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Posts com a tag "pesquisa"

Lojas da Capital esperam vender R$ 70 milhões com Dia dos Namorados

28 de maio de 2014 0

O varejo de Porto Alegre acredita que os negócios relativos ao Dia dos Namorados poderão render R$ 70 milhões em vendas, com ticket médio de R$ 152, mostram o CDL Porto Alegre e o Sindilojas Porto Alegre baseados nos dados de pesquisa do Instituto Methodus. As roupas continuam sendo o presente mais procurado para 27,4% dos enamorados. Na segunda posição está perfumaria, com 15,8% da preferência e calçados, com 11%. Produtos de informática como smartphones serão o presente de 6,8% enquanto somente 0,8% vão comprar tablets. O hábito de compra continua o mesmo: 49,4% irão às lojas uma semana antes da data e 17,3% deixarão para a véspera.

Aposentadoria não é planejada por 66% dos brasileiros

26 de maio de 2014 0

Os brasileiros ainda não possuem o hábito de planejar suas aposentadorias. De acordo com pesquisa divulgada pelo Portal Meu Bolso Feliz, do SPC Brasil, 66% dos entrevistados não pensam no futuro e dependem exclusivamente da aposentadoria do INSS. Segundo a sócia do escritório RVM Advogados, especialista em direito previdenciário, Zainara Costa da Silveira, é muito importante que esta cultura seja alterada, para que a hora de parar de trabalhar não signifique, também, o momento de mudar de qualidade de vida.

- No Brasil, é notório que ainda não há uma cultura de planejamento para a aposentadoria, o que acaba por transformar um momento no qual o trabalhador deveria merecidamente descansar, dedicando mais tempo à família, amigos, lazer, estudos, em um período de muita ansiedade e incertezas – explica Zainara.

De acordo com a advogada, a preocupação na grande parte dos processos de aposentadoria é decorrente da constatação de que a renda paga pelo governo federal não é a mesma que o trabalhador recebe durante o período produtivo. Desta forma, o aposentado é surpreendido pela falta de renda e pela obrigação de mudar seu padrão de vida para manter a saúde financeira.

- É de grande importância, diante dessa realidade, que seja feito um planejamento previdenciário, que possa prever a melhor data para requerer a aposentadoria, bem como oferecer simulações de seu valor estimado. Com antecedência, é possível, ainda, traçar uma estratégia de recolhimentos e tempo de contribuição, sempre com o objetivo de obter o melhor benefício – recomenda a especialista.

Segundo Zainara, isso acontece em razão do chamado Fator Previdenciário, que é o mecanismo utilizado pelo INSS, na tentativa de adiar a aposentadoria dos trabalhadores mais jovens, trazendo aos mesmos uma espécie de “penalização” para quem se aposenta mais cedo. Assim, os aposentados que não possuem fundo de reserva, através de uma poupança, previdência privada ou investimento imobiliário, são obrigados a permanecer trabalhando caso não queiram reduzir seus padrões de consumo.

43,7% dos brasileiros estão felizes com a carreira

23 de maio de 2014 0

A Catho fez levantamento sobre satisfação com a vida profissional e descobriu que 43,7% dos respondentes disseram que se consideram felizes com a carreira e 56,3% afirmaram não estar satisfeitos com o emprego atual.

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A pesquisa levantou com estes trabalhadores qual a empresa ideal. A maioria – 39,9% – diz que é aquela que o valoriza, seguida pela que tem bom clima organizacional (21,4%). “A resposta está bastante alinhada com o atual momento do mercado de trabalho, quando sentir-se reconhecido e gostar do que faz tornam-se mais importante que o dinheiro”, observa Angélica Nogueira, gerente de Desenvolvimento da Catho.

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Quando a pergunta é o “que você busca em sua carreira”: 31,2% disseram que querem desenvolvimento, 30,6% querem fazer o que gosta e 23,1% querem ter seu próprio negócio. Na sequência vem o reconhecimento financeiro (9,2%), ter cargo de chefia (2,9%) e trabalhar fora do país (1,7%).

A pesquisa “Satisfação na Carreira” foi feita entre no fim de abril e contou com 175 respondentes de todo o país. 64% dos profissionais são mulheres, 31% têm entre 26 e 30 anos e 68% são da região Sudeste.

