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Posts com a tag "dívidas"

Consumidor já pode renegociar dívidas na internet, 24 horas por dia

06 de maio de 2013 1

O consumidor já pode renegociar suas dívidas na internet, diretamente com seus credores. A Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), está lançando o Acertando suas Contas na versão virtual. Basta acessar o portal www.consumidorpositivo.com.br para ter acesso gratuito ao programa, que permite ao consumidor renegociar seus débitos diretamente com os credores 24 horas por dia, na busca de acordos sustentáveis para dívidas em aberto.

O Acertando suas Contas já atendeu 548 mil famílias e promoveu 196 mil renegociações de dívidas. Agora, na versão virtual, possibilita que se realizem acordos de todos os pontos do Brasil, via internet, com periodicidade e praticidade. Além disso, no portal, o consumidor tem acesso a dicas e orientações sobre educação financeira, que lhe permitem organizar melhor seu orçamento.

— Com a autoconsulta de CPF e o Acertando suas Contas Virtual o consumidor tem a vantagem de monitorar periodicamente a situação do seu CPF no SCPC e regularizar as suas pendências o mais rapidamente possível, sem intermediários, sem complicações — afirma Fernando Cosenza, diretor de Marketing, Inovação e Sustentabilidade da Boa Vista.

Preste atenção antes de antecipar a restituição de Imposto de Renda

26 de abril de 2013 0

Vale a pena antecipar a restituição do Imposto de Renda, serviço oferecido por muitos bancos neste momento de prazo final para a entrega da declaração?

Para Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, a opção significa grande sinal do endividamento financeiro do contribuinte que, agindo assim, estará apenas remediando o problema, que voltará com mais força no futuro. Assim, não basta simplesmente buscar a antecipação. É necessário que se faça um bom diagnóstico financeiro, e, caso a antecipação seja uma última saída para a pessoa, é necessário aprofundar a análise da questão.

Para pedir a antecipação aos bancos, os contribuintes devem ter a certeza de que tudo está correto na declaração entregue ao governo. E ela só vale a pena para quem realmente precisa com urgência do dinheiro. Para quem está endividado e pagando taxas mais altas de juros do que as oferecidas pelos bancos, a antecipação para quitar dívidas é um bom negócio, mas, fora isso, não é muito vantajoso, sendo que os juros pagos pelo governo são bastante interessantes.

Inadimplência está concentrada nas dívidas mais altas, aponta SPC Brasil

20 de fevereiro de 2013 0

A maior parte das dívidas registradas pelo comércio brasileiro no mês de janeiro está relacionada a valores altos, acima de R$ 500. De acordo com o indicador mensal de inadimplência do SPC Brasil (Sistema de Proteção ao Crédito), o calote no comércio fechou em alta de 11,8% ante janeiro do ano passado. Do total de inadimplentes, 30,71% têm pendências em atraso contraídas por compras com valor acima de R$ 500.

Na avaliação da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), o resultado ainda é reflexo dos estímulos dados pelo Governo Federal ao longo de 2012, como a redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) para setor de automóveis, móveis e produtos da linha branca.

— O setor automobilístico fechou 2012 com um recorde de vendas. Mas aqueles consumidores que não se planejam corretamente tendem a entrar em situação de inadimplência — observa o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.

Além disso, a facilidade de se conseguir crédito no Brasil fez com que aumentasse a parcela de consumidores com acesso a bens de maior valor, avalia a economista do SPC Brasil Ana Paula Bastos.

No quesito idade, o maior número de inadimplentes registrados em janeiro é de pessoas idosas (mais de 65 anos), que representam 29% do total dos consumidores com prestações em atraso. Na avaliação do SPC Brasil, esse resultado é reflexo da situação atual dos consumidores mais velhos.

Em sete anos, parcela de renda de famílias dedicadas à quitação de dívidas mais que dobrou

28 de dezembro de 2012 0

O consumidor tem o direito de assumir financiamentos extensos, mas a prudência é necessária para evitar a inadimplência. Segundo o Banco Central, o endividamento médio de parcela da renda das famílias brasileiras passou de 20,22% em 2005, para 43,11% em 2012. Sendo assim, em sete anos, o índice mais que dobrou.

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) considera que a sedução das pequenas parcelas com relação aos automóveis, por exemplo, pode ser um dos fatores que levam ao maior número de dívidas.

— É de preocupar os financiamentos de longo prazo que são feitos com os consumidores. Não tem mais sentido a população se comprometer com propostas que o levam ao endividamento — explica o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O automóvel é um produto de uso durável e considerado um bem de capital, uma vez que o veículo é necessário para diversas atividades profissionais. O modelo de financiamento em longo prazo é consolidado em todos os países desenvolvidos. Em contrapartida, a alta taxa de juros leva ao endividamento abusivo, favorecendo o surgimento da inadimplência.


