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Bacalhau e ovos de Páscoa mais caros em Porto Alegre

17 de abril de 2014 0

Um dos alimentos mais tradicionais na mesa dos brasileiros no feriado da Páscoa, o bacalhau está mais caro neste ano para os gaúchos. Pesquisa da Ecobenefícios mostra que o preço em relação ao ano passado subiu 11%. Os ovos de Páscoa também estão mais caros na Capital neste ano, alta de 33% em comparação com 2013.
Atualmente, o bacalhau do tipo Saithe custa, em média, R$ 26,95 o quilo na cidade de Porto Alegre, enquanto, no ano passado, a média era de R$ 24,32. Não bastasse o aumento de um ano para o outro, o levantamento mostrou também uma variação de preços de até 35% dependendo do mercado visitado. O bacalhau Saithe pode chegar a R$ 30,99 o quilo na cidade _ o mais barato sai por R$ 22,90. Entre as opções para a Páscoa, a mais em conta é o filé de merluza, que pode ser comprado, em média, por R$ 14,38 o quilo nos mercados de Porto Alegre. Porém, nas lojas pesquisadas, a variação de preço é significativa -entre R$ 11,90 e R$16,98 o quilo.
E o valor médio do ovo passou de R$ 30,05, em 2013, para R$ 39,94 neste ano, muito superior à inflação registrada no período, com base em comparação de preços de ovos básicos de quatro grandes fabricantes de tamanhos 15, 20 e 23. O levantamento ainda mostra uma variação de 7,6% na comparação entre diferentes redes varejistas. Para fugir da alta dos preços uma alternativa é a compra de chocolate em diferentes formatos. O destaque fica com as caixas de bombons. A pesquisa indica queda de 8,8% em comparação com 2013.

 

Pesquisa mostra que porto-alegrenses não gostam de participar de promoções

04 de abril de 2014 0

Se participar de sorteios para concorrer a casas, carros e “viagens dos sonhos” era atrativo para os clientes, agora as empresas – mais especificamente aquelas cujo público está em Porto Alegre – terão de rever suas estratégias para atrair consumidores. Estudo realizado pela agência NewStyle em parceria com a TLA (The Listening Agency), intitulado “Promológico”, apontou que 64% dos porto-alegrenses não participam de promoções.

Nas três capitais do Sudeste, o comportamento é parecido: 49% em Belo Horizonte, 44% no Rio de Janeiro e 43% em São Paulo participam desse tipo de atividade de vez em quando. Em Recife, por outro lado, 60% dos moradores gostam muito de promoções e sempre procuram participar deste tipo de atividade.

Celebridades e falta de transparência

Outro destaque da pesquisa é o uso de celebridades em ações promocionais. Para 71% dos brasileiros, a presença de um famoso chama mais atenção. Os paulistas e mineiros são os que mais acreditam que um famoso chama a atenção: 83% e 81%, respectivamente. Em Recife, o índice é de 79% e em Porto Alegre, 63%. Os cariocas, com 49%, são os que menos se importam com celebridades em promoções.

A falta de transparência em promoções também foi outro fator de relevância. Para 66% dos entrevistados, falta transparência nos concursos culturais, principalmente em relação aos critérios utilizados para escolher os vencedores. E 33% disseram que já se sentiram enganados por uma promoção. Além disso, não divulgar os vencedores pode tornar-se estratégia complicada. 83% dos entrevistados concordam que haveria maior possibilidade de participar de promoções de sorteio se conhecessem alguém que já ganhou.

Praticidade

A pesquisa também apontou que 85% querem mecânicas mais simples (não preencher ficha no mercado, por exemplo), 60% participariam em promoções de cadastro se fosse mais fácil fazer o processo pela internet, e 89% acham que participariam com mais frequência em promoções se fosse possível escolher os prêmios que ganhariam.

O estudo durou quatro meses e entrevistou 1.050 pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre.

