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Posts com a tag "dívidas"

Regiões Norte e Nordeste voltam a liderar inadimplência em março, mostra SPC Brasil

18 de abril de 2014 0

No mês de março, o número de consumidores inadimplentes nas regiões Norte e Nordeste cresceu 8,69% e 8,12%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do indicador mensal de inadimplência regional calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A única região do país que registrou aumento inferior à média nacional (6,58%) foi a Sudeste, cujo crescimento apurado foi de 5,25%. Os Estados do Sul apresentaram alta de 7,55% no número de pessoas inadimplentes e a região Centro-Oeste, crescimento de 6,64%.

Inadimplência setorial

Nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, as dívidas bancárias contribuíram com 43,29%, 87,48% e 33,53%, respectivamente, das variações totais de dívidas atrasadas. Já na região Centro-Oeste, as dívidas no comércio tiveram maior peso e foram responsáveis por 39,52% do avanço da inadimplência.

Na região Norte, a alta foi generalizada em todos os setores, de maneira que não se pode apontar um segmento especifico que explique sozinho o aumento nos últimos meses.

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Termina hoje segunda edição do Feirão Limpa Nome Online

17 de abril de 2014 1

Após 10 dias de renegociação disponíveis para consumidores de todo o Brasil, termina hoje a segunda edição do Feirão Limpa Nome Online. O serviço contou com a participação maciça da população: durante o período, cerca de meio milhão de brasileiros se cadastraram no site para renegociarem suas dívidas, além dos milhares de acessos diários.

Cerca de 90 grandes companhias estão cadastradas no Feirão, e, dentre elas, 35 oferecem condições especiais e diferenciadas nos descontos e parcelamentos. O consumidor pode entrar em contato diretamente com as empresas para negociar possíveis descontos na dívida, com condições de pagamento diferenciadas.

A primeira posição no ranking dos estados que mais acessaram o Feirão Limpa Nome Online foi mantida, durante todo o período, pelo estado de São Paulo, com 32,0% de participação. O segundo lugar foi do Rio de Janeiro, com 12,9%, e Minas Gerais veio em terceiro, com 7,3%. O quarto lugar foi ocupado pela Bahia, com 7,2% e em quinto o Paraná, com 5,4%. A demanda da população foi grande durante todos os dias de funcionamento do serviço.

O Feirão Limpa Nome Online faz parte do Limpa Nome Online, serviço gratuito e aberto para os cidadãos em tempo integral. Lançado em outubro de 2012, o Limpa Nome Online conta com a participação de cerca de 90 empresas de diferentes setores.

Assim, caso o consumidor não possua débito em aberto com nenhuma das empresas participantes do Feirão, ele ainda pode verificar a existência de pendências com as outras companhias participantes do Limpa Nome Online e igualmente negociar suas dívidas. Mensalmente, cerca de 200 mil pessoas acessam o site com o objetivo de regularizar suas pendências financeiras.

36% dos consumidores que conseguiram regularizar suas dívidas voltaram a ter problemas financeiros

19 de março de 2014 0

Estudo inédito da Serasa Experian apontou que 36,6% dos consumidores que estavam inadimplentes no passado, mas que regularizaram suas pendências financeiras no final de 2012, voltaram a enfrentar problemas em 2013. A reincidência, porém, é a menor dos últimos três anos (38,9% em 2012 e 39,4% em 2011). Dos 36,6% que voltaram a ficar devedores, 27,1% tinham mais de cinco dívidas, contra 29,4% do ano anterior.

Do vermelho para o azul

Apesar do aumento dos inadimplentes, mais pessoas conseguiram limpar o nome em 2013. Do total das pessoas que entraram na base da Serasa Experian no ano passado, 17,6 milhões consumidores quitaram suas dívidas e limparam seu nome, aumento de 2,17% em relação a 2012. Em 2012, 17,3 limparam o nome, 1,88% maior do que o montante de 2011 (16,9 milhões).

Inadimplência está mais ligada a maus hábitos financeiros do que à falta de dinheiro

23 de janeiro de 2014 0

Os economistas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgaram uma avaliação, nesta quarta-feira, com dados obtidos pelo cruzamento de pesquisas divulgadas pelo SPC ao longo de 2013, todas encomendadas com o intuito de entender a relação do consumidor adulto brasileiro com o próprio dinheiro. A principal conclusão dos especialistas é que a situação de inadimplência no Brasil — ao contrário do que muitos pensam — está relacionada a maus hábitos de planejamento financeiro, e nem sempre à renda baixa.

