SC – vencida pelo ex-governador Leonel Pavan na quarta-feira passada. Vai além. Diz que, se depender dele, Vieira nunca chegará à presidência da sigla, apelando até ao velho clichê “não nos coloquem na mesma mesa”, para deixar claro o antagonismo com o outro tucano.

A mágoa de Bauer é causada por uma mensagem de celular enviada por Vieira a ele na véspera da eleição dizendo que não retiraria a candidatura à presidência por causa dos apoios que recebeu, “inclusive vc” (sic). A mensagem, embora dirigida a Bauer, foi enviada a diversas liderenças tucanas. Segundo o senador, foi a “molecagem” que o levou a votar em Pavan.

(Publicado na edição de hoje Diário Catarinense e do Jornal de Santa Catarina)

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