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43% das empresas brasileiras admitem perda de dados pelo uso pouco seguro de dispositivos móveis

31 de maio de 2012 0

A mobilidade trouxe inúmeros benefícios às empresas, com seus funcionários sempre conectados. Mas, agora com a ampliação do uso de dispositivos móveis nas companhias, a imensa exposição ao roubo e perda de dados não pode ser ignorada, com os ataques móveis cada vez mais sofisticados e eficientes.
No novo "Estudo Global sobre os Riscos de Mobilidade ", da Websense e do Instituto, foram pesquisados 4.640 profissionais das áreas de TI e segurança de diversos países. Veja abaixo principais resultados apurados no Brasil:
80% dizem que o uso de dispositivos móveis pelo funcionário é essencial para que suas empresas possam atingir seus objetivos.
82% reconhecem que o uso desses dispositivos pelo funcionário representa um grande risco as suas empresas. Restringir seu uso não é uma opção.
Dispositivos móveis pouco seguros _ incluindo laptops, smartphones, dispositivos USB e tablets _ aumentam os índices de infecção por malware. 65% dos participantes dizem que, no último ano, suas empresas passaram por um aumento nas infecções por malware como resultado dos dispositivos móveis pouco seguros no local de trabalho.
O uso de dispositivos móveis pessoais está colocando as empresas em risco. 74% dos participantes dizem que suas empresas permitem que os funcionários usem seus dispositivos móveis pessoais para se conectar a sistemas de e-mail corporativos.
42% dizem que sua empresa já sofreu um aumento no volume de infecções por malware como resultado de dispositivos móveis pessoais usados no local de trabalho. .
Muitas empresas sofreram perda de dados ou explorações sérias resultantes do uso pouco seguro de dispositivos móveis por funcionários. 43% dos participantes dizem que suas empresas sofreram uma violação dos dados em função de dispositivos móveis pouco seguros.
63% dizem que seus funcionários driblam ou desligam os recursos de segurança, como senhas e travas. Apenas 16% dizem que os funcionários estão em conformidade e não adotam esse tipo de prática. 22% não têm certeza.

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