Como apontam as pesquisas, existe descontrole financeiro e inadimplência mesmo entre as famílias de renda elevada. Dados de quatro estudos indicam que pessoas com contas em atraso não têm necessariamente renda menor do que aquelas que pagam os compromissos em dia. Uma pesquisa encomendada em agosto de 2013 para traçar o perfil do consumidor inadimplente no país revelou que 16% da amostra de pessoas com contas em atraso há mais de 90 dias pertenciam às classes D e E (renda familiar inferior a R$ 905 por mês). No entanto, ao avaliar essa mesma concentração de consumidores de menor renda (classes D e E) entre a amostra de adimplentes, o percentual subiu para 22%.

_ De maneira geral, os estudos sugerem que consumidores adimplentes adotam práticas financeiras mais cautelosas e conservadoras, independentemente da classe social a qual pertencem.

Isso inclui hábitos como o de planejar os gastos, poupar dinheiro para uma emergência e o de não emprestar o próprio nome a terceiros _ explica a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.

Faça o que digo, mas não faça o que faço

Dois estudos sobre a Educação Financeira do Brasileiro (fevereiro/2013) e sobre o Comportamento de Consumo no Brasil (outubro/2013) mostram que a maioria dos brasileiros (88%) se declara “muito controlado” ou “moderado” em relação aos hábitos de compra. No entanto, apesar da autoimagem de controlado em relação às compras, os consumidores relataram ao SPC Brasil diversas práticas que contradizem esse comportamento ideal: 59% já ficaram no vermelho por conta de gastos que não precisavam ter realizado e 69% dos consumidores já fizeram compras apenas para “se sentirem fortes, ricos ou poderosos”.

Além disso, em relação às finanças pessoais, o consumidor mostra-se, no geral, pouco preparado para qualquer emergência financeira: 42% dos adultos entrevistados declararam que não guardam qualquer quantidade de dinheiro para uma situação de emergência.

_ Em muitos casos, os estudos sugerem que adoção de hábitos simples de planejamento financeiro poderia ter evitado a situação inadimplência. E comportamentos impulsivos de compra e hábitos de risco foram detectados em todos os extratos sociais _ afirma Luiza.

Diferenças de comportamento

Os adimplentes não somente possuem posturas menos arriscadas como também têm hábitos ligados a um bom planejamento financeiro. As pesquisas do SPC Brasil relevam que, com relação aos adimplentes, 76% fazem lista de compras antes de ir ao supermercado, 83% pesquisam preços antes de comprar qualquer produto ou serviço, 63% acompanham mensalmente das suas receitas e despesas (seja em uma caderneta ou planilha) e 17% buscam informações sobre questões financeiras com frequência.

Em contrapartida, quando consideramos o grupo dos inadimplentes, tais percentuais caem respectivamente para 61%, 66%, 38% e 3%.Ainda com relação às diferenças de postura frente ao endividamento, outro ponto a ser destacado é que, ao contrário dos inadimplentes, os adimplentes vêem as dívidas como evitáveis. Dentre os adimplentes, 93% evitam dívidas, seja controlando os impulsos de compra (37%), seja fazendo planejamento financeiro (56%). Além disso, 35% desse grupo fazem fundo emergencial (dinheiro guardado para emergências).

Já com relação aos inadimplentes, 54% afirmam que a dívida que têm atualmente não poderia ter sido evitada — já que ocorreu por motivo alheio a sua vontade (como desemprego) — e apenas 38% afirmam que a falta de controle financeiro foi o principal motivo para o endividamento.

Inadimplentes tendem a se arriscar mais

Os inadimplentes também adotam posturas mais arriscadas em relação a empréstimo de nome: 20% dos entrevistados desse grupo revelaram que têm o hábito de emprestar o próprio nome a terceiros para que estes possam fazer compras. Destes, 96% não tomam nenhuma precaução (como pedir uma nota promissória a quem emprestou o nome). No grupo dos adimplentes, apenas 9% têm esse hábito, dos quais 69% não tomam nenhuma precaução (os demais 31% são precavidos e exigem algum tipo de garantia).