69% dos pais conversam com os filhos sobre dinheiro, mostra pesquisa

02 de abril de 2014 0

É bastante expressivo o número de pais que afirmam dialogar com os filhos sobre a situação financeira familiar. Segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), sete em cada 10 entrevistados (69%) conversam em casa sobre assuntos relacionados a dinheiro. Esse percentual só não é maior pois 12% dos pais avaliam que os filhos ainda são muito jovens, especialmente quando têm menos de cinco anos, para participar da conversa. Apenas 19% dos entrevistados admitem que não mantêm esse tipo de diálogo.

O estudo indica, ainda, que os pais que sabem controlar seus gastos e só fazem compras quando realmente têm condições de pagá-las tendem a conversar mais sobre dinheiro com os filhos. Entre os pais que sempre avaliam sua situação financeira antes de comprar um produto, 75% conversam com seus filhos sobre como lidar com dinheiro. Por outro lado, entre os que nunca ou somente às vezes avaliam sua situação financeira, apenas 59% orientam os filhos sobre como lidar com dinheiro.

Renda familiar

Outra constatação do levantamento é que o hábito de conversar com os filhos não se mostrou diretamente relacionado à renda domiciliar. Entre os entrevistados com renda domiciliar de até R$ 1.950,00, 63% conversam com seus filhos. O número não é estatisticamente diferente dos 72% dos pais com renda acima de R$ 1.950 que afirmam manter algum tipo de diálogo sobre dinheiro com os filhos.

Inadimplência está mais ligada a maus hábitos financeiros do que à falta de dinheiro

23 de janeiro de 2014 0

Os economistas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgaram uma avaliação, nesta quarta-feira, com dados obtidos pelo cruzamento de pesquisas divulgadas pelo SPC ao longo de 2013, todas encomendadas com o intuito de entender a relação do consumidor adulto brasileiro com o próprio dinheiro. A principal conclusão dos especialistas é que a situação de inadimplência no Brasil — ao contrário do que muitos pensam — está relacionada a maus hábitos de planejamento financeiro, e nem sempre à renda baixa.

Como apontam as pesquisas, existe descontrole financeiro e inadimplência mesmo entre as famílias de renda elevada. Dados de quatro estudos indicam que pessoas com contas em atraso não têm necessariamente renda menor do que aquelas que pagam os compromissos em dia. Uma pesquisa encomendada em agosto de 2013 para traçar o perfil do consumidor inadimplente no país revelou que 16% da amostra de pessoas com contas em atraso há mais de 90 dias pertenciam às classes D e E (renda familiar inferior a R$ 905 por mês). No entanto, ao avaliar essa mesma concentração de consumidores de menor renda (classes D e E) entre a amostra de adimplentes, o percentual subiu para 22%.

_ De maneira geral, os estudos sugerem que consumidores adimplentes adotam práticas financeiras mais cautelosas e conservadoras, independentemente da classe social a qual pertencem.

Isso inclui hábitos como o de planejar os gastos, poupar dinheiro para uma emergência e o de não emprestar o próprio nome a terceiros _ explica a economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.

Faça o que digo, mas não faça o que faço

Dois estudos sobre a Educação Financeira do Brasileiro (fevereiro/2013) e sobre o Comportamento de Consumo no Brasil (outubro/2013) mostram que a maioria dos brasileiros (88%) se declara “muito controlado” ou “moderado” em relação aos hábitos de compra. No entanto, apesar da autoimagem de controlado em relação às compras, os consumidores relataram ao SPC Brasil diversas práticas que contradizem esse comportamento ideal: 59% já ficaram no vermelho por conta de gastos que não precisavam ter realizado e 69% dos consumidores já fizeram compras apenas para “se sentirem fortes, ricos ou poderosos”.

Além disso, em relação às finanças pessoais, o consumidor mostra-se, no geral, pouco preparado para qualquer emergência financeira: 42% dos adultos entrevistados declararam que não guardam qualquer quantidade de dinheiro para uma situação de emergência.

_ Em muitos casos, os estudos sugerem que adoção de hábitos simples de planejamento financeiro poderia ter evitado a situação inadimplência. E comportamentos impulsivos de compra e hábitos de risco foram detectados em todos os extratos sociais _ afirma Luiza.