Sobre a Catho

A Catho, site de empregos líder no Brasil, está no mercado desde 1996 e tem como objetivo principal facilitar contratações, funcionando como um canal entre o candidato, que busca novas oportunidades, e as empresas e consultorias de RH que buscam candidatos. A Catho é controlada pela SEEK, grupo australiano líder mundial em recrutamento online por valorização de mercado, que detém 51% das ações da empresa.

 

Universidade espanhola em busca de estudantes brasileiros

09 de maio de 2014 0

Referência em ensino de negócios e pesquisa na Espanha, a universidade Carlos III aposta no MBA internacional para atrair estudantes brasileiros. A instituição está com inscrições abertas para o seu curso de MBA e tem no Brasil o seu principal alvo no mercado latino-americano tanto que pretende quadruplicar o número de estudantes do país até 2018.

Para atrair os brasileiros, a instituição de Madri prepara jovens profissionais para estarem aptos a exercerem os principais cargos de gestão no mundo. O curso tem duração de 11 meses (com início em setembro e término em julho) ao custo de 12 mil euros – aproximadamente R$ 39,5 mil. O estudante que tiver interesse em cursar o MBA Internacional da Carlos III deve acessar o site da universidade http://www.uc3m.es/mba e preencher o formulário especifico no campo Adimission.

Para comprar um imóvel, morador de Porto Alegre precisa poupar por 21 anos, o dobro da média mundial

07 de maio de 2014 0

Levantamento que será publicado na próxima edição da revista Exame mostra que, em Porto Alegre, uma pessoa que recebe o equivalente à renda mensal brasileira precisa poupar seu salário por quase 21 anos para comprar um apartamento de 90 m² — mais do que o dobro do padrão mundial, que é de 10 anos.Considerando o valor imóvel em relação à renda média, os preços do mercado imobiliário de Porto Alegre são os mais salgados dentre as principais capitais do País. Em 2013, os preços dos imóveis usados subiram 14% na cidade.

Preferências dos filhos

06 de maio de 2014 1

Qualidade (30%), preço (28%) e atendimento (22%) são as prioridades dos filhos na hora de escolher o presente para as mães. Marca (3%), estacionamento (3%) e exclusividade (1%) quase não contam como diferenciais. De acordo com pesquisa realizada pela Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo, o investimento nos presentes para o próximo domingo deve ser em torno de R$ 120, um dos maiores tickets médios das datas especiais do varejo gaúcho. A pesquisa completa será divulgada nesta terça-feira.

Bacalhau e ovos de Páscoa mais caros em Porto Alegre

17 de abril de 2014 0

Um dos alimentos mais tradicionais na mesa dos brasileiros no feriado da Páscoa, o bacalhau está mais caro neste ano para os gaúchos. Pesquisa da Ecobenefícios mostra que o preço em relação ao ano passado subiu 11%. Os ovos de Páscoa também estão mais caros na Capital neste ano, alta de 33% em comparação com 2013.
Atualmente, o bacalhau do tipo Saithe custa, em média, R$ 26,95 o quilo na cidade de Porto Alegre, enquanto, no ano passado, a média era de R$ 24,32. Não bastasse o aumento de um ano para o outro, o levantamento mostrou também uma variação de preços de até 35% dependendo do mercado visitado. O bacalhau Saithe pode chegar a R$ 30,99 o quilo na cidade _ o mais barato sai por R$ 22,90. Entre as opções para a Páscoa, a mais em conta é o filé de merluza, que pode ser comprado, em média, por R$ 14,38 o quilo nos mercados de Porto Alegre. Porém, nas lojas pesquisadas, a variação de preço é significativa -entre R$ 11,90 e R$16,98 o quilo.
E o valor médio do ovo passou de R$ 30,05, em 2013, para R$ 39,94 neste ano, muito superior à inflação registrada no período, com base em comparação de preços de ovos básicos de quatro grandes fabricantes de tamanhos 15, 20 e 23. O levantamento ainda mostra uma variação de 7,6% na comparação entre diferentes redes varejistas. Para fugir da alta dos preços uma alternativa é a compra de chocolate em diferentes formatos. O destaque fica com as caixas de bombons. A pesquisa indica queda de 8,8% em comparação com 2013.

 

Pesquisa mostra que porto-alegrenses não gostam de participar de promoções

04 de abril de 2014 0

Se participar de sorteios para concorrer a casas, carros e “viagens dos sonhos” era atrativo para os clientes, agora as empresas – mais especificamente aquelas cujo público está em Porto Alegre – terão de rever suas estratégias para atrair consumidores. Estudo realizado pela agência NewStyle em parceria com a TLA (The Listening Agency), intitulado “Promológico”, apontou que 64% dos porto-alegrenses não participam de promoções.

