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Posts com a tag "empresas"

Aplicativo alerta empresas de segurança em situações de perigo

14 de maio de 2013 0

A multinacional brasileira Segware lançou um aplicativo para smartphone que tem como objetivo proteger de forma rápida e prática quem está fora de casa em alguma situação adversa como um assalto, sequestro ou coação.

Com apenas um toque na tela, o RedCall permite acionar familiares e amigos, além de empresas de segurança que ofereçam serviço de proteção pessoal.

A novidade será apresentada com exclusividade para empresas brasileiras que atuam com centrais de monitoramento de alarmes durante o principal evento do segmento no país - a Exposec 2013, que vai até quinta-feira, em São Paulo (SP). A expectativa é que o serviço, integrado com as empresas de segurança eletrônica e patrimonial, esteja disponível a partir de junho no Brasil e no segundo semestre nos Estados Unidos e países da América Latina.

O RedCall pode ser utilizado para situações de emergência ou pânico, ou até mesmo para situações mais simples, como falta de combustível e pneu furado, que demande a atenção de uma empresa prestadora de serviços de segurança ou assistência pessoal. O aplicativo, além de contatar amigos ou familiares, envia em tempo real as informações para centrais de monitoramento com dados da localização do usuário (por meio do GPS do smartphone), agilizando o atendimento à ocorrência.

A principal diferença do aplicativo em relação a outras soluções é a integração direta com empresas de segurança que atuam com monitoramento de alarmes - mercado em que a Segware é referência nacional por conta do conjunto de sistemas Sigma, presente em mais de 70% das centrais brasileiras.

— O RedCall irá permitir que as empresas de segurança eletrônica passem a proteger seus clientes, sobretudo pessoas físicas e famílias, fora de suas residências ou estabelecimentos comerciais - a qualquer momento e hora, por meio de um simples toque no smartphone — explica Luiz Henrique Bonatti, idealizador da solução e presidente da Segware.

Sete em cada dez empresas estão no mercado há mais de cinco anos, revela SPC Brasil

01 de abril de 2013 0

Teve impacto significativo no poder de compra do consumidor brasileiro a atual política de estímulo ao consumo, o que consequentemente alavancou as vendas do comércio nos últimos dois anos. E foi exatamente este cenário otimista que uma pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) capturou de empresários varejistas ouvidos em todas as capitais brasileiras.

Sete em cada dez (73%) comerciantes conseguiram a tão sonhada estabilidade: estão consolidados no mercado há mais de cinco anos. Para a maioria (73%) dos entrevistados, o faturamento em 2013 será ainda melhor que o obtido em 2012. Sem contar que 58% dos empresários revelaram que pretendem contratar algum funcionário neste ano.

As razões mais citadas por aqueles que acreditam que 2013 será um ano melhor que 2012 são o maior número de pessoas empregadas (19%), a maior disponibilidade de crédito (14%) e o crescente planejamento financeiro das famílias (11%).

— É importante ressaltar que as expectativas dos empresários são geralmente baseadas em percepções passadas. Dessa forma, dada conjuntura econômica favorável ao consumo em 2012, é natural que os empresários esperem um bom desempenho neste ano e não levem em consideração fatores que comprometam o poder de compra do consumidor como a inflação — avalia a economista do SPC Brasil Ana Paula Bastos.

Confira os principais detalhes da pesquisa:

1) 73% das empresas estão no mercado há mais de cinco anos;

2) A maioria (58%) dos empresários vão empregar em 2013;

3) 57% dos empresários vão investir no próprio negócio em 2013;

4) 69% das empresas possuem até nove funcionários, ou seja, a maioria do comércio é formada por empresas de micro e pequeno porte;

5) 89% dos empresários acreditam que o aumento do poder de compra da classe média vai influenciar positivamente o varejo em 2013;

6) Aumento da inflação (82%), a alta no preço dos combustíveis (78%) e o aumento da inadimplência (76%) são os fatores mais temidos em 2013.

Região Sul é a segunda que mais exporta, revela pesquisa

26 de março de 2013 0

Um estudo realizado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), feita com 3.623 empresários de todo o país para traçar o perfil do empreendedor brasileiro, mostrou que 6% das empresas da região Sul exportam seus produtos. O índice é inferior apenas ao do Sudeste, com 7% de exportações.

A pesquisa também mostrou que a região é a segunda com mais empresas que não contratam profissionais informais (46%), atrás apenas do Norte (53%).

