A Associação de Consumidores Proteste realizou uma pesquisa sobre preços de medicamentos em farmácias, e concluiu que o aumento de até 4,5% no preço dos remédios, previsto para abril, é dispensável. De acordo com o estudo, muitos estabelecimentos não cobram o preço máximo permitido por ser elevado. Foi constatada, em São Paulo, diferença de 50% entre o preço mínimo encontrado nas farmácias pesquisadas, e o máximo permitido no Estado. Nas outras cinco capitais pesquisadas (Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro) a diferença variou entre 22% e 23%. O instituto revelou também que a pesquisa de preços entre farmácias pode significar uma economia de até 30%. A economia pode ser maior se a opção for pelos genéricos. Nas capitais visitadas, os genéricos custam, em média, 8% menos, e, em Porto Alegre, a economia é maior ainda: 10%, substituindo 7 de 15 itens de uma cesta com vários tipos de medicamentos por equivalentes genéricos.
Postado por Maria Isabel Hammes