Quatro em cada dez inadimplentes possuem contas em atraso no cartão de crédito

26 de dezembro de 2012 1

Estudo encomendado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) sobre o perfil e o planejamento das finanças pessoais do consumidor brasileiro concluiu que 38% dos entrevistados com contas atrasadas possuem alguma fatura não liquidada no cartão de crédito, sendo que destes, 82% afirmam que essas contas estão há mais de 90 dias atrasadas.

Na avaliação da economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos, para usufruir das vantagens de um cartão de crédito, antes de qualquer coisa, o consumidor precisa ter clareza de que não pode gastar mais do que efetivamente tem.  “O cartão de crédito trouxe conveniência e segurança porque viabiliza o poder imediato de compra, mesmo que o consumidor não disponha de dinheiro no momento do uso, mas é necessário aprender a usá-lo corretamente para evitar contratempos”, pondera.

Compreender minimamente os mecanismos de funcionamento no sistema de cobrança do cartão de crédito torna mais fácil utilizá-lo de maneira comedida, evitando sustos no recebimento da fatura ou inclusão do próprio nome em bancos de dados de proteção ao crédito.

O problema de comprar parcelado com cartão de crédito e não pagar o valor total da fatura é ter de enfrentar as altas taxas de juros aplicadas em operações no Brasil. No entanto, descontada a anuidade, o custo do cartão de crédito pode ser zero, se o consumidor tiver condições de pagar a fatura com o valor integral e na data de vencimento.

Enquanto 93% dos consumidores adimplentes se organizam e conseguem pagar 100% do valor das faturas na data do vencimento, 24% dos consumidores inadimplentes optam pelo chamado “crédito rotativo”, em que pagam apenas o valor mínimo da parcela (em média corresponde a 20% do valor integral da fatura). A diferença restante é cobrada na fatura seguinte e assim sucessivamente, além de juros embutidos.

Planejamento e controle dos gastos previnem superendividamento em 2013, orienta Serasa Experian

13 de dezembro de 2012 0

Fim de ano, 13º salário no bolso e uma lista de presentes a perder de vista. A tentação de gastar o dinheiro extra é grande, mas, os economistas da Serasa Experian fazem um alerta para que o consumidor se organize e guarde uma parte do dinheiro para não entrar em 2013 superendividado.

Isso é necessário porque há uma série de despesas extras típicas do início do ano: impostos, como IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), matrícula e material escolar e despesas de férias. Segundo os economistas, no primeiro trimestre há maior pressão na renda da família e, como consequência, pode haver um descontrole no orçamento que leva ao aumento da inadimplência.

Em primeiro lugar, de acordo com os economistas da Serasa Experian, o consumidor deve colocar na ponta do lápis os gastos atuais, as dívidas já contraídas, sem esquecer do cartão de crédito, e a estimativa do que pretende gastar no Natal e no início de 2013. Esse levantamento vai ajudar o consumidor a definir a fatia do 13º salário a ser reservada para o ano que vem.

Na hora de comprar os presentes, o consumidor deve evitar parcelamentos longos, pois essas dívidas envolvem incertezas para o futuro e o risco de perder o controle no longo prazo é maior. Quem já está endividado deve também pesquisar preços, comprar apenas o necessário e, se possível, fazer o pagamento à vista.

Com relação às férias, os economistas da Serasa Experian lembram ainda que, além dos presentes, há os gastos com as viagens de fim de ano e férias. Muitos consumidores optam por fechar pacotes parcelados e, neste momento, devem lembrar que eles são uma dívida igual às outras e que, além dos custos com a agência de turismo, o consumidor vai precisar gastar com transporte e alimentação.

Quem for viajar para o exterior deve se preparar ainda mais, pois o dólar está alto. O consumidor também precisa tomar cuidado ao utilizar o cartão de crédito, pois ele dá a ilusão de que não se está gastando. Além disso, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incide sobre todos os gastos feitos com cartão no exterior.

Saiba como entrar em 2013 com as finanças no azul

28 de novembro de 2012 0

Para ter dinheiro no bolso neste fim de ano e se preparar para realizar os objetivos definidos para 2013, planejamento financeiro ainda é mais garantido do que simpatia. O educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Livre-se das Dívidas (Editora DSOP), preparou orientações aos brasileiros que querem passar longe da onda de endividamento. São orientações para quem quer quitar dívidas, presentear, curtir as festas e férias sem comprometer os recursos para as despesas típicas do início do ano _ IPVA, IPTU, matrícula e material escolar - e ainda poupar.

Para não extrapolar as despesas de fim de ano e garantir recursos para 2013
Evitar compras por impulso
Planejamento do fim de ano: liste os ganhos do período (renda e ganhos extras como 13º, bonificações e férias). Liste todas as despesas _ fixas e variáveis. Avalie sua situação financeira. Há margem para novos gastos? Há pendências financeiras? Faça um esforço para identificar excessos, que geralmente representam 30% das despesas das famílias brasileiras.
Planejamento financeiro de 2013: é fundamental evitar parcelamentos das compras de final do ano. Na empolgação do consumismo típico da época, esquece-se que os rendimentos extras, também típicos do período, não persistirão pelo ano seguinte. Porém, se o parcelamento for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência.