Eles também tendem a buscar mais crédito em lojas e menos em bancos: 53% dos consumidores negativados possuem cartão de loja, enquanto que o percentual cai para 46% quando comparados com os não negativados. Além disso, segundo os estudos, 53% dos consumidores inadimplentes possuem cartão de crédito de banco, enquanto que 61% dos adimplentes dispõem desse mesmo recurso.

Para os economistas, as pesquisas feitas pelo SPC Brasil mostram que o brasileiro ainda necessita de educação financeira mais aprofundada.
_ Os resultados apontam para uma alta frequência de consumidores impulsivos, levados pela moda, propaganda ou desejo de autoafirmação. Além disso, a inadimplência parece estar ligada, em muitos casos, à falta de hábitos simples de planejamento financeiro e de precaução contra emergências”, explica Luiza.

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Maioria das dívidas não pagas é de até R$ 2,5 mil

21 de janeiro de 2014 0

Estudo do SPC Brasil mostra que a maior parte das dívidas registradas nos seus bancos de dados se encontra nas faixas de valores abaixo de R$ 2,5 mil _ oito em cada 10 débitos. Em dezembro, essas faixas representaram sozinhas 81% do valor de todas as dívidas, valor ligeiramente abaixo dos 81,2% verificados em novembro e outubro.

Como consequência, houve uma pequena elevação na participação de registros de maior valor. A participação das faixas com dívidas acima de R$ 7,5 mil aumentou de 8,27% em novembro para 8,39% em dezembro. A tendência para os próximos meses é de novas quedas na participação de dívidas de valores mais baixos, influenciadas, principalmente, pela inflação e crescimento da renda do brasileiro.

O reflexo do juro mais alto para quem tem investimentos e dívidas

16 de janeiro de 2014 0

Com a sétima alta seguida do juro básico _a Selic, agora em 10,5% ao ano, decidida nesta quarta-feira pelo Banco Central, a dúvida é como ficam os investimentos e as dívidas das pessoas.

Quem tem aplicações de renda fixa atreladas à Selic como os CDBs pós-fixados, os fundos DI e as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), títulos negociados via Tesouro Direto, a notícia é boa. Mas, em relação à poupança, não há mudanças, já que quando a taxa é maior ou igual a 8,5% ao ano, a caderneta paga sempre 0,50% ao mês mais Taxa Referencial (TR), a mesma remuneração atribuída aos depósitos feitos até 4 de maio de 2012, que seguem a regra antiga.

Mas quem está endividado deve redobrar a atenção, aconselha o educador financeiro Reinaldo Domingos, para evitar a bola de neve que acaba com as finanças das famílias. Para ele, é preciso descobrir a causa deste endividamento, a maior parte do endividamento das famílias brasileiras é gerado por desequilíbrio financeiro, ou seja, gastar mais do que se ganha. É preciso reestruturar o orçamento financeiro ou assumir o controle financeiro. E, para quem não está endividado, mas quer entrar em uma linha de parcelamento, empréstimo ou financiamento é o momento de pensar melhor antes de cair nesse rumo, já que o aumento da taxa de juros deixa esses mais caros, forçando o consumidor a comprar menos e, com isso, evitando uma pressão inflacionária.

Seis dicas para uma vida financeira mais saudável

15 de janeiro de 2014 0

Passar o ano no azul, sem dívidas e com uma poupança gordinha no fim do período é o desejo da maioria dos brasileiros. A organização do orçamento nem sempre é fácil, exige disciplina e acompanhamento constante.

_ Uma pessoa que começa a poupar já em janeiro 10% do seu salário, terá mais de um salário na poupança no fim do ano. Este é um dinheiro que pode ser destinado para investimentos, educação e até mesmo para o lazer, claro que tudo depende do objetivo de vida da pessoa _ avalia Fábio Moraes, diretor de educação financeira da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

As tradicionais despesas do início do ano, como o IPVA, o IPTU, a taxa de licenciamento do veículo, custos do material escolar e de matrículas não podem ser esquecidas. O ideal é já acrescentar essas despesas na sua lista de gastos, tendo como base as despesas do ano anterior. Se a situação financeira da pessoa já estiver complicada, a primeira orientação é listar todas as contas fixas e atrasadas. Renegociar as dívidas e avaliar a necessidade de trocar uma divida ruim, por uma melhor, por exemplo.

