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Posts com a tag "Mercado"

Participação de genéricos no mercado do Rio Grande do Sul é maior que a média nacional

20 de maio de 2014 0

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Os medicamentos genéricos, que completam 15 anos no Brasil em  2014, já alcançaram 27,5% de participação de mercado e já  representam 85% dos produtos dispensados pelo Programa Farmácia  Popular. Um estudo da Associação Brasileira das Indústrias de  Medicamentos Genéricos, a PróGenéricos, avaliou a participação de  mercado destes medicamentos por regiões e Estados.

Na Região Sul, a participação destes medicamentos no mercado fica um  pouco abaixo da média nacional, com 28,09%. Dos três Estados da  região, apenas no Rio Grande do Sul os genéricos registram  participação de mercado acima da média nacional: 33,66%. No Paraná e Santa Catarina, as participações de mercado ficaram em 25,61% e 25%

As regiões Norte e Centro Oeste são as que apresentam a menor presença do medicamento no País: 18,48% e 23,31%, respectivamente. Na região Nordeste a presença do genérico é de 24,08%. A região Sudeste é a única com presença acima da média: 29,72%.

Para a PróGenéricos, a baixa participação de mercado dos genéricos em algumas região significa um cenário bastante adverso, do ponto de vista da saúde pública.

- Esses números mostram que precisamos continuar lutando para aumentar o acesso dos genéricos às populações menos assistidas. Os genéricos hoje já cumprem um papel fundamental para o país, mas precisamos avançar ainda mais – explica Telma Salles, presidente da PróGenéricos.

 

Sobre a ProGenéricos

Fundada em janeiro de 2001, a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos) é uma entidade que congrega os principais laboratórios que atuam na produção e comercialização medicamentos genéricos no país. Juntas, as associadas da PróGenéricos concentram aproximadamente 90% das vendas do segmento de genéricos no país.

Mercado brasileiro de orgânicos deve crescer 35% neste ano

08 de maio de 2014 0

Com uma perspectiva de faturar R$ 2 bilhões neste ano, os produtos orgânicos estão cada vez mais inseridos não só na casa dos brasileiros, mas também nos indicadores econômicos do país.
O Projeto Organics Brasil, criado pelo Instituto de Promoção do Desenvolvimento, confirma para 2014 um crescimento acima do registrado no ano passado. As estimativas indicam que o mercado de produtos orgânicos deve crescer em torno de 35% neste ano – ante os 22% de 2013 _ e chegar a R$ 2 bilhões.
Segundo Ming Liu, coordenador-executivo de Projetos do IPD, “o mercado de produtos saudáveis vem crescendo a cada dia, tanto no exterior como no Brasil, e os orgânicos têm grande destaque nesse nicho. No Brasil, o crescimento tem apresentado índices de 30% a 40% ao ano, e a evolução deste mercado poderá ser observada nas tendências e novos produtos da Bio Brazil Fair | Biofach America Latina, mostra que se realizará em São Paulo em junho.
No ano passado, o segmento de orgânicos registrou faturamento mundial de US$ 64 bilhões. A principal parcela deste montante corresponde aos Estados Unidos, que faturaram US$ 35 bilhões no período, seguido pela Alemanha, com US$ 7 bilhões, e Canadá, US$ 4,4 bilhões.

Mercado de pet nacional deve crescer 5% este ano

28 de fevereiro de 2014 0

Quarto colocado no ranking de população pet, a perspectiva de crescimento do mercado no Brasil este ano é de 5%. A estimativa é do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), José Edson Galvão de França.

_ Tomando por base a população brasileira, de 199 milhões de habitantes em 2012, segundo o IBGE, podemos dizer que existe praticamente um animal de estimação para cada dois brasileiros. Mas como o crescimento dos pets é constante, e nossa população cresce mais vagarosamente, essa relação pet/ser humano deve se tornar maior _ prevê.

O Brasil é também o segundo colocado mundial no mercado pet, atrás somente dos Estados Unidos. Em 2012, as indústrias brasileiras de Pet Food, Pet Care, Pet Vet e Pet Serv atingiram os R$ 14,2 bilhões em faturamento, crescimento de 16,4% sobre o ano anterior.

Para todas as rendas

De acordo com a Abinpet, rações de linhas standard para cães podem ocupar 4,7% e 11,1% do orçamento familiar das classes C e D, respectivamente. Quando os números analisados são referentes a rações para gatos, a porcentagens são de 1,8% e 4,1%.

Ainda de acordo com a entidade, os gastos mensais com cães podem ir de R$ 133 (raças pequenas) até R$ 314 (raças grandes), sendo que a ração é o produto que demanda mais gastos (de R$ 41,91 a R$ 176,22), com produtos standard.

