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Um em cada quatro candidatos rejeita proposta em processos seletivos

01 de abril de 2014 0

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As empresas estão enfrentando um verdadeiro “leilão” para atrair novos talentos. De acordo com levantamento realizado pela Page Personnel, companhia de recrutamento global,  um em cada quatro (25%) candidatos rejeita propostas de emprego em processos seletivos. Analistas e coordenadores das áreas de TI, Finanças e Engenharia, onde os salários variam de R$ 4 mil a R$ 8 mil, são os profissionais que mais recusam vagas.

- Com a falta de talentos no mercado, os candidatos perceberam que conquistaram um poder de negociação. Temos acompanhado processos onde o candidato desiste  na reta final do processo. Isso acontece muitas vezes em decorrência das contrapropostas das companhias onde esses profissionais trabalham –  relata Roberto Picino, diretor geral da Page Personnel.

De acordo com o especialista, é preciso ter cuidado ao declinar uma proposta em um processo seletivo, especialmente nas etapas finais. Outro aspecto que deve ser avaliado é em relação ao atual momento na companhia em que o candidato atua.

Veja abaixo outras dicas:

- Reflita bastante antes de buscar uma nova oportunidade no mercado. Se essa for a sua opção, esteja convicto de que chegou o momento de mudar de ares profissionais.
- Trocar de emprego é uma opção que cabe apenas ao candidato. Se é isso que deseja, não aceite contraproposta. Se fizer o contrário, mostra que não está convicto de seus propósitos e não está preparado para aceitar a proposta de outra empresa. Há um elo de confiança que pode ser quebrado com a empresa atual se ficar e prejudicar sua imagem com o mercado.
- O candidato tem todo o direito de negociar durante a participação de um processo seletivo. Mas isso tem de ser feito às claras com o recrutador. Deve ser dito qual é seu salário atual, benefícios e dizer qual o percentual que espera lá na frente.

Mulheres empreendedoras abririam mão do próprio relacionamento em função da carreira, revela SPC Brasil

25 de fevereiro de 2014 0

Estudo inédito realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais mostra a determinação de boa parte das mulheres empreendedoras de abrir mão do relacionamento afetivo caso ele se torne uma barreira ao seu sucesso profissional.

Mais de um terço (36%) das empresárias casadas admitiram à pesquisa que abririam mão do relacionamento conjugal caso o marido ou companheiro dissesse: “ou eu ou o trabalho”. Outras 40% das entrevistadas afirmaram que precisariam pensar mais a respeito antes de tomar uma decisão – não descartando a possibilidade de romper com o relacionamento– e somente 25% das mulheres afirmaram que com certeza abririam mão do trabalho.

Acúmulo de responsabilidades

Entre as casadas ou que vivem em união estável, 70% disseram ter participação total ou parcial no pagamento das contas da casa, sendo que dessas, 14% se responsabilizam sozinhas pelo pagamento das despesas e 56% dividem os custos com o marido. Mesmo atuando fora de casa com o negócio próprio, as mulheres empreendedoras não abandonaram as atividades domésticas. O levantamento indica que em 47% dos casos elas são as únicas responsáveis pelas tarefas do lar, como cuidar dos filhos, lavar, passar e cozinhar. O percentual é maior entre as empreendedoras cujo negócio é informal (58%).

Além de acumularem funções da carreira com as atividades domésticas, quase a metade (49%) das empreendedoras dedica mais tempo à profissão do que um trabalhador assalariado formal, ou seja, trabalham mais de oito horas por dia. Some-se a isso o fato de que quatro em cada dez (37%) não tiram férias.

Sem culpa

Assumindo grandes responsabilidades dentro do ambiente familiar, mais da metade (55%) das empreendedoras disse que não foi necessário abrir mão de nada para se tornarem empresárias e que, portanto, conseguem equilibrar o tempo entre a vida familiar e a profissional. 33% confessaram terem renunciado aos próprios momentos de lazer e 21% tiveram de abrir mão do tempo que dedicavam à família.Um indicativo de que elas estão bem resolvidas quanto à conciliação de tarefas é que 78% das entrevistadas afirmaram que não se sentem culpadas pela divisão do tempo entre a atividade profissional e a familiar.

Indagadas se conseguem flexibilizar seu horário de trabalho para realizar atividades pessoais, como ir ao médico, levar os filhos para a escola ou freqüentar academia, 83% das entrevistadas alegaram que sim.
_ A ausência de culpa pelas decisões tomadas é explicada pelo fato de que as empreendedoras são multitarefas e conseguem desempenhar várias funções com o mesmo empenho _ explica a economista do SPC, Luiza Rodrigues.