_ Se estiver endividado no cartão de crédito, ou no cheque especial, de repente optar por uma linha de financiamento mais adequada, como o crédito consignado, pode ser uma boa opção, pois pagará menos juros _ avalia Moraes. É importante lembrar que o cheque especial é um produto destinado apenas para situações emergenciais e deve ser utilizado por um período bem curto. Confira algumas dicas abaixo:

1. Acompanhe diariamente ou semanalmente os gastos;

2. Ao contratar um crédito, procure o mais adequado para sua situação;

3. Não use o cheque especial e o cartão de crédito como extensão do salário;

4. Evite pagar o mínimo da fatura do cartão de crédito;

5. Tenha uma poupança de emergência (de três a 12 salários);

6. Faça um planejamento financeiro pensando na aposentadoria;

Nesta época de liquidações, dicas para o consumidor fugir das compras por impulso

07 de janeiro de 2014 1

De olho nas liquidações do varejo neste mês e suas ofertas tentadoras, os consumidores devem, porém, adotar medidas que evitem o descontrole do orçamento doméstico e o superendividamento. Economistas da Serasa explicam que, devido às festas de fim de ano, muitos consumidores já devem estar endividados. Assim, os que normalmente não conseguem controlar seus gastos, devem evitar fazer compras sem necessidade nesse período. A orientação é planejar, aproveitando as liquidações para adquirir apenas o que é necessário e vantajoso para o consumidor.

E, antes de se deixar seduzir pelas ofertas, deve fazer as contas e relacionar as dívidas que já tem e lembrar que janeiro vai deixar o bolso do consumidor mais vazio, com o pagamento do IPVA , IPTU, matrícula e material escolar, além dos gastos com as férias.

Abaixo, leia algumas dicas dos profissionais para você não cair no descontrole financeiro:

Relacione todas as dívidas já assumidas com o objetivo de saber se há espaço no orçamento da família para novas compras
Planeje as compras, desde uma roupa até uma televisão. Reflita se está realmente precisando daquele produto. Discuta a necessidade da compra com a família
Faça uma lista dos itens que pretende comprar, regra básica para evitar gastar por impulso.
Lembre-se dos gastos do início do ano. Além de pagamento de impostos (IPVA e IPTU) e compra de material escolar e matrícula, há as despesas de férias
Se precisar parcelar as compras, procure fazer a curto prazo. E cuidado ao usar o cartão de crédito.

Dívidas de até R$ 250 representam um terço da inadimplência no país

23 de dezembro de 2013 0

A inadimplência de dívidas com valores de até R$ 250 aumentou no mês de novembro, segundo o indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). No mês anterior, os inadimplentes nessa faixa representaram 33,15% dos registros em atraso contra 32,98% em outubro.

Na avaliação da economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues, o movimento ainda pode ser considerado pontual, mas também pode indicar que os brasileiros estão começando a ter dificuldades para pagar dívidas de menor valor em virtude da inflação, que tem se mantido em patamares elevados ao longo deste ano.

Mulheres são mais inadimplentes

Assim como ocorreu nos meses anteriores, as mulheres continuam representando a maior parte dos inadimplentes: 55,48%% dos casos de negativados em novembro, ao passo que os homens representam 44,52%.

O levantamento também revela que a maior parte dos cadastros negativos concentra-se em CPFs de consumidores entre 25 e 59 anos, representando 62,5% dos casos.

 

 

Número de brasileiros que renegocia dívidas pela internet chega a 1,5 milhão

20 de dezembro de 2013 0

No ar há um ano, o Limpa Nome Online, da Serasa Experian, bateu recorde de acessos e negociações de dividas este ano, em outubro: 1,5 milhão de brasileiros visitaram o site para renegociar pendências financeiras. Deste total, cerca de 300 mil consumidores foram beneficiados com condições especiais de negociação.

O serviço gratuito teve como líder na procura dos usuários o setor de bancos, com varejo na segunda posição.

_ Os consumidores parecem ter aprovado a negociação online e os números comprovam isso _ avalia Vander Nagata, superintendente de informações sobre o Consumidor da Serasa Experian.