Para quem tem gatos, o valor total mensal fica em até R$ 84,19, com produtos standard. Produtos de linhas premium podem chegar a custar R$ 859,98 para cães de raças grandes e R$ 278,12 para gatos. Com isso, a diferença entre gastos standard e premium pode chegar a R$ 545,63. Peixes ainda são os animais que exigem menos gastos mensais, somando em média apenas R$ 18.

 

 

Porto Alegre sedia evento sobre marketing digital e mercado imobiliário

05 de fevereiro de 2014 2

Como as pessoas se comportam na hora de comprar imóveis online? Melhorar a exposição das marcas imobiliárias na web e impulsionar o processo de venda através de ferramentas digitais são dois processos que o CEO da Fabulosa Ideia, Rafael Terra, vai abordar no workshop “O Mercado Imobiliário e o Marketing Digital”. O evento acontece no dia 18 de fevereiro, terça-feira, às 19h30, no Amcham (Av. Dom Pedro II 861, 8º andar), em Porto Alegre. Inscrições em www.bit.ly/marketingimobiliario.

Alguns tópicos do workshop: sites otimizados para a venda de imóveis; mobile marketing; e-mail marketing; inovações tecnológicas para o segmento imobiliário; como posicionar a sua marca com diferencial nas redes sociais; mensure vendas a partir de ferramentas digitais; casamento de ações online x offline; aplicativos para ajudar no encontro e venda de imóveis; cases nacionais e internacionais de imobiliárias e construtoras.

Rafael Terra é CEO da Fabulosa Ideia, empresa especializada em ações de marketing em redes sociais, assessoria de comunicação 2.0, produção e design de conteúdo. Jornalista com especialização em Marketing Digital (ESPM Sul) é professor das instituições ESPM, Senac, IERGS, Unijui, Escola do Marketing Digital e Unicruz.

Vendas de medicamentos genéricos movimentam R$ 13,6 bilhões

23 de janeiro de 2014 0

O mercado de medicamentos genéricos registrou, em 2013, crescimento de 15,8% no volume de unidades vendidas em comparação a 2012.Foram comercializadas 786,9 milhões de unidades frente às 679,6 milhões registradas no ano anterior. De acordo com Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), a evolução ficou dentro do esperado pela entidade, que previa crescimento anual entre 15% e 20%.

Em valores, as vendas do segmento movimentaram R$13,6 bilhões no ano passado, montante 22% superior aos R$ 11,1 bilhões aferidos em 2012. O valor, auditado pelo IMS Healt, não considera os descontos de mais de 50% oferecidos pela indústria ao varejo e se baseia nos registros de preços feitos pelos laboratórios na Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

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 Para Telma Salles, presidente da PróGenéricos, os resultados mostram  que os genéricos seguem atraindo os consumidores brasileiros.

 _ Eficazes, seguros e indiscutivelmente mais baratos que os remédios de  referência, os genéricos estão entre os produtos mais prescritos pelos  médicos e também são os substitutos mais adequados para os produtos  de referência indicados nas receitas _ explica a executiva.

Desde que os genéricos surgiram no mercado brasileiro, em 2001, as  vendas da indústria farmacêutica brasileira cresceram 84% em volume  (2,8 bilhões em unidades frente 1,2 bilhão em 2001).

_ Os genéricos promoveram forte competição entre as indústrias do setor e permitiram também a disponibilidade de novos produtos. Qualquer mudança nessa política deve ser pensada com cuidado _ conclui Telma.

 

Sobre a ProGenéricos

Fundada em janeiro de 2001, a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos) é uma entidade que agrega os principais laboratórios que atuam na produção e comercialização medicamentos genéricos no país. As associadas da PróGenéricos concentram aproximadamente 90% das vendas do segmento no país.

Mercado pet deve fechar 2013 com faturamento de R$14,39 bilhões

19 de dezembro de 2013 0

No Brasil, os pet shops, lojas agrícolas e aviculturas são responsáveis por 65,3% da venda de produtos e serviços para os animais de estimação. O Estudo Pet Brasil, da GS&MD – Gouvêa de Souza, estima que este mercado feche o ano de 2013 com um faturamento de R$ 14,39 bilhões. Dentro de uma expectativa conservadora, a consultoria prevê para 2014 R$ 15,3 bilhões e em 2015, R$ 16,2 bilhões, isso sem considerar a venda de filhotes. Neste ano, comparando o crescimento real, enquanto o varejo cresceu 4%, o mercado pet apresentou 7,5% de elevação.

Em 2012, a receita total do varejo pet correspondeu a 0,3% do PIB, contando com a venda de filhotes. No mesmo ano, a venda de produtos e serviços para cães e gatos somou R$ 14,44 bilhões, sendo R$ 13,40 bilhões somente referente aos serviços. O estudo apontou a participação de 49,3% de pet food, 14,5% de serviços veterinários, 13,1% de medicamentos veterinários, 9,1% de serviços de higiene e embelezamento, 5,2% de produtos de higiene e embelezamento, 4% snacks, 3,9% acessórios e 0,9% outros serviços.