Perfil otimista

De acordo com as empreendedoras entrevistadas, fatores como persistência (40%), confiança (20%), ousadia (16%) e talento (14%) foram os que mais contribuíram para as suas conquistas profissionais como empresárias. Além disso, características como organização (67%), flexibilidade (43%) e calma (42%) são consideradas as mais marcantes de suas personalidades. Para os especialistas do SPC Brasil, as empreendedoras são, geralmente, mais detalhistas e sensitivas, características que aliadas à determinação e iniciativa, podem contribuir para uma melhor gestão do negócio. Nesse sentido, o levantamento identificou que quatro em cada dez (43%) empreendedoras admitiram que costumam usar a intuição para tomar decisões importantes no negócio.

Um exemplo dessa sensibilidade aguçada é que mais de um terço das mulheres (35%) escolherem o ramo de atividade da empresa que abriram baseando-se apenas na percepção de que possuem aptidão para o negócio. O percentual é maior entre as mulheres que atuam no segmento de serviços (41%) e são informais (53%).

Embora historicamente as mulheres registrem em média mais anos de estudo em relação aos homens, a pesquisa mostrou que somente um quarto (25%) das empreendedoras aprendeu as habilidades necessárias no seu negócio fazendo cursos. A maior parte (36%) afirmou ter desenvolvido as habilidades na prática, ou seja, sozinhas. O percentual é maior entre as que atuam no segmento do comércio (41%).

O levantamento também identificou que as mulheres estão otimistas em relação ao futuro dos seus empreendimentos. Dentre as entrevistas, 95% acreditam que conquistarão mais clientes pelos próximos dois anos e pelo menos 70% demonstram interesse em investir na melhoria da infraestrutura do atual negócio.

 

Saiba quais são as empresas que mais respeitam o consumidor no Brasil

17 de dezembro de 2013 0

Estudo conduzido pela Shopper Experience em parceria com a revista Consumidor Moderno, “As empresas que mais respeitam o consumidor no Brasil”, revela que 19% dos consumidores associam respeito ao cliente à qualidade do produto. Nas 10 edições anteriores, o principal atributo valorizado pelo brasileiro era a qualidade do serviço. O estudo apurou, ainda, que para 17% dos entrevistados um preço atrativo também é essencial para tornar tangível o respeito pela companhia. Na terceira colocação, com 9% cada, estão características como oferecer serviços de qualidade, além de possuir funcionários e mecanismos de atendimento ao cliente com excelência.

O ranking geral da pesquisa foi realizado com 1.682 consumidores de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília e Goiânia. Na ordem, as empresas que, na percepção dos consumidores, mais os respeitam são :

1. Nestlé
2. Ambev;
3. Bombril;
4. O Boticário;
5. Electrolux;
6. Samsung;
7. Apple;
8. Novartis;
9. Arezzo;
10. Adidas;
11.Tigre;
12. Queiroz Galvão;
13. Volkswagen;
14. Volvo;
15. Magazine Luiza;
16. Zaffari;
17. Walmart;
18. Marisa;
19. Farmácia Pague Menos;
20. China In Box;
21. TendTudo;
22. Netshoes;
23. TAM;
24. Sky;
25. UOL;
26. GVT;
27. Vivo;
28. Record;
29. O Estado de S. Paulo;
30. Abril;
31. Caixa;
32. MasterCard;
33. Porto Seguro;
34. Caixa Seguros;
35. AES Eletropaulo;
36. Liquigás;
37. Comgás;
38. Ipiranga;
39. VR;
40. Correios.

Metade dos empreendedores de serviços no Brasil abriu o negócio sem ter nenhuma experiência

04 de dezembro de 2013 0

Movidos principalmente pelo sentimento de que possuem aptidão para o negócio, quase a metade (48%) dos empreendedores iniciou a vida profissional no segmento de serviços sem ter tido qualquer experiência prévia no setor. Outros 29% já haviam trabalhado em alguma empresa do segmento e 20% começaram o negócio por influência familiar. Os dados são de um estudo inédito realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que traça o perfil do empreendedor do setor de prestação de serviços, identificando práticas de gestão, dificuldades e perspectivas de investimento.

Na avaliação de Roque Pellizzaro Junior, presidente da CNDL, o resultado revelado pelo estudo “demonstra a determinação e o destemor de quem entra na área sem medo de encarar o desconhecido, tanto que 79% desses empreendedores não contaram com o apoio de linhas de financiamento para o capital de giro e acabaram utilizando dinheiro do próprio bolso para abrir a empresa”.