O levantamento apurou também em quais setores da economia essas empresas atuam. Os dados mostraram que 24% das empresas do Sul são da indústria, região com mais empresas deste setor na comparação com outros estados. Os setores de Comércio e Serviços encabeçam o ranking com 50% das empresas do Sul nestes segmentos.

Outro aspecto analisado foi com relação às mídias sociais: a pesquisa revelou que 99% das empresas da região Sul utilizam a rede social Facebook para alavancar seus negócios e manter relacionamento com o cliente, 41% utilizam o Twitter e 24% o Linkedin (nesta pergunta os respondentes poderiam escolher mais que uma alternativa).

Quanto às dificuldades enfrentadas durante a trajetória empresarial, 63% apontaram dificuldade para encontrar funcionários qualificados, seguida de carga tributária (58%) e falta de capital de giro (42%). Dificuldade em lidar com sócios e falta de experiência no mercado de atuação foram questões menos citadas pelos respondentes.

Brasileiro tem mais confiança na mídia e empresas do que no governo

08 de março de 2013 0

Os brasileiros têm menos crença no governo, confiam mais na mídia e depositam nas empresas grande expectativa não apenas em relação aos seus produtos e serviços, mas também sobre a postura ética que adotam, mostra estudo da Edelman feito em 26 países. Na pesquisa, o nível geral de confiança do brasileiro teve leve alta em relação ao ano anterior, passando de 51% para 55% _ o país ocupa a 12º posição no ranking global.
Entre os segmentos analisados, a mídia aparece como o mais crível do Brasil (66%). Para Yacoff Sarkovas, CEO da Edelman, "a massiva cobertura de episódios, como o do mensalão, contribuiu fortemente para a melhoria da percepção do segmento entre a opinião pública". Logo após, surgem as empresas (64%), as ONGs (59%) e, por último, o governo (33%). Globalmente, a confiança atribuída cresceu em todos os setores e as ONGs ainda ocupam a liderança histórica - desde 2007 são as mais confiáveis e, neste ano, ainda recuperaram posições, passando de 54% para 61%. As empresas estão em segundo lugar (56%), seguidas pela mídia (55%). O governoaparece como a instituição de menor prestígio e ocupa a última posição, com um índice de apenas 46%.

Estudo mostra que 88% das maiores empresas brasileiras estão nas redes sociais

18 de janeiro de 2013 0



A empresa Burson-Marsteller anunciou os resultados do segundo estudo Latin America Social Media Check-up, em que examina como as 25 maiores empresas do Brasil e de outros países da América Latina utilizam as plataformas das redes sociais mais populares: o Twitter, o Facebook, o YouTube, blogs e o Google Plus.

O estudo aponta que 88% das companhias brasileiras utilizam pelo menos uma das mídias sociais analisadas como plataforma de comunicação, o que representa um aumento de 25 pontos percentuais desde 2010. O índice está acima da média da América Latina, de 65%, e global, de 87%. O Twitter se destacou como a plataforma que mais cresceu, sendo utilizado por 53% das empresas analisadas na América Latina, contra 50% do Facebook. Desde 2010, a média de seguidores por perfil corporativo analisado saltou de 19.023 para 66.958.

— O estudo mostra não só o aumento da presença das empresas nas redes sociais, mais um crescente engajamento das organizações com seus stakeholders. Mais da metade das organizações conversa com seus seguidores através das respostas e retweets.  O número de “likes” por página no Facebook cresceu exponencialmente. Hoje, as empresas não divulgam conteúdo, mas estabelecem diálogo com suas audiências  — afirma Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller para a America Latina.

Além do crescimento no uso das mídias sociais como plataforma de comunicação corporativa, é possível notar que as empresas têm desenvolvido perfis diferentes para suas várias marcas, o que permite que elas dialoguem com públicos específicos em mercados bem definidos.

O Latin America Social Media Check-up 2012 analisou as 25 maiores empresas em faturamento na Argentina, Colombia, Chile, Mexico, Peru, Porto Rico, Uruguai e Venezuela, além do Brasil.

Confira alguns dos dados verificados:

– O uso do Twitter pelas empresas analisadas cresceu 53%;

– 52% das maiores empresas brasileiras estão no Facebook;

– As empresas brasileiras têm, em média, mais de 515.000 seguidores;

– 28% têm blogs corporativos;

– 40% das empresas brasileiras pesquisadas já estão no Google+.

Sete dicas para elaborar o planejamento do negócio

01 de janeiro de 2013 1

Da mesma forma que as pessoas aproveitam o início do ano para traçar novos objetivos, o mesmo acontece com o empresário que aproveita as experiências passadas e o novo ciclo para buscar novas maneiras de aumentar a eficiência do seu negócio.

