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Posts com a tag "pesquisa"

Brasileiros aprovam carros que dispensam motorista

20 de maio de 2013 0

O uso da tecnologia desde o processo de escolha e compra à manutenção e à direção do veículo é cada vez maior entre os consumidores interessados em adquirir carros, mostra pesquisa da Cisco feita com mais de 1,5 mil pessoas de 10 países, inclusive o Brasil. Os resultados mostram que aproximadamente a metade (47%) dos consumidores globais valoriza a reputação da marca na adoção da tecnologia ao comprar um veículo.

Estudo mostrou também o impacto do preço do combustível na experiência do cliente: 52% dos consumidores querem monitorar o preço do combustível a partir de um veículo. Esta foi a prioridade máxima, comparada a 46% dos consumidores que querem monitorar preços de seguro, 35% que gostariam de monitorar disponibilidade de assistência automotiva em estradas e 32% querendo monitorar informações de recall.

Outro dado curioso se refere aos veículos não pilotados. Mais da metade dos consumidores globais (57%) afirmou que provavelmente andariam em um carro totalmente controlado por tecnologia que dispensa um motorista humano. No Brasil, o índice chega a a 96%.

700 restaurantes abrem para comemorações do Dia das Mães

10 de maio de 2013 0

O Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (Sindpoa) fez uma pesquisa por amostragem sobre o movimento dos restaurantes da capital no Dia das Mães.

A estimativa da entidade é de que haverá um acréscimo de 38% na oferta de estabelecimentos abertos por conta da data, considerada uma das mais importantes para o setor. Com base no número de casas cadastradas no seu banco de dados, cerca de 700 estabelecimentos estarão à disposição dos consumidores neste dia em Porto Alegre.

Internet brasileira atinge a marca de 102 milhões de internautas, segundo Navegg

07 de maio de 2013 0

No mês de abril, a internet brasileira atingiu a marca de 102 milhões de internautas, segundo dados da Navegg, empresa de dados de audiência online da América Latina. Presente nos maiores portais do Brasil e em mais de 8 mil sites, a tecnologia da Navegg analisa todos os visitantes destes sites sem a utilização de técnicas de amostragem, o que torna a medição mais precisa. Foi a primeira vez em que a Navegg contabilizou mais de 100 milhões de usuários únicos no Brasil, num período de um mês.

Sobre o perfil dos internautas, a pesquisa mostra que os homens representam 56% e que a audiência é relativamente jovem, com 28% dos usuários com idades entre 18 e 24 anos e 42% entre 25-34. Relativamente a poder aquisitivo, destaca-se a classe C com 55% dos internautas.

Segundo dados da IAB Brasil, a internet em 2012 foi o terceiro meio mais consumido no Brasil, ficando atrás apenas de TV e rádio. Além disso, no último ano, o mercado publicitário digital cresceu 32% e se consolidou como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, ultrapassando jornais e ficando atrás apenas da TV.

— Os números comprovam como a internet no Brasil está atingindo um número crescente de usuários – cada vez mais conectados e passando mais tempo online. Estamos felizes em verificar a penetração da internet através da nossa tecnologia e constatar o fortalecimento do meio online — afirma o diretor comercial da Navegg, Adriano Brandão.

Pesquisa mostra quais são as marcas mais amadas no país

02 de maio de 2013 0

Um estudo inédito, chamado de "Marcas mais Amadas do Brasil", avaliou o conjunto de experiências que o consumidor tem com uma marca – desde ligar para o call center e ser bem atendido até se encantar com a vitrine da loja -, que são determinantes para que uma marca vire objeto de amor. Pelo estudo, nos cinco primeiros lugares das marcas mais amadas se destacam Havaianas, MAC, O Boticário, Nestlé e Rolex.

O levantamento foi realizado em março pela agência de conhecimento aplicado Officina Sophia, a pedido da revista Consumidor Moderno e teve como base 1.475 entrevistas distribuídas entre as principais regiões do Brasil, com homens e mulheres entre 18 a 59 anos.

— Uma das conclusões do estudo é que o consumidor valoriza atualmente o potencial de experiência cultural que uma marca pode proporcionar. Isso quer dizer que ele pode amar uma marca mesmo sem consumir seus produtos. É o caso da Rolex: o consumidor vivencia sonhos e fantasias com a marca, ele aspira o significado que usar um relógio desses pode ter na sociedade. São essas fantasias e aspirações que justificam o fato de muitas marcas bastante consumidas não figurarem entre as mais amadas — comenta Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e varejo.

Para Paulo Secches, presidente da Officina Sophia e responsável pelo estudo, diferentemente do que ocorre com humanos, na relação com as marcas há pouco romance.