Para economizar e poupar sempre

Pesquisar preço e comprar à vista: Tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.
Pedir desconto: Se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de R$ 100, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.
Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

Para ficar livre das dívidas
Qualquer que seja a dívida, o consumidor deve investigar o que está levando ele a gastar mais do que ganha, somando dívidas que não consegue pagar e que roubam recursos que deveriam ser destinados para a realização de sonhos. Fazer acordos para pagamentos de dívidas sem antes saber qual é a real capacidade de pagamento, sem cortar excessos, sem ajustar o orçamento ao verdadeiro padrão de vida é um grande risco, além de uma medida paliativa que apenas adia a solução da causa do problema. Abaixo, algumas medidas para ajudar a quitar dívidas e reequilibrar as finanças.
Cheque especial _ cheque especial é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais.
Cartão de crédito _ busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir.
Financiamento de casa _ Para a maioria dos brasileiros, a compra da casa própria é um sonho que só é possível realizar adquirindo uma dívida _ o financiamento imobiliário. Em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos.
Carro _ um veículo não é investimento e, sim, um bem de consumo. A prestação em si nem sempre é o motivo da dificuldade de custear esse bem _ embora ao final do financiamento a pessoa tenha pagado por dois veículos e levado apenas um. O verdadeiro problema está na manutenção do veículo, cujo custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro.

73% dos brasileiros diz que dinheiro acaba antes do fim do mês

10 de outubro de 2012 0

Apesar de estar mais otimista _ 52% garantem que a situação financeira melhorou nos últimos dois anos, o dinheiro dos brasileiros ainda é curto. 73% ficam com a carteira vazia antes do mês acabar, mostra pesquisa do Ibope com 1.008 pessoas, encomendada pelo Instituto Geoc e pela Serasa Experian, conforme dados apresentados, hoje, no 8ª Congresso Nacional de Crédito e Cobrança, em São Paulo.
Segundo o estudo, 44% dos entrevistados dizem que a melhora financeira foi motivada por promoção ou mudança no emprego. Para 16% das pessoas, a situação piorou, nos últimos 24 meses. As razões apontadas foram a perda de emprego (36%), o descontrole nos gastos da casa (19%) e o aumento no custo de vida (10%).
77% das pessoas disseram estar com os pagamentos em dia. 23% deixaram algum débito pendente no último mês. Entre os inadimplentes, 87% frequentemente chegam sem dinheiro no fim do mês. Oito em cada dez participantes utilizam algum tipo de alternativa de crédito. O cartão de crédito lidera a lista (54%). Metade dos inadimplentes entrevistados utiliza cheque especial, mas só 50% deles sabem qual o juro cobrado. E mais: um terço dos entrevistados não sabe quanto deve e apenas 54% sabem qual a porcentagem da sua renda está comprometida com dívidas.

Dicas para comprar casa própria sem dívidas

09 de outubro de 2012 0

Abaixo, algumas dicas para quem pensa em adquirir a casa própria:

1. Reúna a família e converse sobre este tema, definindo o lugar, valor e as reais condições que se encontram.

2. O melhor caminho para adquirir é poupar parte do dinheiro que se ganha, faça uma simulação em qualquer banco de quanto custaria a prestação deste imóvel e comece a guardarem um investimento conservador como poupança, CDB ou tesouro direto.

3. Analise o valor do aluguel que está pagando e se for o mesmo valor da prestação de um financiamento, poderá ser uma opção financiar o imóvel.

4. Lembre-se que o financiamento de um imóvel é considerada dívida de valor, por isso deve ser protegida e garantida antes de sair pagando as despesas mensais.

5. Cuidado com o valor do imóvel que comprará e veja se o seu valor adéqua-se a seu verdadeiro padrão de vida, muitas vezes não respeitamos nosso padrão.

6. Tenha sempre uma reserva estratégica, em caso de qualquer eventualidade não deixará de honrar este importante compromisso

7. Caso não esteja conseguindo pagar a prestação da casa própria é preciso rever imediatamente os gastos, em especial as pequenas despesas que somadas podem levar uma família ao desequilíbrio financeiro.


Judiciário gaúcho dá consultoria para superendividados

09 de outubro de 2012 0

A Central de Conciliação e Mediação do 1º grau do Judiciário gaúcho tem projeto de apoio aos superendividados. Todas as quartas-feiras no prédio do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul o economista Alfredo Meneghethi Neto presta uma consultoria de forma gratuita a população que quer renegociar a suas dividas.
Quem tem interesse em renegociar dívidas ou saber informações sobre como prevenir o superendividamento pode procurar o Centro Judicial de Conciliação do Tribunal. O serviço funciona na Avenida Borges de Medeiros, 1.945 (Prédio do IPE), 8º andar, sala 802, na Capital. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail conciliamediapoa@tjrs.jus.br ou pelos telefones (51) 3210.6500, ramais 1078 ou 6809. Além de Porto Alegre, as comarcas no Interior do Estado também realizam atendimento aos consumidores superendividados.