O ano de 2013 promete ser intenso. Por isso, o Sebrae preparou sete passos que o empresário deve levar em consideração na hora de elaborar o planejamento do negócio:

1º passo: Mantenha-se atento às perspectivas de mercado

Saber interpretar o ambiente econômico significa vantagem competitiva para o empreendedor. Para 2013, o poder de consumo da chamada nova classe média deve apresentar-se mais uma vez importante. Há também os segmentos que devem reagir bem no próximo ano, como o do agronegócio, que fecha o ano com fortes perspectivas de expansão do faturamento e crescimento da área cultivada.

2 º passo: Faça um bom planejamento

É preciso fazer diferente, inovar, mudar o comportamento para ganhar. Com a profissionalização do mercado brasileiro, que ano após ano ganha relevância no cenário internacional, a concorrência se intensifica em todos os setores e, em 2013, não será diferente. Portanto, para acessar novas oportunidades de negócios ou ampliações, os empresários de micro e pequena empresa precisam planejar os seus negócios, esquecendo o comportamento das iniciativas pouco estruturadas e investir na inteligência competitiva e no diferencial.

3º passo: Procure administrar o capital de giro

É muito comum que a intensificação das vendas, provocada pelo período de final do ano, e consequente volume de recursos gerados no saldo da conta corrente da empresa criem uma falsa sensação de lucratividade. Isso faz com que o empresário a promova retiradas, a título de pró-labore, acima do permitido, o que gera sérias dificuldades nos meses subsequentes para o cumprimento dos compromissos junto aos fornecedores.

4º passo: Recomece logo nos primeiros dias do ano

Demorar em retomar o comando e o ritmo de sua empresa após o período de relaxamento proporcionado pelas festas de final de ano pode ser prejudicial ao negócio. É preciso redobrar a vigilância sobre o mercado desde o início e se impor novos desafios, que vão desde a gestão do negócio até a busca de novas ferramentas de comunicação e divulgação é fundamental para o sucesso do empreendimento.

5º passo: Mantenha-se próximo ao cliente e busque informações

Busque maior participação no calendário anual de negócios, participando de feiras de negócios, se relacionando com seu fornecedor e cliente de maneira mais efetiva, direta e próxima.Acompanhe as principais questões econômicas que podem vir a alterar o seu negócio, observando o concorrente e seu público alvo.

6º passo: Invista na sua equipe

Um dos aspectos vulneráveis das empresas, e que deve entrar em pauta desde o início do ano, é a capacidade de desenvolvimento e gestão da força de trabalho.Muitas vezes, o foco no curtíssimo prazo faz com que nossos empresários deem pouca relevância ao ato de atrair, reter, desenvolver e engajar pessoas na dinâmica de trabalho.

7º passo: Aproveite o novo ciclo para inovar no conceito e comunicação

A inovação é uma das chaves do negócio. É importante ficar atento para que os resultados sejam financeiramente atrativos e tecnicamente acessíveis. As redes sociais se tornaram uma vitrine para as PMEs no Brasil. Mas é fundamental profissionalizar essa atuação, integrando conteúdo, relacionamento e monitoramento. Com essa integração é muito comum que a marca comece a aproveitar oportunidades e interaja efetivamente para ganhar admiradores e defensores nas redes sociais.

Cresce uso de programas de fidelidade por usuários de cartões de crédito

12 de dezembro de 2012 0

A prática de conceder vantagens para incentivar o uso de cartões de crédito se consolida como um dos maiores benefícios trazidos para o consumidor em consequência do aumento da competição entre os bancos emissores de cartão.

A cada dia, um número maior de pessoas utiliza os pontos adquiridos para obter produtos e serviços, fazendo com que estes programas se tornem praticamente obrigatórios na disputa pelos clientes. Com isso, cerca de 25% de tudo o que os bancos arrecadaram com a cobrança de anuidades em 2011 voltou aos portadores de cartões em forma de recompensas.

De acordo com um estudo abrangendo os últimos dois anos (2010 a 2011), que acaba de ser divulgado pela Boanerges & Cia., consultoria em varejo financeiro, com base nas informações mais recentes divulgadas pelo Banco Central sobre o setor, os gastos dos bancos com este tipo de iniciativa cresceram quase 50% no ano passado em relação ao registrado em 2010. No final de 2011 havia um total de R$ 2,7 bilhões em pontos a serem resgatados pelos titulares dos plásticos em circulação no mercado.