— É uma lógica diferente, estamos falando de um amor utilitário, por interesse. Se a marca não oferecer produto ou serviço de qualidade, o amor deixa de existir.

Sem transparência, empresas perdem jovens talentos

02 de abril de 2013 0

Uma pesquisa realizada com cerca de 1 mil jovens entre 18 e 25 anos mostrou que os gestores devem ficar bem atentos às informações que pretendem repassar aos estagiários no momento da contratação. Conforme o estudo realizado pela Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel, dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees, 68% dos estagiários estão dispostos a trocar de emprego se não houver clareza nas atividades que eles devem realizar na empresa.

De acordo com o mapeamento, a transparência e clareza nas informações são itens fundamentais para a permanência de um estagiário numa organização. Do total de respondentes, 65% deles continuariam no estágio, mas buscariam outras oportunidades se a empresa não fosse coerente em relação às informações passadas inicialmente. Há 3% afirmando que desistiriam da oportunidade logo de cara. Para outros 32%, não haveria desistência por se tratar de um período de aprendizado.

— Essa geração que está entrando no mercado de trabalho preza muito pela realização pessoal. Eles não buscam apenas um trabalho, e sim algo que traga a eles um sentido maior, de realização. Quando percebem que a empresa não foi transparente na hora da contratação, e que as atividades que vão desenvolver não estão de acordo com os objetivos que queriam atingir com o estágio, eles desistem e partem à procura de outro — afirma Manoela Costa, gerente da consultoria Page Talent.

A consultora faz algumas recomendações aos estagiários que foram contratados para exercer uma atividade e estão realizando outras funções:

– Tente se envolver em atividades importantes mostrando, com fatos, por quê acredita estar preparado para tal;
– Pense no impacto de suas ações antes de tomar qualquer atitude; Busque, no seu dia-a-dia de trabalho, aspectos que podem trazê-lo a um local mais próximo de seu objetivo, e saiba traduzir suas atividades de acordo com o que pretendia atingir no início do estágio;
– Converse com seu chefe e procure entender o que pode fazer para se aproximar do seu objetivo e para conseguir crescer;
– Esteja disponível e tente ver as oportunidades disponíveis em tudo o que executar.

Região Sul é a segunda que mais exporta, revela pesquisa

26 de março de 2013 0

Um estudo realizado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), feita com 3.623 empresários de todo o país para traçar o perfil do empreendedor brasileiro, mostrou que 6% das empresas da região Sul exportam seus produtos. O índice é inferior apenas ao do Sudeste, com 7% de exportações.

A pesquisa também mostrou que a região é a segunda com mais empresas que não contratam profissionais informais (46%), atrás apenas do Norte (53%).

O levantamento apurou também em quais setores da economia essas empresas atuam. Os dados mostraram que 24% das empresas do Sul são da indústria, região com mais empresas deste setor na comparação com outros estados. Os setores de Comércio e Serviços encabeçam o ranking com 50% das empresas do Sul nestes segmentos.

Outro aspecto analisado foi com relação às mídias sociais: a pesquisa revelou que 99% das empresas da região Sul utilizam a rede social Facebook para alavancar seus negócios e manter relacionamento com o cliente, 41% utilizam o Twitter e 24% o Linkedin (nesta pergunta os respondentes poderiam escolher mais que uma alternativa).

Quanto às dificuldades enfrentadas durante a trajetória empresarial, 63% apontaram dificuldade para encontrar funcionários qualificados, seguida de carga tributária (58%) e falta de capital de giro (42%). Dificuldade em lidar com sócios e falta de experiência no mercado de atuação foram questões menos citadas pelos respondentes.

Smartphone é o eletrônico mais desejado pelos jovens da periferia, aponta pesquisa

19 de março de 2013 0

Uma pesquisa realizada entre setembro e dezembro de 2012 avaliou o comportamento e os sonhos de consumo de equipamentos eletrônicos dos jovens (15 a 24 anos) moradores de bairros da periferia urbana da Grande São Paulo. Durante quatro meses, foram levantadas informações qualitativas por meio de entrevistas individuais e grupos focais que indicaram que a aquisição de equipamentos eletrônicos é uma das grandes prioridades dos jovens da periferia, junto com formação universitária e busca de uma carreira profissional.

— Estes resultados foram coerentes com outros estudos realizados anteriormente, pois mostraram que os jovens moradores da periferia desejam ter profissões que gerem recursos para adquirir produtos e serviços relevantes para as suas vidas. Em outras palavras, os jovens da periferia desejam participar da sociedade do consumo tanto como trabalhadores quanto como consumidores — afirma Andrea Costtanzi, diretora da empresa Di Capire, especializada em pesquisa de mercado, que realizou este trabalho.