O Estudo Pet Brasil ainda mostra o mercado Pet 2012 por canais. Pet shop com serviços veterinários representou 34,6%, super/hiper 17,2%, pet shop sem serviços veterinários 15,4%, lojas de produtos agrícolas e aviculturas 13,5%, hospitais e clínicas veterinárias 12,7%, megalojas pet 4,2%, outros 2% e e-commerce 0,4%.

A pesquisa ouviu mais de 2,7 mil pessoas em diversas cidades brasileiras, dentre elas 60% mulheres e 40% homens.

País deve encerrar o ano com 495 shoppings, segundo estimativas da Abrasce

10 de dezembro de 2013 0

O setor de shoppings segue em ritmo de expansão, embora algumas notícias sobre o cenário econômico do Brasil tenham afetado diversas áreas. A previsão é que 41 empreendimentos sejam inaugurados em 2014, de acordo com estimativas da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Em 2013, 32 novos complexos entraram em operação, e mais cinco devem abrir as portas até o final do ano, totalizando 495 shoppings. Somente em 2012, o setor alcançou faturamento de R$ 119,5 bilhões.

O sócio e diretor de operações da 5R Shopping Centers, que já lançou nove empreendimentos e pretende inaugurar mais três, está com boas projeções para o segmento:

_ Continuamos investindo neste mercado, que deve crescer cerca de 10% nos próximos anos.

Consumidores vão poder trocar pontos por cervejas

14 de novembro de 2013 0

A Multiplus acaba de firmar parceria com a Beer & Bier, empresa especializada em cervejas especiais. O acordo permite que os participantes troquem seus pontos por planos que oferecem cervejas nacionais e internacionais, entre outros produtos.

Para resgatar os pontos, é necessário acessar a loja online da Beer & Bier, localizada no site da Multiplus, selecionar a periodicidade e o tipo de plano. A Beer & Bier oferece opções exclusivas da bebida selecionadas por sommeliers e especialistas do mercado cervejeiro.

PGQP comemora o Dia Mundial da Qualidade nesta quinta-feira

14 de novembro de 2013 0

Reconhecido por posicionar o Rio Grande do Sul no cenário global da qualidade, o Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) comemora o Dia Mundial da Qualidade nesta quinta-feira.

De acordo com uma pesquisa inédita realizada pela American Society for Quality (ASQ) com organizações de 22 países, 23% das empresas brasileiras não utilizam nenhuma ferramenta de qualidade. Apesar de ser um número considerado baixo, os desafios do setor estão longe de terminar.

O coordenador-executivo do PGQP, Luiz Ildebrando Pierry, defende que a qualidade deve acompanhar a evolução da sociedade e responder ao novo cenário, como a questão da sustentabilidade e das novas tecnologias.

_ Além, claro, de inserir quem ainda não foi sensibilizado e não adota metodologias de gerenciamento pela qualidade _ finaliza.

Mundialmente, o PGQP representa o Brasil na ASQ e na Rede Mundial da Qualidade, formada por 14 países das Américas, Europa e Ásia. Há um ano, o PGQP e a ASQ formaram a QUALI – joint venture firmada pelas entidades –, que promove uma série de cursos preparatórios para certificação de profissionais.

Seguro escolar cresce no ensino superior, mas ainda pode ser explorado

13 de novembro de 2013 0

Ainda novo no mercado, o seguro educacional cresce de forma rápida diante da procura cada vez maior dos estudantes. A principal razão é o baixo custo versus o benefício, já que o seguro pode quitar as mensalidades escolares se o responsável pelo pagamento ficar desempregado, impossibilitado temporariamente de desempenhar suas funções por causa de um acidente ou doença, inválido ou morrer, até o final do atual ciclo ou até o aluno concluir seus estudos.

_ Para quem contrata, o seguro funciona como uma bolsa, uma vez que garante a continuidade dos estudos nas situações de impossibilidade de pagamento das mensalidades. Para a instituição que o oferta, o seguro é uma maneira de reter o aluno, e funciona como uma alternativa à redução da inadimplência, uma vez que o desemprego é o principal motivo da evasão _ explica Sergio Wagner Barbosa, diretor de Seguros de Pessoas do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Colégios e universidades, em convênio com seguradoras, podem oferecer planos coletivos que, por esse motivo, custam mais barato. O seguro custa em média 1% a 3% da mensalidade escolar e podem ser incluídas diversas coberturas adicionais.

Um mercado a ser explorado

Considerando o número de instituições privadas de ensino no país é possível medir o tamanho do campo a ser explorado pelo setor de seguros. Estima-se que cerca de apenas 5% das instituições de ensino privadas ofereçam este benefício a seus alunos. O potencial compreende mais de 7 milhões de alunos matriculados no ensino fundamental e médio.