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Posts com a tag "Brasil"

Brasil tem a maior carga tributária entre os latinos e Caribe

14 de fevereiro de 2012 4

Entre os países da América Latina e Caribe, o Brasil é o que tem a maior carga tributária, revela a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Letícia do Amaral, com base no recém divulgado estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A carga tributária no país foi de 32,6% em 2009, próximo à média dos países pertencentes à OCDE, de 33,8%, alerta.
De acordo com o órgão internacional, a carga tributária média dos 12 países latino-americanos pesquisados saltou de 14.9% em 1990 para 19.2% em 2009.
O Brasil, infelizmente, tem uma carga tributária de país europeu, mas uma estrutura fiscal de país latino, que privilegia mais os ricos do que as classes média e baixa, acrescenta a vice-presidente do IBPT. E, além disso, é o país que menos dá retorno à população em serviços públicos pelo que se paga, conforme o Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (IRBES), que leva em consideração a carga tributária e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 30 países com as maiores cargas tributárias do mundo. O Brasil ficou na última posição, abaixo inclusive dos vizinhos Uruguai, em 13º lugar, e Argentina, na 16ª posição dos países que investem em serviços como educação, saúde e segurança, em resposta aos tributos pagos pelos contribuintes.

Empresário brasileiro espera mais aperto de crédito neste ano

19 de janeiro de 2012 0

Apesar de preverem menos acesso a financiamento em 2012, os empresários brasileiros ainda assim estão entre os mais otimistas, mostra pesquisa da Grant Thornton International. Pelos dados do 4º trimestre de 2011, 56% dos executivos disseram acreditar que o financiamento será mais acessível, resultado bem acima da média global de 30%, porém 12 pontos percentuais a menos que o registrado no 4º trimestre de 2010. O percentual dos empresários brasileiros que acreditam que o acesso a financiamento será menos acessível aumentou 10 pontos percentuais para 17%.

Das 40 economias participantes, as que mais empresários acreditam que terão melhor acesso a financiamento são, Índia (69%), Peru (67%), Geórgia (64%), Filipinas (61%) e México (58%). Por outro lado, os executivos gregos (68%), Franceses (47%) e Irlandeses (46%), são os que acreditam que o acesso a financiamento será menor.

Comércio eletrônico brasileiro será o quarto maior no mundo em 2015

16 de janeiro de 2012 0

Uma projeção feita pelo levantamento T-Index 2015 indica que o Brasil terá um aumento de 43,3% no e-commerce mundial em 2015, ocupando a quarta colocação no ranking. Atualmente, o país é o sétimo maior mercado do setor no mundo, com 3% de participação, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Segundo a projeção, o avanço brasileiro acontecerá em especial pela crise econômica sofrida pelos países no topo da lista.

A projeção foi desenvolvida a partir de um suposto crescimento linear dos países, com base no aumento dos últimos anos. De acordo com o levantamento, no ano em questão, a China terá 18,8% de market share, ante os 11,5% atuais. Em contrapartida, os Estados Unidos cairão dos 24,4% para 16,8%. Entre os outros colocados, o Japão manterá a terceira posição com 4,9% do mercado; a Alemanha, com 4,1%; e o Reino Unido, com 2,7%; e a França terá 3,3%, segundo o levantamento.

Para Igor Senra, presidente da Moip, empresa de pagamentos online, além da crise sofrida no exterior, o aumento do poder aquisitivo da classe C é um dos responsáveis por alçar o crescimento do comércio eletrônico brasileiro.

— O Brasil vem tendo 30% de ampliação nos últimos cinco anos e deve manter a marca nos próximos. Somado ao cenário vivido por países como Estados Unidos, Reino Unido e França, não é impossível imaginar atingir a terceira colocação na próxima década — afirma o executivo.

Apesar da crise, brasileiro é o mais otimista com as perspectivas para 2012

13 de janeiro de 2012 1

Os brasileiros são os mais otimistas do mundo quando o assunto é a crise financeira mundial. A pesquisa de Perspectivas sobre o Mercado Global para 2012, realizada pelo CFA Institute, mostrou que 82% dos profissionais do mercado financeiro no Brasil acreditam que haverá expansão da economia doméstica em 2012. Esse número cai quase pela metade na média mundial, que mostrou uma taxa de 42% de profissionais otimistas em relação aos seus próprios países.
Os brasileiros também são mais esperançosos em relação à melhora da crise da dívida soberana europeia. Enquanto 31% dos brasileiros esperam melhora este ano, apenas 19% dos profissionais do resto do mundo têm essa perspectiva. Em sua pesquisa mundial, o CFA Institute, associação global de profissionais de investimento, ouviu 2.500 pessoas de 136 países.

