Uma das maiores preocupações atuais do varejo diz respeito às notas falsas que circulam no comércio. De acordo com pesquisas do Banco Central, 55% da população economicamente ativa no Brasil recebe o salário em dinheiro e entre os trabalhadores cuja remuneração é creditada em conta bancária, 29% deles fazem a retirada no caixa eletrônico. Por causa disso, a maioria dos brasileiros (72%) preferiam pagar suas compras em espécie.
Com tanto dinheiro vivo em circulação, o preocupante são as falsificações. De fato, pois de acordo com o BC, em 2012, foram recolhidas 498 mil cédulas falsas, cerca de 150 mil delas no Estado de São Paulo; 60 mil no Rio de Janeiro; 48 mil em Minas Gerais e 42 mil no Paraná. Um terço dos brasileiros disse ter recebido notas falsas e, o mais revelador, é que 17% deles as passaram para frente normalmente, transferindo o prejuízo para os donos dos estabelecimentos em que eles fizeram suas compras.
— Com essa quantidade de cédulas falsas circulando, os varejistas correm riscos de altos prejuízos. Além disso, exigir que o funcionário do caixa seja responsável por identificar manualmente as notas falsificadas é um risco ainda maior — afirma Adriano Sambugaro, diretor de Marketing da Gunnebo Gateway Brasil.
Para auxiliar na prevenção desse tipo de prejuízo, a Gunnebo Gateway Brasil, líder nacional em soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança, lançou o cofre inteligente InteliSafe®, que além de identificar e sinalizar quando uma nota falsa é colocada no caixa, também permite a sincronia de todos os processos de gestão de tesouraria, desde o depósito do dinheiro no equipamento até o transporte ao banco.
— O varejista consegue acompanhar e controlar online e, em tempo real, tudo o que ocorre nos caixas de suas lojas. Fornece relatórios dos depósitos realizados por operador, individualmente, melhora os processos na tesouraria, auxilia na coleta de dinheiro pelas empresas de transporte — afirma Sambugaro.