O estudo mostra ainda que entre o 1º trimestre de 2010 e o 4º trimestre de 2011 o gasto dos bancos com compra de pontos cresceu 95%, atingindo R$ 358 milhões.

Maioria dos comprovantes emitidos pelos equipamentos eletrônicos de ponto acaba no lixo

11 de dezembro de 2012 1

Passados alguns meses da instauração completa da Portaria 1510, o uso dos equipamentos de ponto eletrônicos ainda é motivo de preocupação entre os gestores de Recursos Humanos. O descaso pela emissão dos comprovantes de entrada e saída dos colaboradores é evidente, já que a maioria acaba sendo jogado fora.

A utilização dos registros eletrônicos de ponto que emitem comprovantes é obrigatória, em sua totalidade, desde o dia 3 de setembro, quando a Portaria 1510 entrou em vigor para micro e pequenas empresas. A partir da data, todos empregadores que contam com mais de dez colaboradores devem adotar o equipamento.


Comprovantes acabam indo para o lixo


Considerando que o calendário de 2013 terá 254 dias úteis, o trabalhador que realizar a jornada de trabalho de oito horas diárias, com intervalo para almoço, deve receber 1016 comprovantes no ano.

— Nossos clientes relatam que a maioria dos seus colaboradores não guardam os comprovantes. Não existe um motivo específico para essa atitude, mas acreditamos que deve ser em virtude do acúmulo de papel por tanto tempo, observamos que alguns já hospedam uma lata de lixo abaixo do relógio, para o depósito dos tickets — explica a gerente de marketing da fabricante gaúcha de equipamentos de ponto, Diponto.

No caso da Loja Dez, varejista especializada em móveis, alguns colaboradores  não se interessam em guardar os papéis emitidos pelo relógio de ponto.

— Não há reclamações quanto ao equipamento. Ainda assim, pelo que percebo, são poucos que guardam os  comprovantes, pois comum encontrá-los no lixo — aponta a assistente administrativo do setor de RH da Loja Dez, Valeska Pereira.


1 em cada 4 empresas não adotou o ponto eletrônico

10 de outubro de 2012 1

Pelo menos 25% das médias e grandes empresas ainda não adotou o ponto eletrônico, mostra estudo da Sispro, fornecedora de tecnologia e serviços para a gestão empresarial. Muitas das companhias ainda aguardam respostas do Judiciário às inúmeras ações impetradas por sindicatos patronais, que questionam vários pontos da portaria, entre as quais a obrigatoriedade de adoção de novos equipamentos para impressão de comprovantes a cada marcação de ponto.
A favor da nova regra conta a possibilidade dela desafogar a Justiça do Trabalho, que recebe mais de 2 milhões de ações por ano, incluindo as que pedem o pagamento de horas extras não pagas por falta de registro. O Brasil é campeão mundial de ações trabalhistas, à frente de países como Estados Unidos, França e Japão. Estima-se que o Ponto Eletrônico possa reduzir este tipo de questionamento por parte dos empregados, aliviando, assim, o volume de ações na Justiça. Além das multas pelo não cumprimento da nova regra, as empresas também podem ser surpreendidas com novas ações trabalhistas, afirma Pedro César de Melo, gerente do produto Sispro RH.

Brasil abre 1 milhão de empresas neste ano

30 de julho de 2012 0

O Brasil atingiu a marca de 1 milhão de empreendimentos criados este ano, nesta segunda-feira, 32 dias antes em relação a 2011, segundo dados do estudo "Perfil das Empresas e Entidades Brasileiras 2012", que faz parte do banco de dados do Empresômetro - Censo das Empresas e Entidades Públicas e Privadas Brasileiras, ferramenta digital criada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
Na opinião do coordenador de estudos do Instituto, Gilberto Luiz do Amaral, o resultado de 1 milhão de negócios criados em 2012 representa um cenário de "copo meio cheio e meio vazio" para a economia brasileira. Isso porque houve um crescimento de 34% dos novos negócios, o que demonstra uma maior formalização dos empreendedores individuais, mas sem maior geração de empregos.
De 1º de janeiro a 30 de julho de 2012, houve um crescimento de 166.284 novos empreendimentos do tipo microempreendedor individual em relação ao mesmo período no ano anterior. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul foram os Estados que mais registraram empresas nessa modalidade.
A ferramenta eletrônica, que está disponível no site www.empresometro.com.br , demonstra em tempo real, o total de empresas, entidades públicas e privadas, associações, igrejas, condomínios que foram abertos no período.