Nas três capitais do Sudeste, o comportamento é parecido: 49% em Belo Horizonte, 44% no Rio de Janeiro e 43% em São Paulo participam desse tipo de atividade de vez em quando. Em Recife, por outro lado, 60% dos moradores gostam muito de promoções e sempre procuram participar deste tipo de atividade.

Celebridades e falta de transparência

Outro destaque da pesquisa é o uso de celebridades em ações promocionais. Para 71% dos brasileiros, a presença de um famoso chama mais atenção. Os paulistas e mineiros são os que mais acreditam que um famoso chama a atenção: 83% e 81%, respectivamente. Em Recife, o índice é de 79% e em Porto Alegre, 63%. Os cariocas, com 49%, são os que menos se importam com celebridades em promoções.

A falta de transparência em promoções também foi outro fator de relevância. Para 66% dos entrevistados, falta transparência nos concursos culturais, principalmente em relação aos critérios utilizados para escolher os vencedores. E 33% disseram que já se sentiram enganados por uma promoção. Além disso, não divulgar os vencedores pode tornar-se estratégia complicada. 83% dos entrevistados concordam que haveria maior possibilidade de participar de promoções de sorteio se conhecessem alguém que já ganhou.

Praticidade

A pesquisa também apontou que 85% querem mecânicas mais simples (não preencher ficha no mercado, por exemplo), 60% participariam em promoções de cadastro se fosse mais fácil fazer o processo pela internet, e 89% acham que participariam com mais frequência em promoções se fosse possível escolher os prêmios que ganhariam.

O estudo durou quatro meses e entrevistou 1.050 pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre.

69% dos pais conversam com os filhos sobre dinheiro, mostra pesquisa

02 de abril de 2014 0

É bastante expressivo o número de pais que afirmam dialogar com os filhos sobre a situação financeira familiar. Segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), sete em cada 10 entrevistados (69%) conversam em casa sobre assuntos relacionados a dinheiro. Esse percentual só não é maior pois 12% dos pais avaliam que os filhos ainda são muito jovens, especialmente quando têm menos de cinco anos, para participar da conversa. Apenas 19% dos entrevistados admitem que não mantêm esse tipo de diálogo.

O estudo indica, ainda, que os pais que sabem controlar seus gastos e só fazem compras quando realmente têm condições de pagá-las tendem a conversar mais sobre dinheiro com os filhos. Entre os pais que sempre avaliam sua situação financeira antes de comprar um produto, 75% conversam com seus filhos sobre como lidar com dinheiro. Por outro lado, entre os que nunca ou somente às vezes avaliam sua situação financeira, apenas 59% orientam os filhos sobre como lidar com dinheiro.

Renda familiar

Outra constatação do levantamento é que o hábito de conversar com os filhos não se mostrou diretamente relacionado à renda domiciliar. Entre os entrevistados com renda domiciliar de até R$ 1.950,00, 63% conversam com seus filhos. O número não é estatisticamente diferente dos 72% dos pais com renda acima de R$ 1.950 que afirmam manter algum tipo de diálogo sobre dinheiro com os filhos.

Inadimplência está mais ligada a maus hábitos financeiros do que à falta de dinheiro

23 de janeiro de 2014 0

Os economistas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgaram uma avaliação, nesta quarta-feira, com dados obtidos pelo cruzamento de pesquisas divulgadas pelo SPC ao longo de 2013, todas encomendadas com o intuito de entender a relação do consumidor adulto brasileiro com o próprio dinheiro. A principal conclusão dos especialistas é que a situação de inadimplência no Brasil — ao contrário do que muitos pensam — está relacionada a maus hábitos de planejamento financeiro, e nem sempre à renda baixa.

Como apontam as pesquisas, existe descontrole financeiro e inadimplência mesmo entre as famílias de renda elevada. Dados de quatro estudos indicam que pessoas com contas em atraso não têm necessariamente renda menor do que aquelas que pagam os compromissos em dia. Uma pesquisa encomendada em agosto de 2013 para traçar o perfil do consumidor inadimplente no país revelou que 16% da amostra de pessoas com contas em atraso há mais de 90 dias pertenciam às classes D e E (renda familiar inferior a R$ 905 por mês). No entanto, ao avaliar essa mesma concentração de consumidores de menor renda (classes D e E) entre a amostra de adimplentes, o percentual subiu para 22%.