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A pesquisa mostrou também que ter experiência de mercado é um diferencial. Seis em cada dez (60%) prestadores de serviços entrevistados se consideram profissionais plenamente capacitados para exercer a função e dentre eles, 40% atribuem à experiência de mercado como a principal razão. Entre os entrevistados, 72% estudaram no máximo até o Ensino Médio. Vale destacar que apesar de boa parte dos entrevistados terem empreendido sem qualquer experiência anterior, 76% deles já possuem pelo menos mais de três anos de expertise no segmento.

Atributos

Os atributos que os empreendedores consideram essenciais para o sucesso profissional são autoconfiança, em primeiro lugar com 64%, paixão com 21% e ousadia com 14%. Um exemplo que reforça a autoconfiança por parte desses empreendedores é o de que 92% deles se consideram empresários de sucesso e a maior parte (56%) relaciona o sucesso à recompensa financeira e ao fato de trabalhar com o que gosta.

Uma das razões que explica o otimismo é que o empresário do setor de serviços tem uma renda média bruta maior do que o restante da população brasileira.

_ Com uma média salarial bastante acima dos demais brasileiros, talvez seja compreensível a alegação de que 43% dos empreendedores entrevistados não mudariam de emprego caso surgisse uma oportunidade em alguma área diferente da atual, conforme aponta a pesquisa _ afirma o gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges.

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O significado de ter um negócio

Quando indagados sobre qual expressão melhor define o fato de terem um empreendimento próprio, 38% responderam que significa ter liberdade e autonomia para fazer as coisas do seu próprio jeito, ao passo que para 24% dos entrevistados, ele é sinônimo de assumir responsabilidades.

E se tratando de compromissos, é grande a parcela dos empreendedores que não conseguem encontrar tempo para descansar. De acordo com a pesquisa, em alguns casos, a jornada de trabalho média diária de um empreendedor de serviços supera a de um trabalhador comum contratado em regime CLT. Dentre o universo de entrevistados, 56% afirmam que trabalham até nove horas por dia e 44% avaliam que trabalham mais de 10 horas – percentual que sobe para 49% entre os formais e cai para 35% entre os informais.

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Dificuldades

Para 33% dos entrevistados, a maior dificuldade para gerir o negócio é alta carga tributária. O problema é maior ainda para os formalizados (40%) do que para os informais (21%). Na avaliação de Flávio Borges, “apesar de o momento econômico vivido pelo Brasil proporcionar facilidades aos empreendedores, fomentando a criação de novas empresas, principalmente a partir da criação do MEI, o Microempreendedor Individual, a burocracia ainda impõe limites para o desenvolvimento do empresário, de modo geral”.

Prazo para empresas renegociarem dívidas é estendido

04 de dezembro de 2013 0

O novo prazo para renegociação das dívidas das empresas é até 31 de dezembro de 2013, Especialistas alertam para que as empresas estejam atentas não somente ao prazo, mas principalmente aos requisitos da medida.

_ São os tributos federais vencidos até 30 de novembro de 2008 que poderão ser renegociados com redução de multa e juros _ lembra Cristiano Diehl Xavier, do escritório Xavier Advogados. Além disso, muitas empresas não estão conseguindo participar por falta de atenção aos documentos solicitados.

_ O gestor preocupa-se em não passar do prazo determinado, mas esquece, por exemplo, de requerer o parcelamento pela internet _ alerta. Essa requisição deve ser feita nos sites da Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, com utilização de Código de Acesso ou Certificado Digital.

As empresas que se enquadrarem na medida, podem renegociar o pagamento em até 180 meses. Segundo a legislação, os valores de cada parcela não podem ser inferiores a R$ 50,00 para pessoa física; R$ 100,00 para pessoa jurídica, R$ 2 mil para parcelamento de débitos de IPI e 85% do valor da prestação dos parcelamentos anteriores.

Período das férias escolares traz oportunidades para quem procura estágio

11 de novembro de 2013 0

Entre dezembro e fevereiro, as empresas costumam sofrer com a saída de estagiários, em geral motivados pelas férias de verão. Por isso, o período tornou-se uma das melhores épocas para os estudantes que procuram uma chance no mercado de trabalho.

_ Muitos estagiários acabam saindo dos estágios para aproveitar as férias na praia e as empresas acabam tendo dificuldades de preencher as vagas em aberto _ comenta o diretor da Associação de Desenvolvimento Econômico, Social e Cultural (Adesc Brasil), Júlio Neto.