Diferenças de comportamento

Os adimplentes não somente possuem posturas menos arriscadas como também têm hábitos ligados a um bom planejamento financeiro. As pesquisas do SPC Brasil relevam que, com relação aos adimplentes, 76% fazem lista de compras antes de ir ao supermercado, 83% pesquisam preços antes de comprar qualquer produto ou serviço, 63% acompanham mensalmente das suas receitas e despesas (seja em uma caderneta ou planilha) e 17% buscam informações sobre questões financeiras com frequência.

Em contrapartida, quando consideramos o grupo dos inadimplentes, tais percentuais caem respectivamente para 61%, 66%, 38% e 3%.Ainda com relação às diferenças de postura frente ao endividamento, outro ponto a ser destacado é que, ao contrário dos inadimplentes, os adimplentes vêem as dívidas como evitáveis. Dentre os adimplentes, 93% evitam dívidas, seja controlando os impulsos de compra (37%), seja fazendo planejamento financeiro (56%). Além disso, 35% desse grupo fazem fundo emergencial (dinheiro guardado para emergências).

Já com relação aos inadimplentes, 54% afirmam que a dívida que têm atualmente não poderia ter sido evitada — já que ocorreu por motivo alheio a sua vontade (como desemprego) — e apenas 38% afirmam que a falta de controle financeiro foi o principal motivo para o endividamento.

Inadimplentes tendem a se arriscar mais

Os inadimplentes também adotam posturas mais arriscadas em relação a empréstimo de nome: 20% dos entrevistados desse grupo revelaram que têm o hábito de emprestar o próprio nome a terceiros para que estes possam fazer compras. Destes, 96% não tomam nenhuma precaução (como pedir uma nota promissória a quem emprestou o nome). No grupo dos adimplentes, apenas 9% têm esse hábito, dos quais 69% não tomam nenhuma precaução (os demais 31% são precavidos e exigem algum tipo de garantia).

Eles também tendem a buscar mais crédito em lojas e menos em bancos: 53% dos consumidores negativados possuem cartão de loja, enquanto que o percentual cai para 46% quando comparados com os não negativados. Além disso, segundo os estudos, 53% dos consumidores inadimplentes possuem cartão de crédito de banco, enquanto que 61% dos adimplentes dispõem desse mesmo recurso.

Para os economistas, as pesquisas feitas pelo SPC Brasil mostram que o brasileiro ainda necessita de educação financeira mais aprofundada.
_ Os resultados apontam para uma alta frequência de consumidores impulsivos, levados pela moda, propaganda ou desejo de autoafirmação. Além disso, a inadimplência parece estar ligada, em muitos casos, à falta de hábitos simples de planejamento financeiro e de precaução contra emergências”, explica Luiza.

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Os produtos falsificados mais encontrados no Natal

24 de dezembro de 2013 0

Relógios, bolsas, perfumes, óculos escuros e tênis são os produtos mais falsificados e adquiridos pelos compradores na época do Natal. Os dados constam em um levantamento da KPMG em 20 das maiores cidades do mundo, incluindo São Paulo. Segundo a pesquisa, o ranking de produtos falsificados mais encontrados em São Paulo ainda inclui brinquedos, smartphones, batons, DVDs, videogames e jeans.
O levantamento aponta que em bolsas, relógios e óculos escuros os produtos falsificados têm, em São Paulo, um preço mais do que 90% abaixo do original.

Brasileiro vai a shoppings quatro vezes por mês

23 de dezembro de 2013 0

Os brasileiros vão aos shopping centers em média quatro vezes por mês, mostra pesquisa do Ibope. A frequência é idêntica entre homens e mulheres e muito parecida entre as faixas etárias. A principal diferença entre os frequentadores está no bolso: os consumidores da classe A costumam ir ao shopping em média cinco vezes por mês, enquanto os da classe C visitam os centros comerciais apenas duas vezes por mês.