De acordo com o estudo, se pudessem, os jovens teriam todos os aparelhos eletrônicos possíveis, mas como os recursos são limitados eles acabam priorizando a aquisição de acordo com o seu estilo de vida. No entanto, os smartphones são a prioridade de aquisição da maioria dos jovens da periferia hoje.

Segundo os jovens ouvidos pela Di Capire, essa preferência ocorre por um motivo prático: os smartphones têm “tudo em um”, ou seja, são telefones que permitem fotografar, filmar, jogar, ouvir música e acessar a internet e as redes sociais.

— Além disso, existe um motivo simbólico, que é o status social que esses aparelhos geram nos jovens da periferia, especialmente quando são produzidos pelas marcas mais cobiçadas do mercado, como Apple e Samsung — explica Andrea Costtanzi.

Brasileiro tem mais confiança na mídia e empresas do que no governo

08 de março de 2013 0

Os brasileiros têm menos crença no governo, confiam mais na mídia e depositam nas empresas grande expectativa não apenas em relação aos seus produtos e serviços, mas também sobre a postura ética que adotam, mostra estudo da Edelman feito em 26 países. Na pesquisa, o nível geral de confiança do brasileiro teve leve alta em relação ao ano anterior, passando de 51% para 55% _ o país ocupa a 12º posição no ranking global.
Entre os segmentos analisados, a mídia aparece como o mais crível do Brasil (66%). Para Yacoff Sarkovas, CEO da Edelman, "a massiva cobertura de episódios, como o do mensalão, contribuiu fortemente para a melhoria da percepção do segmento entre a opinião pública". Logo após, surgem as empresas (64%), as ONGs (59%) e, por último, o governo (33%). Globalmente, a confiança atribuída cresceu em todos os setores e as ONGs ainda ocupam a liderança histórica - desde 2007 são as mais confiáveis e, neste ano, ainda recuperaram posições, passando de 54% para 61%. As empresas estão em segundo lugar (56%), seguidas pela mídia (55%). O governoaparece como a instituição de menor prestígio e ocupa a última posição, com um índice de apenas 46%.

Pesquisa mostra que comprador de imóvel espera fechar negócio em 6 meses

05 de março de 2013 0

Um estudo realizado pela Lopes, empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários, mostra que 75% dos interessados em comprar um novo imóvel visitam estandes de lançamentos, passando em média entre 2 e 5 estandes de vendas. Com idade média de 32 anos, 72% dos prospectadores pretendem fechar negócio em até 6 meses e 60% buscam realizar a compra do primeiro imóvel.

A pesquisa, que contou com a participação de 1.166 entrevistados e que pretendem comprar um apartamento novo, indica que a maioria quer pagar de R$ 200 mil a R$ 500 mil pelo imóvel.

Outro indicador da pesquisa é o crescimento do interesse no mercado secundário, do total pesquisado, 18% também visitaram imóveis usados ou prontos novos nunca habitados.

— Com condições mais favoráveis para obtenção de financiamento imobiliário, o imóvel pronto passa a ser uma opção de investimento e o valor final pago no financiamento é menor. Além disto, o mercado conta com uma nova safra de imóveis lançados de 2007 a 2009 que estão sendo entregues com plantas e conceitos mais modernos que agradam o público comprador — explica Arthur Schunck Sindoni, diretor de Expansão da Pronto Participações, segmento da Lopes responsável pelo mercado secundário.

Uma em cada cinco pessoas usa redes sociais no mundo

01 de março de 2013 0

Uma em cada cinco pessoas no mundo já usa as redes sociais. Pesquisa da IBM aponta que 21% das pessoas estão conectadas constantemente ao Facebook, Twitter, Orkut, Instagram ou qualquer outra rede social existente. O aumento no uso de telefones móveis com acesso à internet entre 2009 e 2012 foi um dos responsáveis pela marca atual.
Para manter a taxa de crescimento, 70% das empresas entrevistadas no estudo devem aprimorar o investimento em tecnologias móveis e análises mercadológicas. Entre os pontos que devem ganhar destaque nos próximos anos estão o uso da nuvem e a consolidação de negócios por meio das redes sociais, o social business, prevê o estudo.
Mas Gabriel Borges, dirigente da Ampfy, agência de comunicação especializada na relação de marcas e consumidores nas mídias sociais, lembra uma questão importante em relação aos resultados do levantamento: a falta de pessoas com as diferentes qualificações necessárias para atuar no setor. Por se tratar de um mercado recente, não há oferta grande de graduações e cursos técnicos sobre redes sociais.