Outro fator que favorece a obtenção de estágios durante o verão é que, nesta época, muitos alunos encerram seus contratos de estágio devido ao tempo na empresa. Além disso, muitas vagas abrem em razão da conclusão dos cursos no final do ano letivo.

Clima agradável é o que mais retém profissionais nas empresas

07 de novembro de 2013 0

Uma pesquisa feita com 230 empresas brasileiras pela Curriculum, prestadora de serviços de recrutamento e seleção online na América Latina, mostra que a maior preocupação das companhias é oferecer um clima agradável no ambiente de trabalho, segundo a resposta de 42% das organizações entrevistadas.

Participação nos lucros (29%), benefícios especiais (28%), possibilidade de desenvolvimento constante (26%), flexibilidade no horário de trabalho (25%) e bônus (24%) são outros fatores que as empresas acreditam fazer a diferença para um colaborador decidir permanecer na companhia.

Quando questionadas sobre quais medidas são mais efetivas, independentemente de estarem adotando ou não, 69% (a maioria) também apontou o clima agradável no ambiente corporativo.

Do outro lado, possibilidade de transferência para outro país (2%), viagens internacionais (2,5%), 14º salário (4,5%) e carro (6%) foram as opções menos votadas e, consequentemente, as menos praticadas pelas empresas.

Fapergs anuncia edital para investir R$ 25 milhões em micro e pequenas empresas

31 de outubro de 2013 0

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (Fapergs) e a Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT) anunciam nesta quinta-feira o programa Tecnova, que vai investir R$ 25 milhões em micro e pequenas empresas do Estado. Do total, R$ 15 milhões serão aportados pela Finep, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e R$ 10 milhões provêm de acordos entre o governo e parceiros locais.
A ação permitirá a contratação de até 75 pesquisas nas cadeias de tecnologia da informação; comunicação; petróleo e gás; energias alternativas; saúde avançada e medicamentos; calçados e artefatos; indústria moveleira; e nos setores metalmecânico-automotivo e agroindustrial. Os recursos variam entre R$ 200 mil e R$ 667 mil por projeto.
As inscrições vão até o dia 16 de dezembro no site www.tecnova.rs.gov.br

Maior embalagem de pet food do mundo tem mais de três metros de altura

30 de outubro de 2013 0

Mais de cem empresas de toda a América Latina estão reunidas no Simpósio Latino-Americano de Palatabilidade, no interior de São Paulo, para depositar alimento no maior saco de ração do mundo, auditado pelo Guinness World Records no local. Com dimensões de 3 metros de altura, por 1,8 m de largura e 50 cm de profundidade, o recipiente estabeleceu o recorde com 563,2 kg. O projeto é desenvolvido com apoio da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e da Incoplast, empresa catarinense do ramo de embalagens. Em 2012, o setor pet faturou R$ 14,2 bilhões.

Apesar dos bons resultados, a apuração da entidade setorial aponta para um potencial de comercialização de pet food inexplorado no mercado. O consumo médio diário de alimento para cães e gatos é de 4,4 milhões de toneladas, e o abastecimento industrial é de 2,3 milhões. Isso deixa uma lacuna de fabricação da ordem de 2 milhões de toneladas, conforme dados da Abinpet.

_ Os números apontam para um grande parque industrial subutilizado no país. São necessários investimentos para que esse segmento se desenvolva mais _ afirma o presidente-executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França.

Os Estados Unidos lideram o mercado mundial (30%), seguidos em segundo lugar por Brasil e Japão (8%), Reino Unido (7%), França (6%) e Alemanha (6%).

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Uma nova empresa surge a cada cinco minutos no Brasil

16 de outubro de 2013 0

A cada cinco minutos uma empresa é aberta no Brasil. Hoje, o país já tem mais de 16 milhões de estabelecimentos. Do total, 1,2 milhão estão no Rio Grande do Sul, conforme o novo site Empresômetro – Perfil Empresarial Brasileiro (www.empresometro.com.br ), criado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação.
O Empresômetro contabiliza em tempo real o número de novas empresas e apresenta estatísticas atualizadas por setor, atividade, tipo jurídico, Estado, cidade, matrizes e filiais. Do total, 45,19% das empresas é do setor de serviços, 41,79% do comércio, 7,17% são indústrias e 4,24% são do agronegócio. A média de idade das empresas brasileiras é de 8,8 anos.
Nas regiões Sudeste e Sul, estão mais de 68% de todas as empresas brasileiras e, no comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, se encontra o maior número de companhias, com mais de 1 milhão de estabelecimentos. No ano passado, o faturamento das empresas nacionais foi de R$ 7,2 trilhões.