Apesar do avanço do celular, brasileiro pensa em manter telefone fixo e TV por assinatura

13 de janeiro de 2012 0

Mesmo com o avanço dos telefones celulares, 80% dos brasileiros planejam manter seu telefone fixo nos próximos 12 meses e apenas outros 20% têm intenção de se desfazer da linha tradicional para utilizar somente o celular. Sobre o serviço de assinatura de TV em casa nos próximos 12 meses, 66% disseram que querem manter, enquanto 8% pretendem cancelar e 25% não têm o serviço.
Entre os que pretendem cancelar esse serviço, a falta de oferta de um preço que justo (64%) foi apontado como o principal motivo, mostra pesquisa feita no Brasil pela KPMG Internacional. O levantamento foi feito ainda em outros 30 países com o objetivo de identificar os hábitos de consumo relacionados à tecnologia móvel.
A utilização de aplicativos por parte dos internautas brasileiros também foi pesquisada. Os jogos foram os mais baixados pelos entrevistados (48%). Já a música ficou em segundo lugar, com 45%, e mapas aparecem em terceiro, com 41%.
Quando o assunto é o aplicativo que foi baixado mais vezes (acima de cinco), os vídeos ficaram em primeiro, com 54%, depois vieram as músicas, com 45%, enquanto gráficos e desenhos aparecem com 42%, e jogos, em último, com 37%.

Combate à pirataria apreende mais de 3 milhões de softwares ilegais

10 de janeiro de 2012 0

Levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Software e da Entertainment Software Association mostra que, a partir de 680 ações feitas nos principais centros comerciais do Brasil, foram apreendidos 3.158.964 de softwares no ano passado.
O aumento, comparado com os resultados de 2010, foi de 81% de CDs apreendidos. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Foz do Iguaçu foram as regiões com maior volume de mídias retiradas de circulação, mas as apreensões ocorreram em todas as regiões do Brasil. Além dos CDs apreendidos, em 2011 foram retirados do ar 188 sites destinados a venda e downloads de software ilegais, além e 11.548 mil anúncios.
Volume de CDs apreendidos (em unidades):
2010: 1.722.220
2011: 3.158.964

Brasil a caminho de virar 3º maior mercado automobilístico mundial

06 de janeiro de 2012 0

Em quatro anos, o Brasil deve disputar a posição de terceiro maior mercado automobilístico do mundo, mostra pesquisa da KPMG.Atualmente, o país ocupa a quinta colocação entre os grandes mercados para veículos. No ano passado, o Brasil produziu 3,4 milhões de veículos.
A pesquisa, que contou com a participação de 200 executivos de várias partes do mundo, mostra também a expectativa de que até 2017 o Brasil esteja exportando mais de 1 milhão de veículos ao ano, dobro do vendido para o Exterior no ano passado.
Com a China liderando o mercado automobilístico, e Brasil e Índia em franco crescimento na disputa pelo terceiro posto do ranking global, as perspectivas são de que em 2016 os países do BRIC (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) detenham mais de 40% do market share mundial, segundo a pesquisa.

Cinco em cada 10 das empresas brasileiras planeja crescer por fusões e aquisições

06 de janeiro de 2012 0

Nos próximos três anos, 46,4% das empresas brasileiras planejam se expandir por meio de fusões e aquisições, mostra o International Business Report da Grant Thornton.
A maioria (60%) tem como objetivo ampliar o acesso geográfico a novos mercados, seguido pelo interesse em adquirir novas tecnologias ou marcas (56,7%) e acesso a custos operacionais mais baratos (51,1%). A pesquisa engloba mais de 11 mil empresas em 39 países. No Brasil, um dos destaques é o Nordeste que se mostra cada vez mais atraente para novos investimentos e negócios.
Regionalmente, os destaques são a América Latina e os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) com 47% e 42,6% dos empresários, respectivamente, planejando aquisições e fusões nos próximos anos como forma de expandir os negócios, bem acima da média global de 33,6%.
Já na China, país onde 43,3% das companhias pretendem crescer por meio de fusões e aquisições, as duas principais razões são crescer em escala (76,5%) e acesso a novos mercados (71,20%).

Vivo chega a mais da metade dos municípios brasileiros

05 de janeiro de 2012 0

Com mais de 70 milhões de clientes, a Vivo, líder do setor de telefonia móvel brasileiro, terminou 2011 com cobertura de sinal 3G ainda mais ampla. Hoje, a tecnologia de terceira geração já está em 2516 cidades com acesso à web em alta velocidade pela rede da operadora.
Entre o ano passado e 2014, a Vivo investirá no país R$ 24,3 bilhões.

Crédito habitacional no Brasil deve passar de R$ 150 bi em 2012

26 de dezembro de 2011 0

Fortalecer o mercado interno e ampliar o crédito. Essas são as estratégias do Brasil para combater a crise neste início de 2012. Com as indefinições nas economias dos países da Europa, a aposta no consumo interno e a redução na taxa de juros são saídas apontadas por muitos economistas.
Envolto a esse cenário, o mercado imobiliário — que tanto tem prosperado nos últimos anos — deve manter, ou aumentar, de tamanho em 2012. Isso porque a demanda e crédito continuarão em alta, segundo especialistas do setor.
— O crédito para financiamento habitacional deve ser expandido pelos bancos, pois a demanda por imóveis está cada vez mais crescente — acredita Alexandre Lafer Frankel, diretor-presidente da incorporadora Vitacon.
Segundo ele, o valor dos imóveis continuará valorizado. De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP), 2011 deve fechar com volume de R$ 117 bilhões em financiamentos desse tipo (30% a mais do que em 2010). Para o próximo ano, a projeção é de R$ 152,1 bilhões em crédito habitacional.