As mulheres, que têm fama de irem mais ao shopping do que os homens, só ganham realmente do sexo masculino em um perfil específico: mulheres jovens de classe A. Nesse grupo, elas visitam o shopping em média seis vezes por mês, enquanto entre os homens da mesma classe e idade a frequência é de cinco vezes mensais.

 

Mercado pet deve fechar 2013 com faturamento de R$14,39 bilhões

19 de dezembro de 2013 0

No Brasil, os pet shops, lojas agrícolas e aviculturas são responsáveis por 65,3% da venda de produtos e serviços para os animais de estimação. O Estudo Pet Brasil, da GS&MD – Gouvêa de Souza, estima que este mercado feche o ano de 2013 com um faturamento de R$ 14,39 bilhões. Dentro de uma expectativa conservadora, a consultoria prevê para 2014 R$ 15,3 bilhões e em 2015, R$ 16,2 bilhões, isso sem considerar a venda de filhotes. Neste ano, comparando o crescimento real, enquanto o varejo cresceu 4%, o mercado pet apresentou 7,5% de elevação.

Em 2012, a receita total do varejo pet correspondeu a 0,3% do PIB, contando com a venda de filhotes. No mesmo ano, a venda de produtos e serviços para cães e gatos somou R$ 14,44 bilhões, sendo R$ 13,40 bilhões somente referente aos serviços. O estudo apontou a participação de 49,3% de pet food, 14,5% de serviços veterinários, 13,1% de medicamentos veterinários, 9,1% de serviços de higiene e embelezamento, 5,2% de produtos de higiene e embelezamento, 4% snacks, 3,9% acessórios e 0,9% outros serviços.

O Estudo Pet Brasil ainda mostra o mercado Pet 2012 por canais. Pet shop com serviços veterinários representou 34,6%, super/hiper 17,2%, pet shop sem serviços veterinários 15,4%, lojas de produtos agrícolas e aviculturas 13,5%, hospitais e clínicas veterinárias 12,7%, megalojas pet 4,2%, outros 2% e e-commerce 0,4%.

A pesquisa ouviu mais de 2,7 mil pessoas em diversas cidades brasileiras, dentre elas 60% mulheres e 40% homens.

Pesquisa aponta maior demanda para profissões ligadas ao marketing e infraestrutura

17 de dezembro de 2013 0

Prestes a fechar 2013, o mercado já se programa para o que deve comandar a economia brasileira no próximo ano, quando haverá eleições presidenciais e Copa do Mundo. Estudo realizado pela Michael Page, empresa especializada em recrutamento de executivos, apontou que vários setores estarão aquecidos, porém áreas ligadas ao marketing e obras de infraestrutura serão os mais requisitados.

A pesquisa foi elaborada no mês de dezembro nos escritórios da Michael Page pelo país: São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Recife. Confira abaixo as profissões e os motivos delas estarem aquecidas:

Marketing:

1. Marketing Digital
Não há mais dúvidas que o digital é uma realidade dentro do mercado e que as empresas estão cada vez mais vendo a importância de ter algum foco no segmento. Devido à conectividade e a maior presença dos consumidores no ambiente online, é possível hoje mapear e focar a comunicação nos públicos-alvo. Com isso, a tendência é fugir dos meios massificados.

2. Go to market ou Planejamento Comercial
As projeções para 2014 são de um mercado muito mais competitivo e com uma margem de lucro cada vez menor para conseguir ganhar posicionamento. Isso inevitavelmente desenvolve a necessidade de criarem cadeiras com foco mais estratégico nas ações das áreas comerciais e cadeiras com viés analítico que acompanham a implementação dessas estratégias diretamente no ponto de venda.

3. Marketing e Vendas
Haverá mudanças no perfil e nos tipos de fontes pagadoras. Cada vez mais o governo, hospitais e operadoras embasam suas decisões em necessidades específicas nos conceitos de Healtheconomics; é fundamental que os fornecedores estejam preparados para entender e atender as demandas destes mercados.

Infraestrutura:

4. Engenheiro de orçamento

Necessidade de maior controle sobre o retorno financeiro das obras e a uma expectativa de maior volume de obras de infraestrutura.