_ De maneira geral, os estudos sugerem que consumidores adimplentes adotam práticas financeiras mais cautelosas e conservadoras, independentemente da classe social a qual pertencem.

Isso inclui hábitos como o de planejar os gastos, poupar dinheiro para uma emergência e o de não emprestar o próprio nome a terceiros _ explica a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.

Faça o que digo, mas não faça o que faço

Dois estudos sobre a Educação Financeira do Brasileiro (fevereiro/2013) e sobre o Comportamento de Consumo no Brasil (outubro/2013) mostram que a maioria dos brasileiros (88%) se declara “muito controlado” ou “moderado” em relação aos hábitos de compra. No entanto, apesar da autoimagem de controlado em relação às compras, os consumidores relataram ao SPC Brasil diversas práticas que contradizem esse comportamento ideal: 59% já ficaram no vermelho por conta de gastos que não precisavam ter realizado e 69% dos consumidores já fizeram compras apenas para “se sentirem fortes, ricos ou poderosos”.

Além disso, em relação às finanças pessoais, o consumidor mostra-se, no geral, pouco preparado para qualquer emergência financeira: 42% dos adultos entrevistados declararam que não guardam qualquer quantidade de dinheiro para uma situação de emergência.

_ Em muitos casos, os estudos sugerem que adoção de hábitos simples de planejamento financeiro poderia ter evitado a situação inadimplência. E comportamentos impulsivos de compra e hábitos de risco foram detectados em todos os extratos sociais _ afirma Luiza.

Diferenças de comportamento

Os adimplentes não somente possuem posturas menos arriscadas como também têm hábitos ligados a um bom planejamento financeiro. As pesquisas do SPC Brasil relevam que, com relação aos adimplentes, 76% fazem lista de compras antes de ir ao supermercado, 83% pesquisam preços antes de comprar qualquer produto ou serviço, 63% acompanham mensalmente das suas receitas e despesas (seja em uma caderneta ou planilha) e 17% buscam informações sobre questões financeiras com frequência.

Em contrapartida, quando consideramos o grupo dos inadimplentes, tais percentuais caem respectivamente para 61%, 66%, 38% e 3%.Ainda com relação às diferenças de postura frente ao endividamento, outro ponto a ser destacado é que, ao contrário dos inadimplentes, os adimplentes vêem as dívidas como evitáveis. Dentre os adimplentes, 93% evitam dívidas, seja controlando os impulsos de compra (37%), seja fazendo planejamento financeiro (56%). Além disso, 35% desse grupo fazem fundo emergencial (dinheiro guardado para emergências).

Já com relação aos inadimplentes, 54% afirmam que a dívida que têm atualmente não poderia ter sido evitada — já que ocorreu por motivo alheio a sua vontade (como desemprego) — e apenas 38% afirmam que a falta de controle financeiro foi o principal motivo para o endividamento.

Inadimplentes tendem a se arriscar mais

Os inadimplentes também adotam posturas mais arriscadas em relação a empréstimo de nome: 20% dos entrevistados desse grupo revelaram que têm o hábito de emprestar o próprio nome a terceiros para que estes possam fazer compras. Destes, 96% não tomam nenhuma precaução (como pedir uma nota promissória a quem emprestou o nome). No grupo dos adimplentes, apenas 9% têm esse hábito, dos quais 69% não tomam nenhuma precaução (os demais 31% são precavidos e exigem algum tipo de garantia).

Eles também tendem a buscar mais crédito em lojas e menos em bancos: 53% dos consumidores negativados possuem cartão de loja, enquanto que o percentual cai para 46% quando comparados com os não negativados. Além disso, segundo os estudos, 53% dos consumidores inadimplentes possuem cartão de crédito de banco, enquanto que 61% dos adimplentes dispõem desse mesmo recurso.

Para os economistas, as pesquisas feitas pelo SPC Brasil mostram que o brasileiro ainda necessita de educação financeira mais aprofundada.
_ Os resultados apontam para uma alta frequência de consumidores impulsivos, levados pela moda, propaganda ou desejo de autoafirmação. Além disso, a inadimplência parece estar ligada, em muitos casos, à falta de hábitos simples de planejamento financeiro e de precaução contra emergências”, explica Luiza.

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