 

5. Geocientistas (geofísico, geólogos)

Expectativa da indústria de petróleo ter um melhor ano em 2014.

 

6. Engenheiros de Segurança do Trabalho

Maior preocupação das empresas e sociedade sobre a saúde do trabalho e a uma expectativa de maior volume de obras de infraestrutura.

 

7. Atuário

Expectativa de crescimento devido ao bom momento do mercado de seguros e resseguros em 2013.

 

8. Cientista de dados (formação em ciência da computação ou análise de sistemas)

Estará em alta devido às oportunidades do aumento da aplicação das tecnologias do big data, conceito fundamental no armazenamento de dados e maior velocidades dos sistemas.

 

9. Direito/Ciências Contábeis

Devido à complexidade fiscal brasileira que continuará demandando posições com essa formação. O perfil exige excelente base técnica fiscal e destaque para os que possuem boa visão de negócios.

 

10. Engenharia/Economia

Profissional comum em posições de modelagem financeira e viabilidade de novos negócios/projetos (mercado de infraestrutura deverá estar aquecido).

Executivo com excelente visão analítica, base financeira e visão holística.

Saiba quais são as empresas que mais respeitam o consumidor no Brasil

17 de dezembro de 2013 0

Estudo conduzido pela Shopper Experience em parceria com a revista Consumidor Moderno, “As empresas que mais respeitam o consumidor no Brasil”, revela que 19% dos consumidores associam respeito ao cliente à qualidade do produto. Nas 10 edições anteriores, o principal atributo valorizado pelo brasileiro era a qualidade do serviço. O estudo apurou, ainda, que para 17% dos entrevistados um preço atrativo também é essencial para tornar tangível o respeito pela companhia. Na terceira colocação, com 9% cada, estão características como oferecer serviços de qualidade, além de possuir funcionários e mecanismos de atendimento ao cliente com excelência.

O ranking geral da pesquisa foi realizado com 1.682 consumidores de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília e Goiânia. Na ordem, as empresas que, na percepção dos consumidores, mais os respeitam são :

1. Nestlé
2. Ambev;
3. Bombril;
4. O Boticário;
5. Electrolux;
6. Samsung;
7. Apple;
8. Novartis;
9. Arezzo;
10. Adidas;
11.Tigre;
12. Queiroz Galvão;
13. Volkswagen;
14. Volvo;
15. Magazine Luiza;
16. Zaffari;
17. Walmart;
18. Marisa;
19. Farmácia Pague Menos;
20. China In Box;
21. TendTudo;
22. Netshoes;
23. TAM;
24. Sky;
25. UOL;
26. GVT;
27. Vivo;
28. Record;
29. O Estado de S. Paulo;
30. Abril;
31. Caixa;
32. MasterCard;
33. Porto Seguro;
34. Caixa Seguros;
35. AES Eletropaulo;
36. Liquigás;
37. Comgás;
38. Ipiranga;
39. VR;
40. Correios.

Brasileiros estão preocupados com desemprego, mas ainda dispostos a gastar

03 de dezembro de 2013 0

Pesquisa de intenções do consumidor realizada pela Nielsen, empresa provedora de informações sobre o que o consumidor assiste e compra, apontou uma leve redução na confiança dos brasileiros em relação aos gastos, de 110 pontos (2º trimestre de 2013) para 109 (3º trimestre de 2013), e uma crescente preocupação com as perspectivas de emprego para os próximos 12 meses.

Até junho deste ano, 24% da população considerava não tão boa a situação de emprego, já em setembro o número foi para 34%.

Mesmo neste cenário de insegurança, 41% dos brasileiros ainda estão dispostos a gastar com entretenimento fora do lar e 40% com roupas novas.

_ O brasileiro está sendo malabarista, lidando com a tensão interna entre o que preservar e o que abrir mão do bem-estar conquistado, ao mesmo tempo em que é permeado por notícias de que o crescimento não vai ser aquele que se esperava no começo do ano _ esclarece Olegário Araujo, diretor de atendimento da Nielsen.